Logo Passei Direto
Buscar

Constipação Intestinal SBP

Guia prático da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre constipação intestinal na infância. Inclui prevalência e frequência por idade, definição e descrição do comportamento de retenção, critérios de Roma IV para diagnóstico, sinais e diagnóstico diferencial (aguda/crônica; orgânica/funcional).

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024) • Sociedade Brasileira de Pediatria
O hábito intestinal normal na criança é muito 
variável, mas o número de evacuações tende a 
reduzir com a idade, ocorrendo em média quatro 
vezes ao dia em lactentes; duas vezes ao dia em 
crianças de até dois anos e uma vez ao dia após 
os quatro anos de idade.1,2
Os distúrbios da evacuação na criança, geram 
desconforto e preocupação para o paciente e 
para os familiares de forma muito marcante. As 
queixas de constipação intestinal com ou sem 
incontinência fecal correspondem a aproxima-
damente 3% das consultas de rotina em consul-
tórios pediátricos e até 25% das consultas nos 
serviços de gastroenterologia pediátrica.3
A constipação intestinal funcional é o diag-
nóstico mais frequente, sendo responsável 
por 95% dos casos na infância.2 A prevalência 
populacional agrupada é estimada em 9,5% no 
mundo todo, sendo que em 17% a 40% dos 
pacientes os sintomas se iniciam no primeiro 
ano de vida.4
A constipação intestinal deve ser conside-
rada um sintoma, e não um diagnóstico (isto é, 
Nº 144, 04 de Abril de 2024
Guia Prático de Orientação
Constipação intestinal
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024)
Presidente: Cristina Helena Targa Ferreira
Secretária: Elisa de Carvalho
Conselho Científico: Amália Maria Porto Lustosa, Caroline Sales de Souza, 
Maria do Carmo Barros de Melo, Marise Helena Cardoso Tófoli, 
Mauro Batista de Morais, Roberta Paranhos Fragoso, Rose Terezinha Marcelino
Relatores: Mário César Vieira e Gabriela Guimarães Vieira
Departamento Científico de 
Gastroenterologia (gestão 2022-2024)
Constipação intestinal
2
pode ser a manifestação de uma variedade de 
doenças).
A definição de constipação intestinal funcio-
nal na infância mais aceita foi proposta pelos cri-
térios de Roma,5,6 com atualização publicada em 
2016 (Roma IV),7,8 descritos na Tabela 1.1,7,8 
Para fins práticos, o termo inclui um número 
de sintomas e sinais que determinam tanto a di-
ficuldade para evacuar, quanto a retenção anor-
mal de fezes. As fezes podem ser ressecadas, 
volumosas, expelidas com dificuldade e/ou em 
menor frequência. 
A constipação intestinal e o comportamento 
subsequente de retenção fecal geralmente se 
manifestam após uma experiência dolorosa ou 
desagradável durante a evacuação. Os pais des-
crevem uma criança que subitamente parece an-
siosa, cujo corpo fica rígido, com palidez facial e 
que cruza as pernas, pula para cima e para baixo 
e muitas vezes corre para um canto da casa ou 
atrás de um sofá, em movimentos estereotipa-
dos. Os pais muitas vezes confundem o compor-
tamento de retenção com a tentativa de defecar.1 
Devido às tentativas repetidas e bem sucedidas 
de reter as fezes, o reto se dilata e enche-se de 
grandes quantidades de material fecal. Como 
consequência desse tipo de comportamento, a 
retenção fecal pode se complicar com inconti-
nência fecal retentiva (no passado, denominada 
escape fecal ou “soiling”).1,2,9
Tabela 1. Critérios de Roma IV para diagnóstico de constipação intestinal funcional em crianças e 
adolescentes.1,7,8
Para crianças de menores de quatro anos 
(dois ou mais dos critérios seguintes presentes por pelo menos um mês)
– Duas ou menos evacuações por semana;
– Retenção excessiva de fezes;
– História de dor ou dificuldade nas evacuações;
– Fezes com grande calibre;
– Massa fecal no reto.
Crianças com controle esfincteriano – critério adicional:
– Pelo menos um episódio de incontinência fecal por semana;
– Fezes volumosas que podem obstruir o vaso sanitário.
Para crianças de quatro anos à adolescência 
(dois ou mais dos critérios seguintes presentes ao menos 
uma vez por semana por pelo menos um mês) 
– Duas ou menos evacuações no banheiro por semana;
– Pelo menos um episódio de incontinência fecal por semana;
– História de comportamento de retenção ou retenção voluntária excessiva de fezes;
– História de dor ou dificuldade para evacuar;
– História de fezes de grande diâmetro que podem obstruir o vaso sanitário;
– Grande massa fecal no reto.
Em todas as faixas etárias
– Deve haver critérios insuficientes para o diagnóstico de síndrome do intestino irritável nos 
pacientes com idade superior a quatro anos.
– Os sintomas não devem ser plenamente explicados por outra condição médica.
3
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024) • Sociedade Brasileira de Pediatria
Diagnóstico diferencial
Pode-se classificar a constipação intestinal 
em aguda ou crônica e em orgânica ou funcional.
A constipação intestinal aguda pode ocorrer 
em crianças que apresentem intercorrências clí-
nicas (p.ex. doença infecciosa) por diminuição 
da ingestão de alimentos e de líquidos, causan-
do redução no volume e ressecamento das fezes. 
Nesses casos, a normalidade é restabelecida na 
maioria das vezes com a recuperação do quadro 
clínico desencadeante, mas pode eventualmen-
te progredir para o início de quadro de constipa-
ção intestinal funcional.2,9
Quando a constipação intestinal é causada 
por doença orgânica, a natureza real do proble-
ma geralmente é evidente na primeira infância 
e identificada na avaliação clínica. Em crianças 
maiores, mesmo que possível, raramente há as-
sociação com doença orgânica (constipação in-
testinal funcional).2
Na presença de sinais e sintomas de alarme 
para causas orgânicas, deve ser realizada in-
vestigação complementar direcionada. Alguns 
sintomas e sinais de alarme incluem o atraso na 
eliminação de mecônio (mais de 48 horas após 
o nascimento); o início no primeiro mês de vida; 
a presença de outros sintomas extraintestinais 
(vômitos biliosos, febre, queda do estado geral); 
o baixo ganho de peso e estatura; as alterações 
ao exame neurológico ou ao exame da coluna 
lombar; a presença de sangue nas fezes; de tufo 
de pelos na região sacral, e a presença de fístulas 
perineais,1,2
A seguir, estão descritos alguns dos diagnós-
ticos diferenciais que devem ser considerados 
em crianças com constipação intestinal.1,2
• Pseudoconstipação intestinal na vigência de 
aleitamento natural,
• Disquesia do lactente,
• Constipação intestinal funcional (90%-95%),
• Constipação intestinal secundária a lesões 
anais,
– Fissuras anais, ânus ectópico anterior, este-
nose e atresia anal,
• Constipação intestinal neurogênica,
– Doenças da medula espinhal (mielomenin-
gocele), paralisia cerebral,
– Doença de Hirschsprung, pseudo-obstrução 
intestinal crônica,
• Constipação intestinal secundária a doenças 
endócrinas e metabólicas,
– Hipotireoidismo, acidose tubular renal,
• Constipação intestinal induzida por drogas,
– Uso de medicamentos (fenitoína, imiprami-
na, fenotiazida, codeína, sais de ferro), e
• Constipação intestinal por alergia à proteína 
de leite de vaca.
