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Roteiro de prática de Físico-Química sobre solubilidade de soluções. Contém regras de segurança, objetivo e procedimentos para preparar e classificar soluções de Na2S2O3 e NH4Cl (com tabelas), testes de saturação, cálculos e questões sobre equilíbrio e Kps.

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Roteiros 
Físico-Química
REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO
1. Durante a aula prática, mantenha sempre atenção ao roteiro, tendo-o sempre 
próximo a você. Pode ser efetuada marcação com caneta sob cada item realizado do 
experimento de forma a não se perder durante a execução.
2. Leia sempre o roteiro antes de iniciar a prática e mesmo antes das explicações 
do professor.
3. Observe a localização do material e dos equipamentos de emergência (chuveiro, 
lava-olhos etc.). 
4. Não abra qualquer recipiente antes de reconhecer seu conteúdo pelo rótulo. 
5. Não pipete líquidos diretamente com a boca, use pipetas adequadas. 
6. Não tente identificar um produto químico pelo odor e nem pelo sabor. 
7. Não deixe de utilizar os equipamentos de proteção. 
8. Não adicione água aos ácidos, mas sim os ácidos à água. 
9. Não trabalhe com sandálias, chinelos ou sapatos abertos e de salto no laboratório. 
10. Sempre identifique o conteúdo presente nos frascos ou nos tubos utilizados no 
experimento com caneta para vidros. Isso facilita seu descarte adequado por parte dos 
responsáveis pelo laboratório. 
11. Mantenha os solventes em recipientes adequados e devidamente tampados, bem 
como materiais inflamáveis longe de fontes de calor (bico de Bunsen). 
12. Utilize a capela sempre que manipular reagentes ou solventes que liberem vapores. 
13. Conheça as propriedades tóxicas das substâncias químicas antes de empregá-las 
pela primeira vez no laboratório. Caso tenha dúvidas, consulte o professor ou o técnico 
a respeito.
14. Se tiver cabelos longos, prenda-os ao realizar qualquer experiência no laboratório; 
não se alimente e nem ingira líquidos nos laboratórios.
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Solubilidade de Soluções: 
Caracterização de Soluções
ROTEIRO 1
Objetivo
Avaliar a solubilidade de sais em meio aquoso através da determinação de soluções 
insaturadas, saturadas e saturadas com corpo de chão. 
Procedimento experimental 
1.1 Soluções de tiossulfato de sódio
Parte A: Preparo e caracterização de soluções:
Adicionar 5 mL de água destilada em três tubos de ensaio previamente identificados 
(A, B e C).
a. Pesar em balança semianalítica as seguintes massas de tiossulfato de sódio: 1,500 g; 
3,505 g; 7,000 g. Manter os três tubos em banho a 20 °C.
b. Transferir, respectivamente, as massas pesadas para os tubos A, B e C. 
c. Agitar e verificar se ocorreu dissolução completa do sal. 
d. Anotar as observações e na tabela 1
e. Sabendo-se que o coeficiente de solubilidade para Na2S2O3 é igual a 70,1 g/100 g 
de H2O a 20 °C, classifique as soluções preparadas (tubos A, B e C) em saturadas, saturadas 
com corpo de chão ou insaturadas.
Tabela 1: Dados referente ao preparo e caracterização das soluções de tiossulfato de sódio
Tubo Volume/ mL Massa / g Observação Classificação
A 5 1,500
B 5 3,505
C 5 7,000
Cálculos
QUESTÕES
1. Com base no experimento realizado, indique se ocorreu algum efeito térmico que 
permita caracterizar o fenômeno de solubilização do tiossulfato de sódio como endotérmico 
ou exotérmico. Justifique sua resposta.
2. Equacione o equilíbrio de solubilidade referente à solução de tiossulfato de sódio 
(Na2S2O3).
3. Determine a equação da constante de equilíbrio de solubilidade (KPS) para o 
tiossulfato de sódio (Na2S2O3).
1.2 Soluções de sulfato de cloreto de amônio (NH4Cl)
Parte A. Preparo e caracterização de soluções:
a. Adicionar 5 mL de água destilada em três tubos de ensaio previamente identificados 
(D, E e F). Manter os tubos de ensaio em banho a 40 °C.
b. Pesar em balança semianalítica as seguintes massas de cloreto de amônio: 0,500 g; 
2,290 g; 3,500 g.
c. Transferir, respectivamente, as massas pesadas para os tubos D, E e F.
d. Agitar e verificar se ocorreu a dissolução completa do sal.
e. Anotar as observações na tabela 2.
f. Sabendo-se que o coeficiente de solubilidade para 45,8 g/100 g de H2O a 40 °C, 
classifique as soluções preparadas (tubos D, E e F) em saturadas, saturadas com corpo de 
chão ou insaturadas.
