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Guia de atividade prática locorregional de Geomorfologia. Propõe identificar o contexto geomorfológico municipal: etapa 1 (Licenciatura e Bacharelado) exige preencher template com mapa do BDiA e altitudes do Topographic map; etapa 2: licenciatura — maquete A4; bacharelado — análise de riscos.

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Prévia do material em texto

DISCIPLINA: Geomorfologia 
 
TEMA: Análise geomorfológica locorregional 
 
OBJETIVO: Identificar o contexto geomorfológico em que seu município está inserido. 
 
COMPETÊNCIA: Analisar a ação antrópica em relação às formas de relevo. 
 
EXPERIMENTE E PRODUZA: 
 
Para realização dessa prática, é necessário ler do livro da disciplina, assistir todas as 
aulas, em especial a aula de campo de Geomorfologia, e realizar a leitura das rotas de 
aprendizagem. A área de estudo dessa atividade prática locorregional será o município 
que você mora. 
 
A descrição geomorfológica da paisagem é item presente em consultorias técnicas 
ambientais e nos livros didáticos. O profissional que cursa a disciplina de Geomorfologia 
deve ser capaz de produzir um diagnóstico do relevo a nível municipal, através de 
consultas a mapeamentos oficiais. Essa descrição tem aplicações importantes em 
diagnósticos ambientais e na produção de materiais didáticos. Essa descrição será o 
tema da etapa 1 dessa atividade prática locorregional. Os estudantes da Licenciatura 
em e do Bacharelado devem fazer a etapa 1. 
 
Para os estudantes da licenciatura, a etapa 2 dessa atividade prática locorregional será 
a produção de uma maquete do relevo brasileiro. Essa ação é importante, pois o 
licenciando que cursa a disciplina de Geomorfologia deve ser capaz de relacionar o 
relevo na escala nacional com a escala local em que os seus futuros estudantes se 
encontram. 
 
Para os estudantes do bacharelado, a etapa 2 dessa atividade prática locorregional será 
pautada na análise dos riscos associados ao contexto geomorfológico municipal. Isso é 
importante visto que diversos processos geomorfológicos podem oferecer riscos as 
infraestruturas e assentamentos humanos, como os movimentos de massa, processos 
erosivos e de assoreamento e eventos de inundação. 
 
Vamos a prática? 
 
 
 
 
 
Etapa 1 – Caracterização geomorfológica municipal (Licenciatura e Bacharelado) 
 
Utilizando o template fornecido, você deve preencher as informações solicitadas. São 
três itens que devem ser preenchidos. O primeiro consiste na “Caracterização física da 
área de estudo”. Você deve escrever um texto conforme roteirizado no template 
fornecido. Você encontra o mapeamento geomorfológico oficial do Brasil na plataforma 
do Banco de Informações Ambientais (BDiA) do Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística (IBGE). Para obter os valores de altitudes do seu município, você deve acessar 
a plataforma Topographic map. Veja os links abaixo. 
 
Link para acesso a plataforma BDiA: 
https://bdiaweb.ibge.gov.br/#/consulta/geomorfologia 
 
Link para acesso a plataforma Topographic map: 
https://pt-br.topographic-map.com/ 
 
Para ajudar a construir seu texto, você deve gerar os mapas nas duas plataformas 
indicadas. Na plataforma BDiA, no lado esquerdo da tela, em “Tipo de Recorte”, 
selecione a opção “Municípios”. Após, selecione o Estado em que você se encontra. Na 
sequência, na última opção, selecione seu município. Aguarde. Irá aparecer o limite 
municipal e as unidades geomorfológicas mapeadas. No canto superior direito, irá 
aparecer a legenda com os nomes das unidades geomorfológicas em seu município. No 
canto inferior direito, irá aparecer um gráfico com as porcentagens das unidades 
geomorfológicas em seu município. 
 
 
 
Para construção do texto do primeiro item do template, você deve exportar essas 
informações da plataforma BDiA. Para tal, clique em “Exportar”, vá em “Relatórios em 
PDF”. Em “O que deseja exportar?”, selecione “Mapa de Unidades”. Selecione também 
a opção “Incluir Descrições das Unidades do Recorte”. Clique em “Finalizar a 
exportação”. O mapa gerado deve ser inserido no template do trabalho. Você pode 
utilizar a ferramenta de captura de tela. 
 
 
 
Para completar o texto, você deve também consultar informações de altitude do seu 
município. Vá na plataforma Topographic map e na caixa de pesquisa, insira o nome do 
seu município. 
 
