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DIREITO COMERCIAL NO BRASIL ▪Carta Régia de 28 de janeiro de 1808 - Instalação da corte portuguesa no Brasil e a abertura dos portos ao comércio estrangeiro; ▪Independência do Brasil – 1822; ▪Carência de leis nacionais = Aplicação da legislação comercial de Portugal; DIREITO COMERCIAL NO BRASIL ▪Código Comercial Francês de 1807 – junção da legislação portuguesa, espanhola e francesa; ▪Brasil – Ascensão econômica – necessidade de um novo Código; ▪A Real Junta de Comércio, Agricultura, Fábrica e Navegação – José da Silva Lisboa – Novo Código Comercial; DIREITO COMERCIAL NO BRASIL ▪Em 1832 – Comissão – elaboração do Código Mercantil; ▪Em 9 de agosto de 1834 – o Código possuía 1.299 artigos, sendo divididos em 03 partes: a primeira tratava das pessoas do comércio, dos contratos e das obrigações; a segunda, do comércio marítimo; e a terceira, das quebras. ▪O projeto foi encaminhado para Câmara dos Deputados – Senado – Somente em 1º de junho de 1850, foi publicado o Código Comercial DIREITO COMERCIAL NO BRASIL ▪O Código acolhia implicitamente a teoria dos atos de comércio; ▪ Separação entre o direito civil e o direito comercial; DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL ▪Teoria dos atos de comércio até o Código Civil de 2002; ▪A partir do Código Civil de 2002, Teoria da Empresa; ▪A empresa – atividade econômica organizada; DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL ▪EMPRESA ▪Designação a indicar fato jurídico que se identifica com o aspecto funcional da atividade negocial, hábil a fomentar a produção e circulação dos bens e serviços tão comuns e tão necessários a todos nós. DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL ▪TEORIA DA EMPRESA ▪Com a teoria da empresa, houve mudança até mesmo da nomenclatura do direito, que, de direito comercial, passou a se chamar direito empresarial, expressão mais abrangentes que abarca outros setores da atividade econômica além do comércio, mas igualmente importantes para a economia, como o setor de prestação de serviços. AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL ▪O Novo Código Civil disciplinou diversas normas de direito empresarial (unificação formal) ▪Autonomia científica do direito empresarial – é a ética do empresário, o qual atua movido pelo individualismo e pela onerosidade presumidos em sua relação empresarial; ▪Direito Civil (boa –fé objetiva) X Direito Empresarial (não ignora a ética empresarial, tanto que exclui certas atividades profissionais do conceito de empresa, além de proibir alguns agentes públicos de exercerem a mercancia). AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL ▪ENUNCIADO 75 DA I JORNADA DE DIREITO CIVIL DO CONSELHO DE JUSTIÇA FEDERAL: ▪“A disciplina de matéria mercantil no novo CC não afeta a autonomia do direito empresarial”. AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL ▪ Em 2011, o Deputado Federal Vicente Cândido apresentou proposta legislativa perante a Câmara Federal (PLC 1.572), para a criação de um novo Código Comercial. 1. Reafirmou que o Direito Empresarial é um ramo do Direito Privado; 2. Detém autonomia legislativa e científica. ▪ E frisou que “ o direito comercial brasileiro está abrangido por legislação fragmentada, fruto de momentos históricos distintos, o que dificulta sua compreensão e aplicação e afeta, por conseguinte, a segurança jurídica no âmbito empresarial.” AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL ▪ Em 2012 – o Conselho da Justiça Federal (CJF) – realiza a I Jornada de Estudos de Direito Comercial; 1. 04 comissões – I – crise da empresa, falência e recuperação; II – empresa e estabelecimento; III – direito societário; IV – obrigações empresariais, contratos e título de créditos. AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL ▪Em 2015, ocorreu a II Jornada de Direito Empresarial, com a aprovação de 24 enunciados; ▪Em 2013, o Senador Renan Calheiros apresentou uma segunda proposta de criação de um novo Código Comercial ( PLS 487/2013); PRINCÍPIOS DO DIREITO EMPRESARIAL ▪Papel basilar na ordem jurídica; ▪Dimensão ético-valorativa do direito; ▪Apontam as direções que as normas devem trilhar. Iluminam a interpretação da norma-regra e fazem aflorar sua inteligência, sua essência. PRINCÍPIOS DO DIREITO EMPRESARIAL ▪NORMA-PRINCÍPIO SIGNIFICA UM PADRÃO MORAL DE ACORDO COM UMA ESCALA DE VALORES SOCIAIS BEM DEFINIDA, ISTO É, NORMA-PRINCÍPIO É O JUÍZO DE VALOR POSITIVADO. PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪Funcionalização do direito, que conduz inexoravelmente à constitucionalização de seus diversos ramos e à superação da dicotomia público-privado; ▪ Interesse público limita o exercício do