• Doença celíca
Abordagem diagnóstica
A avaliação clínica do paciente deve começar 
com a anamnese e o exame físico detalhados, 
tendo-se em mente a história natural da consti-
pação intestinal funcional. Exames complemen-
tares não são necessários, na maioria das vezes, 
e devem ser reservados aos pacientes refratários 
ao tratamento e àqueles que apresentem sinais 
ou sintomas de alarme.
Deve-se ter em mente algumas situações clí-
nicas que devem ser consideradas na avaliação 
do lactente com constipação intestinal. 
A pseudoconstipação intestinal ocorre na vi-
gência de aleitamento materno e corresponde 
ao aumento no intervalo entre as evacuações, 
no entanto, com fezes amolecidas e eliminadas 
sem dor ou dificuldade. Pode gerar preocupação 
para os pais e pediatras e não necessita inter-
venção terapêutica.9 Estima-se que prevalência 
de pseudoconstipação intestinal seja de 5,1% 
no primeiro semestre de vida.10
Outra situação que deve ser reconhecida é a 
disquesia do lactente que se inclui entre os dis-
Constipação intestinal
4
túrbios gastrintestinais funcionais do lactente.7,9 
Caracteriza-se pela ocorrência de pelo menos 10 
minutos de esforço ou choro antesda evacuação 
que se completa ou não, na ausência de outros 
problemas de saúde, em lactentes com idade in-
ferior a 9 meses (critério de Roma IV).7 Pesquisa 
realizada em consultórios pediátricos brasileiros 
identificou a presença de disquesia em 3,9% 
dos lactentes.11 Apesar de não exigir tratamento 
e desaparecer espontaneamente, é fundamental 
seu reconhecimento para evitar que sejam ado-
tadas práticas desnecessárias, como por exem-
plo, o uso de supositórios.7,9
Deve-se obter informações sobre a idade de 
início; a frequência das evacuações; o tamanho e 
a consistência das fezes; o hábito de retenção e 
a presença de incontinência fecal. Deve-se tam-
bém pesquisar a história familiar de constipação 
intestinal e de outros sintomas gastrintestinais 
funcionais. Há elevada frequência de constipa-
ção intestinal entre os familiares, principalmen-
te levando em conta a influência dos hábitos ali-
mentares que dizem respeito a toda a família.
A escala de Bristol pode contribuir na defini-
ção das características das fezes como um com-
plemento à anamnese detalhada que é impres-
cindível para aplicar os critérios de Roma IV.9
Ao exame físico deve-se avaliar o tônus da 
musculatura abdominal, o conteúdo abdomi-
nal e o estado neurológico do paciente. Deve 
ser realizada inspeção da região perineal, para 
identificar a posição do orifício anal, assim como 
fissuras anais e escape fecal. Não há evidências 
para recomendar a realização de toque retal para 
o diagnóstico de constipação intestinal em todos 
os pacientes, especialmente em crianças maio-
res de um ano de idade sem sinais e sintomas 
de alarme. O toque retal não deve ser realizado 
quando há suspeita de violência sexual, situação 
que exige avaliação multiprofissional. Entretan-
to, o toque retal pode ser recomendado quando 
há suspeita de fecaloma, sinais de alarme e/ou 
suspeita de causas orgânicas.1
O pediatra pode necessitar fazer a diferen-
ciação entre constipação intestinal funcional e 
doença de Hirschsprung (DH). Informações da 
anamnese e exame físico contribuem para que 
esta diferenciação seja feita. Esforço intenso 
para evacuar e incontinência fecal são raramente 
observados na DH, uma vez que as fezes são re-
tidas acima do reto. Por sua vez, o canal anal e o 
reto são estreitos e quase sempre vazios na DH. 
Nas crianças com constipação intestinal funcio-
nal com retenção, geralmente o reto é dilatado e 
cheio de fezes.
Exames complementares
A maioria das crianças requer mínima ou ne-
nhuma investigação com exames complemen-
tares. Estudos radiológicos geralmente não são 
indicados na constipação intestinal funcional. 
A radiografia simples de abdômen pode even-
tualmente ser útil para avaliar a presença e a 
extensão da retenção fecal nos pacientes em 
que a palpação abdominal é difícil, mas não é 
recomendada de rotina.2,12
A investigação de hipotireoidismo, de doen-
ça celíaca ou de hipercalemia em pacientes sem 
sinais de alarme não é recomendada de rotina, 
mas pode ser considerada nos casos que não res-
pondem ao tratamento inicial. Em lactentes com 
constipação intestinal refratária, pode ser con-
siderada a realização de teste terapêutico com 
dieta de exclusão de proteína do leite de vaca, 
seguido de teste de desencadeamento oral aber-
to para identificar alergia a essa proteína.1,13
A principal indicação de realização de mano-
metria anorretal é a constipação intestinal refra-
tária, para avaliar a presença do reflexo inibitório 
retoanal e outros aspectos da função evacuató-
ria. Este exame também pode ser recomendado 
em crianças maiores que apresentam sintomas 
sugestivos de DH.1
O exame radiológico de enema opaco (sem 
preparo) pode ser realizado nos casos suspeitos 
de DH, mas não exclui a necessidade de realiza-
ção de biópsia retal ou de manometria anorretal, 
5
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024) • Sociedade Brasileira de Pediatria
tendo mais importância na avaliação da exten-
são do segmento agangliônico antes da aborda-
gem cirúrgica.1,2
Tratamento
O pediatra que tem contato com a criança e a 
família desde o nascimento pode dar o aconse-
lhamento preventivo quanto às práticas alimen-
tares, à interpretação do funcionamento intesti-
nal normal e à detecção precoce de sintomas de 
constipação intestinal. A dieta da família deve 
ser reestruturada para ser saudável e fornecer 
quantidade adequada de fibras alimentares con-
forme destacado no Brasil há mais de duas déca-
das.14,15 A ingestão de líquidos também deve ser 
avaliada, considerando que, no Brasil, a exemplo 
de outros países, se observa alta prevalência de 
hipoidratação (desidratação voluntária)16 que 
pode se associar à constipação intestinal funcio-
nal.17,18
Uma vez estabelecida, a constipação intesti-
nal deve ser tratada com um programa que in-
clua elementos de educação e aconselhamen-
to; esvaziamento e manutenção (prevenção da 
retenção).
