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MATERIAL DE 
DIREITO 
TRIBUTÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tributo é toda prestação pecuniária 
compulsória, em moeda ou cujo valor 
nela se possa exprimir, que não 
constitua sanção de ato ilícito, 
instituída em lei e cobrada mediante 
atividade administrativa 
plenamente vinculada. 
 
 Prestação pecuniária: 
Obrigação de dar – quantia 
certa. 
 Compulsória: não depende da 
nossa vontade. 
 Em moeda: O tributo tem que 
ser pago em dinheiro ou formas 
que possa expressar ele. Ex: GRU 
 Não é Sanção: Não pagamos 
tributo como punição. 
 Instituído por lei 
 Atividade adm. Plenamente 
vinculada: Não há 
discricionariedade da 
Administração. Deve seguir 
procedimento previsto em lei. 
• Fiscal: Função arrecadatória 
para as atividades gerais do 
Estado. 
 
• Extrafiscal: Função de 
intervenção no mercado. 
 
• Parafiscal: Função de 
arrecadar recursos para 
entidades parafiscais. Ex: 
Conselho Regional de 
Medicina. 
 
Anuidade paga 
para OAB não tem natureza 
tributária, e sim Cível. 
● Tributo nunca será uma 
obrigação de fazer. 
● Forma de pagamento não 
altera a natureza pecuniária 
do tributo. 
● Somente com o pagamento em 
moeda corrente é que ocorre o 
cumprimento da obrigação. 
 
● Pecúnia Non Olet: O dinheiro 
não tem cheiro. Se paga tributo 
sobre bens e valores decorrentes 
de atividade ilegais. 
TRIBUTO 
 
 
 
 
 
Art. 145, I da CF e Art. 16 do CTN 
privativa dos entes
Pessoalidade: possui caráter pessoal. 
O fato gerar é sempre um ato do 
contribuinte. 
Graduação: Graduados segundo a 
capacidade econômica contributiva, 
sempre que possível. Ex: 
Progressividade
Não vinculado: se paga imposto 
independentemente de qualquer 
atuação estatal.
Arrecadação não vinculada: Sua 
receita presta-se ao financiamento 
de atividades gerais do Estado. 
(Princípio da não afetação)
 
● Repartição Constitucional de 
Receitas (arts. 158 e 159 CF) 
 
● Destinação de recursos para as 
ações e serviços públicos de 
saúde. 
 
● Manutenção e desenvolvimento 
do Ensino. 
 
● Realização de atividades da 
administração tributária, 
como determinado, 
respectivamente, pelos arts. 198, 
§ 2º, 212 e 37, XXII da CF. 
 
● Prestação de garantias às 
operações de crédito por 
antecipação de receita. 
Proporcionalidade: Mesma alíquota 
sobre bases variáveis 
Progressividade: Alíquotas 
escalonadas. Maiores alíquotas para 
Bases de Cálculo Maiores.. Ex: 
Alíquotas do IR. 
IR e ITR: DEVEM ser progressivos. 
IPTU e ICMS PODEM ser progressivos. 
IMPOSTOS 
 
 
 
art.145, II da CF e Arts.77 a 80 Ctn. 
União, Estados, DF 
e Municípios – competência comum. 
Vinculado: Seus Fato Geradores são 
vinculados a uma atuação estatal 
específica. Conhecido por ser um 
tributo retributivo ou 
contraprestacional. 
 
Decorrente do poder de polícia ou de 
serviço público específico e divisível. 
O poder público exerce poder de 
polícia toda vez que limita o 
exercício de um direito individual 
para atender ao interesse público 
maior.
STF: é possível a cobrança potencial 
da taxa pelo exercício do poder de 
polícia, quando exista órgão de 
fiscalização estruturado na 
localidade.
OBS: Deve ser regular: dentro dos 
limites da lei. Sem abusos. 
Devem ser: 
Específicos, quando possam ser 
destacados em unidades autônomas 
de intervenção, de unidade, ou de 
necessidades públicas; 
Divisíveis, quando suscetíveis de 
utilização, separadamente, por parte 
de cada um dos seus usuários. 
 
Podem ser Utilizados: 
 
Efetivamente, quando por ele 
usufruídos a qualquer título; 
 
Potencialmente, quando, sendo de 
utilização compulsória, sejam postos 
à sua disposição mediante atividade 
administrativa em efetivo 
funcionamento; 
• Segurança pública – Inclusive 
segurança para eventos de grande 
porte privados; 
 
• Limpeza pública – Note que se for 
“coleta domiciliar de lixo”, pode ser 
cobrada por taxa municipal, por 
serem suscetíveis de utilização, de 
modo separado, por cada usuário. 
• Iluminação pública – S. 670 STF 
• Asfaltamento – No contexto de obras 
públicas, deve ser cobrada 
contribuição de melhoria. 
 
 
● Será específico e divisível 
quando puder ser dividido 
em unidades 
autônomas e quando o usuário 
puder ser identificado. 
 
● Contribuinte deve recolher a 
taxa mesmo que não use 
efetivamente o serviço. 
 
TAXAS 
 
 
 
● STF: As custas 
judiciais e emolumentos 
cartorários são tributos da 
espécie Taxa. As custas e 
emolumentos só podem ser 
fixadas por lei, em face do 
princípio da reserva legal, para 
instituir ou aumentar tributo. 
 
● A iluminação é remunerada 
por meio de contribuição para 
 
● o custeio de iluminação 
pública- COSIP. Esta 
contribuição é de competência 
dos Municípios e DF. 
● º
● º 
● 
● º 
● 
● º
Art. 145, III da CF/88 e Art. 81 e 82 do 
CTN 
Instituído por Lei Ordinária. 
União, Estados, DF e 
Municípios – competência comum. 
 
VINCULADO: Sempre vinculado a 
uma atuação estatal (obra pública) 
que ocasiona uma VALORIZAÇÃO DO 
IMÓVEL. chamados tambem de 
CONTRAPRESTACIONAIS. 
 
RETRIBUTIVOS: São pagos em 
retribuição a uma valorização 
decorrente de obra pública. 
 
SINALAGMÁTICOS: necessária 
correspondência jurídica entre a 
prestação e a contraprestação. Além
da própria contraprestação estatal, 
exige-se a correspondência jurídica
entre o valor pago e aquela 
valorização decorrente da obra. 
● Individual: Valorização do 
imóvel. 
● Global: Custo da Obra. 
 A Contribuição de Melhoria só pode 
ser cobrada depois de finalizada a 
obra, antes disso não poderá ser 
cobrada. 
 
O FATO GERADOR NÃO 
É REALIZAR OBRA PÚBLICA, 
MAS VALORIZAÇÃO DO IMÓVEL 
VINCULADA A UMA OBRA PÚBLICA. A 
base de cálculo da contribuição de 
melhoria deve ser o montante de
valorização. Ou seja, quanto o imóvel 
valorizou em virtude da obra pública 
realizada.
Contribuição de melhoria sempre 
está relacionado com valorização de 
imóvel decorrente de obra pública. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONTRIBUIÇAO 
DE MELHORIA 
 
 
 
 art. 148 CF 
 
 exclusiva da União.
A lei é a Lei Complementar. 
Restituível: é o único tributo que se paga 
e em tese alguém vai te devolver. 
Vinculado: A aplicação dos recursos 
provenientes de empréstimo 
compulsório será VINCULADA à despesa 
que fundamentou sua instituição 
1- Despesa Extraordinária 
● calamidade pública: tragédia da 
natureza 
● guerra externa: tem que ser uma 
guerra do Brasil contra outro 
país, não pode ser entre 
brasileiros. 
 Nestes casos acima a 
cobrança é imediata, não 
cumpre anterioridade. 
 
2- Investimento público urgente e de 
relevante interesse nacional: 
normalmente é uma obra. 
 
Neste caso a cobrança tem que respeitar 
a anterioridade (anterioridade 
anual, e nonagesimal 
 
Não se admite mais empréstimo 
compulsório para situação que exija 
absorção temporária do poder 
aquisitivo da população (art. 15, inc. 
III CTN está revogado pela CF/88). 
 
 
 
A lei deve fixar : 
- o prazo e as condições de resgate, 
devolução do dinheiro. 
 
STF tem entendimento 
firmado no sentido de que a 
restituição do valor arrecadado a 
título de empréstimo compulsório 
deve ser efetuada na mesma espécie 
em que é recolhido. Como o tributo, 
por definição, é pago em dinheiro, a 
restituição deve ser efetivada 
também em dinheiro. 
 
 
 
EMPRÉSTIMO 
COMPULSÓRIO 
 
 
 
 Art. 149 CF 
 
São criadas e disciplinadas por Lei 
Ordinária. EXCETO CASOS DE 
CONTRIBUIÇÕES RESIDUAIS (NOVA 
FORMA DE CUSTEIO DA UNIÃO) – SERÁ 
LEI COMPLEMENTAR. 
 
 Exclusiva da União 
 
- DF e Municípios podem cobrar 
contribuição de iluminação pública 
(CIP ou COSIP); 
 
- Estados, DF e Municípios podem cobrar 
contribuição de seus servidores para o 
custeio de regime previdenciário 
próprio. 
 
 
Qualificados pela destinação (não é o 
fato geradorque define uma 
contribuição). 
 
Podem ter fato gerador e base de 
cálculo de imposto. 
 
 
 
• contribuições de interesse das 
categorias profissionais ou 
econômicas. 
Ex: contribuição sindical, 
anuidade do CRM 
 
Anuidade paga 
para OAB não tem 
natureza tributária, e sim cível. 
 
