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Comunicação Institucional Desenvolvimento do Ambiente de Integridade Gestão do Programa Para efetuar a gestão do Programa de integridade, a caixa utiliza instrumentos que perpassam diversas áreas da empresa e que fortalecem o ecossistema de integridade. O Ecossistema de integridade Caixa consiste no conjunto integrado de atores que se inter-relacionam de forma autónoma e orgânica por meios de processos, mecanismos de controle e entregas relacionadas ao tema integridade, abrangendo atores internos e externos à instituição. O Ecossistema de Integridade Caixa é composto por atores internos e externos è instituição. São atores internos as unidade Caixa gestoras de processos / protocolos estruturantes de integridade, ou seja, aquelas Unidades que possuem sob sua gestão norma, política ou instrumento que tenha como objetivo estabelecer regras de conduta e controles internos destinados a orientar a execução das atividades, de modo a prevenir, detectar, Remediar e minizar a ocorrência de ilícitos, evitar a fraude, corrupção e outros eventos de quebra de integridade. Atores externos são aqueles que recebem reportes, prestações de contas, acompanham, se sujeitam ou se beneficiam das ações de integridade adotadas pelo Ecossistema. No modelo de ecossistema, cada participante entende e reconhece o papel dos demais atores, atuando conjuntamentede forma colaborativa e autônoma. Em linhas gerais, os atores internos do Ecossistema de Integridade devem estabelecer orientações normativas (políticas, manuais normativos, regulamentos, regimentos, iguais, dentre outros), mantê-las atualizadas, verificar seu cumprimento por empregados, conselheiros, dirigentes, fornecedores, parceiros e terceiros, avaliá-los continuamente e implantar ações necessárias voltadas à sua efetividade, adaptando - as se necessário. Além disso, devem disponibilizar, sempre que solicitado, e de forma tempestiva, acesso a sistemas, informações, dados e documentos que permitam à unidade de gestão de integridade avaliar a efetividade e produtividade dos processos /protocolos a sua gestão. COMUNICAÇÃO Os empregados da Vice-Presidência Fundos de Investimento/CAIXA têm à disposição diversos canais de comunicação internamente, por meio da intranet: · Jornal da CAIXA; · Portal dos blogs; · Portfólio (onde o empregado pode pesquisar sobre os produtos CAIXA); · Portal dos manuais normativos de uso interno: documentos em que são registradas as atividades de todas as áreas da CAIXA, com indicação de processo, responsáveis, sistemas envolvidos, riscos e prazo de validade do documento, permitindo o controle das revisões e de quaisquer alterações; Ouvidoria interna e canais internos para solicitação, reclamação, denúncia e elogio: são acessíveis a todos os empregados, podendo ser usados para comunicar qualquer violação ao Código de Ética e Conduta dos empregados, bem como para o registro de reclamação de produtos/atividades desempenhadas, sendo garantido o direito de sigilo e a possibilidade de denúncia interna anônima. Além dos meios disponibilizados pela intranet, a Vice-Presidência Fundos de Investimento CAIXA utiliza e-mails profissionais para divulgação de informações em geral, campanhas e outras funcionalidades. Os empregados que atuam no processo de distribuição de produtos têm acesso aos documentos, formulários e materiais de apoio/divulgação de forma eletrônica e centralizada em ferramenta interna ou nos próprios sistemas de apoio, além dos canais de comunicação interna providos pela Vice-Presidência Fundos de Investimento. Para o público externo, a CAIXA disponibiliza sítio na internet, onde o cliente pode controlar sua conta, consultar sobre os inúmeros produtos disponibilizados pela CAIXA e, ainda, acessar o Serviço de Atendimento ao Cliente – SAC ou a Ouvidoria CAIXA, sendo possível, também, o registro de elogios, reclamações, sugestões ou denúncias, em portal específico constante do sítio. A Política de Controles Internos e Compliance na Administração de Ativos de Terceiros é revisada periodicamente com base em indicadores de efetividade, nas normas vigentes e orientações dos órgãos de fiscalização e controle, quando identificada necessidade de aprimoramento. O resultado do monitoramento, contendo a avaliação dos controles internos na Administração e Gestão de Ativos de Terceiros, bem como as