Deve-se explicar em detalhes o programa 
de tratamento aos pais/responsáveis e à crian-
ça, informando que há necessidade de acompa-
nhamento a longo prazo. Quando os pacientes e 
familiares estão adequadamente informados, há 
redução na preocupação e frustração, com me-
lhor adesão ao tratamento. A comunicação com 
a criança é muito importante, para discutir os 
aspectos de culpa, vergonha e punição.
Há diferentes opções de tratamento farma-
cológico.
O polietilenoglicol (PEG) é o medicamento 
de primeira escolha no tratamento da constipa-
ção intestinal funcional em crianças.1 O PEG é 
um polímero biologicamente inerte e solúvel em 
água que é minimamente absorvido no trato gas-
trointestinal.19-21 O PEG interage com as molécu-
las de água formando ligações de hidrogênio, em 
uma proporção de 100 moléculas de água por 
1 molécula de PEG, o que leva a um aumento 
adicional na água no conteúdo do cólon.21
As preparações estão disponíveis em dife-
rentes formulações e dosagens, que variam en-
tre os fabricantes incluindo o PEG 3350 e o PEG 
4000 (os números indicam o peso molecular do 
produto). O PEG com peso molecular alto e in-
termediário é considerado atóxico, pois é mini-
mamente absorvido após ingestão oral. Algumas 
formulações contêm eletrólitos adicionados, 
como cloreto de sódio, cloreto de potássio, bi-
carbonato de sódio e sulfato de sódio.10-13 A for-
ma farmacêutica em solução pode oferecer mais 
comodidade posológica e a ausência de eletróli-
tos melhora a palatabilidade e pode beneficiar a 
adesão ao tratamento. O PEG pode também ser 
obtido em farmácias de manipulação.
O PEG é altamente eficaz, tem bom perfil de 
segurança, sendo bem tolerado pelos pacien-
tes.19-23
Sua eficácia é dose dependente, o que signi-
fica que doses mais altas levam à evacuação de 
fezes cada vez mais amolecidas. Após a ingestão 
oral, leva-se aproximadamente 24 a 48 horas 
para que seja observado efeito na consistência 
das fezes.
Quando se inicia o tratamento, é importante 
garantir a “limpeza” do cólon para assegurar o 
sucesso terapêutico do tratamento e evitar com-
plicações, como incontinência fecal por aumento 
de fluxo de fezes.
A opção pela modalidade de esvaziamento 
depende da gravidade da retenção e da colabo-
ração do paciente e dos familiares.
O uso do PEG e do enema ou clister são igual-
mente efetivos para o esvaziamento do cólon, 
entretanto, o uso do PEG é recomendado como 
tratamento de primeira linha mesmo se asso-
ciando com maior frequência de incontinência 
fecal durante a fase inicial da desimpactação.1 
A dose nesta primeira fase de tratamento é de 
Constipação intestinal
6
1 a 1,5 g/kg/dia por três dias ou até que se perce-
ba que houve esvaziamento das fezes retidas.1,2 
É possível utilizar enema com solução salina 
0,9% (5 a 10 ml/Kg à noite) em menores de um 
ano e 6 ml/Kg em maiores de um ano) ou ene-
ma de fosfato de sódio em pacientes acima de 
um ano (2,5 ml/Kg).1 No entanto, esta estratégia 
tende a ser mais desconfortável e invasiva para o 
paciente, devendo ser reservada para os casos 
em que o tratamentocom PEG por via oral não 
seja possível. Pelo fato de existir algum risco de 
hiperfosfatemia, o enema de fosfato de sódio 
deve ser evitado.24
O objetivo do tratamento de manutenção é 
manter a evacuação de fezes pastosas diárias ou 
a cada dois dias, para prevenir retenção fecal e 
evitar a passagem de fezes volumosas.1 Os ele-
mentos principais incluem o uso de medicamen-
tos, a modificação da dieta e o recondicionamen-
to do hábito intestinal.
Nessa fase, o PEG é superior a outros laxan-
tes orais, sendo recomendado como tratamento 
de manutenção de primeira linha para constipa-
ção intestinal. A dose recomendada é de 0,2 a 
0,8 g/kg/dia, podendo ser aumentada ou reduzi-
da de acordo com a consistência das fezes. O PEG 
é seguro para uso em longo prazo em qualquer 
faixa etária, tem poucos e toleráveis efeitos co-
laterais e sua aceitação via oral é boa.1,2,20,21,23-26 
Vale lembrar que nas bulas de produtos comer-
cializados no Brasil indica-se sua utilização a 
partir dos dois anos de idade.
A lactulose é um dissacarídeo sintético com-
posto de galactose e frutose, não absorvível que 
aumenta o conteúdo de água nas fezes por efei-
to osmótico, sendo bem tolerada para o uso pro-
longado e podendo ser recomendada como se-
gunda opção terapêutica quando o PEG não está 
disponível, na dose de 1 a 3 mL/kg/dia.1,3 Como 
se trata de um açúcar, este produto pode sofrer 
fermentação pelas bactérias do cólon, levando a 
flatulência e cólicas.
O uso de óleo mineral, leite de magnésia e 
laxantes estimulantes pode ser considerado 
como tratamento adicional ou de segunda linha. 
O óleo mineral age como lubrificante e deve ser 
evitado em pacientes menores de dois anos ou 
com distúrbios de deglutição associados, e nun-
ca deve ser administrado à força às crianças, pelo 
risco de aspiração.1-3,26,27
Apesar do PEG ter sido descrito na literatura 
brasileira em 2011, uma parcela expressiva dos 
médicos não utiliza este produto, provavelmen-
te por falta de informações sobre sua eficácia e 
segurança.28-31
É frequente, na prática, observar-se fracas-
so do programa terapêutico que pode estar re-
lacionado com falta de adesão ao tratamento.32 
Considera-se, também, que o custo do tratamen-
to nem sempre é compatível com o orçamento 
da família de muitos pacientes. Neste contexto, 
em 2022, Morais comenta no Reporte Semanal 
do Jornal de Pediatria que o PEG, considerado 
como a primeira opção para o tratamento da 
constipação intestinal funcional, em geral, não 
é disponibilizado pela maior parte dos serviços 
de saúde.33 Assim, propõe que os profissionais 
de saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria 
devam desenvolver ações para que as autori-
dades sanitárias incluam o PEG nas unidades 
de dispensação de medicamentos em todo o 
território nacional.33
Outro aspecto importante, do ponto de vista 
de saúde pública, é a falta de reconhecimento 
da constipação intestinal funcional na popula-
ção em geral. Estudo com escolares mostrou que 
apenas 17% daqueles com constipação intesti-
nal funcional caracterizada pelo critério de Roma 
IV haviam recebido algum tipo de tratamento 
nos últimos dois meses.34 Assim, tanto pacientes 
e familiares como profissionais de saúde devem 
estar atentos para identificar e tratar a constipa-
ção intestinal funcional interrompendo a pro-
gressão para situações com maior gravidade.1,7-9
O tratamento medicamentoso de manuten-
ção deve ser recomendado por ao menos dois 
meses e, todos os sintomas de constipação 
intestinal devem estar ausentes por ao menos 
um mês, antes de a redução gradual da dosagem 
da medicação ser considerada.1,3
7
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024) • Sociedade Brasileira de Pediatria
Além do tratamento medicamentoso, é im-
portante considerar a qualidade da alimentação 
que tem grande importância no início e na per-
petuação da constipação intestinal e que deve 
ser avaliada na tentativa de detectar e corrigir 
possíveis erros. Sabe-se que a dieta com baixo 
teor de fibras é fator de risco para constipação 
intestinal funcional na infância, entretanto, não 
há evidências para recomendar o uso de fibras 
adicionais para o tratamento.14,15 A ingestão 
adequada de fibras deve ser recomendada, mas 
não sua suplementação.1,3 A utilização de ali-
mentos crus, como frutas, com casca e bagaço 
quando possível, leguminosas, hortaliças, e de 
cereais e pães integrais deve ser estimulada.14,15
É importante enfatizar que a mudança na 
dieta requer a participação e o apoio familiar.