 
 
Após, o mapa hipsométrico será apresentado. Dê um “zoom” na área urbana (sede 
municipal do seu município). Anote os valores de altitude no canto direito do mapa. 
Insira os valores mínimos e máximos no texto do template. Aproxime o mapa até 
encontrar a cidade, clique sobre a cidade e anote o valor de altitude encontrado. Por 
fim, utilizando ferramenta de captura de tela, salve o mapa apresentado na plataforma 
e o insira no template. 
 
 
 
2ª etapa – Construção de maquete (Licenciatura) 
 
Na segunda etapa dessa atividade prática locorregional, você deverá produzir uma 
maquete do relevo brasileiro. Você encontra a base para produção dessa maquete no 
anexo desse trabalho. A maquete deve ser construída no tamanho A4. Você vai precisar 
dos seguintes materiais: 
 
1. Material do anexo impresso 
2. Quatro folhas de EVA nas cores verde, amarelo, laranja e marrom/vermelho. EVA é a 
sigla para Etileno Acetato de Vinila (EVA). Normalmente encontramos esse material em 
papelarias. Caso não tenha acesso a esse material, você pode utilizar papelão. Escolha 
quatro pedaços de papelão com a mesma espessura. 
3. Tesoura 
4. Cola. Pode ser a cola especial para EVA, cola branca ou cola quente. 
5. Alfinete, agulha ou ponta de compasso. 
Para a produção da maquete, além da descrição a abaixo, você pode consultar a aula de 
Metodologia do Ensino de Geografia realizada em nosso Laboratório de Práticas 
Interdisciplinares. 
 
Link de acesso: 
 
https://vod.grupouninter.com.br/2022/DEZ/10202203839.mp4 
 
Com os materiais necessários, você deve colocar de forma fixa o mapa hipsométrico do 
Brasil (em anexo). Após, deve furar o papel impresso com o alfinete, agulha ou ponta de 
compasso, marcando o EVA ou papelão, desenhando o contorno das linhas. Comece 
pela parte verde. Ao concluir, com uma caneta, marque o contorno do intervalo 
hipsométrico. Veja exemplo abaixo. Repita o processo com os demais intervalos de 
altimetria. Ao concluir, com uma caneta, marque o contorno do intervalo hipsométrico 
e faça o recorte. Realize registros fotográficos desse processo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após o recorte, realize a colagem das curvas de nível. Uma sobre a outra, você vai 
começar a visualizar o relevo brasileiro na maquete. Caso opte pelo papelão, será 
preciso realizar pintura. Uma outra possibilidade é imprimir de forma colorida a primeira 
página do apêndice. Você pode recortar essas faixar coloridas e colocar sobre o papelão. 
Realize registros fotográficos desse processo. 
 
 
 
Para finalizar. Vamos montar o layout. Utilize a página final do anexo para montar o 
layout da sua maquete. Posicione a maquete no local indicado. Preencha seu nome e 
 
RU. Na legenda, coloque pedaços do EVA ou pinte, indicando os intervalores de altitude. 
Realize registros fotográficos desse processo. 
 
2ª etapa – Análise de risco geomorfológico (Bacharelado) 
 
Nessa etapa você deverá produzir uma análise dos principais riscos geomorfológicos 
existentes em seu município. Para isso, você deve realizar uma pesquisa sobre os 
processos geomorfológicos que ocorrem em seu município. Procure focar 
principalmente na ocorrência de inundações, deslizamentos (ou outros movimentos de 
massa), erosões e assoreamento. Procure em notícias de jornais, em artigos científicos 
(ou trabalhos acadêmicos) e em webmaps disponíveis na internet. Caso não encontre 
para seu município, você pode citar desastres que ocorreram em municípios próximos, 
na mesma região. 
 
Algumas sugestões de fontes para começar sua pesquisa. Você deve buscar mais fontes 
para embasar seu texto. 
 