• contribuições de intervenção no 
domínio econômico (CIDE): são 
formas da União disciplinar certo 
setores sociais. 
Ex: CIDE Combustíveis 
 
• contribuições sociais ou 
previdenciárias – art. 195 CF: 
servem para custear a seguridade 
social (previdência, assistência e 
saúde). 
Ex: COFINS, CSLL (contribuição 
social sobre o lucro líquido, 
também é devida pelo 
empregador). 
 
• Custeio de regimes próprios de 
servidores. 
 
• Custeio do serviço de iluminação 
pública. 
 
CONTRIBUIÇÕES 
ESPECIAIS 
 
 
 
É a atribuição dada pela CF aos entes 
federados (entes políticos) para 
criar, instituir e majorar tributos, por 
meio de lei. 
 Só tem competência 
tributária quem tem 
competência legislativa plena. (Art. 
6º CTN) 
DF acumula competências Estaduais 
e Municipais. 
Territórios 
Federais sem municípios, todos os 
tributos serão de competencia da 
União. 
A União é 
competente pelos tributos federais e os 
estaduais e os munícipios pelos os 
municipais. 
 
• Privativa: todos os entes possuem 
a competência privativa em 
relação aos impostos de sua 
competência. 
 
 
 
• Comum: Todos os entes possuem 
competência para instituir as 
taxas e Contribuições de 
melhoria. 
 
• Residual : Apenas a União possui 
Competência residual, que é a 
competência para criar imposto 
residual ou contribuição 
residual. 
 
• Extraordinária: Apenas a União 
possui competência para instituir 
imposto extraordinário de 
guerra. 
 
a listagem de 
impostos estaduais e 
municipais previstas na CF é 
Taxativa. Apenas a União tem 
competência residual, ou seja, 
apenas ela pode criar novos impostos 
e Contribuições não previstas na 
Constituição. 
 
Facultativa: Não são obrigados a 
instituirem o tributo. 
Imprescritível: Essa faculdade não se 
exaure e nem se encerra. 
Indelegável: Um ente não pode 
delegar sua competência para outro 
ente. 
Irrenunciável: Não podem abdicar 
da sua competência, seja no todo ou 
em parte. 
Inalterável: A Competência 
Tributária não pode ser alterada por 
lei infraconstitucional. 
C 
COMPETÊNCIA 
TRIBUTÁRIA 
 
 
 
Competência Tributária: Decorre da 
CF. É a competência para instituir 
tributos. É indelegável . 
 
Capacidade Tributária: Natureza 
administrativa. É referente a função 
de fiscalizar, cobrar e arrecadar 
tributos. É delegável. 
A CF NÃO INSTITUI TRIBUTOS! Apenas 
fixa as competências. 
Uma autarquia não pode instituir 
tributo, mas pode cobrar ele como 
sujeito ativo. (art. 7º CTN). 
 art. 24 CF. 
A União, aos Estados e ao Distrito 
Federal legislar concorrentemente 
sobre direito tributário . 
 
A União limitar-se-á a estabelecer 
normas gerais. 
Os Estados e o DF: tem competência 
suplementar para regular a 
tributação de acordo com suas 
peculiaridades. 
Inexistindo lei federal sobre normas 
gerais, os Estados exercerão a 
competência legislativa plena. 
Os municípios: Podem Suplementar a 
legislação federal e a estadual no 
que couber. 
 
Bitributação: Dois entes tributam a 
mesma situação. 
Bis in idem: Quando o mesmo ente 
tributa duas vezes a mesma situação. 
 
 
Em regra: Por Lei Ordinária 
: CEGI – Instituídos por 
Lei complementar 
Contribuições Social Residual 
Empréstimo Compulsório 
Grandes Fortunas 
Imposto Residual 
 
 Medida Provisória: 
pode ser utilizada para 
instituir ou majorar tributos. Deve 
seguir 2 requisitos: 
1- Tributos que possam ser 
instituídos por meio de Lei 
Ordinária. 
2- É necessário que a medida 
provisória que criar tributos 
seja convertida em lei até o 
final do exercício financeiro, 
para que possa produzir efeitos 
no exercício subsequente, 
exceto, Imp. Extr. De Guerra, II, 
IE, IPI e IOF. 
3- 
Onde tem L.C NÃO 
tem MP!!Medida Provisória 
não institui tributo reservados a Lei 
Complementar. 
 
 
 
 
 Art. 146 CF: 
Cabe à lei complementar: 
 
- dispor sobre conflitos de 
competência, em matéria tributária 
e regular as limitações 
constitucionais ao poder de tributar; 
 
- estabelecer normas gerais em 
matéria de legislação tributária, 
especialmente sobre: 
 
a) definição de tributos e de suas 
espécies, fatos geradores, bases 
de cálculo e contribuintes dos 
impostos; 
b) obrigação, lançamento, 
crédito, prescrição e 
decadência tributários; 
 
c) adequado tratamento 
tributário ao ato cooperativo 
praticado pelas sociedades 
cooperativas; 
 
d) definição de tratamento 
diferenciado e favorecido para 
as microempresas e para as 
empresas de pequeno porte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Art. 150, I da CF e 
art. 97 do CTN. 
Somente a lei pode instituir, majorar, 
reduzir e extinguir tributos. 
 
A lei é quem : 
- define o fato gerador da obrigação 
tributária principal, 
- a fixação de alíquota do tributo e 
da sua base de cálculo e a cominação 
de penalidades . 
- prevê as hipóteses de exclusão, 
suspensão e extinção de créditos 
tributários, ou de dispensa ou 
redução de penalidades. 
 
Em regra: a lei que institui, majora e 
extingue o tributo é a lei ordinária. 
 
 mera atualização do 
valor monetário da respectiva 
base de cálculo NÃO constitui 
majoração de tributo, podendo ser 
realizada por meio de simples 
Decreto. 
 
 
Súmula n. 160 – STJ ; é defeso ao 
Município, atualizar o IPTU, 
mediante decreto, em percentual 
superior ao índice oficial de correção 
monetária. 
 
 se a atualização for 
acima dos índices legais, é 
majoração, devendo ser por lei. 
: Matérias que podem 
ser veiculadas por normas 
infralegais (decretos): 
• Alteração do Vencimento do 
tributo ou prazo para 
pagamento; 
 
• Modelos de guias e livros fiscais; 
 
• Definição dos locais de 
pagamento. 
 
• Alteração de Alíquotas do II, 
IE, IPI, IOF. (pode majorar e 
diminuir) 
 
• Redução e reestabelecimento 
CIDE COMPUSTIVEL E ICMS 
COMBUSTÍVEL, por meio de 
Convênio. (NÃO pode majorar) 
 Benefícios Fiscais- 
Tem que ser lei específica que 
regule apenas o benefício ou ao 
próprio tributo. 
A lei que concede o benefício fiscal 
deve ser interpretada literalmente, só 
as pessoas que se enquadrarem na lei 
podem gozar do benefício. (art. 111 
CTN) 
Interpreta-se literalmente a 
legislação tributária que disponha 
sobre: 
• suspensão ou exclusão do 
crédito tributário; 
 
• outorga de isenção; 
 
• dispensa do cumprimento de 
obrigações tributárias 
acessórias. 
Princípio da 
Legalidade 
 
 
Art. 150, III, “a” CF. 
 
Esse princípio indica que a lei 
tributária deverá viger “para frente”, 
não podendo atingir situações 
pretéritas. 
 
A nova Legislação tributária 
aplica-se imediatamente aos 
fatos geradores futuros e aos 
pendentes (iniciados mas 
ainda nao concluídos). 
 
 
 
: Casos em que a 
nova lei poderá 
retroagir. 
 
a) Lei expressamente interpretativa, 
excluída a aplicação de 
penalidade à infração dos 
dispositivos interpretados;(art. 
106, I CTN) 
 
b) Norma sancionadora mais 
benéfica ao infrator (lex mitior), 
exceto quando definitivamente 
julgado o caso. (art. 106, II, CTN) 
 
c) Novas regras de fiscalização ou 
aumento de garantias e 
privilégios do crédito, exceto 
criação de responsabilidades. 
(Art. 144, §1º CTN). 
 
 
 
 
 No caso de norma 
sancionadora mais benéfica, inclui 
situações em que a lei deixe de definir o 
ato como infração, quando a lei 
comine penalidade menos severa do 
que a da lei anterior e quando deixe de 
tratar o ato como contrárioa qualquer 
exigência, desde que não fraudulento e 
o tributo tenha sido pago. 
 
 
 retroatividade da 
lei mais benéfica. Só 
retroage a norma que reduz ou 
exclui penalidades para 
beneficiar o infrator, mas 
nunca norma relativa ao 
tributo. 
A alíquota e a base de cálculo 
do imposto, da taxa ou da 
contribuição, serão sempre 
aquelas vigentes à época do fato 
gerador 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Princípio da 
Irretroatividade 
 
Art. 150, III, “b” e “c” 
da CF. 
 
Alínea “b” – Anterioridade anual 
Alínea “c” – Anterioridade 
nonagésimal 
 
REGRA GERAL: 
Tributos criados ou majorados em : 
 
a) Janeiro até 02 de Outubro - A 
lei produzi efeitos a partir de 
1º de janeiro do ano seguinte. 
 
b) De Outubro até 31 de 
Dezembro- A lei produz efeitos 
90 dias depois. 
 
: 
 
➢ Tributos de exigência imediata 
(fogem a às duas 
anterioridades): 
o Imposto Importação 
o Imposto Exportação 
o IOF 
o Imposto Extraordinário de 
guerra 
o Empréstimo Compulsório para 
calamidade pública/guerra 
externa. 
 
