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<p>UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR</p><p>SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA</p><p>LICENCIATURA EM PEDAGOGIA</p><p>Cidade</p><p>2020</p><p>Cidade</p><p>2020</p><p>Cidade</p><p>Contagem</p><p>2024</p><p>JUNIA TERESINHA DA SILVA</p><p>PROJETO DE ENSINO</p><p>EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA</p><p>Contagem</p><p>2024</p><p>PROJETO DE ENSINO</p><p>EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA</p><p>Projeto de Ensino apresentado à Universidade</p><p>Pitágoras Unopar, como requisito parcial à</p><p>conclusão do Curso de Licenciatura em</p><p>Pedagogia.</p><p>Docente supervisor: Prof. Natalia Barbosa</p><p>Limeira.</p><p>JUNIA TERESINHA DA SILVA</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 3</p><p>1 TEMA ................................................................................................................... 4</p><p>2 JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 6</p><p>3 PARTICIPANTES ................................................................................................. 7</p><p>4 OBJETIVOS ......................................................................................................... 8</p><p>5 PROBLEMATIZAÇÃO .......................................................................................... 9</p><p>6 REFERENCIAL TEÓRICO ................................................................................. 11</p><p>7 METODOLOGIA ................................................................................................ 16</p><p>8 CRONOGRAMA ................................................................................................. 18</p><p>9 RECURSOS ....................................................................................................... 19</p><p>10 AVALIAÇÃO ....................................................................................................... 20</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................................... 21</p><p>REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 22</p><p>3</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Atualmente a educação inclusiva tem sido um grande desafio para os</p><p>profissionais da educação, a luta por igualdade e respeito vem se ampliando com</p><p>intuito de garantir o direito, participação social e educativa de todos os indivíduos</p><p>independente de suas especificidades. Segundo aponta Michels (2013), a política</p><p>nacional da educação especial, na perspectiva da educação inclusiva, está sendo</p><p>implantada desde o seu início e enfrenta dificuldades de sua implementação nas</p><p>escolas, principalmente pela falta de investimentos em recursos materiais, bem como</p><p>na formação continuada dos professores, o que acaba gerando dificuldades no</p><p>atendimento de alunos com deficiência na rede regular de ensino.</p><p>Segundo as políticas educacionais, cada aluno numa sala de aula apresenta</p><p>características próprias e um conjunto de valores e informações que os tornam únicos</p><p>e especiais, constituindo uma diversidade de interesses e ritmos de aprendizagem, o</p><p>desafio e as expectativas da escola hoje é trabalhar com essas diversidades na</p><p>tentativa de construir um novo conceito do processo ensino-aprendizagem, eliminando</p><p>definitivamente o seu caráter excludente, de modo que sejam incluídos neste</p><p>processo todos que dele, por direito, são sujeitos.</p><p>Este novo olhar da escola implica na busca de alternativas que garantam o</p><p>acesso e a permanência de todas as crianças e adolescentes no seu interior. Assim,</p><p>o que se deseja é a construção de uma sociedade inclusiva compromissada com as</p><p>minorias, cujo grupo inclui os portadores de necessidades educacionais especiais.</p><p>Dessa forma, a adequação e adaptação das práticas educacionais</p><p>corresponderão às expectativas de uma educação inclusiva que venha a colaborar</p><p>com os alunos com necessidades educacionais especiais, posicionando-os frente a</p><p>uma educação de vanguarda, inclusiva, que sirva aos interesses sociais, valorizando</p><p>dessa forma a democracia e o direito ao acesso à educação.</p><p>4</p><p>1 TEMA</p><p>Há algum tempo vem sendo discutida a alfabetização de crianças Portadoras</p><p>de Necessidades Educacionais Especiais (PNEE) no ensino regular, pela</p><p>complexidade de adaptação do processo de ensino, tornando a escola um espaço</p><p>para todas as crianças, deixando de lado a visão de “segregação” e abordando um</p><p>traço mais acolhedor, contribuindo para que a criança tenha todas as suas</p><p>necessidades educacionais e individualidades.