eventuais propostas de melhoria são reportados aos seguintes Comitês, compostos por membros da Alta Administração da Vice-Presidência Fundos de Investimento e da CAIXA, respectivamente: Comitê de Planejamento e Gestão da Vice-Presidência Fundos de Investimento: órgão autônomo de caráter deliberativo que tem por finalidade analisar, definir, planejar, aprovar produtos, políticas e estratégias, gestão de risco e conformidade da Vice-Presidência Fundos de Investimento. Com competência, entre outras, de submeter ao Conselho de Administração e Gestão de Ativos de Terceiros, para aprovação, as ações de planejamento, de estratégias e de quaisquer outros assuntos de caráter relevante, que possam expor a CAIXA a qualquer tipo de risco. Conselho de Administração e Gestão de Ativos de Terceiros: órgão de caráter deliberativo da Vice-Presidência responsável pela gestão de ativos de terceiros. Com competência, entre outras, de fixar política e diretrizes para a orientação geral dos negócios e serviços da Vice-Presidência. A Vice-Presidência Fundos de Investimento é a Unidade gestora da Política de Controles Internos e Compliance na Administração de Ativos de Terceiros, cabendo à Gerência Nacional Risco e Compliance verificar a efetividade da política e monitorar a adequação dos procedimentos e normas internas da Vice-Presidência Fundos de Investimento, com reporte direto ao Vice-Presidente, responsável pelos controles interno e compliance perante a CVM. · Administração Pública – Órgão da administração direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo inclusive as entidades com personalidade jurídica de direito privado sob controle do poder público e das fundações por ele instituídas ou mantidas; · Administração de Ativos de Terceiros/Administração de Recursos de Terceiros – conjunto de serviços relacionados direta ou indiretamente ao funcionamento e à manutenção do Fundo, desempenhada por pessoa jurídica autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários; · Agente público – Todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função pública; · Compliance – termo em inglês que significa cumprir, executar, satisfazer, realizar algo imposto. É o dever de cumprir, de estar em conformidade e fazer cumprir regulamentos e normas internas e externas, bem como observar aos padrões e valores éticos; · Controle Interno – processo efetuado pelo conselho, administração ou qualquer outro funcionário da empresa, para fornecer garantia razoável em relação à realização dos objetivos nas seguintes categorias: eficácia e eficiência das operações, confiabilidade dos relatórios financeiros e compliance com leis e regulamentos aplicáveis; · Corrupção – É o ato de oferecer ou prometer vantagem indevida a agente público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício (ativa); ou, solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem (passiva); · CVM – Comissão de Valores Mobiliários; · Fraude – Ato intencional praticado deliberadamente com vistas à obtenção de um benefício indevido, não sendo este necessariamente financeiro, no interesse individual e/ou de terceiros. Há vários tipos de fraude: interna, externa, eletrônica e documental; · Gestão de Ativos de Terceiros/Gestão de Recursos de Terceiros – gestão profissional de ativos financeiros integrantes da carteira dos Veículos de Investimento,desempenhada por pessoa jurídica autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM; · Política – Conjunto de princípios e diretrizes que norteiam a atuação e a tomada de decisão da administração da CAIXA; · Políticas de Integridade – Conjunto normativo relacionado ao Programa de Integridade, que estabelece não só o posicionamento da Empresa em relação ao combate sistemático da prática de atos ilícitos, mas também regras acerca do comportamento dos colaboradores em relação a condutas permitidas e proibidas e procedimentos a serem observados nas relações; · Segregação de Atividades – separação de funções de autorização, execução, controle e contabilização das operações, de forma a evitar o conflito de interesses; · Terceiros – cotistas ou investidores ou quais outras pessoas físicas e jurídicas que aplicam recursos em fundos de investimento ou carteiras administradas de valores mobiliários geridas ou administradas pela CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. https://www.caixa.gov.br image1.png