Tabela 2: Dados referente ao preparo e caracterização das soluções de cloreto de 
amônio (NH4Cl)
Tubo Volume/ mL Massa / g Observação Classificação
D 5 0,500
E 5 2,290
F 5 3,500
Cálculos
PARTE B: Teste de saturação do sobrenadante para o NH4Cl
a. Com o auxílio de pipeta Pasteur, retirar o sobrenadante observado na solução de 
NH4Cl (tubo F).
b. Transferir o sobrenadante coletado para um novo tubo de ensaio (seco e limpo). 
Identificar o tubo de ensaio como G.
c. Adicionar a ponta de espátula de NH4Cl ao tubo G e verificar se ocorreu 
dissolução ou se foi formado corpo de fundo. Manter o tubo G no banho a 40 °C por 
aproximadamente 5 minutos. Observar o resultado.
 ANOTAR: ____________________________________________________
d. Aumentar a temperatura do banho para 60 ºC e enquanto estabelece a temperatura, 
realizar o teste e.
e. Retirar o tubo G do banho de aquecimento e levar para um banho de gelo por 
aproximadamente 5 minutos. Observar o resultado.
ANOTAR: ____________________________________________________
f. Levar o tubo G para o banho de aquecimento a 60 ºC por aproximadamente 5 
minutos. Observar o resultado.
QUESTÕES
1. Com base no experimento realizado, indique se ocorreu algum efeito térmico que 
permita caracterizar o fenômeno de solubilização do cloreto de amônio em água, como 
endotérmico ou exotérmico. Justifique sua resposta.
2. Equacione o equilíbrio de solubilidade referente à solução de NH4Cl.
3. Determine a equação da constante de equilíbrio de solubilidade (KPS) para o cloreto 
de amônio (NH4Cl).
4. Relatar de qual maneira a temperatura influencia na solubilidade do sal estudado.
Materiais
Material necessário Quantidade por grupo
6 tubos de ensaio (utilizar tubo de 15 mL) 1 por grupo
1 pinça de madeira 1 por grupo
1 béquer 1 por grupo
1 pipeta de 10 mL 1 por grupo
Espátula 1 por grupo
Proveta de 10 mL 1 por grupo
Papel manteiga para pesagem 6 por bancada
Pipeta Pasteur 1 por grupo
EQUIPAMENTOS/INSTRUMENTOS
Termômetro 1 por grupo
Banhos de aquecimento (40 e 60 ºC) 1 por laboratório
1 banho de gelo 1 por grupo
Balança semianalítica 1 por bancada
REAGENTES
Tiossulfato de sódio (Na2S2O3) 100 g
Cloreto de amônio (NH4Cl) 100 g
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de Segurança. 
As soluções serão levadas a frasco de descarte, conforme orientação do professor no início 
da aula.
REFERÊNCIA
Peruzzo, F. M.; Canto, E. L. Química 2: química na abordagem do cotidiano. 5. ed. São 
Paulo: Moderna, 2009. 488p.
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Preparo e Caracterização Físico-
Química de Coloides (Gel e Emulsão)
ROTEIRO 2
Objetivo
Preparar e avaliar as propriedades físico-químicas de coloides (gel e emulsão).
Procedimento experimental
Parte A: Preparo da fase aquosa (gel) – 100 mL
Reagentes
 � Carboximetilcelulose sódica (CMC) ... 1,0 g
 � Metilparabeno (Nipagin) ....................... 0,180 g
 � Água destilada .......................................... 98,82 mL
Procedimento
a. Em um béquer higienizado, adicionar toda a água destilada da fórmula.
b. Adicionar o metilparabeno (NIPAGIN).
c. Aquecer em chapa a 60 ºC, até total solubilização do metilparabeno.
d. Retirar do aquecimento e reservar.
e. Pulverizar o CMC aos poucos, mantendo agitação constante.
f. Armazenar em pote plástico de boca larga com tampa.
g. Rotular o pote plástico para posterior identificação.
Parte B: Preparo da fase orgânica – 100 mL
Reagentes
 � Óleo mineral ............................... 97 mL
 � Polisorbato 80 (Tween 80) ..... 3 g
Procedimento
a. Em um béquer higienizado, adicionar todo o óleo mineral da fórmula.
b. Adicionar o Polisorbato 80. 
c. Armazenar em pote plástico de boca larga com tampa.
d. Rotular o pote plástico para posterior identificação.
Parte C. Preparo da emulsão – 100 mL
Procedimento
a. Em um béquer,adicionar 50 mL da fase aquosa (gel).
b. Colocar o béquer em chapa de aquecimento a 60 ºC. 
c. Verter 50 mL da fase orgânica, agitando sempre com bastão de vidro.
d. Manter agitação e retirar do aquecimento.
e. Manter em agitação até alcançar a temperatura de 25 °C.
f. Transferir para recipiente plástico. Rotular para posterior identificação.
Parte D. Caracterização físico-química do gel e emulsão
1. Avaliação organoléptica:
Observação do estado físico, homogeneidade, coloração, transparência e odor. 
Completar a tabela 1.