➢ Podem ser cobrados 90 dias depois 
Fogem apenas da Anual: 
 
o IPI (majorado no Brasil 90 dias 
depois). 
o Restabelecimento da alíquota 
ICMS e CIDE combustível e 
lubrificantes. 
o Contribuições sociais 
 
➢ Podem ser cobradas em 1 de 
Janeiro. 
(Fogem da Nonagesimal) 
 
o Imposto de Renda 
o Fixação de base de Cálculo do 
IPVA e IPTU 
 art. 195 §6º da CF 
Contribuição da seguridade 
social, anterioridade de 90 dias. É a 
chamada anterioridade especial ou 
mitigada. 
 
 Aprender a aplicação em outros 
tributos, lembrando que aquilo que não 
for exceção é regra. Ex: ISS, ITR, Taxas, 
etc. 
 
 A Anterioridade 
refere-se somente a casos de 
instituição ou majoração de tributos. 
NÃO SE APLICA A REDUÇÃO OU 
EXCLUSÃO -> APLICAÇÃO IMEDIATA. 
 
Súmula Vinculante 50: 
Norma legal que altera o prazo de 
recolhimento de obrigação 
tributária não se sujeita ao princípio 
da anterioridade. 
 
 
 
Princípio da 
anterioridade 
 
PRINCÍPIO DA ISONOMIA 
O fisco deve dar tratamento igual aos 
contribuintes com situação 
equivalente. Para isto, há duas regras 
básicas: 
 – Non olet – o dinheiro não tem cheiro, 
isto é, não interessa para o fisco de onde 
vem o dinheiro do contribuinte, razão 
pela qual atividades criminosas são 
tributadas e rendas de origem ilícitas 
também. 
– A incapacidade civil é irrelevante 
para o Direito Tributário, ou seja, os 
civilmente incapazes também pagam 
tributos. 
 
PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO CONFISCO 
(ART. 150, IV Da CF) 
Significa que o tributo não pode ser 
usado para retirar todos os bens do 
contribuinte ou inviabilizar o exercício 
de atividade econômica (é uma 
limitação à carga tributária). 
 
STF: O princípio também vale para 
multas tributárias. 
STF: A vedação do confisco não se aplica 
a tributos extrafiscais. (sem finalidade 
arrecadatória). 
PRINCÍPIO DA LIBERDADE DE 
TRÁFEGO (Art. 150, V) 
proíbe os entes federados de 
estabelecer limitações ao tráfego de 
pessoas ou bens, por meio de tributos 
interestaduais ou intermunicipais, 
ressalvada a cobrança de pedágio 
pela utilização de vias conservadas 
pelo poder público. 
CUIDADO! SE A PROVA DISSER 
PEDÁGIO- É PREÇO PÚBLICO LOGO 
NÃO SE APLICA. 
DEMAIS PRINCÍPIOS 
TRIBUTÁRIOS 
 
PRINCÍPIO DA CAPACIDADE COM 
TRIBUTIVA ( art. 145 §1 º da CF) 
Sempre que possível os impostos terão 
caráter pessoal e serão graduados 
(aliquotas progressivas) conforme a 
capacidade econômica do 
contribuinte. 
 PERIGO: Na CF/88 somente 03 impostos 
são progressivos: IR, ITR e IPTU 
O IPVA não é progressivo, mas tem 
alíquotas diferenciadas pelo uso e tipo 
do carro 
. 
PRINCÍPIO DA SELETIVIDADE – 
art. 153 §3, I (IPI) 
As alíquotas do ICMS e do IPI serão 
graduadas segundo a 
essencialidade do produto ou do 
serviço. IPI é obrigatoriamente 
seletivo. ICMS a CF diz poderá ser 
(facultativo) 
 
PRINCÍPIO DA NÃO 
CUMULATIVIDADE - art. 153 §3, 
II 
Evita a tributação em cascata 
Vale para alguns tributos (IPI, 
ICMS, PIS/Cofins, Imposto residual, 
Contribuição residual). 
Tais tributos são pagos 
compensando-se em cada operação 
o montante recolhido na etapa 
anterior. 
 
 
PRINCÍPIO DA UNIFORMIDADE 
GEOGRÁFICA Os tributos federais 
devem ter a mesma alíquota em 
todo território nacional. 
Exceção: Admite-se a concessão de 
incentivos fiscais Ex: Zona franca de 
Manaus . 
 
 
São as hipóteses em que os entes 
federativos não poderão instituir ou 
cobrar impostos de determinadas sujeitos 
em determinadas situações. 
 As Imunidades se referem 
apenas aos impostos. E não exoneram 
do cumprimento das obrigações 
acessórias. 
⮚ 
É vedado à União, aos Estados, ao 
distrito Federal e aos Municípios 
instituir impostos sobre o patrimônio, 
rendas e serviços, uns dos outros, a fim 
de preservar o pacto federativo. 
 
AUTARQUIAS e FUNDAÇÕES PÚBLICAS 
Imunidade Recíproca é extensiva, 
desde que cumpram os requisitos: 
o Cumpram suas finalidades 
essenciais ou qualquer uma delas 
decorrentes; 
o Sejam instituídas e mantidas pelo 
Poder Público; (não pode ter 
exploração de atividade 
econômica 
o Não cobrar preços e nem tarifas; 
o Não entrar na concorrência 
privada 
 A imunidade não 
exonera o promitente comprador 
da obrigação de pagar imposto 
relativamente ao bem imóvel. (SÚM 583 
STF) 
Isso quer dizer que a imunidade não se 
transmite, ela só atinge o patrimônio, 
bens e serviços enquanto pertencente ao 
ente. Não incorpora no bem. 
 
EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE 
ECONOMIA MISTA . a imunidade 
tributária recíproca abrange essas 
empresas e sociedades desde prestem 
serviço de prestação obrigatória e 
exclusiva do estado. Ex. INFRAERO 
⮚ 
– art. 150, 
VI, “b” da CF 
 
Veda aos entes federativos instituírem 
IMPOSTOS sobre os templos de qualquer 
culto. 
 
 Abrange todo o 
patrimônio, todas as rendas e 
todos os serviços destas entidades, e não 
apenas o local da celebração religiosa. 
Em caso de auferição de recursos ou 
lucro por utilização dos bens ou 
aluguel, este será imune desde que seja 
100% reutilizado para as finalidades 
essenciais da instituição. 
 
Requisitos para a imunidade: 
 • Investimento integral do montante 
pecuniário na consecução dos objetivos 
institucionais da igreja; 
• Inexistência de prejuízo à livre 
concorrência, vedando-se o cunho 
empresarial 
 
 
A imunidade é extensiva aos 
CEMITÉRIOS que funcionem como 
entidade sem fins lucrativos. 
 
Incide o ICMS na compra de 
mercadoria pelos templos. Não incide 
na venda. 
 As Maçonarias e União 
Espirita não possuem 
Imunidade Tributária. 
Imunidades 
 
➢ 
As pessoas do art. 150, VI, “c” da CF para 
gozarem da imunidade tributária 
devem cumprir os requisitos do art. 14 
do CTN: 
o Não distribuir lucro entre seus 
associados; 
o Não remeter valores para o 
exterior; 
o Manter a Escrituração Contábil 
em dia 
 
 
Conceito se “ Assistência Social” está no 
art. 203, CF/88. 
 
 Além de não pagar 
imposto, também não pagam 
Contribuição Social, nos termos do art. 
195, § 7°, CF/88). 
 
 
Educação e em sentido lato, quer dizer 
qualquer tipo de educação. 
 
 somente aquelas que não 
visem lucro, ou seja, se enquadrem o 
CTN, art. 14. 
 
A jurisprudência entende que devem 
preencher 02 requisitos para ser imune 
a cobrança de impostos. 
 
a) estar registrado perante o TSE; 
b) não atentar contra os princípios e 
bons costumes do Estado Brasileiro. 
 
Súmula Vinculante n° 52, todas as 
pessoas do artigo 150, VI, “c” da CF, 
ainda que tenha imóveis locados para 
terceiros, não irão pagar IPTU desses 
imóveis, desde de que utilizem o valor 
dos alugueis para o cumprimento de 
suas atividades essenciais. 
 
Súmula n° 730 do STF, as Entidades 
fechadas de Previdência Privada, que 
NÃO exigiremde seus associados 
contribuições para custeio do benefício, 
também tem direito a imunidade que se 
refere o artigo 150, VI, “c” da CF 
 
➢ 
A imunidade objetiva incide tão 
somente nos Impostos incidentes 
diretamente sobre os livros, jornais, 
periódicos e sobre o papel destinado a 
impressão. 
 
Não há diferença quanto ao conteúdo, 
é irrelevante para imunidade. 
 
 também são imunes os 
livros digitais (e-books) ; filmes e 
papeis fotográficos e propagandas 
impressas em jornais e periódicos. 
 
 
 
 
 
 
 
Súmula Vinculante 57: A imunidade 
tributária constante do artigo 150, VI, 
d, da CF/88 aplica-se à importação e 
comercialização, no mercado interno, 
do livro eletrônico (e-book) e dos 
suportes exclusivamente utilizados para 
fixá-los, como leitores de livros 
eletrônicos (e-readers), ainda que 
possuam funcionalidades acessórias". 
 
 
 : NÃO TEM 
IMUNIDADE: 
 
o livros de pontos, livros de 
bordo, livros fiscais de 
contabilidade. 
o Os jornais e periódicos 
eminentemente 
publicitários e os catalogos. 
o a tinta não possui 
imunidade. 
 
