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RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL 
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IDENTIFICAÇÃO
1. Acadêmico: Camilla Martins 
2. Matrícula: 5055641
3. Curso: Enfermagem 4. Turma: 27417
5. Disciplina: Assistência de enfermagem em urgência e emergência 
6. Tutor(a) Externo(a): Cheila Bueno 
DADOS DA PRÁTICA
1. Título: Instalação de Dispositivo Urinário Externo. 
 Administração de Hemocomponentes Emergência em Enfermagem
 Avaliação de Urina: Fita Reagente
2. Semestre: 4º Modulo
3. Data: último dia da disciplina
INTRODUÇÃO
O dispositivo urinário externo é composto por policloreto de vinila, látex, poliuretano ou silicone que, 
ao ser colocado externamente ao pênis, propicia a drenagem da urina para um frasco coletor, 
substituindo fraldas e absorventes e permitindo controle de débito urinário (SILVA ET AL, 2019). 
A administração de hemocomponentes tem sido reconhecida como estratégia importante para 
realização de vários tratamentos clínicos, além de transplantes, quimioterapias e diversas cirurgias. 
Mesmo que novos tratamentos de saúde venham sendo desenvolvidos em todo mundo, com expressivos 
progressos, ainda não se encontrou meio para substituir o sangue humano para fins terapêuticos 
(ÂNGULO , 2007). 
Para a enfermagem a análise da urina é um exame onde será utilizado para detecção de uma infecção 
urinaria, mais também outros diagnósticos de doenças visto que a urina contem diversos resíduos e 
toxinas que são filtrados pelo nosso organismo (ROSS ET AL, 2018). 
OBJETIVOS
Padronizar os procedimentos de instalação de dispositivo de incontinência urinária;
Explicar de forma clara e acessível a técnica de administração de hemocomponentes em situações 
de emergência em enfermagem, promovendo ações eficazes diante de cenários críticos de cuidados 
de saúde;
Determinar as propriedades químicas da urina, o valor o PH, densidade, presença de proteínas 
entre outras propriedades. 
MATERIAIS
01 par de luvas
01 Bandeja
01 dispositivo urinário 
01 fita micropore
01 frasco coletor sistema aberto 
Material de higiene perineal(sabonete, compressas)
01 fralda descartável 
01 biombo se necessário 
01 tesoura
Instalação de hemocomponentes:
01 Bandeja
01 bolsa de concentrado de hemocomponentes
01 cateter intravenoso periférico 
01 equipo de transfusão 
01 esfignonâmometro 
01 estetoscópio 
01 termômetro 
01 ficha de evolução transfusional
01 prancheta
01 soro fisiológico 0.9%
01 suporte de soro
Jaleco, luvas, touca,máscara 
Avaliação urinária com fita reagente:
Jaleco comprido
Luva de procedimentos 
Calça comprida 
Sapatos fechados
01 Óculos de proteção 
01 Fita reagente 
01 Frasco coletor estéril 
01 Papel toalha
01 Relógio com segundeiro
Ficha do paciente 
01 Bandeja
METODOLOGIA
Em ambiente virtual fornecido pelo AVA realiazadas as autoatividades práticas. A primeira delas 
sendo colocação de dispositivo urinário. Iniciando com: Higienizar as mãos, colocar os EPIS, 
jaleco, máscara, gorro, óculos de proteção. Preparar material. Comunicar o procedimento para o 
paciente. Manter privacidade do paciente. Realizar higiene perineal, paciente em decubto dorsal, 
tricotomia se necessário, limpar extremidade do pênis do meato uretra até a glande em 
movimentos circulares, da glande para baixo em sentido único até os testículos, tracionar o 
prepúcio para realizar a limpeza do pênis. Colocar o dispositivo urinário no pênis desenrolando o 
da glande até a raiz do pênis. Com fita microporosa fixar o dispositivo urinário na porção próxima 
da raiz do pênis de modo firme, cuidando para não garrotear o membro. Adaptar o frasco de 
sistema aberto, cuidando para não ter dobras, deixar abaixo do nível da bexiga. Colocar fralda no 
paciente e roupas. Arruma lo no leito deixando-o confortável. Realizar anotações de enfermagem. 
