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LITERATURA PORTUGUESA Questão 6 O romance, expressão literária muito difundida no século XIX, encontrou “terreno fértil” para a elaboração do enredo em personagens cotidianas. Escritores europeus, como Honoré de Balzac, Gustave Flaubert, Émile Zola, bem como os escritores brasileiros, escreveram seus romances com base nos fatos da sociedade. Com base no exposto, analise as sentenças a seguir: I- Os escritores realistas expunham as ações do homem, levando em conta as condições econômicas e sociais. II- As história dos romances realistas confrontavam o aspecto social e sua condição financeira, apenas. III- O escritor deste período era imparcial, ou seja, não julgava os atos de seus personagens, apenas os descrevia. IV- Uma das características dos romances realistas é a denúncia das angústias que afligiam as pessoas. Agora, assinale a alternativa CORRETA: A As sentenças I, II e IV estão corretas. B As sentenças II e IV estão corretas. C As sentenças I, III e IV estão corretas. D As sentenças I, II e III estão corretas. Questão 7 O Naturalismo, por meio do caráter mais científico, buscou um novo tratamento ao Realismo. Em seus textos, os escritores naturalistas relataram a decadência das instituições e denunciam a hipocrisia. No que se refere à criação literária desse movimento, associe os itens, utilizando o código a seguir: I- Aluísio de Azevedo. II- Herculano Marcos Inglês de Souza. III- Raul Pompeia. IV- Júlio César Ribeiro. ( ) A Carne. ( ) O Ateneu. ( ) O Livro de uma Sogra. ( ) O Coronel Sangrado. Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: A II - I - IV - III. B IV - I - III - II. C I - III - IV - II. D IV - III - I - II. Questão 8 O Realismo literário demonstra uma tentativa de reconhecimento da realidade, acompanhada da reelaboração da linguagem. Para os escritores realistas, a vida social é: A Um jogo de interesses em que os sentimentos individuais não contam. B Uma descrição do sentimento, na qual o amor aparece como o tema central. C Uma caracterização do sonho e da emoção. D Uma concepção idealizada da ação humana.