Tabela 1: Avaliação organoléptica de gel e emulsão
CRITÉRIO OBSERVADO TIPO
Estado físico (sólido, líquido ou gasoso) GEL EMULSÃO
Homogeneidade (sim/não)
Transparência (opaca, transparente ou translúcida)
Coloração
Odor
2. Avaliação do pH:
Segundo método preconizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)1, 
para a avaliação de pH em produtos semissólidos, deve-se efetuar a diluição em 
proporção 1:10. Portanto, coletar 1 mL de amostra (gel ou emulsão) e diluir com 9 mL de 
água destilada. Colocar o eletrodo em contato com a amostra de forma que o bulbo esteja 
imerso na amostra diluída e realizar a medição de pH. Anotar os resultados na tabela 1.
3. Determinação da resistência à centrifugação: 
Realizado de acordo com o Guia de Estabilidade de Cosméticos da ANVISA2. Pesar 10 
gramas de cada amostra (gel e emulsão) em tubos Falcon e submeter à centrifugação, 
utilizando centrífuga (3.000 rpm) durante 30 minutos. O teste produzirá estresse nas 
formulações, simulando um aumento de força de gravidade, aumentando a mobilidade das 
partículas e antecipando possíveis instabilidades, acelerando o aparecimento de possíveis 
instabilidades nas formulações. Após o tempo de centrifugação, verificar se houve perda da 
estabilidade da formulação e anotar na tabela 2.
Tabela 2: Resultados do teste de pH e estabilidade:
TIPO pH
ESTABILIDADE
sim não
GEL
EMULSÃO
Materiais
Material necessário Quantidade por grupo
Papel-alumínio, papel-manteiga ou vidro de relógio 
pequeno (para pesagem)
1 unidade para cada
Caneta de vidro 1 unidade
Béquer de 250 mL 3 unidades
Bastão de vidro 3 unidades
Espátula 3 unidades
Pisseta com água destilada 1 unidade
Etiquetas ou fita-crepe 3 unidades
Pipeta graduada de 1 mL ou 5 mL 2 unidades
Tubos Falcon 4 unidades
Frascos para acondicionamento das soluções 3 unidades de plástico
Frascos para descarte de soluções 1 unidade
Chapa de aquecimento 1 unidade
EQUIPAMENTOS
Termômetro 1 unidade
pHmetro 1 unidade
Centrífuga 1 unidade
Balança semianalítica 1 por bancada ou a cada duas bancadas
REAGENTES
Carboximetilcelulose sódica (CMC) Cerca de 5 g
Metilparabeno (Nipagin) Cerca de 0,5 g
Óleo mineral 200 mL
Polisorbato 80 (Tween 80) 5 g
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de 
Segurança. Reagentes utilizados durante a prática serão acondicionados em frascos de 
descarte identificados. 
REFERÊNCIAS
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia de controle de qualidade de 
produtos cosméticos. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2. ed. Brasília: Anvisa, 
2008. 120 p.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia de Estabilidade de Produtos 
Cosméticos. Série Qualidade em Cosméticos; Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 
Brasília: Anvisa, v. 1, 2004. 52 p.
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Preparo de Soluções com 
Diferentes Concentrações
ROTEIRO 3
Objetivo
 � Preparar soluções utilizando os cálculos de concentração desenvolvidos nas aulas 
teóricas (título, concentração molar e normalidade) e aplicar as normas de Boas Práti-
cas de Laboratório para reduzir erros provocados pela utilização incorreta de balanças 
e vidrarias.
 � Reconhecer os diferentes tipos de concentrações, seus símbolos e unidades.
Procedimento
Parte 1: Preparo de solução de cloreto de sódio 5%
O grupo deverá preparar 50 mL de uma solução de NaCl 5%. Para tanto, deverá seguir 
o seguinte procedimento:
a. Efetuar o cálculo necessário para determinar a massa de NaCl a ser pesada em 
balança semianalítica.
b. Utilizar os equipamentos necessários para proteção individual (luva e máscara).
c. Efetuar a verificação do nível e calibração da balança.
d. Efetuar a pesagem correta do soluto (NaCl).
e. Transferir, quantitativamente, para um balão volumétrico.
f. Adicionar um volume de água destilada suficiente para permitir a dissolução 
completa do soluto.
g. Adicionar água destilada até próximo da marca de aferição.
h. Ajustar o volume de solução até a marca de aferição (ajuste do menisco) com o 
auxílio de pipeta Pasteur.
i. Transferir a solução para frasco (vidro ou plástico).
j. Identificar o frasco com a rotulagem correta, conforme indicação do professor.
Cálculo da massa de NaCl.
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____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Anotações sobre o preparo da solução de NaCl 5%.