O recondicionamento do hábito de evacuar 
compreende o treinamento para sentar-se no 
vaso e evacuar em horários regulares, principal-
mente após as refeições, para tirar vantagem do 
reflexo gastrocólico. Um período razoável (de 5 a 
10 minutos) deve ser gasto na tentativa de eva-
cuar por completo. O uso adequado de suporte 
para os pés e “redutores” do vaso sanitário é 
muito importante.1,2
É recomendável que os pais/responsáveis e 
pacientes mantenham um diário de evacuação, 
de incontinência fecal e de uso de medicamentos 
para ajudar a monitorar a adesão ao tratamento 
e ajustar o programa. Os elogios e recompensas 
devem ser utilizados para as atitudes de sucesso 
e a punição deve ser evitada.
Apesar de haver associação entre os proble-
mas comportamentais e psicológicos com a re-
tenção e a incontinência fecal, o tratamento clí-
nico apropriado geralmente leva à melhora das 
tensões emocionais do paciente e dos familia-
res. Algumas vezes, problemas comportamentais 
e psiquiátricos dificultam o tratamento e estes 
pacientes devem ser acompanhados pela psico-
logia durante o programa de tratamento clínico. 
Até o momento, não há evidências suficien-
tes para concluir que os probióticos são eficazes 
no tratamento da constipação intestinal funcio-
nal em crianças ou na alteração da frequência da 
evacuação, quando comparados ao placebo.35
Outros medicamentos e procedimentos tera-
pêuticos devem ser indicados, quando necessá-
rio, após avaliação pelo especialista em Gastro-
enterologia Pediátrica.
Constipação intestinal refratária
Em 2014, constipação intestinal intratável 
foi definida pelas Sociedades Europeia e Ame-
ricana de Gastroenterologia, Hepatologia e Nu-
trição para os pacientes que não respondem ao 
tratamento ótimo no período de três meses.1 
Entretanto, o termo refratário vem sendo uti-
lizado com maior frequência e propriedade.9,36 
Na prática, observa-se que a principal causa 
de fracasso terapêutico é a falta de tratamento 
adequado por baixa adesão ou mesmo devido 
à prescrição de doses baixas administradas de 
forma não contínua.9 É frequente, também, a 
falta de plena desimpactação na fase inicial, o 
que inviabiliza o êxito do tratamento de manu- 
tenção.9
Em geral, no contexto da constipação intes-
tinal refratária discute-se a utilização de outros 
laxantes ou novas moléculas como lubiprostona, 
linaclotida e prucaloprida que apesar de apre-
sentarem resultados promissores em adultos, 
ainda não devem ser utilizadas em crianças e 
adolescentes.27 Em alguns centros especializa-
dos o biofeedback, estimulação elétrica transcu-
tânea, enemas anterógrados e irrigação transanal 
são realizados em pacientes que não respondem 
ao tratamento habitual, em geral, como parte 
de protocolos de pesquisa clínica.24,37 Estes pro-
cedimentos, assim como determinados proce-
dimentos cirúrgicos, devem ficar restritos aos 
serviços especializados e ser destinados a grupo 
extremamente limitado de pacientes que preen-
cham critérios clínicos, fisiológicos e psicológi-
cos rigorosamente definidos.
Constipação intestinal
8
Considerações finais
Apesar da constipação intestinal poder ser 
considerada um problema simples, é uma situa-
ção crônica e estressante para as crianças e para 
toda a sua família. Quando não é tratada ade-
quadamente, o hábito intestinal da criança vai se 
tornar o foco primário da atenção dos pacientes 
e dos familiares gerando impacto significativo 
na qualidade de vida. 
Portanto, a atenção preventiva,o diagnós-
tico e o tratamento devem ser realizados ade-
quadamente para mostrar resultados positivos 
que levem à melhora clínica e à restauração da 
qualidade de vida e da dinâmica familiar.
Fluxograma Prático para o Manejo da Constipação Intestinal
SIM
SIM
SIM
NÃO
NÃO
NÃO
Sinais/ 
Sintomas de Alarme
Impactação 
Fecal
Melhora
Constipação
Esvaziamento 
do cólon
Tratamento:
• Educação
• Laxante osmótico (Polietilenoglicol 3350 ou 4000)
• Ingestão adequada de fibras alimentares
• Atividade física
• Treinamento de toalete
• Tratamento de manutenção 
• Retirada gradual da medicação conforme evolução
Considerar investigar outras causas 
*ver texto
Encaminhar para atendimento especializado para exames 
(manometria, exames radiológicos) e tratamentos específicos 
*ver texto
Encaminhar para 
atendimento 
especializado
Constipação Funcional (Critério de Roma IV)
9
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024) • Sociedade Brasileira de Pediatria
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
13. Venter C, Brown T, Meyer R, Walsh J, Shah N, Nowak-
Węgrzyn A, et al. Better recognition, diagnosis 
and management of non-IgE-mediated cow’s 
milk allergy in infancy: iMAP-an international 
interpretation of the MAP (Milk Allergy in Primary 
Care) guideline. Clin Transl Allergy. 2017;7:26.
14. Morais MB, Maffei HVL. Constipaçao intestinal. J 
Pediatr 2000;76(Supl 2):S147–56.
15. Maffei HVL, Morais MB. Proposals to approximate 
the pediatric Rome constipation criteria 
to everyday practice. Arq Gastroenterol. 
2018;55(Suppl 1):56-60.
16. Dias FC, Boilesen SN, Tahan S, Melli LC, Morais MB. 
Prevalence of voluntary dehydration according to 
urine osmolarity in elementary school students 
in the metropolitan region of São Paulo, Brazil. 
Clinics (Sao Paulo). 2019;26;74:e903.
17. Boilesen SN, Dias FC, Tahan S, Melli LCFL, de 
Morais MB. Fluid intake and urinary osmolality in 
pediatric patients with functional constipation. 