Sistema integrado de Informações sobre Desastres 
https://s2id.mi.gov.br/ 
 
Revista Brasileira de Geomorfologia 
https://rbgeomorfologia.org.br/rbg 
 
Anuário da Sala de Situação do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres 
Naturais (Cemaden) 
https://www.gov.br/cemaden/pt-br/acesso-a-informacao/anuario-da-sala-de-
situacao/anuario-da-sala-de-situacao-do-cemaden-ano-2018-vol-1-2021.pdf/view 
 
MATERIAIS DE APOIO:BORBA, Odiones de Fátima; SILVA, Taiane Oliveira Miranda; OLIVEIRA, Carla Adriana 
Ataíde. ENSINO DE GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS EM ESCOLAS DE 
ANÁPOLIS/GOIÁS/BRASIL: ANÁLISE E PROPOSIÇÕES. In: ENCUENTRO DE GEÓGRAFOS 
DE AMÉRICA LATINA, 15., 2015, Havana: Universidad de La Habana. Disponível em: 
http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal15/Ensenanzadelageografia/In
vestigacionydesarrolloeducativo/42.pdf. Acesso em: 12 dez. 2022. 
 
BOTELHO, Rosangela Garrido Machado; PELECH, André Souza. Do mapeamento 
geomorfológico do IBGE a um Sistema Brasileiro de Classificação do Relevo. Revista 
Brasileira de Geografia, v. 64, n. 1, p. 183-201, 2019. Disponível em: 
 
https://www.rbg.ibge.gov.br/index.php/rbg/article/view/2199. Acesso em: 12 dez. 
2022. 
 
IBGE. Manual Técnico de Geomorfologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de 
Geografia e Estatística, 2009. 175 p. Disponível em: 
https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66620.pdf. Acesso em: 12 dez. 
2022. 
 
RIFFEL, Eduardo Samuel; GUASSELLI, Laurindo Antonio; BRESSANI, Luiz Antonio. 
Desastres associados a movimentos de massa: uma revisão de literatura. Boletim 
Goiano de Geografia, v. 36, n. 2, p. 285-305, 2016. Disponível em: 
https://www.redalyc.org/pdf/3371/337146915006.pdf. Acesso em: 12 dez. 2022. 
 
TUCCI, Carlos E. M. Inundações urbanas. Porto Alegre: ABRH/Rhama, v. 11, 2007. 
Disponível em: https://www.mpf.mp.br/atuacao-
tematica/ccr4/importacao/institucional/grupos-de-
trabalho/encerrados/residuos/documentos-
diversos/outros_documentos_tecnicos/curso-gestao-do-terrimorio-e-manejo-
integrado-das-aguas-urbanas/drenagem1.PDF. Acesso em: 12 dez. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NO QUE CONSISTE A ATIVIDADE PRÁTICA LOCORRREGIONAL? 
 
A atividade prática locorregional é uma metodologia de pesquisa e prática, considerando o macro e o micro territorial 
para o desenvolvimento da aprendizagem do estudante e da comunidade em seu entorno. A referida atividade apropria-
se de diferentes instrumentos de avaliação na perspectiva de competências, com etapas soft e hard skills. Com a criação 
de uma cultura maker (faça você mesmo), ou seja, tenha atitude, o estudante é colocado como protagonista de sua 
transformação individual e social. 
 
O QUE COMPREENDEMOS POR COMPETÊNCIA? 
Incorporação permanente de práticas a partir do conceito de competências. Conforme consta no Glossário INEP: Uma 
competência caracteriza-se por selecionar, organizar e mobilizar, na ação, diferentes recursos para enfrentamento de 
uma situação-problema específica. 
 
Para concretizar o conceito de competências, demonstramos a seguir o acróstico C.H.A.V.E e sua relação com os Quatro 
Pilares da Educação: 
C = CONHECIMENTO Compreender a ciência/epistemologia a partir de 
diferentes pesquisadores e tempos históricos. 
Aprender a aprender 
H = HABILIDADE Aplicar o conhecimento produzido em seu contexto 
individual, social e profissional. 
Aprender a fazer 
A = ATITUDE Protagonizar ações. Aprender a ser 
V = VALORES Relembrar e refazer os valores humanos que 
orientam uma vida em sociedade, amparados em: 
Respeito, Empatia, Solidariedade, Cordialidade, 
Educação, Justiça, Honestidade, Humildade e 
Responsabilidade 
Aprender a ser e Aprender a 
conviver 
E = EMOÇÕES Responsabilizar com autogestão, amabilidade, 
engajamento com os outros, resiliência e abertura 
para o novo. 
Aprender a ser e Aprender a 
conviver 
 
