Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
▪Carta Régia de 28 de janeiro de 1808 -
Instalação da corte portuguesa no Brasil e a
abertura dos portos ao comércio estrangeiro;
▪Independência do Brasil – 1822;
▪Carência de leis nacionais = Aplicação da
legislação comercial de Portugal;
DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
▪Código Comercial Francês de 1807 – junção
da legislação portuguesa, espanhola e
francesa;
▪Brasil – Ascensão econômica – necessidade
de um novo Código;
▪A Real Junta de Comércio, Agricultura, Fábrica
e Navegação – José da Silva Lisboa – Novo
Código Comercial;
DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
▪Em 1832 – Comissão – elaboração do Código
Mercantil;
▪Em 9 de agosto de 1834 – o Código possuía 1.299
artigos, sendo divididos em 03 partes: a primeira
tratava das pessoas do comércio, dos contratos e
das obrigações; a segunda, do comércio marítimo; e
a terceira, das quebras.
▪O projeto foi encaminhado para Câmara dos
Deputados – Senado – Somente em 1º de junho de
1850, foi publicado o Código Comercial
DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
▪O Código acolhia implicitamente a teoria dos atos de
comércio;
▪ Separação entre o direito civil e o direito comercial;
DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL
▪Teoria dos atos de comércio até o Código Civil
de 2002;
▪A partir do Código Civil de 2002, Teoria da
Empresa;
▪A empresa – atividade econômica organizada;
DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL
▪EMPRESA
▪Designação a indicar fato jurídico que se
identifica com o aspecto funcional da
atividade negocial, hábil a fomentar a
produção e circulação dos bens e serviços tão
comuns e tão necessários a todos nós.
DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL
▪TEORIA DA EMPRESA
▪Com a teoria da empresa, houve mudança até
mesmo da nomenclatura do direito, que, de direito
comercial, passou a se chamar direito empresarial,
expressão mais abrangentes que abarca outros
setores da atividade econômica além do comércio,
mas igualmente importantes para a economia, como
o setor de prestação de serviços.
AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
▪O Novo Código Civil disciplinou diversas normas de direito
empresarial (unificação formal)
▪Autonomia científica do direito empresarial – é a ética do
empresário, o qual atua movido pelo individualismo e pela
onerosidade presumidos em sua relação empresarial;
▪Direito Civil (boa –fé objetiva) X Direito Empresarial (não
ignora a ética empresarial, tanto que exclui certas
atividades profissionais do conceito de empresa, além de
proibir alguns agentes públicos de exercerem a mercancia).
AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
▪ENUNCIADO 75 DA I JORNADA DE DIREITO CIVIL DO
CONSELHO DE JUSTIÇA FEDERAL:
▪“A disciplina de matéria mercantil no novo CC não 
afeta a autonomia do direito empresarial”.
AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
▪ Em 2011, o Deputado Federal Vicente Cândido apresentou
proposta legislativa perante a Câmara Federal (PLC 1.572),
para a criação de um novo Código Comercial.
1. Reafirmou que o Direito Empresarial é um ramo do Direito
Privado;
2. Detém autonomia legislativa e científica.
▪ E frisou que “ o direito comercial brasileiro está abrangido
por legislação fragmentada, fruto de momentos históricos
distintos, o que dificulta sua compreensão e aplicação e
afeta, por conseguinte, a segurança jurídica no âmbito
empresarial.”
AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
▪ Em 2012 – o Conselho da Justiça Federal (CJF) – realiza a I 
Jornada de Estudos de Direito Comercial;
1. 04 comissões – I – crise da empresa, falência e 
recuperação;
II – empresa e 
estabelecimento;
III – direito societário;
IV – obrigações empresariais, 
contratos e título de créditos.
AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
▪Em 2015, ocorreu a II Jornada de Direito
Empresarial, com a aprovação de 24 enunciados;
▪Em 2013, o Senador Renan Calheiros apresentou
uma segunda proposta de criação de um novo
Código Comercial ( PLS 487/2013);
PRINCÍPIOS DO DIREITO EMPRESARIAL
▪Papel basilar na ordem jurídica;
▪Dimensão ético-valorativa do direito;
▪Apontam as direções que as normas devem trilhar.
Iluminam a interpretação da norma-regra e fazem
aflorar sua inteligência, sua essência.