</p><p>Com o intuito de que uma real inclusão aconteça, foram criados leis e decretos</p><p>visando garantir a inserção de Crianças com Necessidades Especiais (CNE), no</p><p>sistema regular de ensino, além disso, a legislação brasileira prevê que todos os</p><p>cursos de formação de professores, magistério e ou licenciatura, devem introduzir</p><p>capacitação para o estudante afim de que possam estar preparados para receber, em</p><p>suas escolas, alunos com e sem necessidades educacionais especiais, dentre os</p><p>quais os alunos com deficiências.</p><p>No entanto, não é o que tem sido aplicado na prática, em contrapartida, as</p><p>escolas não se encontram preparadas para que esses alunos sejam recebidos, não</p><p>desenvolve projetos para a devida inclusão e interação dos mesmos na comunidade</p><p>escolar, causando sofrimento aos alunos com necessidades educacionais especiais</p><p>e aos professores, demonstrando muitas fragilidades no processo destes alunos no</p><p>ensino regular.</p><p>Com o intuito de que uma real inclusão aconteça, foram criados leis e decretos</p><p>visando garantir a inserção de Crianças com Necessidades Especiais (CNE), no</p><p>sistema regular de ensino, esse avanço legislativo se pelo decreto 3.298 (BRASIL,</p><p>1999), que regulamenta a Lei 7.853/89 (BRASIL,1989), e dispõe sobre a política</p><p>Nacional para integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Essa lei estabelece que</p><p>a educação especial tenha atuação complementar ao ensino regular, com todas as</p><p>CNE inseridas na escola. A legislação brasileira prevê que todos os cursos de</p><p>formação de professores, magistério e ou licenciatura, devem introduzir capacitação</p><p>para o estudante afim de que possam estar preparados para receber, em suas</p><p>escolas, alunos com e sem necessidades educacionais especiais, dentre os quais os</p><p>alunos com deficiências.</p><p>5</p><p>Dessa forma, a escola tem um grande desafio a ser resolvido, pois, precisa</p><p>promover e proporcionar o acesso e a permanência de todas as crianças com</p><p>necessidades educacionais especiais, garantindo o aprendizado das mesmas e</p><p>buscando a construção de uma nova escola que atenda todos os públicos de maneira</p><p>efetiva, alicerçada nos princípios de uma sociedade democrática. Segundo aponta</p><p>Fernandes (2019), as escolas devem se adaptar às necessidades especiais dos</p><p>estudantes, para que todos possam aprender juntos através de uma formação</p><p>benéfica. Afinal, as diferenças não são um problema pois a diversidade agrega</p><p>valores.</p><p>6</p><p>2 JUSTIFICATIVA</p><p>A educação inclusiva tem se revelado de extrema importância para que as</p><p>crianças e adolescentes com necessidades educacionais específicas desenvolvam</p><p>competências e habilidades a ser utilizadas no seu cotidiano, necessitando d que haja</p><p>uma adequação do currículo e utilização de novas metodologias. A inclusão social</p><p>merece uma reflexão acerca da importância do oferecimento ao acesso e</p><p>permanência destes alunos em salas de aulas regulares, os quais eram excluídos do</p><p>sistema de ensino regular e hoje se encontram incluídos junto aos outros alunos.</p><p>Os direitos das pessoas não só com necessidades especificas, pois quando</p><p>falamos em inclusão social nas escolas estamos falando de aceitar as diferenças.</p><p>Para os alunos com qualquer tipo de necessidade específica, sejam estas físicas,</p><p>psíquicas ou</p><p>mentais, o ambiente da escola deve ser ainda mais atraente já que esse</p><p>aluno até então era tido como excluído.</p><p>O papel da escola atual deve ser o de receber o aluno com necessidades</p><p>educacionais especiais, de forma que, este aluno possa desenvolver suas</p><p>potencialidades gradativamente, com a ajuda do professor e da escola, trazendo para</p><p>junto de si seus colegas de classe para que estes consigam entender que no mundo,</p><p>não somos todos “iguais”, que cada um tem suas diferenças e que essas diferenças</p><p>devem ser respeitadas.</p><p>Nos dias atuais, o sistema de ensino precisa ter um olhar especial para práticas</p><p>pedagógicas, transformando o ensino em uma educação inclusiva, respeitando a</p><p>diversidade. O papel de uma escola moderna deve ser ajudar na construção do</p><p>desenvolvimento cognitivo, emocional e social da criança, a fim de que ela se torne</p><p>um cidadão.</p><p>Deste modo, esse tema se justifica, uma vez que, a inclusão de crianças com</p><p>necessidades especiais se tornou o centro das discussões, no âmbito escolar, visto</p><p>que, nem todas as pessoas envolvidas com a educação infantil estão preparadas,</p><p>para fazer a inclusão propriamente dita, assim, o desenvolvimento educacional da</p><p>criança na escola, levando em consideração a diversidade e a construção de uma</p><p>sociedade inclusiva, pois as escolas estão presas a conceitos que requerem</p><p>mudanças, uma vez que os educadores não estão capacitados para trabalhar com a</p><p>inclusão de crianças com necessidades especiais.