Eur J Nutr.2021;60:4647-4655.
18. Dias FC, Melli LCFL, Boilesen SN, Tahan S, Morais 
MB. Hypohydration, Functional Constipation, and 
Physical Activity in Elementary School Students. J 
Pediatr Gastroenterol Nutr. 2023;77(2):203-206.
19. DiPalma JA, DeRidder PH, Orlando RC, Kolts BE, 
Cleveland MB. A randomized, placebo-controlled, 
multicenter study of the safety and efficacy 
of a new polyethylene glycol laxative. Am J 
Gastroenterol. 2000;95(2):446-50.
20. Alper A, Pashankar DS. Polyethylene glycol: a 
game-changer laxative for children. J Pediatr 
Gastroenterol Nutr. 2013;57(2):134-40.
21. Koppen IJN, Broekaert IJ, Wilschanski M, 
Papadopoulou A, Ribes-Koninckx C, Thapar N, et 
al. Role of Polyethylene Glycol in the Treatment 
of Functional Constipation in Children. J Pediatr 
Gastroenterol Nutr. 2017;65(4):361-3. 
22. Chaussade S, Minić M. Comparison of efficacy 
and safety of two doses of two different 
polyethylene glycol-based laxatives in the 
treatment of constipation. Aliment Pharmacol 
Ther. 2003;17(1):165-72.
23. Thomson MA, Jenkins HR, Bisset WM, Heuschkel 
R, Kalra DS, Green MR, et al. Polyethylene glycol 
3350 plus electrolytes for chronic constipation 
in children: a double blind, placebo controlled, 
crossover study. Arch Dis Child. 2007;92(1): 
996-1000.
24. Torres MRF, Melo MCB, Guimarães EV. Constipação 
Intestinal. IN: Vasconcellos MC, Ferreira AR, 
Oliveira BM, Alves CRL, Alvim CG. Pediatria 
Ambulatorial. Belo Horizonte: Coopmed. 6. ed., 
2022. p. 749-764
01. Tabbers MM, DiLorenzo C, Berger MY, Faure C, 
Langendam MW, Nurko S, et al. European Society 
for Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and 
Nutrition; North American Society for Pediatric 
Gastroenterology. Evaluation and treatment of 
functional constipation in infants and children: 
evidence-based recommendations from 
ESPGHAN and NASPGHAN. J Pediatr Gastroenterol 
Nutr. 2014;58(2):258-74.
02. Mulhem E, Khondoker F, Kandiah S. Constipation 
in Children and Adolescents: Evaluation and 
Treatment. Am Fam Physician. 2022;105(5): 
469-78.
03. Madani S, Tsang L, Kamat D. Constipation 
in children: a practical review. Pediatr Ann. 
2016;45(5): e189-96.
04. Koppen IJN, Vriesman MH, Saps M, Rajindrajith S, 
Shi X, van Etten-Jamaludin FS, et al. Prevalence 
of functional defecation disorders in children: a 
systematic review and meta-analysis. J Pediatr. 
2018; 198:121-30. e 6.
05. Hyman PE, Milla PJ, Benninga MA, Davidson GP, 
Fleisher DF, Taminiau J. Childhood functional 
gastrointestinal disorders: neonate/toddler. 
Gastroenterology. 2006;130(5):1519-26.
06. Rasquin A, Di Lorenzo C, Forbes D, Guiraldes E, 
Hyams JS, Staiano A, et al. Childhood functional 
gastrointestinal disorders: child/adolescent. 
Gastroenterology. 2006;130(5):1527-37.
07. Benninga MA, Nurko S, Faure C, Hyman PE, 
Roberts ISJ, Schechter NL. Childhood functional 
gastrointestinal disorders: neonate/toddler. 
Gastroenterology. 2016;150(6):1443-55. 
08. Hyams JS, Di Lorenzo C, Saps M, Shulman RJ, 
Staiano A, van Tilburg M. Childhood functional 
gastrointestinal disorders: child/ adolescent. 
Gastroenterology 2016;150(6):1456-68.
09. Morais MB. Constipação Intestinal. In: Tratado de 
Pediatria SBP. 5ª. ed. Manole, Barueri. 2022.Cap 
10 pag 1335-1343.
10. Aguirre AN, Vítolo MR, Puccini RF, de Morais MB. 
Constipation in infants: influence of type of 
feeding and dietary fiber intake. J Pediatr (Rio J). 
2002;78(3):202-8.
11. de Morais MB, Toporovski MS, Tofoli MHC, Barros 
KV, Silva LR, Ferreira CHT. Prevalence of Functional 
Gastrointestinal Disorders in Brazilian Infants 
Seen in Private Pediatric Practices and Their 
Associated Factors. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 
2022;75(1):17-23.
12. Cunha TB, Tahan S, Soares MF, Lederman HM, 
Morais MB. Abdominal radiograph in the 
assessment of fecal impaction in children with 
functional constipation: comparing three scoring 
systems. J Pediatr (Rio J). 2012;88(4):317-22.
Constipação intestinal
10
32. Steiner SA, Torres MR, Penna FJ, Gazzinelli BF, 
Corradi CG, Costa AS, et al. Chronic functional 
constipation in children: adherence and factors 
associated with drug treatment. J Pediatr 
Gastroenterol Nutr. 2014;58(5):598-602.
33. Morais MB. Comentário no Reporte Semanal 
do Jornal de Pediatria. n° 12/2022. chrome-
extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/
sbp/2022/junho/22/Rep_Seman_No12_-
_2022_-_Morais.pdf Acessado em fevereiro de 
2024.
34. Silva LBDD, Dias FC, Melli LCFL, Tahan S, Morais 
MB. Clinical spectrum of functional constipation 
and bowel-habit patterns of schoolchildren 
recruited from two elementary schools and a 
specialized outpatient clinic. Arq Gastroenterol. 
2022; 59:263-267.
35. Wallace C, Sinopoulou V, Gordon M, Akobeng AK, 
Llanos-Chea A, Hungria G, et al. Probiotics for 
treatment of chronic constipation in children. 
Cochrane Database of Systematic Reviews 2022 
Mar 29;3(3):CD014257
36. Arruda VPA, Bellomo-Brandão MA, Bustorff-Silva 
JM, Lomazi EA. Refractory functional constipation: 
clinical management or appendicostomy? J 
Pediatr (Rio J). 2020; 96:210-216.
37. Patel S, Hopson P, Bornstein J, Safder S. Impact of 
Transanal Irrigation Device in the Management 
of Children With Fecal Incontinence and 
Constipation. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 
2020;71(3):292-297.
25. Nurko S, Youssef NN, Sabri M, Langseder A, 
McGowan J, Cleveland M, et al. PEG3350 in 
the treatment of childhood constipation: a 
multicenter, double-blinded, placebo-controlled 
trial. J Pediatr. 2008;153(2):254-61, 261.e1.