PRINCÍPIOS DO DIREITO EMPRESARIAL
▪NORMA-PRINCÍPIO SIGNIFICA UM PADRÃO MORAL DE 
ACORDO COM UMA ESCALA DE VALORES SOCIAIS 
BEM DEFINIDA, ISTO É, NORMA-PRINCÍPIO É O JUÍZO 
DE VALOR POSITIVADO.
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪Funcionalização do direito, que conduz
inexoravelmente à constitucionalização de seus
diversos ramos e à superação da dicotomia
público-privado;
▪ Interesse público limita o exercício do interesse
privado.
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪A função social da empresa não protege somente a
pessoa jurídica contra atos ruinosos de seus sócios,
senão também impondo ao poder público a
preservação da atividade empresarial, tão
necessária ao desenvolvimento econômico;
▪Responsabilidade social na atividade empresarial;
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪ Princípio constitucional da solidariedade no campo
empresarial:
1. Gerar empregos;
2. Circular riquezas;
3. Desenvolver novas tecnologias;
4. Respeitar o Meio Ambiente;
5. A integridade física e moral do trabalhador.
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪Princípio constitucional da solidariedade no campo
empresarial:
Em resumo, assegurar uma existência digna às 
pessoas – bem estar social
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪A I Jornada de Direito Civil, em seu Enunciado 53,
aduziu que:
“deve-se levar em consideração o princípio da função 
social na interpretação das normas relativas à 
empresa, a despeito da falta de referencia expressa”.
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪ABUSO DE PODER
▪CABE AO ORDENAMENTO JURÍDICO IMPOR 
DESIGUALDADE JURÍDICA, SEMPRE QUE HOUVER 
DESIGUALDADE ECONÔMICA.
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
▪A proteção da empresa, como atividade econômica
organizada, destacada dos titulares que a exercem,
impõem-se como exigência do princípio da função social do
empreendimento;
▪ Sujeito do direito (empresário ou sociedade empresária) X
fato ( empresa);
▪ É possível que a empresa continue a exercer sua função
social ainda que o sujeito não tenha mais condições de
subsistir na condição de empresário.
PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
▪A conservação da empresa embasa-se na 
importância da continuidade das atividades de 
produção de riquezas pela circulação de bens ou 
prestação de serviços como um valor a ser 
protegido, e reconhece os efeitos negativos da 
extinção de uma atividade empresarial, que acarreta 
prejuízos não só aos investidores, como a toda a 
sociedade.
PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
▪Nunca podemos esquecer a relevância da empresa;
▪Gera prejuízos diretos e indiretos para a sociedade
em geral;
PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
▪ Preservação da atividade empresarial
▪ Preservação da sociedade empresarial
PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
▪ É a atividade desenvolvida (empresa) que merece proteção
especial do Estado em razão de todos os benefícios que
produz;
▪A extinção da empresa deve ser vista como última ratio,
contudo não pode acobertar torpezas, ou seja, atividades
espúrias, ainda que relevante economicamente.
PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
▪ PRESERVAR A EMPRESA SIGNIFICA RESGUARDAR OS 
MERCADOS DE FATORES DE PRODUÇÃO E DE CONSUMO 
DO LOCAL, DA REGIÃO, DO ESTADO E DO PAÍS EM QUE ELA 
SE ENCONTRA.
PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
▪ Princípio fundamental, previsto no art. 1º, inc. IV da
Constituição de 88;
▪ Eficácia positiva e negativa;
▪ Positiva ou irradiante – espraia sua força normativa por
todo o ordenamento jurídico, ou seja, todas as normas
devem ser interpretadas à luz dos princípios
constitucionais, sob pena de padecerem de
inconstitucionalidade irremediável;
PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
▪Negativa – todos os atos normativos estatais que
repugnarem os princípios constitucionais submetem-se à
censura dos tribunais, de molde que são considerados
nulos e destituídos de qualquer validade;
▪O princípio da livre iniciativa é considerado fundamentoda
ordem econômica, conferindo iniciativa privada o papel de
protagonista na produção ou circulação de bens e serviços.
PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
▪O princípio da livre iniciativa esbarra nos limites do princípio
da função social;
▪Art. 170 da CF/88 – liberdade de iniciativa;
PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
▪Conforme a doutrina de Mamede:
O Direito Empresarial constrói-se sobre a sombra da
liberdade de ação econômica. O empresário e a sociedade
empresarial desenvolvem suas atividades protegidos
constitucionalmente, desde que sejam lícitos os seus objetos
sociais, de direito (aquele que foi inscrito em seus atos
constitutivos) e de fato (aqueles que são efetivamente
realizados no cotidiano da empresa).
PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
▪ Essa proteção constitucional, afirmada sob a forma de
fundamento do Estado Democrático de Direito (art. 1º, IV) e
da ordem econômica nacional (art. 170, caput), traduz a
regularidade da finalidade econômica da empresa, ou seja,
do fim genérico de todas as empresas, que é a produção de
sobrevalor, de lucro, e, mais do que isso, a
constitucionalidade do investimento de capital, mesmo sem
desempenho de trabalho, com o fito de remunerar-se a
partir do lucro legítima e licitamente verificado no exercício
da empresa, por meio da respectiva distribuição de
dividendos(...).
PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
▪O princípio da livre-iniciativa é complementar ao
princípio da livre-concorrência;
▪A livre-iniciativa aponta para a liberdade política,
que lhe serve de fundamento;
▪A livre-concorrência significa a possibilidade de os
agentes econômicos poderem atuar sem embaraços
juridicamente justificáveis, em determinado
mercado.
PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
▪ Princípio da livre-concorrência – CF/88 – todos podem
livremente concorrer, com lealdade, no mercado, visando à
produção, à circulação e ao consumo de bens e serviços.
▪ Possui caráter instrumental, assegurando que a fixação
dos preços das mercadorias e serviços não deve resultar
de atos cogentes da autoridade administrativa, mas sim do
livre jogo das forças na disputa de clientela, conforme o
oscilar da economia de mercado.
PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
▪Ergue-se contra o abuso do poder econômico,
contra a dominação do mercado, contra os cartéis;
▪Elevação arbitrária dos preços e dos preços e dos
lucros;
PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
▪ Visa a impedir que o poder econômico domine o mercado,
que a avalanche capitalista, impulsionada pelo lucro,
concentre o poder econômico de maneira antissocial e
pois, abusiva;
▪O princípio da livre-concorrência exigir do Estado uma
atitude no mercado para coibir excessos por meio de
tratamento desigual aos desiguais, na medida em que se
desigualam, porquanto um tratamento uniforme.
▪ EX: a empresa grande e de pequeno porte possuem
tratamentos diferentes – concorrência desleal.
PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
▪Os valores devem conviver de forma harmônica : o
direito do consumidor, dos trabalhadores, o meio
ambiente não podem ser malferidos pela livre-
concorrência.
▪Enunciado Sumular 646 do STF: Ofende o princípio
da livre-concorrência lei municipal que impede a
instalação de estabelecimento comerciais do
mesmo ramo em determinada área.
PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA
▪A boa-fé impõe ao empresário e à sociedade
empresária o dever de “buscar a realização de seus
interesses na exploração da atividade empresarial
cumprindo rigorosamente a lei e adotando
constante postura proba, leal, conciliatória e
colaborativa.
▪Deverá haver probidade e cooperação na fase pré-
contratual (da oferta), durante a execução do
contrato, fase contratual propriamente dita, bem
como na fase pós-contratual.
PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA
▪O direito privado se constitucionalizou, conforme Nelson
Rosenvald:
“O princípio da boa-fé atuará como modo de 
enquadramento constitucional do direito da obrigações”
▪A boa-fé objetiva é cláusula geral a orientar a
interpretação e execução dos contratos empresariais.
PRINCÍPIOS
FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL
▪Nas palavras do Ministro Sidnei Beneti, 
do STJ: O Direito Empresarial um “ 
Direito rebelde a tudo, (...) Direito realista, 
que elabora as próprias normas e 
impulsiona a sociedade”.
FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL
▪Fontes do Direito Empresarial:
▪1- Constituição Federal – Art. 5, inc. XXIX;
Art. inc. XI;
Art. 170, dentre outros.
▪2- Código Comercial;
▪3- Código Civil;
FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL
▪Fontes do Direito Empresarial:
▪4-Leis extravagantes; (Lei de Falência e
Recuperação; Estatuto da Microempresa e
outras)
▪5- Tratados e convenções;
▪6- Princípios;
▪7- Costume;
EMPRESA
▪O regime jurídico do empresário foi estabelecido
no Código Civil entre seus arts. 966-980.
▪O empresário caracteriza-se como o empreendedor
que, individualmente, predispõe-se a exercer a
atividade empresarial.
▪O risco da atividade – o patrimônio particular do
empreendedor também responderá pelo passivo a
descoberto da atividade empresarial.