Administração de hemocomponentes:
Colocar Epis, lavar as mãos, calçar luvas. Conferir os dados do paciente no prontuário. Conferir 
prescrição, RH do paciente, avaliar o mesmo, verificar sinais vitais, observar frequência cardíaca 
no monitor multiparamétrico, anotar na ficha de evolução transfusional, verificar temperatura axilar, 
verificar pressão arterial, registrar no prontuário. Prepare o sistema de 
transfusão: conectar a bolsa de concentrado de hemacias no equipo, colocar no suporte, preencher 
o equipo e fechar, salinizar acesso intravenoso do paciente com foto fisiológico 0,9%. Logo 
conecte o equipo no acesso, abrindo ele até a metade, observando acesso venoso e infusão. 
Verificar a temperatura axilar novamente. Registrar início da infusão e SV. Aumentar a infusão 
abrindo todo o equipo infundir em 2 horas. Ao final retirar equipo , registrar o horário do término na 
ficha de evolução Verificar novamente os sinais vitais e anotar na ficha de evolução. 
Avaliação urinário fita reagente:
Em laboratório virtual, colocar os EPIS indicados, jaleco, óculos, realizar a lavagem de mãos, pedir 
ao paciente a amostra( para realização de coleta instruir sempre higiene perineal, desprezar o 
primeiro jato e reservar jato da porção média no recipiente estéril), sendo no mínimo 10 a 15 ml. 
Identificar corretamente com os devidos dados do paciente. Com as mãos higienizadas, já com as 
luvas calçadas e EPIS, colocar materiais na Bandeja, Abrir o frasco de fita reagente, pegando 
apenas uma fita com luvas limpas. Mergulhar a fita na amostra de urina, cobrindo todas as áreas 
reativas, mas sem submergir completamente a fita. Retirar a fita imediatamente, escorrendo o 
excesso de urina em uma folha de papel toalha sem esfregar,Aguardar o tempo necessário de 
acordo com as instruções do fabricante (geralmente entre 30 segundos a 2 minutos), monitorando 
com o cronômetro. Manter fita longe de superfície contaminada. Anotar na ficha de registro , após 
realizar comparativos do gabarito fornecido no frasco de fitas. O mesmo avaliando, ph de urina com 
bacteriuria acentuada na faixa de 7.0 a 8.0 indica ph alcalino, sangue, proteína e glicose . Sendo 
padrões de bactérias na urina a presença de Nitrito. A utilização de medicamentos pode alterar 
fatores bioquímicos da coleta. Assim como a coloração deve ser mencionada (anotada) e enviada 
com a descrição," coloração acastanhada", avaliação bioquimica prejudicada . Quando essa urina 
com bacteriuria é armazenada por longo período apresenta redução de glicosúria. Descartar a 
fita reagente usada e as luvas em local apropriado (lixo infectante). Após registrar dados no 
prontuário do paciente. 
RESULTADOS E DISCUSSÕES
1. Quais os cuidados necessários após a instalação de um dispositivo de incontinência?
2. Quais são as principais vantagens e desvantagens de usar um dispositivo urinário externo em 
comparação com outros métodos de gerenciamento de incontinência urinária?
3. Quais são os critérios clínicos e laboratoriais que indicam a necessidade de transfusão de 
hemocomponentes em pacientes em situações de urgência e emergência? 
4. Como a equipe de saúde deve garantir a compatibilidade sanguínea e a segurança do paciente durante 
a administração de hemocomponentes no contexto de uma assistência de urgência?
5. Quais são as estratégias e procedimentos para monitorar e prevenir reações transfusionais durante a 
administração de hemocomponentes, especialmente em situações críticas e emergenciais?
1. Quais instruções devem ser dadas ao paciente antes de realizar a coleta?
2. Por que a fita reativa deve ser descartada em lixo de risco biológico e não em resíduo comum?
RESPOSTAS:
REGISTRO FOTOGRÁFICO
Durante a prática realize 1 registro fotográfico em que você aparece executando a prática. Você 
pode tirar um selfie.
 
REFERÊNCIAS (ABNT)
ANGULO, I. DE L.. Hemoterapia moderna, práticas antigas. Revista Brasileira de Hematologia e 
Hemoterapia, v. 29, n. 2, p. 108–108, abr. 2007.
ROSS, M. H et al. Histologia – Texto e Atlas – Correlações com Biologia Celular e Molecular.In: 
Exame de urina de rotina: importância, coleta e métodos de análise. 7ª edição. ed. [S. l.], 31 ago. 2018. 
Disponível em: https://kasvi.com.br/exame-de-urina/. Acesso em: 6 jan. 2023. 
SILVA, Vivian Sauer Torres da et al. Cateter Urinário Externo Masculino: um olhar sobre a prática 
assistencial da Enfermagem. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 72, p. 450- 454, 2019.

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