➢ 
Art. 150, VI, “e”: fonogramas e 
videofonogramas musicais produzidos 
no Brasil contendo obras musicais ou 
literomusicais de autores brasileiros 
e/ou obras em geral interpretadas por 
artistas brasileiros bem como os suportes 
materiais ou arquivos digitais que os 
contenham, salvo na etapa de 
replicação industrial de mídias ópticas 
de leitura a laser. (Incluída pela 
Emenda Constitucional nº 75, de 
15.10.2013) 
 
 Requisitos: 
o Fonogramas e videogramas 
produzidos no Brasil; 
o Obras musicais ou literomusicais. 
o De autores brasileiros ou 
interpretados por artistas 
brasileiros. 
 
 
 suportes materiais ou 
arquivos digitais que os contenham, 
também serão imunes. 
 
 
Imunidade existe salvo 
na fase de replicação industrial.
Após a elaboração da matriz, deverá 
ocorrer o processo de replicação da 
mídia – etapa que não está abrangida 
pela imunidade. 
 
 
 Aqueles tributos 
incidentes sobre a gravadora 
continuarão a incidir normalmente, 
porquanto a norma imunizante é clara 
ao desonerar apenas as obras musicais 
e os objetos afetos a ela. 
 
 Em geral, são afastados o IPI e O 
ICMS da circulação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HI – FG – OT - LANÇ – CT – INSC – DA – CDA 
– EF 
 
Pagamento do Tributo - surge com a 
ocorrência do Fato Gerador. 
Não é pecuniária, é qualquer outra 
coisa que tenha relação com a 
tributação. 
pode decorrer de decreto, ou outras 
normas infralegais. 
 Pode existir 
independente da Ob. Principal . Ex: 
Casos de Imunidade. 
Ob. Principal: Situação prevista em 
lei, necessária e suficiente para sua 
ocorrência. 
Ob. Acessória: situação prevista em 
legislação que faz surgir obrigação 
não pecuniária. ( pode ser instituída 
por portaria, instrução normativa e 
etc..) 
➢ Momento de Ocorrência: 
Situação de fato: Momento em que se 
verifiquem as circunstâncias. 
Situação jurídica: momento em que 
esteja definitivamente constituída. 
 
 NEGÓCIOS 
CONDICIONAIS- Art. 117 CTN 
 Os atos ou negócios jurídicos 
condicionais reputam-se perfeitos e 
acabados: 
Condição suspensiva desde o 
momento de seu implemento; 
Simplificando: quando a condição 
acontecer se paga o imposto. Se ela 
não acontecer não se paga. 
 
Condição resolutória desde o 
momento da prática do ato ou da 
celebração do negócio. 
 
Simplificando: se paga o imposto no 
momento da celebração do negócio, 
se a condição resolutória não 
acontecer pode-se pedir restituição. 
 
Obrigação 
Tributária 
o 
 É o ente federativo 
ou quem ele delegar a capacidade 
tributária (poder de cobrar). 
 
 Não há solidariedade 
ativa. Não figura mais de um sujeito 
ativo em relação ao mesmo tributo. 
 
: Retenção de IR dos 
Servidores Públicos - Em casos 
de retenção a maior, o servidor 
público deve solicitar restituição ao 
ente que fez a retenção e não a 
União. 
 
 
➢ 
Contribuinte de fato: é o sujeito 
que suporta que suporta o ônus 
econômico do tributo, ou seja, a 
quem a carga do tributo 
indireto é repassada, 
normalmente o consumidor 
final, esse não integra a 
relação jurídica tributária. 
Contribuinte de direito: É quem 
figura formalmente no polo 
passivo da relação jurídico 
tributária, é aquele que tem 
relação pessoal e direta com o 
fato gerador, é quem recolhe o 
tributo para o fisco. 
➢ 
é a terceira pessoa escolhida por lei 
para pagar o tributo, sem ter 
realizado o fato gerador. 
Naturalmente, há um anexo mínimo 
que liga esse terceiro ao FG. 
 
 
 As convenções 
particulares não podem ser opostas 
ao fisco: Isto quer dizer que contratos 
relativas à responsabilidade pelo 
pagamento de tributos, não podem 
ser opostas à Fazenda Pública, para 
modificar o sujeito passivo das 
obrigações tributárias 
correspondentes. 
O contrato Servirá apenas para 
direito de regresso do contribuinte 
contra quem em contrato ficou 
estipulado que pagaria o tributo. 
 
Exemplo: EM 15/02/2019 João 
(proprietário de um imóvel urbano) 
aluga seu imóvel para Maria e no 
contrato acordam que Maria será a 
responsável pelo pagamento do 
imposto de IPTU. Em janeiro de 2020, 
o fisco vem cobrando João por débitos 
de IPTU dos meses de maio e junho de 
2019. João pode alegar ao fisco que a 
cobrança deveria ser para Maria, em 
razão do contrato? 
Não. O contrato não pode ser oposto 
ao fisco. Servirá apenas para direito 
de regresso contra maria na esfera 
cívil. 
 
 
 
 
 
 
 
sujeitos 
o 
O contribuinte é excluído totalmente, 
dando ensejo à responsabilidade 
pessoal sobre terceira pessoa, 
vinculada ao fato gerador. A 
responsabilidade pessoal afasta a dos 
devedores originais, que NÃO 
responderão nem supletiva ou 
subsidiariamente. 
DICA: Se na prova não lembrar o 
tipo de responsabilidade, deve-se 
analisar o caso, sendo caso de 
fraude, infração a lei, exercício 
irregular ou ação dolosa chutem em 
Pessoal. 
 
O responsável por lei responde por 
parte ou pelo todo da obrigação 
tributária que o contribuinte deixar 
de cumprir. 
 
➢ POR SUBSTITUIÇÃO: 
 A obrigação tributária já 
surge em relação ao 
responsável, pois a lei exclui a 
figura do 
contribuinte. (Retenção na 
Fonte e Substituição para 
Frente) 
 
➢ TRANSFERÊNCIA: A obrigação 
tributária surge em relação ao 
Contribuinte, mas, por conta de 
evento posterior ao fato 
gerador, outra pessoa passa a 
ocupar o polo passivo. 
Importante ressaltar que a 
transferência pode excluir a 
responsabilidade do 
contribuinte ou atribuí-la em 
caráter supletivo. 
 
O sujeito passivo é quem pratica o fato 
gerador, mas, para facilitar a 
cobrança uma pessoa o substitui no 
dever de pagar tributos a particular. 
➢ 
Implica em um adiamento no 
recolhimento do tributo. 
Em casos que há muitos fornecedores 
e poucos ou só um adquirente. 
Ex: muitos produtores de farinha 
para uma única fábrica. A fábrica 
paga o ICMS sobre a venda dos 
produtores. 
É chamada de “pra trás”, pois o 
responsável substituto irá substituir 
quem estava atrás dele na cadeia 
produtiva. 
➢ 
Ocorre nos casos em que há 
poucos ou só um fornecedor e muitos 
adquirentes. Nesta situação, a 
ocorrência do fato gerador é 
presumida para o futuro e o 
pagamento do tributo é 
ANTECIPADO. 
Ex: Fábrica de carros, paga o imposto 
da transferência dos carros para 
concessionária e antecipa o imposto 
da venda da concessionária aos 
consumidores. 
 
 
 
 
 
Responsabilidade 
o 
 se NÃO ocorrer 
o fato gerador, caberá 
restituição do valor do tributo 
pago por antecipação. 
Também caberá a restituição 
nos casos em que crédito 
tributário se constituir a menor 
do que foi antecipado, ou seja, 
a diferença deverá ser 
restituida. 
 
o Sucessores (Art. 129-133 CTN) 
oTerceiros (Art. 134-135 CTN) 
o Por infrações (Art. 136-138 
CTN) 
 
➢ 
Refere-se a responsabilidade dos 
adquirentes de bens, espólio, 
herdeiros, sociedades resultantes de 
fusão, incorporação e transformação 
e adquirentes de fundos de comércio. 
A letra de lei do 
artigo aduz que na 
responsabilidade de sucessores há 
apenas a responsabilidade pelo 
tributo. 
A jurisprudência assegura que a 
responsabilidade dos sucessores 
abrange os tributos e as multas 
moratórias ou punitivas. 
o 
O adquirente passa a ser responsável 
pelos tributos relacionados ao bem. 
 
: NÃO ocorrerá a 
responsabilidade tributária 
do adquirente: 
o Quando constar no título de 
transferência da propriedade a 
prova da quitação dos tributos. 
 
o No caso de arrematação em 
hasta pública. (Débitos sub 
rogam-se ao preço). 
o 
A regra é a mesma dos bens imóveis, 
porém sem a previsão das exceções. 
Há jurisprudência do STJ no sentido 
de que o adquirente de boa-fé poderá 
ser beneficiado com as exceções 
relacionadas aos bens imóveis. 
Para fins de prova, se não 
perguntar sobre a 
jurisprudência, sigam a letra da lei, 
ou seja, NÃO TEM EXCEÇÃO. 
o 
 A responsabilidade é pessoal. 
Após a morte, o responsável pelos 
tributos desde a abertura da sucessão 
até a data da partilha ou 
adjudicação será o espólio..
Após a partilha ou adjudicação, os 
responsáveis serão os sucessores 
(herdeiros) a qualquer título e o 
cônjuge meeiro, até o limite do seu 
quinhão.
o 
A pessoa jurídica de direito privado 
que resultar de fusão, transformação 
ou incorporação de outra ou em 
outra, é responsável pelos tributos 
devidos até à data do ato de fusão, 
incorporação ou transformação. 
 
Fusão: são duas empresas que se unem 
e formam uma nova empresa. 
Incorporação: Uma empresa absorve 
a outra 
Transformação: a mesma empresa 
muda de tipo societário. a mesma 
sociedade muda de tipo. 
Em casos de extinção da pessoa 
Jurídica, quando a exploração 
da respectiva atividade seja 
continuada por qualquer sócio 
remanescente, ou seu espólio, sob a 
mesma ou outra razão social, ou sob 
firma individual., haverá a 
transmissão da responsábilidade 
para este sócio. 
 