</p><p>7</p><p>3 PARTICIPANTES</p><p>O presente trabalho tem como viés analisar o processo de desenvolvimento da</p><p>educação inclusiva para as crianças com necessidades especiais, assim como a sua</p><p>função em estar proporcionando a estas maior interação com as demais pessoas à</p><p>sua volta, enquanto instrumento de atenuação da discriminação e do preconceito da</p><p>própria sociedade. Desta forma, ele é direcionado a instituições de ensino regular,</p><p>professores e até mesmo familiares que encontram desafios na Educação Inclusiva,</p><p>onde por falta de informação, preconceito e exclusão tanto por parte dos professores</p><p>quanto da própria família, a criança com deficiência encontra barreiras que a impedem</p><p>de crescer junto com as demais crianças.</p><p>8</p><p>4 OBJETIVOS</p><p>O objetivo geral do trabalho é compreender a atual importância da inclusão dos</p><p>alunos especiais no Ensino Regular como uma das formas de possibilitar aos mesmos</p><p>o direito a igualdade, a justiça e a uma educação com qualidade, demonstrando</p><p>diretamente a importância do papel da escola e do professor no processo de</p><p>construção da inclusão e destacando o contexto histórico do surgimento do aluno</p><p>especial.</p><p>Os objetivos específicos giram em torno de:</p><p>• Discutir o papel da escola diante do desafio da educação inclusiva;</p><p>• Refletir sobre o papel do professor e a contribuição para a inclusão</p><p>dos alunos com deficiências;</p><p>• Demonstrar alguns dos desafios encontrados pelas escolas no</p><p>processo de inclusão;</p><p>• Relacionar as metodologias a serem utilizadas nesse processo, expor</p><p>o papel do professor frente ao processo de inclusão.</p><p>9</p><p>5 PROBLEMATIZAÇÃO</p><p>Atualmente a escola é considerada uma instituição que se destaca por ser</p><p>favorável à transformação social, realizada através da inclusão e de oportunidades</p><p>educativas, e por promover amplas discussões na busca de oferecer oportunidades</p><p>de mudanças, de modo a atender de fato às necessidades educativas especiais,</p><p>favorecendo aos próprios deficientes a sua inserção na sociedade, em todos os</p><p>aspectos, sejam eles econômicos, sociais ou educacionais, propiciando assim a</p><p>inclusão.</p><p>O direito do aluno com necessidades educativas especiais e de todos os</p><p>cidadãos à educação é um direito constitucional. A garantia de uma educação de</p><p>qualidade para todos implica, dentre outros fatores, um redimensionamento da escola</p><p>no que consiste não somente na aceitação, mas também na valorização das</p><p>diferenças. Esta valorização se efetua pelo resgate dos valores culturais, os que</p><p>fortalecem identidade individual e coletiva, bem como pelo respeito ao ato de aprender</p><p>e de construir.</p><p>A inclusão implica na elaboração de recursos e métodos pedagógicos que</p><p>sejam acessíveis a todos os alunos, rompendo com todas as barreiras que possam</p><p>limitar a participação do estudante por conta da sua particularidade. A escola inclusiva</p><p>às crianças com necessidades especiais diz respeito à identificação das mesmas e a</p><p>remoção de barreiras, o que implica na coleta contínua de informações valiosas para</p><p>atender o desempenho dos alunos para planejamento e estabelecimento de metas</p><p>neste sentido. Não obstante, a inclusão também pressupõe um maior envolvimento</p><p>entre a família e a escola e entre a escola e a comunidade, onde todos buscam uma</p><p>educação de qualidade para todas as crianças com necessidades especiais.</p><p>Diante dessa realidade, originaram-se as ações de adaptação do sujeito à</p><p>sociedade, todavia, desacompanhadas da busca por transformações sociais que</p><p>excluíssem as barreiras estruturais e humanas impostas à pessoa com deficiência,</p><p>obstando assim que suas limitações se transformassem em uma forma de</p><p>proporcionar novas possibilidades a este ser humano.</p><p>Após a implementação de legislações os estudantes com deficiência passam a</p><p>frequentar o ensino regular juntamente com os demais alunos. Nessa perspectiva,</p><p>percebe-se a necessidade de se avaliar qual a relevância e os desafios da inclusão</p><p>da criança e do adolescente com deficiência no ensino regular. Portanto, indaga-se:</p><p>10</p><p>Qual a importância e os desafios encontrados para inclusão da criança e do</p><p>adolescente com deficiência na escola regular?</p><p>11</p><p>6 REFERENCIAL TEÓRICO</p><p>A história da educação para crianças com necessidades educacionais vem de</p><p>uma trajetória de exclusão, discriminação e abandono, pelo fato de estar implicada na</p><p>história social destas pessoas. Eles foram tratados como loucos, agredidos, chegando</p><p>a serem executados, por não merecerem o perdão por serem tão diferentes (SALLES,</p><p>2002). Em 1950 e 1960 surgiram as escolas especiais, e em sequência as classes</p><p>especiais dentro de escolas normais. Neste sentido, foi visto que houve alguns</p><p>pequenos avanços na história dos portadores de necessidades especiais uma vez que</p><p>hoje já existem leis que asseguram a presença das pessoas com necessidades</p><p>especiais nas escolas de ensino normais.