__________________________________________________________________
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____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Parte 2: Preparo de solução de NaOH 0,10 molL-1
O grupo deverá preparar 100 mL de uma solução de hidróxido de sódio (NaOH) 0,10 
molL-1 
Para tanto, deverá seguir o seguinte procedimento:
a. Efetuar o cálculo necessário para determinar a massa de NaOH (MM = 40 gmol-1) a 
ser pesada em balança semianalítica. 
b. Utilizar os equipamentos necessários para proteção individual (luva e máscara).
c. Efetuar a verificação do nível e calibração da balança.
d. Efetuar a pesagem correta da massa em gramas do soluto (NaOH).
e. Transferir, quantitativamente, para um balão volumétrico de 100 mL.
f. Adicionar, aproximadamente, 60% do volume final desejado de solução.
g. Promover a dissolução adequada do soluto.
h. Com o auxílio de uma pipeta Pasteur, completar o volume do balão volumétrico com 
água destilada até atingir a marca de aferição da vidraria.
i. Transferir a solução para frasco de plástico. 
ATENÇÃO: Soluções de hidróxido de sódio não devem ser armazenadas em frascos 
de vidro. 
j. Identificar o frasco com a rotulagem correta. ESSA SOLUÇÃO SERÁ UTILIZADA NA 
AULA 2 ROTEIRO 2.
Cálculo da massa de NaOH.
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____________________________________________________________________
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____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Parte 3: Preparo de solução de H2SO4 0,2 N
O grupo deverá preparar 50 mL de uma solução de ácido sulfúrico 0,2 normal (0,2 N). 
Para tanto, deverá seguir o seguinte procedimento:
1. Efetuar o cálculo necessário para determinar a massa de ácido sulfúrico H2SO4 
(MM = 98 g mol-1) necessária para o preparo da solução: 
m = __________ g.
2. Sabendo-se que o ácido sulfúrico é um reagente líquido, de densidade 1,84 g mL-1, 
obter o volume de ácido sulfúrico a ser pipetado em capela: 
V = _______ mL.
3. Utilizar os equipamentos necessários para proteção individual (luva e máscara).
4. Efetuar a pipetagem correta do soluto (H2SO4) em capela.
5. Transferir, quantitativamente, para um béquer contendo 25 mL de água.
ATENÇÃO: O ÁCIDO DEVERÁ SER ADICIONADO NA ÁGUA
A dissolução de ácidosulfúrico em água é exotérmica e libera uma grande 
quantidade de energia, dessa maneira, o ácido pode se projetar para fora do recipiente e 
causar sérios danos.
6. Transferir, quantitativamente, para um balão volumétrico de 50 mL.
7. Com o auxílio de uma pipeta Pasteur, completar o volume do balão volumétrico, 
com água destilada até atingir a marca de aferição da vidraria.
8. Transferir a solução para frasco de vidro.
Identificar o frasco com a rotulagem correta, conforme indicação do professor.
Cálculo da massa de H2SO4.
Cálculo do volume de H2SO4.
Equações
Sendo k fator normalizador e corresponde para os:
Ácidos = número de hidrogênios ionizáveis.
Bases = número de hidroxilas.
Sais = número de elétrons transferidos.
Materiais
Material necessário Quantidade por grupo
Balança semianalítica 1 por bancada ou a cada duas bancadas
Papel-alumínio, papel-manteiga ou vidro de relógio 
pequeno (para pesagem)
1 unidade de cada
Caneta de vidro 1 unidade
Béquer de 100 mL 3 unidades
Balão volumétrico de 50 mL 3 unidades
Espátula/bastão de vidro 3 unidades de cada
Pisseta com água destilada 1 unidade
Etiquetas ou fita-crepe 3 unidades
Pipeta graduada de 1 ou 5 mL Em capela
Pipetador pi-pump ou pera Em capela
Frascos para acondicionamento das soluções 2 unidades de vidro e 1 unidade de plástico
Frascos para descarte de soluções 1 por bancada
REAGENTES
Hidróxido de sódio (micropérolas) Cerca de 10 g
Ácido sulfúrico Concentrado (em capela) Frasco
Cloreto de sódio (PA) Cerca de 10 g
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de Segurança. 
As soluções serão levadas a frasco de descarte conforme orientação do professor no início 
da aula.
REFERÊNCIA
ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida moderna 
e o meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018. 
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Diluição de Soluções e 
determinação do pH
ROTEIRO 4
Objetivo
Preparar soluções diluídas e analisar a variação do pH em função da mudança de 
concentração da solução.
Introdução teórica
Diluir uma solução significa adicionar a ela mais solvente, não alterando a massa 
do soluto. O princípio básico da diluição é a que a quantidade de soluto é a mesma na 
alíquota da solução concentrada (solução estoque) e na solução diluída final, pode 
ser expresso por 
 (equação 1)
Por exemplo, utilizando a concentração em quantidade de matéria (M) expressa a 
relação de número de mol do soluto (n) pelo volume de solução (V) em litros.
Podemos escrever que n = M.V (equação 2)
Igualando as equações (1) e (2) têm-se que:
M1V1 = M2V2
Em que:
M1 = concentração da solução estoque em molL-1
M2 = concentração da solução a ser preparada (diluída) em molL-1
V1 = volume de alíquota a ser transferida para diluição em mL
V2 = volume de alíquota a ser preparada em L
A expressão acima pode ser compreendida também em termos de concentração 
comum, uma vez que a massa transferida da solução estoque será igual a massa de soluto 
presente na solução diluída, sendo também descrita como:
C1V1 = C2V2
Em que:
C1 = concentração da solução estoque em gL-1
C = concentração da solução a ser preparada (diluída) em gL-1
Procedimento experimental
Considere a solução de hidróxido de sódio 0,1 molL-1 (NaOH 0,1M), preparada no 
roteiro anterior, como uma solução estoque. Transferir essa solução para um béquer 
identificado por NaOH 0,1 M.