26. Southwell BR. Treatment of childhood 
constipation: a synthesis of systematic reviews 
and meta-analyses. Expert Rev Gastroenterol 
Hepatol. 2020;14(3):163-74.
27. de Geus A, Koppen IJN, Flint RB, Benninga MA, 
Tabbers MM. An Update of Pharmacological 
Management in Children with Functional 
Constipation. Paediatr Drugs. 2023;25(3): 
343-358
28. Gomes PB, Duarte MA, Melo MC. Comparison of 
the effectiveness of polyethylene glycol 4000 
without electrolytes and magnesium hydroxidein 
the treatment of chronic functional constipation 
in children. J Pediatr (Rio J). 2011; 87:24-8.
29. Torres MRF, Melo MCB, Purcino FAC, Maia J, 
Aliani NA, Rocha HC. Knowledge and Practices of 
Pediatricians Regarding Functional Constipation 
in the State of Minas Gerais, Brazil. J Pediatric 
Gastroenterol Nutr. 2015; 61:74-79.
30. Vieira MC, Negrelle IC, Webber KU, Gosdal M, 
Truppel SK, Kusma SZ. Pediatrician’s knowledge 
on the approach of functional constipation. Rev 
Paul Pediatr. 2016;34: 425-431.
31. de Campos GRC, Sandy NS, Lomazi EA, Bellomo-
Brandao MA. Management of children with 
functional constipation referred to tertiary care. J 
Pediatr (Rio J). 2022; 98: 289-295.
11
Departamento Científico de Gastroenterologia (gestão 2022-2024) • Sociedade Brasileira de Pediatria
Diretoria Plena
Triênio 2022/2024
www.sbp.com.br
Natasha Slhessarenko Fraife Barreto (MT)
Ana Alice Ibiapina Amaral Parente (RJ)
Cassio da Cunha Ibiapina (MG)
Luiz Anderson Lopes (SP)
Silvia Regina Marques (SP)
DIRETORIA DE PUBLICAÇÕES
Fábio Ancona Lopez (SP)
EDITORES DA REVISTA SBP CIÊNCIA
Joel Alves Lamounier (MG)
Marco Aurelio Palazzi Safadi (SP)
Mariana Tschoepke Aires (RJ)
EDITORES DO JORNAL DE PEDIATRIA (JPED)
COORDENAÇÃO:
Renato Soibelmann Procianoy (RS)
MEMBROS:
Crésio de Aragão Dantas Alves (BA)
Paulo Augusto Moreira Camargos (MG)
João Guilherme Bezerra Alves (PE)
Marco Aurelio Palazzi Safadi (SP)
Magda Lahorgue Nunes (RS)
Giselia Alves Pontes da Silva (PE)
Dirceu Solé (SP)
Antonio Jose Ledo Alves da Cunha (RJ)
EDITORES REVISTA RESIDÊNCIA PEDIÁTRICA
EDITORES CIENTÍFICOS:
Clémax Couto Sant’Anna (RJ)
Marilene Augusta Rocha Crispino Santos (RJ)
EDITORA ADJUNTA:
Márcia Garcia Alves Galvão (RJ)
CONSELHO EDITORIAL EXECUTIVO:
Sidnei Ferreira (RJ)
Isabel Rey Madeira (RJ)
Mariana Tschoepke Aires (RJ)
Maria De Fatima Bazhuni Pombo Sant’Anna (RJ)
Silvio da Rocha Carvalho (RJ)
Rafaela Baroni Aurílio (RJ)
Leonardo Rodrigues Campos (RJ)
Álvaro Jorge Madeiro Leite (CE)
Eduardo Jorge da Fonseca Lima (PE)
Marcia C. Bellotti de Oliveira (RJ)
CONSULTORIA EDITORIAL
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
Fábio Ancona Lopez (SP)
Dirceu Solé (SP)
Angélica Maria Bicudo (SP)
EDITORES ASSOCIADOS:
Danilo Blank (RS)
Paulo Roberto Antonacci Carvalho (RJ)
Renata Dejtiar Waksman (SP)
DIRETORIA DE ENSINO E PESQUISA
Angelica Maria Bicudo (SP)
COORDENAÇÃO DE PESQUISA
Cláudio Leone (SP)
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
COORDENAÇÃO:
Rosana Fiorini Puccini (SP)
MEMBROS:
Rosana Alves (ES)
Alessandra Carla de Almeida Ribeiro (MG)
Angélica Maria Bicudo (SP)
Suzy Santana Cavalcante (BA)
Ana Lucia Ferreira (RJ)
Silvia Wanick Sarinho (PE)
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
COORDENAÇÃO DE RESIDÊNCIA E ESTÁGIOS EM PEDIATRIA
COORDENAÇÃO:
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
MEMBROS:
Eduardo Jorge da Fonseca Lima (PE)
Paulo de Jesus Hartmann Nader (RS)
Victor Horácio da Costa Junior (PR)
Silvio da Rocha Carvalho (RJ)
Tânia Denise Resener (RS)
Delia Maria de Moura Lima Herrmann (AL)
Helita Regina F. Cardoso de Azevedo (BA)
Jefferson Pedro Piva (RS)
Sérgio Luís Amantéa (RS)
Susana Maciel Wuillaume (RJ)
Aurimery Gomes Chermont (PA)
Silvia Regina Marques (SP)
Claudio Barssanti (SP)
Marynea Silva do Vale (MA)
Liana de Paula Medeiros de A. Cavalcante (PE)
COORDENAÇÃO DAS LIGAS DOS ESTUDANTES
COORDENADOR: 
Lelia Cardamone Gouveia (SP)
MEMBROS:
Cassio da Cunha Ibiapina (MG)
Luiz Anderson Lopes (SP)
Anna Tereza Miranda Soares de Moura (RJ)
Adelma Alves de Figueiredo (RR)
André Luis Santos Carmo (PR)
Marynea Silva do Vale (MA)
Fernanda Wagner Fredo dos Santos (PR)
MUSEU DA PEDIATRIA (MEMORIAL DA PEDIATRIA BRASILEIRA)
COORDENAÇÃO:
Edson Ferreira Liberal (RJ)
MEMBROS:
Mario Santoro Junior (SP)
José Hugo de Lins Pessoa (SP)
Sidnei Ferreira (RJ)
Jeferson Pedro Piva (RS)
DIRETORIA DE PATRIMÔNIO
COORDENAÇÃO:
Claudio Barsanti (SP)
Edson Ferreira Liberal (RJ)
Maria Tereza Fonseca da Costa (RJ)
Paulo Tadeu Falanghe (SP)
REDE DE PEDIATRIA
AC - SOCIEDADE ACREANA DE PEDIATRA 
Ana Isabel Coelho Montero
AL - SOCIEDADE ALAGOANA DE PEDIATRIA 
Marcos Reis Gonçalves
AM - SOCIEDADE AMAZONENSE DE PEDIATRIA 
Adriana Távora de Albuquerque Taveira
AP - SOCIEDADE AMAPAENSE DE PEDIATRIA 
Camila dos Santos Salomão