Súmula 554-STJ: Na hipótese de 
sucessão empresarial, a 
responsabilidade da sucessora 
abrange não apenas os tributos 
devidos pela sucedida, mas também 
as multas moratórias ou punitivas 
referentes a fatos geradores ocorridos 
até a data da sucessão. 
Tributo+ Multa e Juros Moratórios 
 
o 
A pessoa natural ou jurídica de 
direito privado que adquirir de 
outra, por qualquer título, fundo de 
comércio ou estabelecimento 
comercial, industrial ou profissional, 
e CONTINUAR a respectiva 
exploração, sob a mesma ou outra 
razão social ou sob firma ou nome 
individual, responde pelos tributos, 
relativos ao fundo ou 
estabelecimento adquirido, devidos 
até à data do ato: 
I - integralmente, se o alienante 
cessar a exploração do comércio, 
indústria ou atividade; 
II - subsidiariamente com o 
alienante, se este prosseguir na 
exploração ou iniciar dentro de seis 
meses a contar da data da 
alienação, nova atividade no mesmo 
ou em outro ramo de comércio, 
indústria ou profissão. 
 
 Não há 
responsabilidade do adquirente nos 
casos de: 
- Alienação ocorrida em processo de 
falência; 
- Alienação em decorrência de plano 
de recuperação judicial. 
 
: Não se aplica a 
excludente de responsabilidade 
acima quando o adquirente for: 
a) Sócio da falida; 
b) Parente dos sócios; 
c) Agente do falido ou do devedor 
em recuperação judicial. 
(Famoso “laranja”) 
 
➢ 
o 
 Nos casos de impossibilidade de 
exigência do cumprimento da 
obrigação principal pelo 
contribuinte, respondem 
solidariamente com este nos atos em 
que intervierem ou pelas omissões de 
que forem responsáveis: 
I – os pais, pelos tributos devidos 
por seus filhos menores; 
II - os tutores e curadores, pelos 
tributos devidos por seus 
tutelados ou curatelados; 
III – os administradores de bens 
de terceiros, pelos tributos 
devidos por estes; 
IV – o inventariante, pelos 
tributos devidos pelo espólio; 
V – o síndico e o comissário, pelos 
tributos devidos pela massa 
falida ou pelo concordatário; 
VI – os tabeliães, escrivães e 
demais serventuários de ofício, 
pelos tributos devidos sobre os 
atos praticados por eles, ou 
perante eles, em razão do seu 
ofício; 
VII – os sócios, no caso de 
liquidação de sociedade de 
pessoas. 
Nesses Casos a 
responsabilidade é pelo 
TRIBUTO + MULTA DE MORA 
o 
São pessoalmente responsáveis pelos 
créditos correspondentes a obrigações 
tributárias resultantes de atos 
praticados com EXCESSO DE PODERES 
OU INFRAÇÃO DE LEI, CONTRATO 
SOCIAL OU ESTATUTOS: 
I - as pessoas referidas no artigo 
anterior; 
II - os mandatários, prepostos e 
empregados; 
III - os diretores, gerentes ou 
representantes de pessoas jurídicas 
de direito privado. 
Responsabilidade pelos 
TRIBUTOS, JUROS E TODAS 
AS MULTAS (não apenas as 
multas moratórias). 
 o pedido de 
redirecionamento da 
Execução Fiscal, quando fundado na 
hipótese de dissolução irregular da 
sociedade empresária executada ou 
de presunção de sua ocorrência pode 
ser autorizado contra o sócio com 
poderes de administração da 
sociedade, na data em que 
configurada a sua dissolução 
irregular ou a presunção de sua 
ocorrência (Súmula 435/STJ) 
 
: O simples ato de não 
pagar o tributo não é suficiente 
para gerar, por si só, a 
responsabilidade do sócio 
gerente.(súmula 430 do STJ) 
➢ 
Salvo disposição de lei em contrário, 
a responsabilidade por infrações da 
legislação tributária independe da 
intenção do agente ou do responsável 
e da efetividade, natureza e extensão 
dos efeitos do ato. 
A responsabilidade é PESSOAL ao 
agente: 
I - quanto às infrações 
conceituadas por lei como crimes 
ou contravenções, salvo quando 
praticadas no exercício regular de 
administração, mandato, função, 
cargo ou emprego, ou no 
cumprimento de ordem expressa 
emitida por quem de direito; 
II – quanto às infrações em cuja 
definição o dolo específico do 
agente seja elementar; 
III - quanto às infrações que 
decorram direta e exclusivamente 
de dolo específico: 
a) das pessoas referidas no artigo 
134, contra aquelas por quem 
respondem; 
b) dos mandatários, prepostos ou 
empregados, contra seus 
mandantes, preponentes ou 
empregadores; 
c) dos diretores, gerentes ou 
representantes de pessoas jurídicas 
de direito privado, contra estas. 
o 
–
Em caso de certidão negativa 
expedida com dolo ou fraude, que 
contenha erro contra a Fazenda 
Pública, responsabiliza pessoalmente 
o funcionário que a expedir, pelo 
crédito tributário e juros de mora 
acrescidos. Esta responsabilidade 
não exclui a responsabilidade 
criminal e funcional que no caso 
couber. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A denúncia espontânea se concretiza 
por ato vonluntário do contribuinte 
ou responsável, que realiza o 
pagamento espontâneo do tributo, 
ainda que em atraso, antes de 
qualquer atividade fiscalizatória. 
A responsabilidade é excluida pela 
denúncia espontânea da infração. 
• Deve haver o pagamento do 
tributo ( ou valor arbitrado) 
corrigido monetariamente e 
dos juros de mora. 
 
• Afasta o pagamento de 
qualquer tipo de multa. 
 
 
• Deve ser feita antes do início de 
qualquer procedimento 
fiscalizatório relacionado com 
a infração. 
 
 
 O procedimento 
fiscalizatório tem que ser 
relacionado com a infração, não 
pode ser genérico. 
A preexistencia de Inquérito policial 
não constitui procedimento apto 
descaracterizar, por si só, a denúncia 
espontânea. 
: 
 A fiscalização realizada 
por autoridade fiscal 
incompetente não tem o 
condão de afastar o benefício 
da denúncia espontânea.O Parcelamento da Dívida não 
implica em denúncia 
espontânea. 
 
Súmula 360 STJ: O benefício da 
denúncia espontânea não se aplica aos 
tributos sujeitos a lançamento por 
homologação, regularmente 
declarados e pagos a destempo. 
Denúncia 
Espontânea 
o 
É por meio do qual se constitui o 
crédito tributário. 
A Obrigação Tributária nasce com o 
fato gerador, mas apenas com o 
lançamento é que passa a ser 
exigível. 
Compete PRIVATIVAMENTE à 
autoridade administrativa 
constituir crédito tributário pelo 
lançamento. 
O lançamento é o procedimento 
administrativo tendente a verificar 
: 
 a ocorrência do fato gerador 
da obrigação correspondente; 
 determinar a matéria 
tributável; 
 calcular o montante do tributo 
devido; 
 identificar o sujeito passivo; 
 propor a aplicação da 
penalidade cabível, sendo o 
caso. 
 
 
 
 
 O Poder Judiciário 
não pode corrigir o lançamento, 
devendo proclamar sua nulidade, 
caso esteja viciado, para que o Fisco 
constitua o crédito novamente. 
 
 
 
 
 
 
 – O Fisco utiliza 
os dados de que dispõe, verifica e 
declara a ocorrência do fato 
gerador, calcula o tributo e o 
constitui. O sujeito passivo não 
participa da atividade. 
 É o lançamento do IPTU, IPVA, 
Taxas, Contribuições de 
melhoria. 
 – O Fisco 
calcula e lança o tributo com base em 
declaração fornecida pelo sujeito 
passivo. 
o CTN admite a retificação da 
declaração por iniciativa do próprio 
declarante, com o objetivo de reduzir 
ou extinguir tributo, desde que seja 
feita mediante comprovação do 
ERRO em que se funde, e ANTES de 
notificado o lançamento. 
 É o lançamento do II, IE, ITBI, 
ITCMD 
 – O 
sujeito passivo, além de prestar as 
declarações de fato, faz o seu 
enquadramento nas disposições de 
direito, antecipando o valor do 
tributo. O Fisco apenas homologa o 
referido pagamento. 
É o lançamento dos tributos de ICMS, 
ISS, IR, IPI, PIS, COFIns 
 
 
lançamento 
o 
 – 
TU LI PA DE MO RA 
 
✓ Tutela antecipada 
✓ Liminar 
✓ Parcelamento 
✓ Deposito integral 
✓ Moratória 
✓ Recurso Administrativo 
 
 Com a suspensão 
da Exigibilidade do Crédito 
Tributário, é possível a 
expedição de certidão positiva 
com efeitos de negativa. 
 
: A Suspensão do 
crédito não dispensa a obrigação 
acessória. 
 
 
Caso a suspensão ocorra antes da Adm. 
ter realizado o lançamento, ela poderá 
ainda assim lançar o crédito para 
evitar a decadência . 
 
 
➢ 
 
É necessário o deferimento de liminar 
ou antecipação de tutela para a 
suspensão do crédito. 
 
 
 
➢ 
A simples impetração de mandado 
de segurança ou ajuizamento de 
ação ordinária não suspende o 
crédito. É Necessário o deferimento 
de liminar ou antecipação de tutela. 
➢ 
O parcelamento é uma sistemática de 
pagamento fragmentado e, por isso 
mesmo, não pode ser causa extintiva CT. 
 