</p><p>Muito tem se visto escolas com faltas de estruturas física e logística para</p><p>atender esta demanda, de nada adianta a intenção se não há ação, e tão pouco vale</p><p>o desejo se não houver a organização. Porem algumas escolas têm se preparado para</p><p>a chegada destes, mexendo em suas estruturas, como rampas, banheiros adaptados</p><p>e etc. Aos poucos, o mundo vem se remodelando para dar-lhes maiores oportunidades</p><p>(CARVALHO, 2004).</p><p>Atualmente ao se entrar em salas de aulas, vê-se professores cansados com</p><p>rotinas e até mesmo com anos de regências, resultando em resistência dos mesmos</p><p>quando a escola os apresenta inovações. A tecnologia é umas inovações que traz ao</p><p>professor uma grande resistência, mas a inclusão é a campeã em resistência (SOUZA,</p><p>2008).</p><p>“Os professores têm medo de receber os alunos, Portadores de Necessidade</p><p>Educacional Especial (PNEE), pois, com muitos alunos em sala de aula, fica</p><p>difícil atender com qualidade o que o aluno necessita. Infelizmente há uma</p><p>tendência, por parte dos profissionais da Educação Infantil, em adaptar as</p><p>novas situações às anteriores. A formação continuada é importante para que</p><p>os professores fiquem preparados em situações nunca vividas antes</p><p>(MORAES, 2006).”</p><p>A proposta de educação inclusiva é centrada nas características individuais do</p><p>aluno, o que justifica o currículo a ser adaptado às capacidades e os interesses do</p><p>aluno. Os elementos constitutivos do currículo “[...] não devem ser dissociados ou</p><p>ignorados no processo ensino-aprendizagem, mas articulados e diferenciados na</p><p>prática pedagógica”, segundo os</p><p>Ensaios Pedagógicos (BRASIL, 2006, p.320).</p><p>Ainda de acordo com esses os Ensaios, é importante um tratamento igualitário</p><p>de aprendizagem na sala, de modo que o professor precisa de maneira gradual</p><p>12</p><p>desfazer-se de “práticas pedagógicas homogêneas que se configuram por “um</p><p>conteúdo curricular, e um uma aula, uma atividade mesmo tempo de realização das</p><p>atividades para toda a turma” (BRASIL, 2006, p. 320). Não seria difícil, portanto,</p><p>pensar na dificuldade de o aluno ser incluído em uma atividade não diferenciada, ou</p><p>ser excluído totalmente da tarefa proposta. É imprescindível que o aluno seja</p><p>respeitado tanto na maneira de aprender como no ritmo para a realização da atividade.</p><p>A escola inclusiva deve estar disposta a adaptar seu currículo e seu ambiente</p><p>físico às necessidades de todos os alunos, propondo-se a realizar uma</p><p>mudança de paradigma dentro do próprio contexto educacional com vistas a</p><p>atingir a sociedade como um todo. Neste espaço, a relação professor-aluno</p><p>com deficiência deve influenciar a autoimagem desse aluno e o modo como</p><p>os demais o veem, trazendo benefícios tanto para ele quanto para o seu</p><p>grupo com base em um suporte que facilite a todos obter sucesso no</p><p>processo educacional. Dessa forma, a escola para ser considerada inclusiva</p><p>deve promover as possibilidades e potencialidades de todo e qualquer sujeito,</p><p>sobretudo aquele com deficiência. (ALVES, 2002, p. 30).</p><p>A Política Nacional no âmbito da educação inclusiva, no qual é exposto:</p><p>A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação</p><p>Inclusiva tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com</p><p>deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas</p><p>habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir:</p><p>acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade</p><p>nos níveis mais elevados do ensino; transversalidade da modalidade de</p><p>educação especial desde a educação infantil até a educação superior; oferta</p><p>do atendimento educacional especializado; formação de professores para o</p><p>atendimento educacional especializado e demais profissional da educação</p><p>para a inclusão; participação da família e da comunidade; acessibilidade</p><p>arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e</p><p>informação; e articulação intersetorial na implementação das políticas</p><p>públicas. (POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA</p><p>PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, 2008, p. 14).