PARTE A: DILUIÇÃO DAS SOLUÇÕES
a. Calcular o volume de alíquota necessário para o preparo de 100 mL de uma solução 
0,01 molL-1 de NaOH, 
b. Em um béquer, previamente identificado, adicionar 100 mL de água destilada. 
Reservar
c. Identifique um balão volumétrico de 100 mL com o nome: NaOH 0,01M e adicione 
uma pequena quantidade de água destilada ao balão volumétrico. Com o auxílio de uma 
pipeta graduada, transferir para o balão volumétrico o volume calculado no ítem a. 
Adicionar água destilada até próximo a marca de aferição da vidraria e com uma pipeta 
Pasteur adicionar água destilada, gota a gota, até a formação do menisco. Tampar e agitar 
o balão volumétrico. Transferir a solução para um béquer e identifique como NaOH 0,01M.
d. A partir da solução de 0,01 molL-1 de NaOH, recém preparada, calcular o volume de 
alíquota necessário para o preparo de 100 mL de uma solução 0,001 de NaOH.
e. Identifique um balão volumétrico de 100 mL com o nome NaOH 0,001M.
Adicionar uma pequena quantidade de água destilada ao balão volumétrico. Com o 
auxílio de uma pipeta graduada (não utilizar a mesma pipeta no item anterior), transferir 
para o balão volumétrico o volume calculado no item d. Adicionar água destilada próximo 
à marca de aferição da vidraria e com uma pipeta Pasteur adicionar água destilada, gota a 
gota, até a formação do menisco. Tampar e agitar o balão volumétrico. Transferir a solução 
para um béquer e identifique como NaOH 0,001M.
PARTE B: MEDIDAS DE pH:
Com um pHmetro, previamente calibrado, fazer as determinações dos valores de pH 
de cada uma das soluções (0,1M; 0,01M e 0,001M) e anotar os valores na tabela 1.
Observação: Essa etapa pode ser feita com fita indicadora de pH.
Tabela 1: Valores de pH de soluções de hidróxido de sódio em diferentes concentrações
SOLUÇÃO pH OBSERVAÇÃO
0,1M
0,01M
0,001M
Sabendo que pH é definido como sendo o potencial hidrogeniônico da solução 
e é definido por: pH = - log10 [H+], explique o que ocorreu com o valor do pH após 
cada diluição.
Materiais
Material necessário Quantidade por grupo
Béquer (150 mL) 5 unidades
Balão volumétrico (100 mL) 2 unidades
Pipeta graduada (10 mL) 2 unidades
Pipeta Pasteur 1 unidade
Bastão de vidro 2 unidades
Caneta para vidro 1 unidade
Frasco para descarte 1 unidade
INSTRUMENTOS
pHmetro calibrado 1 a cada 3 bancadas
REAGENTES
Solução de hidróxido de sódio (NaOH) 0,1M 1 litro por turma
Fita indicadora de pH 3 unidades
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de Segurança. 
As soluções serão levadas a frasco de descarte conforme orientação do professor no início 
da aula.
REFERÊNCIA
ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida moderna 
e o meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018.
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Equilíbrio Químico: Lei de 
Le Chatelier 
ROTEIRO 5
Objetivo
Comprovar, experimentalmente, o Princípio de Le Chatelier, analisando o deslocamento 
do equilíbrio da reação Fe3+/SCN-1.
Procedimento experimental
1. Medir, em proveta, 80 mL de água destilada, e transferir para um béquer. 
2. Adicionar três gotas de solução saturada de cloreto de ferro III (FeCl3) e agitar com 
bastão de vidro.
3. Adicionar três gotas de solução saturada de tiocianato de amônio (NH4SCN) e agitar 
com bastão de vidro.
4. Nomear o béquer onde foi preparada a solução como “solução mãe”. 
5. Enumerar cinco tubos de ensaio (1 a 5) e transferir 15 mL da solução mãe, recém-
preparada, para cada um.
6. Adicionar ao tubo 2 pequenas quantidades de NH4Cl (cloreto de amônio) sólido. 
Agitar até a homogeneização. Comparar a cor dessa solução com a solução do tubo 1.
7. Adicionar ao tubo 3 duas gotas de solução saturada FeCl3 (cloreto de ferro III). 
Agitar até a homogeneização. Comparar a cor dessa solução com a solução do tubo 1.
8. Adicionar ao tubo 4 duas gotas de solução saturada de NH4SCN (tiocianato de 
amônio). Agitar até a homogeneização. Comparar a cor dessa solução com a solução 
do tubo 1.
