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dIREITO EMPRESARIAL Professora: Alexandra Mattos Advogada. Especialista em Direito Empresarial - PUC/RS. Mestre em Direito - PUC/RS. Professora de Direito Processual Civil e Direito Empresarial. Contato: alexandra.m.silva@cogna.com.br Rede Social: @prof.alexandra_mattos EIRELI – EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LTDA. Incluído pela Lei nº 12.441, de 2011 Artigo 980-A,CC –REVOGADO Requisitos EIRELI: EIRELI: NÃO TEM SÓCIO E NÃO TEM EMPRESÁRIO. É UMA MERA MODALIDADE DE PESSOA JURÍDICA. Formada por uma pessoa física que exerce atividade empresarial. Todavia, a pessoa que cria a EIRELI, o instituidor responde limitadamente, pois a responsabilidade do instituidor é LIMITADA Só pode ser criada por 01 (uma) pessoa natural e a responsabilidade é limitada ao valor do capital social - Artigo 980, § 2º - A CC/2002 ATENÇÃO: A EIRELI exige um capital mínimo de 100 salários mínimos, enquanto as demais pessoa jurídicas não possuem esse capital mínimo. OBJETIVOS A EIRELI foi criada em 2011 com o objetivo de oferecer uma alternativa para aqueles que desejavam abrir uma empresa sozinhos, sem precisar recorrer à figura do sócio. A EIRELI permitia a separação do patrimônio pessoal do empresarial, o que garantia mais segurança ao empreendedor em caso de problemas financeiros. TRANSIÇÃO A EIRELI deixou de existir em agosto de 2021 devido a mudanças econômicas e ao surgimento de novas modalidades. A Lei 14.195/21 anunciou o fim da EIRELI, que foi substituída pela Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). Em dezembro de 2022, a Receita Federal migrou todas as empresas existentes como EIRELI para SLU, alterando todas as pessoas jurídicas que, no momento do processamento, não estavam baixadas. Transições empresariais legislativas: EMPRESÁRIO INDIVIDIAL EIRELI/2011 – Artigo 980-A (revogado) Lei da Liberdade Econômica (Lei 13.874/19) Lei 14.195/21 (processo de desburocratização empresarial) Lei 14382/22 4 FIM EIRELI O fim da EIRELI foi motivado pela SIMPLIFICAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO do processo de abertura de empresas, que passou por mudanças significativas nos últimos anos. PROJETO DE LEI N. 1572/2011* – Novo Código Comercial. Direito de Propriedade Industrial. A criação de um novo Código Comercial as divergências doutrinárias: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/a-criacao-do-novo-codigo-comercial-uma-analise-acerca-dessa-divergencia-doutrinaria/1625342869 Princípios Gerais do Direito Empresarial e Princípios Concorrenciais Princípio da Livre Iniciativa: Base da economia de mercado, assegura a liberdade para empreender e desenvolver atividades econômicas. Aplicação: A atuação empresarial deve ser livre, desde que respeitados os limites legais e os direitos de terceiros. Princípio da Função Social da Empresa: A empresa deve exercer sua atividade considerando não apenas o lucro, mas também os interesses sociais, econômicos e ambientais. Aplicação: As empresas devem contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país, observando o equilíbrio entre os interesses da empresa e da sociedade. Princípio da Preservação da Empresa: Nas situações de crise econômica, a manutenção da atividade empresarial é prioridade, visando a continuidade dos postos de trabalho e a circulação de riqueza. Aplicação: Influencia legislações como a Lei de Recuperação e Falências, que busca resguardar a continuidade das empresas viáveis. Princípio da Boa-fé Objetiva: Fundamenta a lealdade e transparência nas relações empresariais. Aplicação: Exige das partes comportamentos que respeitem a confiança depositada e as expectativas legítimas criadas no ambiente de negócios. Princípio da Autonomia Privada: Os empresários têm a liberdade de contratar e organizar seus negócios, desde que respeitados os limites da lei. Aplicação: Permite a criação de novos tipos de contratos empresariais e a adaptação das relações negociais às necessidades do mercado. Direito Empresarial e Princípios Concorrenciais Conceito de Direito Concorrencial: Conjunto de normas que busca garantir a livre concorrência no mercado, coibindo práticas anticompetitivas e promovendo a eficiência econômica. Objetivo: Proteger o consumidor, assegurar a eficiência do mercado e evitar a concentração de poder econômico. Princípios do Direito Concorrencial: Princípio da Livre Concorrência: Garante que as empresas possam competir no mercado de forma justa, sem interferências indevidas. Princípio da Defesa do Consumidor: Protege os consumidores contra práticas abusivas e monopolistas que prejudiquem a livre escolha e a competitividade de preços e qualidade. Aplicação: O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no Brasil, fiscaliza e regula práticas comerciais que possam lesar o consumidor. Princípio da Proporcionalidade na Sanção: As penalidades impostas por práticas anticoncorrenciais devem ser proporcionais à gravidade da infração e ao dano causado ao mercado. Aplicação: As sanções podem incluir multas, proibições de exercício de atividades, e desmembramento de empresas. CONCLUSÃO IMPORTANTE: Reflexão sobre a importância de harmonizar a liberdade empresarial com a proteção ao mercado e ao consumidor. Obrigada! Excelentes estudos! Professora: Alexandra Mattos Advogada. Especialista em Direito Empresarial - PUC/RS. Mestre em Direito - PUC/RS. Professora de Direito Processual Civil e Direito Empresarial. Contato: alexandra.m.silva@cogna.com.br Rede Social: @prof.alexandra_mattos image2.jpeg image1.png