</p><p>Nesse sentido, o papel crucial do professor da Educação Inclusiva torna-se um</p><p>dos desafios, pois não se pode pensar em ações fragmentadas inseridas em uma</p><p>educação utópica; e sim, uma educação articulada com diretrizes bem nítidas que</p><p>possam nortear o cotidiano do docente na sala de aula, em que a meta sempre será</p><p>que essas crianças frequentem a classe regular. Essa inserção fará que a escola e o</p><p>professor tenham que fazer as adaptações condizentes e adaptativas, principalmente</p><p>de ajustamentos de currículos, para que este possa atender as dificuldades de todos</p><p>os alunos. No que tange a essa flexibilização de currículos, MEC/SEESP/SEB (1998)</p><p>apud Walter (2010) dispõem da seguinte forma:</p><p>13</p><p>Adaptações no nível do projeto pedagógico (currículo escolar) que devem</p><p>focalizar, principalmente, a organização escolar e os serviços de apoio,</p><p>propiciando condições estruturais que possam ocorrer no nível de sala de</p><p>aula e no nível individual; adaptações relativas ao currículo da classe, que se</p><p>referem, principalmente, à programação das atividades elaboradas para sala</p><p>de aula e adaptações individualizadas do currículo, que focalizam a atuação</p><p>do professor na avaliação e no atendimento a cada aluno. (WALTER, 2010,</p><p>p. 01-02).</p><p>Os docentes estão encarando, atualmente, muitas barreiras/desafios que, vão</p><p>além do saber de conteúdos pedagógicos. Estão diante de novos desafios,</p><p>planejamentos, situações de administração, liderança, mudanças econômicas,</p><p>políticas e resoluções de conflitos. O professor tem que ser formado hoje para o</p><p>processo de inclusão, para a gestão participativa e democrática e precisa receber uma</p><p>formação inicial e continuada (LIMA, 2002, p.122). O Educador deve absorver</p><p>conhecimento e ter à sua disposição o aprendizado com a sua formação e, assim, ter</p><p>uma visão autônoma dos fatos para poder agir com segurança sobre a realidade dos</p><p>mais variados aspectos (ALMEIDA, 2013).</p><p>O processo de inclusão acontece em um campo de mudanças e</p><p>transformações no qual o aluno passa por um caminho de inovação de sua identidade,</p><p>por isso é tão importante os debates sobre políticas educativas e a profissão docente</p><p>(NÓVOA, 1991). A formação inicial do docente é extremamente relevante para o</p><p>conhecimento inicial de teoria/pratica. É seu suporte inicial para o conhecimento e</p><p>desenvolvimento profissional. Já a formação continuada é onde o profissional terá</p><p>suas ideias mais claras e aprofundadas na ampliação dos saberes e das práticas,</p><p>vinculados com os contextos e áreas de trabalho. Dessa forma, o profissional irá</p><p>dispor de tempo e de instrumentos para problematizar e sistematizar análises que</p><p>possam gerar crescimento profissional (ANDRADE, 2005). A formação continuada</p><p>tem como objetivo que os docentes possam atuar em salas com mais recursos</p><p>multifuncionais e em classes comuns e alunos de inclusão do ensino regular. Objetiva</p><p>também, obter uma parceria com outras Instituições, tanto públicas quanto privadas,</p><p>que compartilhem seu conhecimento para o bem dos alunos inclusos. Existem hoje</p><p>instituições presenciais e à distância que oferecem cursos no nível de</p><p>aperfeiçoamento e especialização como, por exemplo, a Universidade Aberta do</p><p>Brasil (UAB).</p><p>A educação é de responsabilidade dos PNEEs, não é meramente do docente,</p><p>14</p><p>mas de todos participantes desse processo educacional. É essencial que o gestor e</p><p>os pedagogos separem um tempo para que o professor desabafe e tire suas dúvidas</p><p>(CARVALHO, 2005).</p><p>Segundo Libâneo (2004), para se considerar e compreender a organização da</p><p>escola é necessário a compreensão de como acontece a dinâmica organizacional da</p><p>instituição e a cultura escolar que permeia as relações institucionais. Todo profissional</p><p>que faz parte da escola constitui-se como profissional, mediante as funções próprias</p><p>do seu exercício. Todos desenvolvem saberes específicos, possuem competências e</p><p>pensamentos sobre a realidade escolar e devem estar aptos a trabalhar de maneira</p><p>individual e coletiva. Como estes profissionais fazem parte da dinâmica</p><p>organizacional, cabe a eles terem uma participação ativa trabalhando juntos na gestão</p><p>democrática e nos processos decisórios da escola.</p><p>Os portadores de necessidades especiais são os indivíduos que, por algum</p><p>motivo, precisam de cuidados por parte de um profissional especializado. Nesse grupo</p><p>faz parte a deficiência física, doenças, acidentes ou lesões (que possam provocar a</p><p>deficiência física), paralisia cerebral, deficiência mental, deficiência visual, deficiência</p><p>auditiva, deficiências múltiplas e os de altas habilidades/superdotados.