QUAIS SÃO OS FUNDAMENTOS DA ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL? 
1. Competências essenciais: 
1.1 Comunicação na língua materna; 
1.2 Comunicação em língua estrangeira; 
1.3 Competência matemática e competências básicas em ciências e tecnologia; 
1.4 Competência digital; 
1.5 Aprender a aprender; 
1.6 Competências sociais e cívicas; 
1.7 Espírito de iniciativa e empresarial; 
1.8 Sensibilidade e expressão cultural. 
2. Engajamento de atividades para o desenvolvimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS); 
3. Inclusão de soft e hard skills; 
4. Conjugar epistemologia e prática. 
ESPERAMOS QUE O ESTUDANTE CONSIGA COMPREENDER: 
 OS FATOS: identificar “situações-problema” ocorridas em diferentes cenários que geram uma odisseia de 
dados, podendo ser analisados e interpretados a partir de múltiplos olhares. 
 AS OPORTUNIDADES: realizar o movimento AÇÃO – REFLEXÃO – AÇÃO (prática reflexiva), tecendo 
relações entre a região em que vive (micro) e o global (macro). 
 QUAIS FUNDAMENTOS: aplicar práticas em diferentes realidades a partir do estudo da teoria. 
 E O APRENDIZADO: produzir diferentes produtos que retratem sua aprendizagem. 
EM QUAIS DISCIPLINAS ACONTECEM A ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL? 
Espaço, Sociedade e Natureza 
Estudo das Transformações da Paisagem 
Meio Ambiente e Sustentabilidade 
Geografia Agrária 
Geografia Urbana 
Climatologia 
Geomorfologia 
Geografia Industrial 
Geografia Regional e do Brasil 
Legislação Ambiental e Urbanística 
Cartografia Geral 
 
Geografia Cultural 
Biogeografia 
Sistema de Informação Geográfica 
Metodologia do Trabalho De Campo 
Sensoriamento Remoto e Fotointerpretação Geográfica 
Geografia do Turismo 
Espaço Geográfico Mundial 
Estudos Migratórios e Dinâmicas Sociais 
Recursos Energéticos e Ambiente 
Elaboração de Relatórios Ambientais, Auditoria e Contingência de Desastres Ecológicos 
 
A ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL FAZ PARTE DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO? QUANTO REPRESENTA 
NA MÉDIA? 
Sim, faz parte do sistema de avaliação e corresponde 40% da média. Cada atividade prática possui especificidade, 
tanto na parte teórica, prática e apresentação. Preste atenção nas instruções da disciplina. 
• Individual ou em grupo de até 4 integrantes; 
• Para formar grupos, os alunos devem ser do mesmo polo e da mesma disciplina, indiferente da oferta e do 
curso; 
• No caso de grupo, apenas um dos alunos realiza a postagem do trabalho PRODUÇÃO e adiciona o número 
do RU dos colegas; 
• O período de realização inicia na 2ª semana de aula e finaliza na última semana de provas regulares da fase; 
• A atividade prática locorregional é disciplinar e leva em conta os conhecimentos adquiridos na disciplina; 
• A produção deve obrigatoriamente ser postada no AVA. 
 
OCEANO
PACÍFICO
OCEANO
ATLÂNTICO
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0º Equador
70º 60º 50º 40º
10º
20º
30º
BRASIL – ALTITUDES
De 0 a 200 metros
De 200 a 500 metros
De 500 a 1000 metros
Acima de 1000 metros
Monte
Caburaí
1 456 m
Serra
Lombada
Serra
TumucumaqueSerra
do Acaraí
Serra
do Divisor
Monte
Roraima
2 734 m
Pico da
Neblina
2 993 m
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Serra do Cachim
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Chapada dos Parecis
Planície Amazônica
Planície do
Pantanal
Serra de
Maracaju
Serra
Dourada
Serra
Formosa
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Jabre
1 197 m
Serra do
Uruçuí
Serra das
Apercatas
Serra
Grande
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or
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re
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a
Chapéu
1 500 m
Monte Pascoal
536 m
Bandeira
2 891 m
Itacolomi
1 797 m
Agulhas Negras
2 791 m
Alto
1 150 m
31 de Março
2 972 m
Serra do
Angelim
S
e
rr
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s
Pico Paraná
1 877 metros
Planalto das Guianas
Planalto Central
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 A
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Vale do Tiete
Planalto Meridional
370
Projeção Policônica
740 1 110 km0
Escala aproximada na Linha 
do Equador
Localização no mundo
Laércio de Mello. Fonte adaptada do ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL. Rio de Janeiro IBGE e Atlas geográfico escolar. Rio de Janeiro: IBGE.
N
S
O L
Nascente do rio
Foz do rio
 
 
 
__________________________________________________________________________ 
 
Legenda: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Autor: 
RU: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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