BA - SOCIEDADE BAIANA DE PEDIATRIA 
Ana Luiza Velloso da Paz Matos
CE - SOCIEDADE CEARENSE DE PEDIATRIA 
João Cândido de Souza Borges
DF - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO DISTRITO FEDERAL 
Luciana de Freitas Velloso Monte
ES - SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE PEDIATRIA 
Carolina Strauss Estevez Gadelha
GO - SOCIEDADE GOIANA DE PEDIATRIA 
Valéria Granieri de Oliveira Araújo
MA - SOCIEDADE DE PUERICULTURA E PEDIATRIA 
DO MARANHÃO 
Silvia Helena Cavalcante de S. Godoy
MG - SOCIEDADE MINEIRA DE PEDIATRIA 
Márcia Gomes Penido Machado
MS - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO MATO GROSSO DO SUL 
Carmen Lúcia de Almeida Santos
MT - SOCIEDADE MATOGROSSENSE DE PEDIATRIA 
Paula Helena de Almeida Gattass Bumlai
PA - SOCIEDADE PARAENSE DE PEDIATRIA 
Vilma Francisca Hutim Gondim de Souza
PB - SOCIEDADE PARAIBANA DE PEDIATRIA 
Maria do Socorro Ferreira Martins
PE - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DE PERNAMBUCO 
Alexsandra Ferreira da Costa Coelho
PI - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO PIAUÍ 
Ramon Nunes Santos
PR - SOCIEDADE PARANAENSE DE PEDIATRIA 
Victor Horácio de Souza Costa Junior
RJ - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
Cláudio Hoineff
RN - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO RIO GRANDE DO NORTE 
Manoel Reginaldo Rocha de Holanda
RO - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DE RONDÔNIA 
Cristiane Figueiredo Reis Maiorquin
RR - SOCIEDADE RORAIMENSE DE PEDIATRIA 
Erica Patricia Cavalcante Barbalho
RS - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO RIO GRANDE DO SUL 
Jose Paulo Vasconcellos Ferreira
SC - SOCIEDADE CATARINENSE DE PEDIATRIA 
Nilza Maria Medeiros Perin
SE - SOCIEDADE SERGIPANA DE PEDIATRIA 
Ana Jovina Barreto Bispo
SP - SOCIEDADE DE PEDIATRIA DE SÃO PAULO 
Renata Dejtiar Waksman
TO - SOCIEDADE TOCANTINENSE DE PEDIATRIA 
Ana Mackartney de Souza Marinho
DEPARTAMENTOS CIENTÍFICOS
• Aleitamento Materno
• Alergia
• Bioética
• Cardiologia
• Dermatologia
• Emergência
• Endocrinologia
• Gastroenterologia
• Genética Clínica
• Hematologia
• Hepatologia
• Imunizações
• Imunologia Clínica
• Infectologia
• Medicina da Dor e Cuidados Paliativos
• Medicina do Adolescente
• Medicina Intensiva Pediátrica
• Nefrologia
• Neonatologia
• Neurologia
• Nutrologia
• Oncologia
• Otorrinolaringologia
• Pediatria Ambulatorial
• Ped. Desenvolvimento e Comportamento
• Pneumologia
• Prevenção e Enfrentamento das Causas Externas 
na Infância e Adolescência
• Reumatologia
• Saúde Escolar
• Sono
• Suporte Nutricional
• Toxicologia e Saúde Ambiental
GRUPOS DE TRABALHO
• Atividade física
• Cirurgia pediátrica
• Criança, adolescente e natureza
• Doença inflamatória intestinal
• Doenças raras
• Drogas e violência na adolescência
• Educação é Saúde
• Imunobiológicos em pediatria
• Metodologia científica
• Oftalmologia pediátrica
• Ortopedia pediátrica
• Pediatria e humanidades
• Pediatria Internacional dos Países de Língua Portuguesa/ 
Povos Originários do Brasil
• Políticas públicas para neonatologia
• Radiologia e Diagnóstico por Imagem
• Saúde mental
• Saúde digital 
• Saúde oral
PRESIDENTE: 
Clóvis Francisco Constantino (SP)
1º VICE-PRESIDENTE: 
Edson Ferreira Liberal (RJ)
2º VICE-PRESIDENTE: 
Anamaria Cavalcante e Silva (CE)
SECRETÁRIO GERAL: 
Maria Tereza Fonseca da Costa (RJ)
1º SECRETÁRIO: 
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
2º SECRETÁRIO: 
Rodrigo Aboudib Ferreira Pinto (ES)
3º SECRETÁRIO: 
Claudio Hoineff (RJ)
DIRETOR FINANCEIRO: 
Sidnei Ferreira (RJ)
1º DIRETOR FINANCEIRO: 
Maria Angelica Barcellos Svaiter (RJ)
2º DIRETOR FINANCEIRO: 
Donizetti Dimer Giambernardino Filho (PR)
DIRETORIA DE INTEGRAÇÃO REGIONAL
Eduardo Jorge da Fonseca Lima (PE)
COORDENADORES REGIONAIS
NORTE: Adelma Alves de Figueiredo (RR)
NORDESTE: Marynea Silva doVale (MA)
SUDESTE: Marisa Lages Ribeiro (MG)
SUL: Cristina Targa Ferreira (RS)
CENTRO-OESTE: Renata Belem Pessoa de Melo Seixas (DF)
COMISSÃO DE SINDICÂNCIA
TITULARES:
Jose Hugo Lins Pessoa (SP)
Marisa Lages Ribeiro (MG)
Marynea Silva do Vale (MA)
Paulo de Jesus Hartmann Nader (RS)
Vilma Francisca Hutim Gondim de Souza (PA)
SUPLENTES:
Analiria Moraes Pimentel (PE)
Dolores Fernanadez Fernandez (BA)
Rosana Alves (ES)
Silvio da Rocha Carvalho (RJ)
Sulim Abramovici (SP)
CONSELHO FISCAL
TITULARES:
Cléa Rodrigues Leone (SP)
Licia Maria Moreira (BA)
Carlindo de Souza Machado e Silva Filho (RJ)
SUPLENTES:
Jocileide Sales Campos (CE)
Ana Márcia Guimarães Alves (GO)
Gilberto Pascolat (PR)
ASSESSORES DA PRESIDÊNCIA PARA POLÍTICAS PÚBLICAS:
COORDENAÇÃO:
Maria Tereza Fonseca da Costa (RJ)
MEMBROS:
Donizetti Dimer Giamberardino Filho (PR)
Alda Elizabeth Boehler Iglesias Azevedo (MT)
Evelyn Eisenstein (RJ)
Rossiclei de Souza Pinheiro (AM)