</p><p>A limitação da mobilidade e da coordenação geral são dadas por complicações,</p><p>podendo também afetar a fala, em diferentes graus. As causas são variadas, vão</p><p>desde lesões neurológicas e neuromusculares até má-formação congênita ou</p><p>condições adquiridas, como hidrocefalia (acúmulo de líquido na caixa craniana) ou</p><p>paralisia cerebral (AMPUDIA, 2011). Os deficientes físicos, em geral, podem ter</p><p>dificuldades para escrever, em função do comprometimento da coordenação motora.</p><p>O aprendizado pode se tornar mais lento, mas, exceto nos casos de lesão cerebral</p><p>grave, a linguagem é adquirida sem grandes empecilhos. Dependendo da área do</p><p>cérebro afetada, a pessoa com deficiência física pode apresentar também,</p><p>dificuldades na linguagem, na leitura, na escrita, na percepção espacial e no</p><p>reconhecimento do próprio corpo (AMPUDIA, 2011).</p><p>A deficiência não é uma doença, mas pode acontecer</p><p>por uma, como também,</p><p>por outros fatores. As causas são diversas, podendo estar ligadas a problemas</p><p>genéticos, complicações na gestação ou gravidez, doenças infantis e acidentes</p><p>(APARECIDA, 2012). É de suma importância que o casal procure aconselhamento</p><p>genético antes de uma gestação, caso haja fatos de deficiência intelectual na família,</p><p>casamentos entre parentes ou idade materna avançada. Se faz importante também,</p><p>15</p><p>um acompanhamento pré-natal adequado, uma alimentação saudável durante a</p><p>gestação e não fazer uso de bebidas alcoólicas, cigarros e outras drogas. Outra</p><p>recomendação fundamental é realizar o Teste do Pezinho (obrigatório no Brasil) assim</p><p>que o bebê nascer e seguir recomendações de vacinas. Sempre procurar o médico,</p><p>caso note problema no desenvolvimento e /ou crescimento da criança (APARECIDA,</p><p>2012).</p><p>Segundo Associação Brasileira de Pais e Amigos dos Excepcionais, APAE, a</p><p>deficiência múltipla é a ocorrência de duas ou mais deficiências simultaneamente, que</p><p>seja deficiências intelectuais, físicas ou ambas combinadas. Não existem estudos que</p><p>comprovam quais são as mais recorrentes. O modo como cada deficiência afetará o</p><p>aprendizado de tarefas simples e o desenvolvimento da comunicação do indivíduo</p><p>varia de acordo com o grau de comprometimento propiciado pelas deficiências,</p><p>associado aos estímulos que essa pessoa vai receber ao longo da vida (AMPUDIA,</p><p>2011).</p><p>As estratégias de atendimento ao aluno com deficiência se fazem, muitas das</p><p>vezes, diferenciar ou modificar o currículo regular de modo a adequar o processo de</p><p>ensino/aprendizagem às necessidades e características desse educando. Várias</p><p>estratégias podem ser empregadas nas classes comuns para diferenciação e</p><p>modificação do currículo regular, contribuindo, inclusive, para estimular as</p><p>potencialidades de toda a turma (SOUZA, 2006, p. 20). Sua aprendizagem deve ser</p><p>centrada no aluno, sempre levando em consideração seus talentos/interesses e</p><p>necessidades, observando-os de forma a identificar seus pontos fortes/habilidades.</p><p>É essencial que se analise e modifique o currículo e que se convide pessoas</p><p>da comunidade, família ou especialistas para falar para os alunos especiais, de forma</p><p>a despertar o interesse e descubra as habilidades dos mesmos. Tomar iniciativas que</p><p>acrescente a escola, envolvam a família no processo de aprendizagem de seus filhos</p><p>e dê ao aluno oportunidades e opções de escolhas.</p><p>16</p><p>7 METODOLOGIA</p><p>De acordo com Andrade (2003, p. 129) “metodologia é o conjunto de métodos</p><p>ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento”. Portanto, é a</p><p>metodologia que proporcionará um caminho seguro e confiável para a descrição e a</p><p>explicação dos fenômenos relativos ao objeto de estudo, possibilitando um maior grau</p><p>de cientificidade do estudo.</p><p>A presente pesquisa pode ser classificada, segundo seus objetivos, como</p><p>exploratória e descritiva. Exploratória porque buscou o respaldo teórico relativo ao</p><p>tema, por meio de autores que desenvolveram estudos nas áreas de interesse,</p><p>buscando-se aumentar a compreensão da autora e dos futuros leitores sobre o tema</p><p>proposto. A pesquisa descritiva teve como principal foco descrever o fenômeno</p><p>investigado.</p><p>Segundo Gil (2010) a pesquisa exploratória busca a familiaridade com o</p><p>problema, tornando-o mais claro e contribuindo para sua compreensão, enquanto a</p><p>pesquisa descritiva tem como objetivo primordial a descrição das características de</p><p>determinada população ou fenômeno.</p><p>Quanto à natureza, a pesquisa é considerada qualitativa, pois conforme Ruiz</p><p>(2009), uma pesquisa qualitativa é utilizada para se determinar as razões e as</p><p>características de um determinado fenômeno a partir da investigação do</p><p>comportamento dos indivíduos no seu ambiente de atuação.