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FATORES DE RISCO Relacionados com a fisiopatologia da formação de trombos - > Tríade de Virchow HEREDITÁRIOS X ADQUIRIDOS Mutação do fator V Gene de protrombina Desfibrinogenia Deficiência de plaminogênio ... Tabagismo Idade <75a AVC Obesidade Trauma Síndrome nefrótica TVP prévio FISIOPATOLOGIA CLASSIFICAÇÃO TEP Maciço: A pressão arterial sistólica < 90 mmHg por mais de 15 minutos, pressão arterial sistólica < 100 mmHg com história de hipertensão ou redução > 40% na pressão arterial sistólica basal; Q.C: predomina a dispneia, associada a sinais de baixo débito, como síncope, hipotensão e cianose TEP Submaciço: A pressão arterial normal, mas com outras evidências de estresse cardiopulmonar. Há uma hipocinesia ventricular direita moderada a grave, bem como elevações da troponina, pró-BNP, ou BNP. TEP de menor gravidade: Demais casos...·TEP confirmado é importante classificar e estratificar o paciente de acordo com a gravidade do quadro (risco de mortalidade) calculando o escore PESI Baixo risco Risco moderado Alto risco Muito alto risco Sem medidas específicas ou meias de compressão HNF 5.000Ul SC 12/12 ou HBPM (Tabela 1) ou meias elásticas de compressão graduada ou compressão pneumática intermitente HNF 5.000UI SC 8/8 h (ou 7.500UI 12/ 12h) ou HBPM ou compressão pneumática intermitente. HBPM ou cumarínico (INR acima de entre 1,5 e 2) ou heparina dose- ajustada ou compressão pneumática intermitente (combinada com HNF 5.000UI SC 8/8h ou HBPM). DIAGNÓSTICO QUADRO CLÍNICO PROFILAXIA Fatores que predispõe a TVP -> elementos da tríade de virchow e migração de êmbolos para os pulmões Formação de êmbolos -> MMI (íleo - femorais) -> Veia Cava inferior = chega no átrio direito -> V. D -> circulação pulmonar = OCLUSÃO DE VASOS ARTERIAIS PULMONARES O V.D tenta manter a homeostase com a manutenção do débito cardíaco, através do aumento da pressão pulmonar, mas...com isso têm-se uma dilatação da câmara direita, gerando um deslocamento do septo interventricular; A obstrução dos vasos leva a diminuição da pré-carga e a liberação de mediadores inflamatórios como o tromboxano que age promovendo a vasoconstrição e elevando a resistência pulmonar Os trombos podem se originar em membros superiores, mas é infrequente; Físicas: elevação dos MI; Meias elásticas de compressão; compressão pneumática; Filtro de veia cava inferior (permanentes e temporários) Farmacológicas: Heparina, cumarínicos, dextran, danaparóide sódico, inibidores diretos da trombina O tromboembolismo pulmonar também pode ser subdividido em TEP agudo, subagudo e crônico. TEP agudo: apresentam sintomas de início súbito no momento em que há a embolização do trombo para um dos ramos arteriais da circulação pulmonar TEP subagudo: passam a apresentar sintomas no decorrer de dias ou poucas semanas após a embolização TEP crônico: apresentam uma embolização na vasculatura pulmonar, desenvolvendo gradualmente (no flecorrer de meses a anos) hipertensão pulmonar. Tr íade clássica: Dispneia, dor torácica pleurít ica e hemoptise (tosse com sangue); TEP não altera os sinais vitais de forma previsível -> pacientes com FC <100bpm Maioria co pulmões l impos à ausculta Escore Geneva modificado ou Wells -> classif icar o paciente quanto ao r isco = guia a conduta WELLS : leva em consideração os principais fatores de r isco Pacientes de baixo r isco devem realizar o D-dímero, e se negativo está descartado TEP Pacientes de r isco intermediário a alto devem ser submetidos a exames de imagem. ESCORE BAIXO = D-DIMERO -> NEGATIVO = DESCARTO TEP | POSITIVO= ANGIO-TC DE TÓRAX ESCORE MÉDIO OU ALTO: REALIZO ANGIO-TC DE TÓRAX: SE VIER POSITIVO EU CONFIRMO TEP, SE VIER NEGATIVO EU DESCARTO TEP. NEGATIVO POSITIVO Deve ser iniciado a partir da suspeita de TEP= IMEDIATO 3 etapas: Inicial: 5-10 dias Longa duração: até 3 meses Prolongado: >3 meses Radiografia Angio de tórax Pode ser normal e, em determinados casos apresenta achados característicos: westermarck, Palla e Hampton Avalia as artérias de grande calibre e artérias subsegmentares, além de avaliar as 4 câmaras cardíacas DIAGNÓSTICO SUSPEITA DE TEP PROBABILIDADE PRÉ-TESTE BAIXA MÉDIA OU ALTA ANGIO-TC DE TÓRAX NEGATIVO POSITIVO TEP EXCLUÍDO TEP CONFIRMADO D-DÍMERO TEP EXCLUÍDO Está aumentado nos insultos em que o sistema de coagulação está trabalhando. ECG: Usado para diagnóstico diferencial de SCA. No TEP é incomum, mas pode haver a presença de “S1Q3T3” TRATAMENTO Paciente estável -> Heparina ou Fondaparinux ou Apixabana e rivaroxabana ou varfarina Paciente instável (<90mmHg por mais de 15min) ->trombolítico/trombólise sistêmico (até o 14o dia) ou trombólise guiada por cateter (centros de maior experiência) FILTROS DE VEIA CAVA: é uma alternativa para duas situações; Contraindicação à anticoagulação Falha da anticoagulação FILTRO DE VEIA CAVA Impede que os coágulos (trombos) que provocam a Trombose Venosa Profunda (TVP) causem embolia pulmonar, ou seja, o entupimento das artérias do pulmão. Apesar de prevenir TEP pode levar a TVP= formação de trombos no local do fi ltro VARFARINA Quando usada isolada apresenta riscos nos primeiros 5 dias de doença trombótica, por risco de exacerbação paradoxal da hipercoagulabilidade; Pode levar a hemorragia intracraniana mesmo em níveis de INR desejados PACIENTE QUE PRECISA DE ANTICOAGULANTE X PACIENTE QUE PRECISA DE TROMBÓLISE: Normotensão + função VD normal= Prevenção secundária com anticoagulação OU filtro de veia cava Normotensão com hipocinesia de VD= conduta individualizada Presença de hipotensão= anticoagulação com trombólise OU embolectomia OPÇÕES DE CONDUTA: Deambulação + reavaliação em 2 dias1. Métodos mecânicos: meia de compressão gradual; meia de compressão pneumática + Reavaliação em 2 dias2. Profilaxia indicada: Heparina de baixo peso molec. SC, 1x/d (enoxeparina 40mg ou dalteparina 5.000 UI) OU Heparina não fracionada, 5.000 UI SC, a cada 8h e manter por, mais ou menos, 10-14 dias ou enquanto tiver risco 3. OBS -> quando usar: Heparina de baixo peso molecular: obesidade, varizes, doenças reumatológicas e intestinais, inflamatórias, síndrome nefrótica e neoplásicas; Heparina não fracionada: Insuficiência renal crônica (manter TTPA <1,5x), cateter central para nutrição parenteral. ECG -> S1Q3T3 ECOCARDIOGRAMA -> avalia o VD Cintilografia V/Q -> exame de 2a linha Doppler de MMII -> para identificar TVP Arteriografia pulmonar -> quando Angio-TC não é satisfatória e para avaliar necessidade de intervenção invasiva