interesse privado. PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪A função social da empresa não protege somente a pessoa jurídica contra atos ruinosos de seus sócios, senão também impondo ao poder público a preservação da atividade empresarial, tão necessária ao desenvolvimento econômico; ▪Responsabilidade social na atividade empresarial; PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪ Princípio constitucional da solidariedade no campo empresarial: 1. Gerar empregos; 2. Circular riquezas; 3. Desenvolver novas tecnologias; 4. Respeitar o Meio Ambiente; 5. A integridade física e moral do trabalhador. PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪Princípio constitucional da solidariedade no campo empresarial: Em resumo, assegurar uma existência digna às pessoas – bem estar social PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪A I Jornada de Direito Civil, em seu Enunciado 53, aduziu que: “deve-se levar em consideração o princípio da função social na interpretação das normas relativas à empresa, a despeito da falta de referencia expressa”. PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪ABUSO DE PODER ▪CABE AO ORDENAMENTO JURÍDICO IMPOR DESIGUALDADE JURÍDICA, SEMPRE QUE HOUVER DESIGUALDADE ECONÔMICA. PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA ▪A proteção da empresa, como atividade econômica organizada, destacada dos titulares que a exercem, impõem-se como exigência do princípio da função social do empreendimento; ▪ Sujeito do direito (empresário ou sociedade empresária) X fato ( empresa); ▪ É possível que a empresa continue a exercer sua função social ainda que o sujeito não tenha mais condições de subsistir na condição de empresário. PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA ▪A conservação da empresa embasa-se na importância da continuidade das atividades de produção de riquezas pela circulação de bens ou prestação de serviços como um valor a ser protegido, e reconhece os efeitos negativos da extinção de uma atividade empresarial, que acarreta prejuízos não só aos investidores, como a toda a sociedade. PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA ▪Nunca podemos esquecer a relevância da empresa; ▪Gera prejuízos diretos e indiretos para a sociedade em geral; PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA ▪ Preservação da atividade empresarial ▪ Preservação da sociedade empresarial PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA ▪ É a atividade desenvolvida (empresa) que merece proteção especial do Estado em razão de todos os benefícios que produz; ▪A extinção da empresa deve ser vista como última ratio, contudo não pode acobertar torpezas, ou seja, atividades espúrias, ainda que relevante economicamente. PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA ▪ PRESERVAR A EMPRESA SIGNIFICA RESGUARDAR OS MERCADOS DE FATORES DE PRODUÇÃO E DE CONSUMO DO LOCAL, DA REGIÃO, DO ESTADO E DO PAÍS EM QUE ELA SE ENCONTRA. PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA ▪ Princípio fundamental, previsto no art. 1º, inc. IV da Constituição de 88; ▪ Eficácia positiva e negativa; ▪ Positiva ou irradiante – espraia sua força normativa por todo o ordenamento jurídico, ou seja, todas as normas devem ser interpretadas à luz dos princípios constitucionais, sob pena de padecerem de inconstitucionalidade irremediável; PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA ▪Negativa – todos os atos normativos estatais que repugnarem os princípios constitucionais submetem-se à censura dos tribunais, de molde que são considerados nulos e destituídos de qualquer validade; ▪O princípio da livre iniciativa é considerado fundamentoda ordem econômica, conferindo iniciativa privada o papel de protagonista na produção ou circulação de bens e serviços. PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA ▪O princípio da livre iniciativa esbarra nos limites do princípio da função social; ▪Art. 170 da CF/88 – liberdade de iniciativa; PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA ▪Conforme a doutrina de Mamede: O Direito Empresarial constrói-se sobre a sombra da liberdade de ação econômica. O empresário e a sociedade empresarial desenvolvem suas atividades protegidos constitucionalmente, desde que sejam lícitos os seus objetos sociais, de direito (aquele que foi inscrito em seus atos constitutivos) e de fato (aqueles que são efetivamente realizados no cotidiano da empresa). PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA ▪ Essa proteção constitucional, afirmada sob a forma de fundamento do Estado Democrático de Direito (art. 1º, IV) e da ordem econômica nacional (art. 170, caput), traduz a regularidade da finalidade econômica da empresa, ou