No parcelamento a exigibilidade do 
crédito fica adiada em razão de 
pagamentos periódicos. (art. 155-A 
ctn). 
 
O parcelamento não exclui juros e 
multa salvo disposição em 
contrário. 
 
Aplicam-se ao parcelamento 
subsidiariamente as regras da 
moratória. 
 
 Nos casos de 
parcelamento em recuperação 
judicial, a lei específica de cada 
ente disporá sobre as condições de 
parcelamento dos tributos. Em caso de 
inexistência desta lei específica, aplica-
se as leis gerais de parcelamento do 
ente tributante, não podendo o prazo 
ser inferior ao da lei federal. 
 
 
 
 
Suspensão do 
crédito 
➢ 
O depósito não significa pagamento. 
 
O depósito deve ser integral e em 
dinheiro para suspender o 
crédito. (SUM. 112 STJ) 
 
Depósito pode ser judicial ou 
administrativo. 
 
: O depósito depois de 
realizado não pode ser revertido 
livremente, apenas com o trânsito em 
julgado da decisão . 
 
 
SUMULA VINCULANTE 21: é 
inconstitucional a exigência de 
depósito ou arrolamento prévio de 
dinheiro para admissibilidade de 
recurso administrativo. 
 
SÚMULA VINCULANTE 28: 
É inconstitucional a exigência de 
depósito prévio como requisito de 
admissibilidade de ação judicial na 
qual se pretenda discutir a 
exigibilidade de crédito tributário 
 
 
 
➢ 
O Sujeito passivo pode impugnar o 
lançamento por meios de reclamações 
ou recursos administrativos, e até que 
seja julgado, a exigibilidade do crédito 
estará suspensa. 
➢ 
É a ampliação do prazo de pagamento, 
adiamento da exigibilidade do 
crédito. Geralmente concedida em 
casos de calamidade pública. 
 
Em regra, abrange apenas os créditos 
constituídos ou com lançamento 
iniciado à data da lei ou do despacho 
concessivo. 
 
Em regra, é concedida após o 
vencimento, e afasta as penalidades e 
juros do pagamento posterior. 
 
Moratória não aproveita a casos de 
dolo, fraude ou simulação. 
 
Pode ser concedida em caráter geral 
(concedida pelo ente) ou individual ( 
concedida pela autoridade 
administrativa, caso a caso). 
 
Moratória Geral: 
 
• Autônoma: O entre que tem 
competência para instituir o 
tributo é quem concede a 
moratória sobre ele. 
 
• Heterônoma: A União concede 
moratória sobre um tributo da 
competência de outro ente. 
APENAS A UNIÃO PODE FAZER 
ISSO. 
 
REQUISITOS DA MORATÓRIA 
 
A lei deve indicar: 
a) Prazo de duração 
b) Os tributos a que se aplica, o nº de 
prestações e os vencimentos. 
c) na moratória individual: Indicar as 
condições para concessão, as garantias 
a serem fornecidas e pode fixar as 
prestações e vencimentos. 
 
REVOGAÇÃO DA MORATÓRIA 
 
- Quando for Moratória individual, 
não gera direito adquirido, podendo 
ser revogada quando o beneficiário 
não satifizer mais os requisitos de 
concessão. 
 
 
 Revogação por fraude, dolo ou 
simulação do beneficiário: 
 
 O crédito tributário deve ser pago com 
juros moratórios e penalidades. E o 
tempo entre a concessão e a revogação 
não contam para fins de prescrição. 
Não vai correr prescrição contra o fisco. 
 
 Revogação por erro do 
beneficiário: 
 
O crédito tributário deve ser pago com 
juros moratórios. E o tempo entre a 
concessão e a revogação contam para 
fins de prescrição. vai correr prescrição 
contra o fisco. 
 
 
➢ 
Pagamento é o cumprimento do 
objeto da prestação tributária. 
 Cheque: A quitação 
só se tornará definitiva após a 
devida compensação. 
➢ 
Remissão é o perdão legal do 
débito tributário, que pode ser 
total ou parcial. 
: Somente por lei 
específica pode haver a 
remissão do débito tributário. 
➢ 
A compensação corresponde ao 
encontro de contas do Fisco e do 
contribuinte, sempre que forem 
credor e devedor um do outro. 
Requisitos: 
1. As partes devem ser as mesmas. 
2. Os créditos já devem estar 
liquidados, 
3. A existência de uma lei 
autorizando a medida. 
 A Fazenda Pública 
entende que tributo da 
mesma espécie significa o mesmo 
tributo (p. ex.: IR somente poderá 
ser compensado por IR). 
A doutrina e jurisprudência 
entendem que pode ser 
compensado por mesma espécie 
tributária. 
➢ 
Transação é um acordo 
celebrado, com base em lei, entre 
o Fisco e o contribuinte, pelo qual 
a primitiva obrigação tributária 
desaparece, dando lugar a uma 
ou mais novas obrigações 
tributárias. 
➢ 
• 
é a perda do direito de o fisco 
constituir o crédito tributário 
(lançar) pelo decurso do prazo de 
05 anos. 
O prazo é contado (art.173 CTN): 
I- Do primeiro dia do 
exercício seguinte áquele 
em que o lançamento 
poderia ter sido efetuado. 
II- Da data em que se tornar 
definitiva a decisão que 
houver anulado, por vício 
formal, o lançamento 
anteriormente efetuado 
(caso de interrupção) 
III- Da data em que tenha se 
iniciado a constituição 
do crédito pela 
notificação do sujeito 
passivo, a respeito de 
qualquer medida 
preparatória 
indispensável. 
Extinção do 
crédito 
Nos casos de lançamento por 
homologação, em que houveo 
recolhimento antecipado, sem 
dolo, fraude ou simulação, conta-
se a partir da data do fato gerado 
(art. 150, §4 CtN). 
Se não houver o pagamento ou for 
com dolo, fraude ou simulação, 
regra do art. 173, I CTN 
• 
È a perda do direito de cobrar o 
crédito tributário pelo decurso do 
prazo de 05 anos. 
Inicia-se o prazo prescricional 
após a notificação do lançamento 
e o encerramento do prazo para 
pagamento voluntário. 
Em caso de recurso 
administrativo, o prazo começa a 
correr após a decisão final do 
recurso e se novo prazo para 
pagamento for estipulado, após o 
vencimento do prazo. 
Causas de interrupção da 
Prescrição. Art. 174, §único. 
a) Despacho do Juiz que 
ordena a citação em 
execução final 
b) Protesto judicial 
c) Qualquer ato judicial 
que constitua em mora 
o devedor. 
d) Qualquer ato 
inequívoco, ainda que 
extrajudicial, que 
importe em 
reconhecimento do 
débito pelo devedor. 
(confissão de dívida) 
 A interrupção pela 
citação, retroage à data da 
propositura da ação, ainda que 
proferida por juízo incompetente. 
➢ 
Já vimos no caso de depósito 
integral em que o contribuinte 
perde a ação e ocorre a conversão 
em renda em favor da 
administração. 
➢ 
Cabe ação de Consignação em 
Pagamento nos casos: (art 164 
CTN) 
a) Recusa de recebimento, ou 
subordinação desde ao 
pagamento de outro tributo 
ou de penalidade, ou 
cumprimento de obrigação 
acessória 
b) Subordinação do 
recebimento ao 
cumprimento de exigência 
administrativa sem 
fundamento legal 
c) Exigência, por mais de uma 
pessoa jurídica de direito 
público, de tributo idêntico 
sobre um mesmo fato 
gerador 
Só é extinto o crédito com o 
julgamento de procedência. 
 
➢ 
Quando favorável ao 
contribuinte, extinguem o 
crédito tributário. 
➢ 
É necessário que haja lei 
autorizativa do ente 
tributante. 
Apenas bens imóveis. 
O fisco avaliará o imóvel e 
poderá aceitar ou recursar. 
Aceitando ele imputa o valor 
no pagamento do crédito. Se o 
imóvel tiver valor mais alto, 
deverá devolver ao 
contribuinte a diferença. Se 
tiver valor inferior o crédito 
subsistirá em relação a 
diferença. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As hipóteses de exclusão do crédito 
tributário ocorrem anteriormente à 
constituição deste. 
 
 : A exclusão do 
crédito tributário não 
dispensa o cumprimento das 
obrigações acessórias . 
 
 
As causas de exclusão do crédito 
devem ser interpretadas 
literalmente. 
 
➢ 
A isenção representa uma liberação 
da obrigação de pagamento do 
crédito tributário ainda que o fato 
gerador tenha se concretizado 
 
A lei que determina uma isenção 
produz seus efeitos imediatamente, 
não havendo que se falar na 
observância do princípio da 
anterioridade, posto que se trata de 
vantagem concedida ao sujeito 
passivo. 
 
A lei isentiva deve especificar as 
condições e os requisitos para a 
concessão do benefício, e se for o 
caso, o prazo de duração. 
 
Salvo disposição em contrário, não 
abrange Taxas e Contribuições de 
melhoria. 
 
 
SÚMULA 544 DO STF : Isenções 
tributárias concedidas, sob 
condição onerosa, não podem ser 
livremente suprimidas. 
 
