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Multifuncionalização da Reforma do Código Transferência de danos do agente à vitima em decorrência de um comportamento ilícito culposo. ● Princípio da reparação integral. Art. 944. A indenização mede-se pela extensão do dano. Escolher a reparaçao in natura. Mudar o foco quer dizer que te mque se previnir ilicitor, punir ilicitos e por vezes restituir benefícios ilicitos. Hoje, no senai tem a multifuncionalidade, alem da compensao compensatoria se fala da compre??, responsabilidade pedagodiga, restitutoria e ??. P.U. Art. 497 do CPC. Accountability: LGPD. Funçao preventiva so falta no CC. Art. 6º. Antes dos danos causar um dano em alguém, esse artigo vem para ter uma governancia e uma prevençao para evitar que esse dano aconteça. Art. 927-A. Art. 944. A indenização mede-se pela extensão do dano. p.1 Funçao promocional, estimula para que condutas adequadas sejam premiadas. Ilicitos Lucrativos: ● Direitos da personalidade; ● Exploração da propriedade (tangível e intagível); ● Direitos coletivos (meio-ambiente, patrimônio histórico); ● Proteção de direitos individuais homogêneos (Trifling damages). Dano moral só tem função compensatória, jamais tem uma função punitiva. Sendo assim, no antiprojeto, em casos em muitos especicais e extremagravidade o magistrado pode fixar o dano moral (extrapatrimonial), mas abre tambem o dano moral X, vai fizar umoutro valor, outra verbas em razao da alta gravidade do fato praticado e se torna algo excepcionais. Vai se ter valores bilionarios? Não, pois pra evitar isso, o maximo de uma ocndenação e 4x ao dano e se o altor do dano ja teve … vai ter uma redução e parte daquela indenixalai nao vai para o bolso da vitima, vai pra instituiçao e evitar o enriquecimento sem causa. Responsabilidade Civil como Sistema de Gestão de Riscos. Direito das Famílias Afeto e Dever de cuidado: Abandono Afetivo e Abandono Afetivo Inverso Duas correntes da possibilidade de indenizaçao por abandono afetivo: ● Filho abandonado pelo pai: é dever ddospais de dar carinho para desenvolver personalidade e um desenvolvimento sadio. Regime de Bens no Anteprojeto de Reforma do CC ● O que é? A combinaçao patrimonial que os cônjuges ou compaheiros fazem quando passam a viver juntos em União Estável ou quando se casam. Vale pra relação com eles e até mesmo com terceiros. ● Para que serve? ● Qual a natureza? ● Porque mudar? A expansão da autonomima privada no direito de família já é suficiente? Situações existenciais e patrimoniais. Repercussões dos regimes de bens para além do direito de família: a concorrência sucessória - divisão da herança. Regime de bens: ● Foco na contratualização no direito de família, sendo uma possibilidade de formar pactos; ● Possibilidade de mudança de regime de bens por escritura pública; ● Acaba o regime da separaçao obrigatória de bens e o da participaçao final dos aquestos (Uhuuuul, aleluia). Sobre a outorga conjugal: É a assinatura do conjuge e tambem do companheiro, relatando o concentimento daquele negocio juridico praticado. Aval - invalidade/ineficácia. Para alienaçao do imóvel e dos móveis que guarnecem o lar conjugal sempre deve haver outorga. Aplica-se à União Estável registrada. Comunhão parcial de bens: Comunica onerosamente - presunção do esforço comum. ● Excluem-se da comunhão: Retira a previsão de bens frutos do trabalho são incomunicáveis; Prevê a incomunicabilidade de indenização por danos a pessoa ou ao bem particular (exceto lucros cessantes). INTEGRAM a comunhão: Equiparaçao de casamento e união estável; A partilha das benfeitorias em bens particulares deve ser feita preferencialmente no valor agregado ao bem; Prevê partilha de FGTS, previdencias privadas abertas e outras verbas similares. Direitos patrimoniais sobre as quotas ou açoes societarias A valorizaçao das quotas ou das participaçoes societarias, ainda que particulares; A valorizaçao das quotas sociais ou acoes societarias decorrentes dos lucros reinvestidos na sociedade. Separaçao total de bens paragrafo 1º e 2º