seja, do fim genérico de todas as empresas, que é a produção de sobrevalor, de lucro, e, mais do que isso, a constitucionalidade do investimento de capital, mesmo sem desempenho de trabalho, com o fito de remunerar-se a partir do lucro legítima e licitamente verificado no exercício da empresa, por meio da respectiva distribuição de dividendos(...). PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA ▪O princípio da livre-iniciativa é complementar ao princípio da livre-concorrência; ▪A livre-iniciativa aponta para a liberdade política, que lhe serve de fundamento; ▪A livre-concorrência significa a possibilidade de os agentes econômicos poderem atuar sem embaraços juridicamente justificáveis, em determinado mercado. PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA ▪ Princípio da livre-concorrência – CF/88 – todos podem livremente concorrer, com lealdade, no mercado, visando à produção, à circulação e ao consumo de bens e serviços. ▪ Possui caráter instrumental, assegurando que a fixação dos preços das mercadorias e serviços não deve resultar de atos cogentes da autoridade administrativa, mas sim do livre jogo das forças na disputa de clientela, conforme o oscilar da economia de mercado. PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA ▪Ergue-se contra o abuso do poder econômico, contra a dominação do mercado, contra os cartéis; ▪Elevação arbitrária dos preços e dos preços e dos lucros; PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA ▪ Visa a impedir que o poder econômico domine o mercado, que a avalanche capitalista, impulsionada pelo lucro, concentre o poder econômico de maneira antissocial e pois, abusiva; ▪O princípio da livre-concorrência exigir do Estado uma atitude no mercado para coibir excessos por meio de tratamento desigual aos desiguais, na medida em que se desigualam, porquanto um tratamento uniforme. ▪ EX: a empresa grande e de pequeno porte possuem tratamentos diferentes – concorrência desleal. PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA ▪Os valores devem conviver de forma harmônica : o direito do consumidor, dos trabalhadores, o meio ambiente não podem ser malferidos pela livre- concorrência. ▪Enunciado Sumular 646 do STF: Ofende o princípio da livre-concorrência lei municipal que impede a instalação de estabelecimento comerciais do mesmo ramo em determinada área. PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA ▪A boa-fé impõe ao empresário e à sociedade empresária o dever de “buscar a realização de seus interesses na exploração da atividade empresarial cumprindo rigorosamente a lei e adotando constante postura proba, leal, conciliatória e colaborativa. ▪Deverá haver probidade e cooperação na fase pré- contratual (da oferta), durante a execução do contrato, fase contratual propriamente dita, bem como na fase pós-contratual. PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA ▪O direito privado se constitucionalizou, conforme Nelson Rosenvald: “O princípio da boa-fé atuará como modo de enquadramento constitucional do direito da obrigações” ▪A boa-fé objetiva é cláusula geral a orientar a interpretação e execução dos contratos empresariais. PRINCÍPIOS FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL ▪Nas palavras do Ministro Sidnei Beneti, do STJ: O Direito Empresarial um “ Direito rebelde a tudo, (...) Direito realista, que elabora as próprias normas e impulsiona a sociedade”. FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL ▪Fontes do Direito Empresarial: ▪1- Constituição Federal – Art. 5, inc. XXIX; Art. inc. XI; Art. 170, dentre outros. ▪2- Código Comercial; ▪3- Código Civil; FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL ▪Fontes do Direito Empresarial: ▪4-Leis extravagantes; (Lei de Falência e Recuperação; Estatuto da Microempresa e outras) ▪5- Tratados e convenções; ▪6- Princípios; ▪7- Costume; EMPRESA ▪O regime jurídico do empresário foi estabelecido no Código Civil entre seus arts. 966-980. ▪O empresário caracteriza-se como o empreendedor que, individualmente, predispõe-se a exercer a atividade empresarial. ▪O risco da atividade – o patrimônio particular do empreendedor também responderá pelo passivo a descoberto da atividade empresarial. EMPRESA ▪O empresário individual de hoje, no Brasil, é uma figura normativa recente, pois foi conceituado somente em 2002 pelo Código Civil. ▪É o agente econômico capaz de gerenciar a produção e a circulação de bens e serviços. ▪Empreendedor – gênero – MEI – empresário individual. EMPRESA Para ser empresário é imprescindível o registro do empreendimento em órgãos governamentais? EMPRESA ▪O Conselho de Justiça Federal, no Enunciado 197 da III Jornada de Direito Civil: “a inscrição do empresário