 
Também não podem ser 
livremente suprimidas as 
concedidas sob prazo certo e 
determinadas condições. 
➢ 
Libera o Contribuinte das 
penalidades que ocorreram antes 
da vigência da lei que autoriza a 
anistia. 
Não se aplica: 
a) Infrações relativas a 
determinado tributo 
b) Infrações punidas com 
penalidades pecuniárias até 
determinado montante, 
conjugadas ou não com 
penalidades de outra 
natureza 
c) Determinada região do 
território da entidade 
tributante, em função de 
condições a ela peculiares; 
d) Sob condição do pagamento 
de tributo no prazo fixado 
pela lei que a conceder, ou 
cuja fixação seja atribuida 
Exclusão do 
crédito 
 
pela mesma lei à autoridade 
admnistrativa. 
:A CF veda 
expressamente a concessão de 
remissão e anistia para 
contribuições sociais. (art. 195, 
§11 da CF) 
 
 Anistia 
x remissão - remissão 
abrange todo o credito tributário 
já constituído, ou seja, abrange o 
tributo e as penalidades é 
modalidade de extinção (art 
156) 
➢ 
Sem prejuízo do disposto na 
legislação criminal, é vedada a 
divulgação, por parte da Fazenda 
Pública ou de seus servidores, de 
informação obtida em razão do 
ofício sobre a situação econômica 
ou financeira do sujeito passivo ou 
de terceiros e sobre a natureza e o 
estado de seus negócios ou 
atividades. 
 
: 
 
 Mutua Assistência entre as 
Fazendas Públicas da 
União, Estados, DF e 
Municípi–s para fiscalização 
dos tributos e permuta de 
informações. 
 requisição de autoridade 
judiciária no interesse da 
justiça; 
 solicitações de autoridade 
administrativa no interesse 
da Administração Pública, 
desde que seja comprovada a 
instauração regular de 
processo administrativo, no 
órgão ou na entidade 
respectiva, com o objetivo de 
investigar o sujeito passivo a 
que se refere a informação, 
por prática de infração 
administrativa. 
 
 
 
 
 
O intercâmbio de informação 
sigilosa, no âmbito da 
Administração Pública, será 
realizado mediante processo 
regularmente instaurado, e a 
entrega será feita pessoalmente à 
autoridade solicitante, mediante 
recibo, que formalize a 
transferência e assegure a 
preservação do sigilo. 
 
 
 
 
 Não é vedada a 
divulgação de informações 
relativas a: 
I - representações fiscais para fins 
penais; 
II - inscrições na Dívida Ativa da 
Fazenda Pública; 
III - parcelamento ou moratória; 
IV - incentivo, renúncia, benefício 
ou imunidade de natureza 
tributária cujo beneficiário seja 
pessoa jurídica. 
 
ADIs 2390, 2386 e 2397, 
2859, STF - prevaleceu o 
entendimento de que a norma que 
autoriza o compartilhamento de 
dados entre bancos e 
Administração Fiscal não resulta 
em quebra de sigilo bancário, mas 
sim em transferência de sigilo da 
órbita bancária para a fiscal, 
ambas protegidas contra o acesso 
de terceiros. 
 
 
 
Sigilo Fiscal 
➢ 
É o local em que o sujeito passivo 
deve ser encontrado, onde as 
notificações serão entregues e 
onde , em regra, o tributo deve ser 
recolhido, e a execuão proposta. 
 
Em regra: O sujeito passivo escolhe 
seu domicílio tributário, desde 
que não prejudique a cobrança. 
 
 O Fisco pode recusar 
o domicílio escolhido se este 
dificultar a fiscalização. 
Art. 127 CTN: Na falta de 
eleição do domicílio pelo 
contribuinte ou 
responsável, considera-se: 
I - quanto às pessoas naturais, a 
sua residência habitual, ou, 
sendo esta incerta ou 
desconhecida, o centro habitual 
de sua atividade; 
II - quanto às pessoas jurídicas de 
direito privado ou às firmas 
individuais, o lugar da sua sede, 
ou, em relação aos atos ou fatos 
que derem origem à obrigação, o 
de cada estabelecimento; 
III - quanto às pessoas jurídicas de 
direito público, qualquer de suas 
repartições no território da 
entidade tributante. 
 
 
Quando não couber a aplicação 
das regras fixadas em qualquer 
dos incisos: Domicílio será o lugar 
da situação dos bens ou da 
ocorrência dos atos ou fatos que 
deram origem à obrigação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DOMICÍLIO 
FISCAL 
➢ 
Após o vencimento, o crédito é 
inscrito em dívida ativa. 
A dívida regularmente inscrita 
goza de presunção relativa de 
certeza e liquidez, ou seja, sua 
certeza e liquidez podem ser 
afastadas por prova inequívoca a 
cargo do contribuinte ou 
responsável. 
A dívida regularmente inscrita 
tem efeito de prova pré 
constituída. 
Com a inscrição em dívida ativa é 
extraida a Certidão de Dívida 
Ativa (CDA). 
➢ 
O termo de inscrição da dívida 
ativa, autenticado pela 
autoridade competente, indicará 
obrigatoriamente:o o nome do devedor e, sendo 
caso, o dos co-responsáveis, 
bem como, sempre que 
possível, o domicílio ou a 
residência de um e de outros; 
 
o a quantia devida e a 
maneira de calcular os juros 
de mora acrescidos; 
 
 
o a origem e natureza do 
crédito, mencionada 
especificamente a disposição 
da lei em que seja fundado; 
 
o a data em que foi inscrita; 
 
o sendo caso, o número do 
processo administrativo de 
que se originar o crédito. 
o A certidão conterá, além dos 
requisitos deste artigo, a 
indicação do livro e da folha 
da inscrição. 
➢ 
A omissão ou erro em qualquer dos 
requisitos implica em nulidade da 
inscrição. 
Há possibilidade de saneamento 
da nulidade por meio de 
substituição da CDA, até a 
sentença nos embargos à execução 
fiscal, 
Súmula 392 STJ A Fazenda 
Pública pode substituir a certidão 
de dívida ativa (CDA) até a 
prolação da sentença de 
embargos, quando se tratar de 
correção de erro material ou 
formal, vedada a modifi cação do 
sujeito passivo da execução. 
 
Certidão de 
dívida ativa 
➢ União 
➢ 
 I - o seu desembaraço 
aduaneiro, quando de 
procedência estrangeira; 
 II - a sua saída dos 
estabelecimentos do contribuinte 
autônomo; 
 III - a sua arrematação, 
quando apreendido ou 
abandonado e levado a leilão. 
 Considera-se 
industrializado o produto que 
tenha sido submetido a qualquer 
operação que lhe modifique a 
natureza ou a finalidade, ou o 
aperfeiçoe para o consumo. 
➢ 
A Base de Cálculo é constituída da 
seguinte forma: 
I - no caso de produto procedente 
do exterior, o preço normal que o 
produto, ou seu similar, 
alcançaria, ao tempo da 
importação, em uma venda em 
condições de livre concorrência, 
para entrega no porto ou lugar de 
entrada do produto no 
País, acrescido do montante: 
a) do imposto sobre a importação; 
b) das taxas exigidas para 
entrada do produto no País; 
c)dos encargos 
cambiais efetivamente pagos pelo 
importador ou dele exigíveis; 
II - no caso de saída dos 
estabelecimentos do contribuinte 
autônomo: 
a) o valor da operação de que 
decorrer a saída da mercadoria; 
b) na falta do valor a que se refere 
a alínea anterior, o preço 
corrente da mercadoria, ou sua 
similar, no mercado atacadista 
da praça do remetente; 
III - no caso arrematação, o preço 
da arrematação. 
➢ 
 É seletivo conforme a 
essencialidade do produto. 
 É não cumulativo, 
compensando-se o valor 
devido em cada operação 
com o montante cobrado nas 
anteriores. 
 Não incide nas exportações 
➢ 
I - o importador 
 II - o industrial 
III - o comerciante de produtos 
sujeitos ao imposto 
IV - o arrematante de produtos 
apreendidos ou abandonados, 
levados a leilão. 
Imposto sobre produto 
industrializado - IPI 
➢ União 
➢ 
É a entrada de produto 
estrangeiro no território 
nacional. 
➢ :
 
I - quando a alíquota seja 
específica, a unidade de medida 
adotada pela lei tributária; 
II - quando a alíquota seja ad 
valorem, o preço normal que o 
produto, ou seu similar, 
alcançaria, ao tempo da 
importação, em uma venda em 
condições de livre concorrência, 
para entrega no porto ou lugar de 
entrada do produto no País; 
III - quando se trate de produto 
apreendido ou abandonado, 
levado a leilão, o preço da 
arrematação. 
 
➢ 
Contribuinte do imposto é: 
I - o importador ou quem a lei a 
ele equiparar; 
II - o arrematante de produtos 
apreendidos ou abandonados. 
 
Alíquota Ad valorem -
Quando a aliquota for um 
percentual a ser 
multiplicado pela base de 
calculo. 
Aliquota Específica- 
Quando a alíquota for 
uma quantia em real a ser 
multiplicada por uma 
unidade de medida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imposto de 
Importação - II 
➢ União 
➢ 
 É a propriedade, o domínio útil 
ou a posse de imóvel por natureza 
(terra nua) localizado fora da 
zona urbana do Município. 
➢ :
 
A base do cálculo do imposto é o 
valor fundiário. 
➢ 
Contribuinte do imposto é 
- o proprietário do imóvel, 
- o titular de seu domínio útil 
- o seu possuidor a qualquer título. 
➢ 
 - Progressivo- alíquotas fixadas para 
desestimular a propriedade 
improdutiva. 
 
- imposto extrafiscal, pois visa estimular 
o uso das terras. 
 
: 
Há imunidade para as pequenas glebas 
rurais, quando exploradas por 
proprietários que não posssuam outros 
imóveis. 
 
O Município pode fiscalizar e cobrar o 
ITR, e nesse caso, ficará com 100% da 
sua arrecadação. 
 
