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INTRODUÇÃO
METODOLOGIA
Jhemili Silva Conedeira1 Guilherme Souto de Sousa2 Heloísa Miranda Braun3 Samantha Mesquita Favoretto4
jhemilisilva018@gmail.com; guilherme.sousa1@estudante.ufla.br; heloisa.braun@estudante.ufla.br; samantha.favoretto@ufla.br
CONCLUSÃO
Rações para porquinhos-da-índa (Cavia porcellus)
APOIO:
Palavras - Chave: Porquinho - da - Índia, Animais, Rações, 
Os porquinhos-da-índia (Cavia porcellus), amplamente
usados em pesquisas, são cada vez mais adotados como
pets. Tradicionalmente, sua alimentação segue o guia de
referência do NRC de 1995, voltado a roedores de laboratório
que precisam crescer rapidamente para fins experimentais.
Com o aumento de porquinhos-da-índia como animais de
estimação, a formulação das rações vem sendo adaptada,
buscando uma dieta balanceada que promova saúde e
longevidade, ao invés de focar apenas no crescimento rápido.
Com isso foi possível pontuar que as rações formuladas para
uma única espécie são, em geral, mais adequadas para
atender às necessidades energéticas e nutricionais daquela
espécie.
Tabela 1: Níveis de Garantia das Rações estudadas
nesse projeto
Foi realizado uma comparação nutricional de diferentes rações
sendo duas específicas para porquinhos-da-índia (PDI) R1 e R2
e três indicadas para roedores e lagomorfos R3, R4 e R5. As
rações exclusivas para PDI R1 e R2 apresentaram teor de
proteína bruta (PB) de 15% e 15,5%, extrato etéreo (EE) de 5%,
fibra bruta (FB) de 23%, e minerais com cálcio (Ca) a 6% e
fósforo (P) a 4%, mantendo uma relação Ca:P de 2:1. As rações
para múltiplas espécies R3, R4 e R5 variaram mais, com PB de
17 a 18%, FB de 20% a 28%, e Ca mais alto, em 9%. Rações
R1 e R2 para PDI têm níveis de PB menores, EE iguais e FB
maiores em relação ao guia NRC, , já a relação Ca:P
permaneceu igual, as rações destinadas a várias espécies
possuem valores de PB e EE semelhantes ao NRC , já FB e
relação Ca:P superiores. 
 Estas alterações foram encontradas nas rações ditas
multiespécies, desta forma evidenciando sua inadequação à
dieta de PDIs pets. O desequilíbrio de cálcio e fósforo,
minerais essenciais para a saúde óssea, pode resultar em
cálculos urinários e reabsorção de cálcio a partir dos ossos.
Baixos níveis de fibra podem alterar a saúde do trato
gastrointestinal. Isso se torna particularmente importante no
contexto atual, onde muitos desses animais são criados
como pets dos quais se esperam saúde e longevidade, e
não mais fins produtivos ou de crescimento rápido.
RESULTADO E DICUSSÃO
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
DE FARIA, HG CONSIDERAÇÕES SOBRE DIETAS EXPERIMENTAIS PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO: FORMULAÇÕES, APLICAÇÕES, FORNECIMENTO E EFEITOS EXPERIMENTAIS
NATIONAL RESEARCH COUNCIL (EUA) SUBCOMITÊ DE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE
LABORATÓRIO. Requisitos nutricionais de animais de laboratório: Quarta edição revisada, 1995.
Washington (DC): National Academies Press (EUA), 1995.
Tabela 2: Niveis de Garantia do NRC de 1995 - Animais
de lamboratorio 
mailto:guilherme.sousa1@estudante.ufla.br
mailto:heloisa.braun@estudante.ufla.br

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