9. Levar o tubo 5 a aquecimento em banho de aquecimento (60 °C) por alguns 
minutos, e verificar se ocorrerá alguma alteração na cor da solução, comparando com 
o tubo 1.
Anotar as observações na tabela 1.
Tabela 1: Fatores que alteram o equilíbrio da reação
TUBO Solução-mãe Reagente Observação
1 15 mL Sem adição
2 15 mL NH4Cl
3 15 mL FeCl3
4 15mL NH4SCN
5 15 mL Banho 60 ºC
 
10. Discuta os resultados obtidos relacionando-os com a reação de equilíbrio envolvido 
nas reações e o princípio de Le Chatelier.
Materiais
Material necessário Quantidade por grupo
Cloreto férrico (solução saturada) Cerca de 10 mL
Cloreto de amônio Cerca de 5 g
Tiocianato de amônio (solução saturada) Cerca de 10 mL
Tubos de ensaio (GRANDE) 5 unidades
Estante para tudo de ensaios A unidade
Béquer 1 unidade
Proveta de 100 mL 1 unidade
Bastão de vidro 2 unidades
Frascos para descarte de soluções 1 unidade
Pisseta com água destilada 1 unidade
Caneta para marcar em vidro 1 unidade
Espátula 5 unidades
Pipeta graduada de 10 ou 20 mL 4 unidades
Pipetador pi-pump ou pera 1 unidade
Frascos para descarte de soluções 1 unidade
EQUIPAMENTOS/INSTRUMENTOS
Termômetro 1 unidade
Banho de aquecimento (60 °C) 1 unidade
REAGENTES
Cloreto férrico (solução saturada) – FeCl3 Cerca de 10 mL
Cloreto de amônio – NH4Cl Cerca de 5 g
Tiocianato de amônio (solução saturada) – NH4SCN Cerca de 10 mL
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de Segurança. 
As soluções serão descartadas em frasco nomeado segundo orientação do professor no 
início da aula.
REFERÊNCIA
ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida moderna 
e o meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018. 
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Efeito Tampão – Lei de 
Henderson-Hasselbalch
ROTEIRO 6
Objetivo
 � Comprovar, experimentalmente, a relação entre equliíbrio químico e a equação de 
Henderson-Hasselbalch.
 � Comprovar a ação tampanante de uma solução.
Introdução teórica
Soluções tampões são soluções que resistem a mudanças de pH quando a elas são 
adicionados ácidos ou bases ou quando uma diluição ocorre. Essa resistência é resultado 
do equilíbrio entre as espécies participantes do tampão. Um tampão é constituído de 
uma mistura de um ácido fraco e sua base conjugada ou de uma base fraca e seu ácido 
conjugado1. A reação que descreve a formação do tampão ácido acético/acetado está 
representada abaixo:
CH3COOH(aq) + NaOH(aq) ⇌ CH3COONa(aq) + H2O(l)
Para essa reação, a constante de equilíbrio será definida como:
Isolando-se [H+] tem-se:
Aplicando-se – log10 em ambos os lados da expressão acima e sabendo que, por 
definição, pKa = – log10Ka e pH= – log10 [H+], tem-se:
Podendo ser escrita genericamente como a Equação de Henderson-Hasselbalch:
 ou 
Procedimento experimental
Parte A: Preparo de uma solução tampão 0,67 molL-1 entre um ácido fraco e seu 
sal associado
1. Pesar em balança semianalítica 2,7 g de NaOH. 
2. Com o auxílio de proveta apropriada, coletar 200 mL de solução de ácido acético 4% 
e transferir esse volume para um béquer. Nomear o béquer como tampão 0,67 M. 
3. Adicionar 2,7 g de NaOH em 200 mL de solução de ácido acético a 4% e agitar 
cuidadosamente, com o auxílio de bastão de vidro. 
4. Observar que essa adição promoverá a reação de neutralização do ácido acético, 
formando uma solução tampão na concentração 0,67 mol/L, conforme indicado a seguir:
Fonte: Esquema adaptado de: Marconato; Franchetti; Pedro (2004).
5. Em um balão volumétrico de 100 mL, preparar uma solução diluída (1:10) por meio 
da adição de 10 mL de solução tampão e 90 mL de água destilada. A concentração final da 
solução diluída será de 0,067 molL-1. Nomear o béquer como tampão 0,067 molL-1.
6. Identificar dois béqueres como 0,67 molL-1 e 0,067 molL-1, respectivamente. 
Determinar os valores de pH das duas soluções.
Efetuar a determinação do pH por meio da inserção do bulbo do eletrodo, do no líquido, 
evitando encostar no fundo do béquer e seguindo a orientação do professor.
7. Anotar os valores do pH:
Tampão 0,67 molL-1: ____________
Tampão 0,067 molL-1: ____________
Parte B: Comprovação da ação tamponante da solução ácido acético/acetato 
de sódio.