EMPRESA
▪O empresário individual de hoje, no Brasil, é
uma figura normativa recente, pois foi
conceituado somente em 2002 pelo Código
Civil.
▪É o agente econômico capaz de gerenciar a
produção e a circulação de bens e serviços.
▪Empreendedor – gênero – MEI – empresário
individual.
EMPRESA
Para ser empresário é imprescindível o 
registro do empreendimento em órgãos 
governamentais?
EMPRESA
▪O Conselho de Justiça Federal, no Enunciado
197 da III Jornada de Direito Civil:
“a inscrição do empresário na Junta Comercial não é
requisito para sua caracterização, admitindo-se o
exercício da empresa sem tal providência. O
empresário irregular reúne os requisitos do CC, art.
966, sujeitando-se às normas do CC e da legislação
comercial, salvo naquilo em que forem
incompatíveis com a sua condição ou diante de
expressa disposição em contrário.”
EMPRESA
▪O Enunciado 199, também da III
Jornada de Direito Civil:
“a inscrição do empresário ou sociedade
empresarial é requisito delineador de sua
regularidade, e não de sua caracterização.”
EMPRESA
▪Não é a inscrição que confere a qualidade
de empresário, e sim o exercício da
atividade empresarial.
▪EXCEÇÃO:
▪Ruralista – o registro terá natureza
constitutiva.
EMPRESA
▪Aquele que se predispuser a exercer a atividade
rural, em regra, não será qualificado como
empresário, por força do art. 971, do CC;
▪Contudo, poderá ser equiparado ao empresário se
exercer atividade rural empresarialmente e, além
disso, optar por se inscrever no Registro Público de
Empresas Mercantis, sujeitando-se, desde o
momento da inscrição, ao regime próprio das
empresas, com todos os seus benefícios e deveres.
EMPRESA
▪Enunciado nº 202 da III Jornada de Direito
Civil do Conselho de Justiça Federal:
“Arts. 971 e 984: O registro de empresário ou
sociedade rural na Junta Comercial é
facultativo e de natureza constitutivo,
sujeitando-se ao regime jurídico empresaria. É
inaplicável esse regime ao empresário ou
sociedade rural que não exercer tal opção.”
EMPRESA
▪Conforme o Código Civil, o empresário
(antigo comerciante) é quem exerce
profissionalmente uma atividade
econômica organizada para a produção ou
circulação de bens e serviços (art. 966, do
CC).
EMPRESA
▪Requisitos característicos do empresário:
1. Exercício de uma atividade;
2. Finalidade econômica (objetivo de lucro);
3. Organização da atividade;
4. Profissionalidade do exercício de tal atividade;
5. Finalidade de produção ou troca de bens ou
serviços destinados ao mercado.
EMPRESA
	Slide 1: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
	Slide 2: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
	Slide 3: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
	Slide 4: DIREITO COMERCIAL NO BRASIL
	Slide 5: DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL
	Slide 6: DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL
	Slide 7: DIREITO EMPRESARIAL NO BRASIL
	Slide 8: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 9: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 10: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 11: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 12: AUTONOMIA DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 13: PRINCÍPIOSDO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 14: PRINCÍPIOS DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 15: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 16: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 17: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 18: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 19: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 20: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 21: PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA
	Slide 22: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
	Slide 23: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
	Slide 24: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
	Slide 25: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
	Slide 26: PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DA EMPRESA
	Slide 27: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
	Slide 28: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
	Slide 29: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
	Slide 30: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
	Slide 31: PRINCÍPIO DA LIVRE INICIATIVA
	Slide 32: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA 
	Slide 33: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
	Slide 34: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
	Slide 35: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
	Slide 36: PRINCÍPIO DA LIVRE-CONCORRÊNCIA
	Slide 37: PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA
	Slide 38: PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA
	Slide 39: PRINCÍPIOS
	Slide 40: FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 41: FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 42: FONTES DO DIREITO EMPRESARIAL
	Slide 43: EMPRESA
	Slide 44: EMPRESA
	Slide 45: EMPRESA
	Slide 46: EMPRESA
	Slide 47: EMPRESA
	Slide 48: EMPRESA
	Slide 49: EMPRESA
	Slide 50: EMPRESA
	Slide 51: EMPRESA
	Slide 52: EMPRESA
	Slide 53: EMPRESA

Mais conteúdos dessa disciplina