</p><p>Também é classificada como pesquisa bibliográfica, pois utilizou material já</p><p>publicado, como por exemplo, livros e artigos, como subsídio teórico (GIL, 2010).</p><p>Dessa forma, a pesquisa pode ser classificada como uma pesquisa de campo,</p><p>exploratória, descritiva, bibliográfica com uma análise qualitativa cujo instrumento</p><p>utilizado para a coleta de dados foram roteiros de entrevista semiestruturados.</p><p>O levantamento bibliográfico foi realizado nos meses de agosto a novembro de</p><p>2021, tendo como critérios de inclusão, estudos originais, indexados na integra nos</p><p>últimos 5 anos, disponíveis online, na língua portuguesa, sendo excluídos literatura</p><p>cinza, editoriais, cartas ao leitor, artigos que não abordavam a temática do estudo e</p><p>artigos indexados incompletos. A busca dos artigos ocorreu nas bases de dados da</p><p>Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino-Americana e do Caribe em</p><p>Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e no Google</p><p>Acadêmico.</p><p>17</p><p>Foram utilizados dados de presentes literaturas específicas e autores aos que</p><p>dissertam sobre o tema, tendo como palavras chave: Inclusão, Alunos com</p><p>necessidade especiais e Ensino regular. Para a coleta de dados foi utilizado um</p><p>formulário em que foram inseridas informações como o tipo de estudo, ano de</p><p>publicação, local, autores, objetivos, resultados e conclusão. Após leitura dinâmica e</p><p>analise critica os artigos passaram por um processo de seleção.</p><p>A partir da coleta de dados, foram selecionados 5.391 artigos, dos quais, 4.900</p><p>foram encontrados no Google Acadêmico, 63 na LILACS, 183 na SciELO e 245 na</p><p>BVS. Após foi aplicado os seguintes filtros: ano de publicação, textos completos que</p><p>atendiam melhor a temática do trabalho, disponibilizados online, divulgados na</p><p>literatura nacional.</p><p>18</p><p>8 CRONOGRAMA</p><p>ATIVIDADES</p><p>JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ</p><p>Escolha do tema. Definição do</p><p>problema de pesquisa</p><p>X X X X</p><p>Definição dos objetivos, justificativa. X X X X</p><p>Pesquisa bibliográfica e elaboração</p><p>da fundamentação teórica.</p><p>X X</p><p>Definição da metodologia. X X</p><p>Revisão das referências para</p><p>elaboração do TCC.</p><p>X X</p><p>Elaboração da Introdução</p><p>X</p><p>Revisão e reestruturação da</p><p>Introdução e elaboração do</p><p>Desenvolvimento</p><p>X</p><p>Revisão e reestruturação do</p><p>Desenvolvimento</p><p>X</p><p>Elaboração da Conclusão</p><p>X</p><p>Reestruturação e revisão de todo o</p><p>texto. Verificação das referências</p><p>utilizadas.</p><p>X</p><p>Elaboração de todos os elementos</p><p>pré e pós-textuais.</p><p>X X</p><p>Entrega do TCC-Artigo</p><p>X</p><p>Defesa do TCC-Artigo X</p><p>19</p><p>9 RECURSOS</p><p>A fim de investigar a inclusão escolar no ensino regular, é necessária a</p><p>realização de uma pesquisa bibliográfica para ampliar o conhecimento proposto sobre</p><p>o tema, sendo utilizados dados de presentes literaturas específicas e autores aos que</p><p>dissertam sobre o tema, tendo como palavras chave: Inclusão, Alunos com</p><p>necessidade especiais e Ensino regular. Para a coleta de dados foi utilizado um</p><p>formulário em que foram inseridas informações como o tipo de estudo, ano de</p><p>publicação, local, autores, objetivos, resultados e conclusão. Após leitura dinâmica e</p><p>analise critica os artigos passaram por um processo de seleção.</p><p>Além de serem selecionados 5.391 artigos, dos quais, 4.900 foram encontrados</p><p>no Google Acadêmico, 63 na LILACS, 183 na SciELO e 245 na BVS. Após foi aplicado</p><p>os seguintes filtros: ano de publicação, textos completos que atendiam melhor a</p><p>temática do trabalho, disponibilizados online, divulgados na literatura nacional.</p><p>20</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>O presente artigo tem como objetivo apresentar os resultados da pesquisa em</p><p>que se discutiu e analisou as percepções e as vivências do processo de inclusão e</p><p>suas implicações no contexto dos sujeitos com necessidades educacionais especiais</p><p>em classes regulares na última década. Para alcançar esses objetivos, adotou-se a</p><p>perspectiva teórico-metodológica, que toma como objeto de estudo o sujeito histórico,</p><p>que se constitui</p><p>na relação com a cultura.</p><p>Assim, o método de avaliação no processo de ensino se deu de forma a filtrar</p><p>os textos com maior relevância e mais recentes, de forma a convalidar as informações</p><p>bibliográficas com a prática vivenciada no dia a dia de uma sala de aula, além de se</p><p>basear em depoimentos de professores com uma maior experiência e que atuaram</p><p>em diversas instituições de ensino, vivendo o processo de inclusão em várias etapas.