STJ – O promitente Comprador do 
imóvel rural será solidariamente 
responsável com o proprietário (resp 
1.110.551/SP) 
 
STJ – O ITR pode incidir sobre 
imóveis localizados em zona 
urbana, desde que seja utilizado para 
atividade extrativa vegetal, agrícula, 
pecuária ou agroindustrial.(Resp 
1.112.646/SP) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imposto territorial 
Rural - ITR 
➢ Estados e DF
➢ 
a) operações relativas à 
circulação de mercadorias, 
inclusive o fornecimento de 
alimentação e bebidas em 
bares, restaurantes e 
estabelecimentos similares; 
 
b) prestações de serviços de 
transporte interestadual e 
intermunicipal, por 
qualquer via, de pessoas, 
bens, mercadorias ou 
valores; 
 
c) prestações onerosas de 
serviços de comunicação, por 
qualquer meio, inclusive a 
geração, a emissão, a 
recepção, a transmissão, a 
retransmissão, a repetição e a 
ampliação de comunicação de 
qualquer natureza 
 
d) fornecimento de mercadorias 
com prestação de serviços não 
compreendidos na competência 
tributária dos Municípios; 
 
e) fornecimento de mercadorias 
com prestação de serviços 
sujeitos ao imposto sobre 
serviços, de competência dos 
Municípios, quando a lei 
complementar aplicável 
expressamente o sujeitar à 
incidência do imposto 
estadual. 
 
f) sobre a entrada de mercadoria 
ou bem importados do exterior, 
por pessoa física ou jurídica, 
ainda que não seja 
contribuinte habitual do 
imposto, qualquer que seja a 
sua finalidade 
 
g) sobre o serviço prestado no 
exterior ou cuja prestação se 
tenha iniciado no exterior; 
 
h) sobre a entrada, no território 
do Estado destinatário, de 
petróleo, inclusive lubrificantes 
e combustíveis líquidos e 
gasosos dele derivados, e de 
energia elétrica, quando não 
destinados à comercialização 
ou à industrialização, 
decorrentes de operações 
interestaduais, cabendo o 
imposto ao Estado onde estiver 
localizado o adquirente. 
➢ 
- Pode ser seletivo 
- É não cumulativo 
- Há imunidade sobre : 
a) Exportações 
b) Operações Interestaduais com 
petróleo, derivados e energia 
elétrica. 
c) Ouro como ativo financeiro ou 
instrumento cambial. 
d) Radio e TV aberta. 
 
STF- ADIN 1.600-8/DF– 
Inconstitucional a incidência do ICMS 
sobre 
- Transporte aéreo internacional de 
carga. 
- Transporte aéreo intermunicipal, 
interestadual e internacional de 
passageiros . 
 
Imposto sobre 
Circulaçao de 
Mercadorias- ICMS 
 
: ICMS X ISS 
Quando se tratar de mercadoria 
genérica (de prateleira), incide ICMS. 
Quando for mercadoria encomendada 
para ser produzido personalizado , há 
prestação de serviço, incidirá ISS. 
 
Softwares – Quando for aqueles gerais, 
vendidos par ao público em geral ( de 
prateleira) será incidente o ICMS. 
Quando for Software produzido por 
encomenda, será ISS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Súmula 156 STJ – A prestação de serviço 
de composição gráfica personalizada e 
sob encomenda, ainda que envolva 
fornecimento de mercadoria, se sujeita 
a ISS. 
 
Súmula 166 STJ– Não constitui fato 
gerador do ICMS o simples 
deslocamento de mercadoria de um 
para o outro estabelecimento do mesmo 
contribuinte. 
 
Súmula Vinculante 48 – Na entrada de 
mercadoria importada do exterior, é 
legitima a cobrança do ICMS por 
ocasião do desembaraço aduaneiro. 
 
Súmulavinculante 32 – O ICMS não 
incide sobre alienação de salvados de 
sinistro pelas seguradoras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
➢ Estados e DF
➢ 
a) Transmissão Causa Mortis, que 
ocorre no momento da mor te 
do autor da herança. 
 
b) Doação de bens ou direitos, a 
transmissão se dá no momento 
do registro imobiliário ou da 
tradição. 
 
➢ 
 
A aliquota é fixada em lei estadual e 
deve respeitar o teto estabelecido pelo 
senado federal (hoje, 8%). 
A base de calculo é o valor venal dos 
bens e direitos. 
➢ 
- Bens Imóveis e os respectivos direitos, 
compete ao Estado da Situação do 
bem . 
- Bens Móveis, títulos e créditos, 
compete ao Estado onde se processar o 
inventário ou arrolamento, ou tiver 
domicílio o doador 
- se o doador ou o falecido tiverem 
residencia no exterior, ou se o 
inventário ocorrer no exterior, a 
competência será determinada pela 
Lei complementar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ITCMD 
Causa Mortis e Doações 
➢ Município
➢ 
- Propriedade de Imóvel urbano 
- Domínio útil de Imóvel urbano 
-Posse de imóvel por natureza ou 
Acessão física. 
 
Art. 32 CTN, para ser 
considerado imóvel urbano, a 
localidade onde está situado o 
imóvel dever ter pelo menos 02 
melhoramentos dos descritos no 
artigo. 
➢ 
 
As alíquotas devem ser fixadas por 
lei municipal, podendo ser: 
a) Progressivas em razão do valor 
do imóvel e no tempo. 
b) Diferenciadas conforme o uso e 
a localização. 
A base de cálculo é o valor venal do 
terreno e das construções. Esta Base 
de cálculo é aferida pelo Fisco 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Súmula 614 do STJ – O locatário não 
possui legitimidade ativa para discutir 
a relação jurídico- tributária de IPTU e 
de Taxas referentes ao imóvel alugado 
nem para repetir indébito desses 
tributos. 
 
Súmula 160 do STJ – É defeso ao 
Município atualizar o IPTU mediante 
decreto, em percentual superior ao 
indice oficial de correção monetária. 
 
Súmula 397 do STJ- O contribuinte do 
IPTU é notificado do lançamento pelo 
envio do carnê ao seu endereço. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imposto sobre 
Propriedade 
Territorial Urbana 
 
Além das receitas derivadas de seus 
próprios tributos, os entes recebem parte 
das receitas relativas à União, é o que 
chamamos de repartição de receitas. 
 
➢ –
Os Estados e o DF recebem : 
 
- 100% do Imposto de Renda Retido na 
Fonte de seus Servidores Públicos. 
 
- 20% de um eventual imposto residual 
que venha a ser criado. 
 
- 30% do IOF sobre o Ouro. 
 
➢ 
- 100% do Imposto de Renda Retido 
na Fonte de seus Servidores Públicos. 
- 50 % do ITR. Caso fiscalize e 
cobre ficará com 100%. 
- 50% do IPVA 
- 25% do ICMS 
- 70% do IOF sobre o Ouro
A União e os Estados 
podem condicionar o repasse 
dos recursos: 
-Ao Pagamento de seus créditos, 
inclusive de suas autarquias 
- Ao cumprimento da obrigação 
constituicional de aplicação de 
recursos mínimos na saúde. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Repartição de Receitas 
Tributárias 
 
Súmula Vinculante 12, STF: 
A cobrança de taxa de matrícula 
nas universidades públicas viola o 
disposto no art. 206, IV, da 
Constituição Federal. 
Súmula Vinculante 19, STF: 
A taxa cobrada exclusivamente 
em razão dos serviços públicos de 
coleta, remoção e tratamento ou 
destinação de lixo ou resíduos 
provenientes de imóveis, não viola 
o artigo 145, II, da Constituição 
Federal.. 
Súmula Vinculante 28, STF: 
É inconstitucional a exigência de 
depósito prévio como requisito de 
admissibilidade de ação judicial 
na qual se pretenda discutir a 
exigibilidade de crédito 
tributário. 
Súmula Vinculante 29, STF: 
É constitucional a adoção, no 
cálculo do valor de taxa, de um 
ou mais elementos da base de 
cálculo própria de determinado 
imposto, desde que não haja 
integral identidade entre uma 
base e outra. 
Súmula Vinculante 31, STF: 
É inconstitucional a incidência 
do Imposto sobre Serviços de 
Qualquer Natureza – ISS sobre 
operações de locação de bens 
móveis. 
 
Súmula Vinculante 32, STF: 
O ICMS não incide sobre 
alienação de salvados de sinistro 
pelas seguradoras. 
Súmula Vinculante 41, STF: 
O serviço de iluminação pública 
não pode ser remunerado 
mediante taxa. 
Súmula Vinculante 48, STF: 
Na entrada de mercadoria 
importada do exterior, é legítima 
a cobrança do ICMS por ocasião 
do desembaraço aduaneiro. 
Súmula Vinculante 50, STF: 
Norma legal que altera o prazo de 
recolhimento de obrigação 
tributária não se sujeita ao 
princípio da anterioridade. 
Súmula Vinculante 52, STF: 
Ainda quando alugado a 
terceiros, permanece imune ao 
IPTU o imóvel pertencente a 
qualquer das entidades referidas 
pelo art. 150, VI, “c”, da 
Constituição Federal, desde que o 
valor dos aluguéis seja aplicado 
nas atividades para as quais tais 
entidades foram constituídas. 
Súmula Vinculante 57, STF: A 
imunidade tributária constante 
Súmulas 
Vinculantes 
tributárias 
 
do art. 150, VI, d, da CF/88 aplica-
se à importação e 
comercialização, no mercado 
interno, do livro eletrônico (e-
book) e dos suportes 
exclusivamente utilizados para 
fixá-los, como leitores de livros 
eletrônicos (e-readers), ainda que 
possuam funcionalidades 
acessórias 
Súmula Vinculante 58, STF: 
Inexiste direito a crédito 
presumido de IPI relativamente à 
entrada de insumos isentos, 
sujeitos à alíquota zero ou não 
tributáveis, o que não contraria o 
princípio da não cumulatividade.

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