Helenilce de Paula Fiod Costa (SP)
DIRETORIA E COORDENAÇÕES
DIRETORIA DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL
Edson Ferreira Liberal (RJ)
José Hugo de Lins Pessoa (SP)
Maria Angelica Barcellos Svaiter (RJ)
Maria Marluce dos Santos Vilela (SP)
COORDENAÇÃO DE ÁREA DE ATUAÇÃO
Sidnei Ferreira (RJ)
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
Mauro Batista de Morais (SP)
Kerstin Tanigushi Abagge (PR)
COORDENAÇÃO DO CEXTEP (COMISSÃO EXECUTIVA DO 
TÍTULO DE ESPECIALISTA EM PEDIATRIA)
COORDENAÇÃO:
Hélcio Villaça Simões (RJ) 
COORDENAÇÃO ADJUNTA:
Ricardo do Rego Barros (RJ)
MEMBROS:
Clovis Francisco Constantino (SP) - Licenciado
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
Carla Príncipe Pires C. Vianna Braga (RJ)
Cristina Ortiz Sobrinho Valete (RJ)
Grant Wall Barbosa de Carvalho Filho (RJ)
Sidnei Ferreira (RJ)
Silvio Rocha Carvalho (RJ)
COMISSÃO EXECUTIVA DO EXAME PARA OBTENÇÃO DO 
TÍTULO DE ESPECIALISTA EM PEDIATRIA AVALIAÇÃO SERIADA
COORDENAÇÃO:
Eduardo Jorge da Fonseca Lima (PE)
Luciana Cordeiro Souza (PE)
MEMBROS:
João Carlos Batista Santana (RS)
Victor Horácio de Souza Costa Junior (PR)
Ricardo Mendes Pereira (SP)
Mara Morelo Rocha Felix (RJ)
Vera Hermina Kalika Koch (SP)
DIRETORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Nelson Augusto Rosário Filho (PR)
Sergio Augusto Cabral (RJ)
REPRESENTANTE NA AMÉRICA LATINA
Ricardo do Rego Barros (RJ)
INTERCÂMBIO COM OS PAÍSES DA LÍNGUA PORTUGUESA
Marcela Damasio Ribeiro de Castro (MG)
DIRETORIA DE DEFESA DA PEDIATRIA
DIRETOR:
Fábio Augusto de Castro Guerra (MG)
DIRETORIA ADJUNTA:
Sidnei Ferreira (RJ)
Edson Ferreira Liberal (RJ)
MEMBROS:
Gilberto Pascolat (PR)
Paulo Tadeu Falanghe (SP)
Cláudio Orestes Britto Filho (PB)
Ricardo Maria Nobre Othon Sidou (CE)
Anenisia Coelho de Andrade (PI)
Isabel Rey Madeira (RJ)
Donizetti Dimer Giamberardino Filho (PR)
Carlindo de Souza Machado e Silva Filho (RJ)
Corina Maria Nina Viana Batista (AM)
Maria Nazareth Ramos Silva (RJ)
DIRETORIA CIENTÍFICA
DIRETOR: 
Dirceu Solé (SP)
DIRETORIA CIENTÍFICA - ADJUNTA
Luciana Rodrigues Silva (BA)
DEPARTAMENTOS CIENTÍFICOS E GRUPOS DE TRABALHO:
Dirceu Solé (SP)
Luciana Rodrigues Silva (BA)
MÍDIAS EDUCACIONAIS
Luciana Rodrigues Silva (BA)
Edson Ferreira Liberal (RJ)
Rosana Alves (ES)
Ana Alice Ibiapina Amaral Parente (ES)
PROGRAMAS NACIONAIS DE ATUALIZAÇÃO 
PEDIATRIA - PRONAP 
Fernanda Luisa Ceragioli Oliveira (SP)
Tulio Konstantyner (SP)
Claudia Bezerra Almeida (SP)
NEONATOLOGIA - PRORN
Renato Soibelmann Procianoy (RS)
Clea Rodrigues Leone (SP)
TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA - PROTIPED
Werther Bronow de Carvalho (SP)
TERAPÊUTICA PEDIÁTRICA - PROPED
Claudio Leone (SP)
Sérgio Augusto Cabral (RJ)
EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA - PROEMPED
Hany Simon Júnior (SP)
Gilberto Pascolat (PR)
DOCUMENTOS CIENTÍFICOS
Emanuel Savio Cavalcanti Sarinho (PE)
Dirceu Solé (SP)
Luciana Rodrigues Silva (BA)
PUBLICAÇÕES
TRATADO DE PEDIATRIA
Fábio Ancona Lopes (SP)
Luciana Rodrigues Silva (BA)
Dirceu Solé (SP)
Clovis Artur Almeida da Silva (SP)
Clóvis Francisco Constantino (SP)
Edson Ferreira Liberal (RJ)
Anamaria Cavalcante e Silva (CE)
OUTROS LIVROS
Fábio Ancona Lopes (SP)
Dirceu Solé (SP)
Clóvis Francisco Constantino (SP)
DIRETORIA DE CURSOS, EVENTOS E PROMOÇÕES
DIRETORA:
Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck (SP)
MEMBROS:
Ricardo Queiroz Gurgel (SE)
Paulo César Guimarães (RJ)
Cléa Rodrigues Leone (SP)
Paulo Tadeu de Mattos Prereira Poggiali (MG)
COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE REANIMAÇÃO NEONATAL
Maria Fernanda Branco de Almeida (SP)
Ruth Guinsburg (SP)
COORDENAÇÃO PALS – REANIMAÇÃO PEDIÁTRICA
Alexandre Rodrigues Ferreira (MG)
Kátia Laureano dos Santos (PB)
COORDENAÇÃO BLS – SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Valéria Maria Bezerra Silva (PE)
COORDENAÇÃO DO CURSO DE APRIMORAMENTO 
EM NUTROLOGIA PEDIÁTRICA (CANP)
Virgínia Resende Silva Weffort (MG)
PEDIATRIA PARA FAMÍLIAS
COORDENAÇÃO GERAL:
Edson Ferreira Liberal (RJ)
COORDENAÇÃO OPERACIONAL:
Nilza Maria Medeiros Perin (SC)
Renata Dejtiar Waksman (SP)
MEMBROS:
Adelma Alves de Figueiredo (RR)
Marcia de Freitas (SP)
Nelson Grisard (SC)
Normeide Pedreira dos Santos Franca (BA)
PORTAL SBP
Clovis Francisco Constantino (SP)
Edson Ferreira Liberal (RJ)
Anamaria Cavalcante e Silva (CE)
Maria Tereza Fonseca da Costa (RJ)
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
Rodrigo Aboudib Ferreira Pinto (ES)
Claudio Hoineff (RJ)
Sidnei Ferreira (RJ)
Maria Angelica Barcellos Svaiter (RJ)
Donizetti Dimer Giambernardino (PR)
PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO CONTINUADA À DISTÂNCIA
Luciana Rodrigues Silva (BA)
Edson Ferreira Liberal (RJ)

Mais conteúdos dessa disciplina