1. Em um béquer de 100 mL adicionar uma quantidade suficiente de água e verifique o 
valor do pH correspondente. Anote: _____________
2. Adicione gota a gota ácido clorídrico (HCl) 1 molL-1 e observe o valor do pH.
3. Em um outro béquer de 100 mL adicionar uma quantidade suficiente de solução 
tampão 0,67 molL-1.
4. Adicione gota a gota ácido clorídrico (HCl) 1 molL-1 e observe o valor do pH e observe 
o valor do pH.
Questões
1. Foi possível observar a ação tamponante do tampão ácido acético/acetato de sódio? 
Justifique sua resposta.
2. Defina capacidade tamponante de uma solução e a partir do valor do pH 
determinado, experimentalmente, determine em qual faixa de valores o tampão ácido 
acético/acetato será eficiente.
Materiais
Material necessário Quantidade por bancada
Proveta (250 mL) 1 unidade
Proveta (50 mL) 1 unidade
Balão volumétrico (100 mL) 1 unidade
Pipeta volumétrica (10 mL) 1 unidade
Pipetador pi-pump ou pera 1 unidade
Béquer (100 mL) 4 unidades
Béquer (250 mL) 1 unidade
Bastão de vidro 2 unidades
Caneta para vidro 1 unidade
Frascos para descarte de soluções 1 unidade
Pipeta Pasteur 1 unidade
REAGENTES 
Hidróxido de sódio 5,0 g 
Ácido acético (4% m⁄V) Frasco contendo 300 mL
Ácido clorídrico (1M) Frasco contendo 10 mL
EQUIPAMENTOS
Balança semianalítica 1 unidade
pHmetro previamente calibrado 2 unidades
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de Segurança. 
As soluções serão descartadas em frasco nomeado segundo orientação do professor no 
início da aula.
REFERÊNCIA
MARCONTATO, J. C.; FRANCHETTI, S. M.; PEDRO, R. J. Uma proposta experimental para 
soluções tamponantes. Química Nova na Escola, n. 20, 2004.
Instituto de 
Ciências da Saúde
Disciplina: Físico-Química
Título da Aula: Cinética Química: Efeitos 
da Superfície de Contato, Temperatura e 
Concentração na Velocidade de Reação
ROTEIRO 7
Objetivo
 � Avaliar a influência da superfície de contato e temperatura na velocidade de 
dissolução de um comprimido. 
 � Avaliar a influência da força do eletrólito sobre a velocidade de reação.
Procedimento experimental
Parte I: Influência da superfície de contato sobre a velocidade de reação
1. Com o auxílio de caneta para marcação em vidro, nomear dois béqueres dessa forma: 
Teste 1 e Teste 2.
T 1
inteiro
T 2
triturado
Fonte: autoria própria.
2. Adicionar, com o auxílio de uma proveta, 80 mL de água destilada a cada béquer 
nomeado.
3. Pesar, separadamente, os dois comprimidos efervescentes. Separar um para cada 
teste que será realizado (Teste 1 e Teste 2).
4. Triturar, em almofariz, o comprimido efervescente reservado para o Teste 2.
5. Atenção: Zerar o cronômetro para iniciar a contagem do tempo de dissolução do 
comprimido efervescente. 
6. Adicionar, simultaneamente, em cada um dos béqueres o comprimido inteiro e o 
triturado (T1 e T2, respectivamente).
7. Travar a cronometragem no momento em que todo o comprimido tiver se dissolvido, 
e anotar o tempo (segundos).
8. Efetuar o cálculo da velocidade de dissolução para cada um dos testes. 
9. Anotar na tabela 1.
Tabela 1: Influência da superfície de contato na velocidade da reação
Teste Condição
Massa do 
comprimido/mg
Tempo/s
Velocidade 
mg/s
1 inteiro
2 triturado
10. Comparar os dois resultados e escrever abaixo as suas conclusões a respeito da 
influência da superfície de contato sobre a velocidade de dissolução do comprimido:
__________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Parte II: Influência da temperatura sobre a velocidade de reação
1. Com o auxílio de caneta para marcação em vidro, nomear três béqueres como: TA; 
TG e TQ (ambiente, gelada e quente, respectivamente).TG
gelada
TA
ambiente
TQ
quente
Fonte: autoria própria.
1. Pesar, separadamente, três comprimidos efervescentes. Separar um para cada teste 
a ser realizado
2. Em cada um dos béqueres adicionar 50 mL de água em diferentes temperaturas.
3. Anotar a temperatura da água em cada um dos béqueres, para melhor discussão 
dos resultados.
4. Zerar o cronômetro para iniciar a contagem do tempo de dissolução do comprimido 
efervescente. 
5. Importante não esquecer de acionar o cronômetro no momento da adição do 
comprimido aos béqueres. 
6. Adicionar, simultaneamente, um comprimido inteiro em cada um dos béqueres.
7. Travar a cronometragem no momento em que todo o comprimido tiver se dissolvido, 
e anotar o tempo em segundos para cada um dos béqueres. 
8. Anotar na tabela 2 os resultados, calcular a velocidade de dissolução, em cada um 
dos testes.