</p><p>21</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Ao término da pesquisa, podemos dizer que o processo de inclusão social tem</p><p>evoluído muito ao longo dos anos, apesar da dificuldade enfrentada, os alunos em</p><p>sua maioria estão sendo recepcionados da maneira adequada, podemos dizer assim,</p><p>que as escolas tentam fazer o que é proposto, e cumprirem com as leis, mas também</p><p>existem exceções, de escolas que não recebem os alunos como deveriam trazendo</p><p>uma defasagem à vida dos mesmos, foi possível analisar que as leis existem tanto</p><p>para o amparo aos alunos de inclusão quanto a formação de professores, mas</p><p>infelizmente a educação não é prioridade em nosso país e muitas vezes nem tudo é</p><p>alcançado com sucesso.</p><p>Respondendo a pergunta que norteou o estudo de buscar compreender qual a</p><p>importância da formação dos docentes para trabalhar com alunos de inclusão? É</p><p>necessário ter uma capacitação de todos os professores para atender alunos com</p><p>deficiência. Isso se faz extremante necessário, mas ainda não é a realidade de nossas</p><p>escolas. Apesar da maioria dos docentes serem capacitados, é preciso de</p><p>investimento e tempo para que seja algo genuíno a todos. Os profissionais da</p><p>educação devem caminhar no sentido de superar a condição de exclusão, alienação</p><p>e desatualização com relação à Educação Especial.</p><p>Foi compreendido que a educação inclusiva precisa ser analisada de maneira</p><p>geral e os professores precisam estar capacitados para isso, comprometido com a</p><p>realização de uma educação efetivamente democrática e de qualidade, objetivando</p><p>garantir uma educação de qualidade para todos.</p><p>22</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BRUNO, Marilda Morais Garcia. O desenvolvimento integral do deficiente visual. Ed.</p><p>São Paulo: Loyola, 1992.</p><p>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.</p><p>São Paulo, SP: Paz e Terra, 1996.</p><p>FREIRE, Paulo; NOGUEIRA, Adriano. Que fazer Teoria e Prática em educação</p><p>popular. Petrópolis: Vozes, 1989.</p><p>FREIRE, Paulo & SHOR, Ira - Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra,</p><p>1997.BRASIL.</p><p>GONÇALVES ,Giovana de Cássia Fossi. Necessidades educativas especiais e a</p><p>inclusão escolar. Santa Catarina, 2010.</p><p>LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5. ed.</p><p>Goiânia: Alternativa, 2004.</p><p>NÓVOA, A. A formação contínua entre a pessoa-professor e a organizaçãoescola.</p><p>Inovação. Revista do Instituto de Inovação Educacional, Porto, v. 4, n. 1, 1991.</p><p>BRASIL- LDB. Lei 9394 de 20/12/1996-. Dos Profissionais da Educação. 2013.</p><p>Disponível em: Acesso</p><p>em: 20/10/2024.</p><p>BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Especial. BRUNO,</p><p>Marilda Morais Garcia. Saberes e práticas da inclusão. Disponível em:</p><p>http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciamultipla.pdf> Acesso em:</p><p>20/10/2024.</p><p>BRASIL.UNESCO. Declaração de Salamanca. In: Portal do MEC, 1994. Disponível</p><p>em: Acesso em:</p><p>20/10/2024.</p><p>MEKSENAS, Paulo. Sociologia da Educação: uma introdução ao estudo da escola no</p><p>processo de transformação social. São Paulo: Cortez, 1992.</p><p>23</p><p>MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa, CANDAU, Vera Maria. Indagações sobre</p><p>currículo: currículo, conhecimento e cultura. Brasília: Ministério da Educação,</p><p>Secretaria de Educação Básica, 2007</p><p>OLIVEIRA, Eduardo David de. Filosofia da Ancestralidade: Corpo e Mito na Filosofia</p><p>da Educação Brasileira. Curitiba: Editora Gráfica Popular, 2007.</p><p>OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo:</p><p>Cortez, 2002.</p><p>Programa de Formação Continuada de Professores em Educação Especial – NOVO.</p><p>Disponível em: Acesso em:</p><p>20/10/2024.</p><p>Piaget, J. (n.d.). A representação do mundo na criança. São Paulo: Record. Papalia,</p><p>D. E., & Olds, S. W. (2000). Desenvolvimento humano (7ª ed.). Porto Alegre: Artmed.</p><p>Piaget, J. (n.d.). A representação do mundo na criança. São Paulo: Record.</p><p>SOUZA, Denise. Saberes e práticas da inclusão. In: Portal do MEC,2006, p.19.</p><p>Disponível em:</p><p>Acesso em: 20/10/2024.</p><p>SOUSA, Maria Goreti da Silva. A formação continuada e suas contribuições para a</p><p>profissionalização de professores dos anos iniciais do ensino fundamental de</p><p>Teresina- Pi: revelações a partir de histórias de vida.2008, p.130.</p><p>WALLON, H. As Etapas Da Socialização Da Criança. Lisboa, 1953.</p><p>ZULIAN, Margaret Simone, FREITAS, Soraia Napoleão. Formação de professores na</p><p>educação inclusiva: aprendendo a viver, criar, pensar e ensinar de outro modo.</p><p>Revista do Centro de Educação, nº 18. Ed. 2001. Ministério da Educação. Diretrizes</p><p>Nacionais para Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 2001.</p>