na Junta Comercial não é requisito para sua caracterização, admitindo-se o exercício da empresa sem tal providência. O empresário irregular reúne os requisitos do CC, art. 966, sujeitando-se às normas do CC e da legislação comercial, salvo naquilo em que forem incompatíveis com a sua condição ou diante de expressa disposição em contrário.” EMPRESA ▪O Enunciado 199, também da III Jornada de Direito Civil: “a inscrição do empresário ou sociedade empresarial é requisito delineador de sua regularidade, e não de sua caracterização.” EMPRESA ▪Não é a inscrição que confere a qualidade de empresário, e sim o exercício da atividade empresarial. ▪EXCEÇÃO: ▪Ruralista – o registro terá natureza constitutiva. EMPRESA ▪Aquele que se predispuser a exercer a atividade rural, em regra, não será qualificado como empresário, por força do art. 971, do CC; ▪Contudo, poderá ser equiparado ao empresário se exercer atividade rural empresarialmente e, além disso, optar por se inscrever no Registro Público de Empresas Mercantis, sujeitando-se, desde o momento da inscrição, ao regime próprio das empresas, com todos os seus benefícios e deveres. EMPRESA ▪Enunciado nº 202 da III Jornada de Direito Civil do Conselho de Justiça Federal: “Arts. 971 e 984: O registro de empresário ou sociedade rural na Junta Comercial é facultativo e de natureza constitutivo, sujeitando-se ao regime jurídico empresaria. É inaplicável esse regime ao empresário ou sociedade rural que não exercer tal opção.” EMPRESA ▪Conforme o Código Civil, o empresário (antigo comerciante) é quem exerce profissionalmente uma atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens e serviços (art. 966, do CC). EMPRESA ▪Requisitos característicos do empresário: 1. Exercício de uma atividade; 2. Finalidade econômica (objetivo de lucro); 3. Organização da atividade; 4. Profissionalidade do exercício de tal atividade; 5. Finalidade de produção ou troca de bens ou serviços destinados ao mercado. EMPRESA Slide 1: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL Slide 2: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL Slide 3: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL Slide 4: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL Slide 5: DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL Slide 6: DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL Slide 7: DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL Slide 8: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 9: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 10: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 11: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 12: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 13: PRINCÍPIOSDO DIREITO EMPRESARIAL Slide 14: PRINCÍPIOS DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 15: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 16: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 17: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 18: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 19: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 20: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 21: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Slide 22: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA Slide 23: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA Slide 24: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA Slide 25: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA Slide 26: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA Slide 27: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA Slide 28: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA Slide 29: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA Slide 30: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA Slide 31: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA Slide 32: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA Slide 33: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA Slide 34: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA Slide 35: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA Slide 36: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA Slide 37: PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA Slide 38: PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA Slide 39: PRINCÍPIOS Slide 40: FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 41: FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 42: FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL Slide 43: EMPRESA Slide 44: EMPRESA Slide 45: EMPRESA Slide 46: EMPRESA Slide 47: EMPRESA Slide 48: EMPRESA Slide 49: EMPRESA Slide 50: EMPRESA Slide 51: EMPRESA Slide 52: EMPRESA Slide 53: EMPRESA