Tabela 2: Influência da temperatura na velocidade da reação
teste
Temperatura da 
água/ºC
Massa do 
comprimido/mg
Tempo/s Velocidade g/s
Gelada
Ambiente
Quente
QUESTÃO
1. Escrever suas conclusões a respeito da influência da temperatura sobre a velocidade 
de dissolução do comprimido:
__________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Parte III: Influência do tipo de eletrólito (reagente) sobre a velocidade de reação
1. Com o auxílio de caneta para marcação em vidro, nomear 2 tubos de ensaio como: 
“Forte” e “Fraco”.
2. Ao tubo nomeado como “Forte”, com a pipeta volumétrica adicionar 2 mL de ácido 
clorídrico 6 molL-1 (HCl 6 M), e ao tubo nomeado como “Fraco”, adicionar, com pipeta 
volumétrica, 2 mL de ácido acético 6 molL-1 
(H3C-COOH 6 M).
3. Zerar o cronômetro para iniciar a contagem do tempo de reação. 
4. Adicionar ao tubo “Forte” fragmentos de pó de carbonato de cálcio e acionar o 
cronômetro. Ocorrerá liberação de gás durante a reação.
5. Travar o cronômetro no momento que for interrompida a liberação de gás, e anotar 
o tempo (segundos).
6. Repetir o procedimento (3 a 5) para o tubo “Fraco”.
7. Comparar os dois tempos e escrever abaixo as suas conclusões a respeito da influência 
da força do eletrólito sobre a velocidade de reação:
__________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Materiais
Material necessário Quantidade por grupo
Pipeta graduada de 10 mL 2 unidades
Pipeta volumétrica de 2 mL 2 unidades
Pipetador pi-pump ou pera 1 unidade
Espátula 1 unidade
Béquer de 250 mL 5 unidades
Cronômetro 1 unidade
Pisseta com água 1 unidade
Proveta de 100 mL 1 unidade
Caneta para marcar vidraria 1 unidade
Almofariz com pistilho (cerâmica) 1 unidade
Tubo de ensaio 2 unidades em estante
Termômetro 1 unidade
Balança semianalítica 1 unidade a cada três bancadas
Béquer com água gelada 1 unidade
Béquer com água fervente 1 unidade
Recipiente para descarte 1 unidade
REAGENTES
Fragmento de pó de carbonato de cálcio 3
Ácido clorídrico (HCl) 6 M 4 mL 
 ácido acético 6 M 4 mL
Comprimidos efervescentes (Sonrisal) 5 unidades 
Descarte do material utilizado conforme as Normas Internacionais de Segurança.
As soluções serão desprezadas em frasco de descarte apropriado e cuja localização será 
indicada pelo professor e técnico no momento da prática.
REFERÊNCIA
LOPES, D. R. et al. Manual de práticas laboratoriais: química. Secretaria da Educação do 
Ceará; Fortaleza: SEDUC, 2010. 123p
Nome: __________________________________________ RA: ____________
Data: ___________________________________________________________
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 1
1. Roteiro 1: Explique como são definidas as diferentes soluções (insaturadas, saturadas, 
saturadas com corpo de chão).
Visto do docente: ______________________
Nome: __________________________________________ RA: ____________
Data: ___________________________________________________________
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 2
1. Roteiro 2: Para o preparo da emulsão foi necessário a adição de polisorbato80®. 
Explique a importância do seu uso para esse tipo de formulação.
2. Aula 1 – Roteiro 2: Quais são os testes físico-químicos que podem ser empregados 
para atestar a qualidade do Gel produzido em aula.
 
Visto do docente: ______________________
Nome: __________________________________________ RA: ____________
Data: ___________________________________________________________
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 3
1. Roteiro 3: Determine a massa necessária para o preparo de 250 mL de uma solução 
de hidróxido de sódio 0,5 molL-1. Dados: MMNaOH = 40 gmol-1. Demonstre os cálculos.
Visto do docente: ______________________
Nome: __________________________________________ RA: ____________
Data: ___________________________________________________________
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 4
1. Roteiro 4: Explique a diferença entre o fracionamento e a diluição das soluções.
2. Aula 2 – Roteiro 2: Considere uma solução de ácido clorídrico (HCl) preparada a 0,001 
molL-1 e determine o valor do pH dessa solução. Demonstre os cálculos.
Visto do docente: ______________________
Nome: __________________________________________ RA: ____________
Data: ___________________________________________________________
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5
1. Roteiro 5: Com base no Princípio de Le Chatelier, indique dois fatores que podem 
influenciar o equilíbrio químico de uma reação.
2. Roteiro 6: indique a equação química que representa o tampão ácido acético/acetato 
de sódio formado a partir da adição de hidróxido de sódio (NaOH) na solução de ácido 
acético (H3CCOOH).
Visto do docente: ______________________
Nome: __________________________________________ RA: ____________
Data: ___________________________________________________________
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6
1. Roteiro 7: Explique, quimicamente, a relação entre a temperatura e as colisões efetivas 
que descrevem o comportamento cinético de uma determinada substância.
Visto do docente: ______________________