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2 CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI ALAN JHONES SARAIVA A DIVERSIDADE CULTURAL NA ESCOLA PORTO FELIZ 2024 A DIVERSIDADE CULTURAL NA ESCOLA RESUMO: O tema deste trabalho é a diversidade cultural no contexto escolar, tentando mostrar como esta questão é inseparável da identidade nacional e até mesmo estudantes regionais, porque ambos andam juntos e oferecem um parâmetro para superar os preconceitos que podem ou possam existir em sala de aula trabalhar na diversidade cultural significa trabalhar no amor e no respeito pelos outros. qualquer diferença que possa haver. É essencial que diversidade nas escolas e que faz parte dos projetos curriculares, mostrando que a existência de diferenças e ensinar os alunos a apreciarem-nas. O papel de a escola deve mostrar a importância da inclusão e o quanto ela é linda, não está sozinha ética, mas uma questão de princípio e de exercício de compromisso e cooperação para que a sociedade pode ser um caminho para a transformação e que o papel da escola é descobrir as diferenças entre descendentes, classes sociais e ensinar a valorizar, não finja que todos são iguais quando na realidade não são. INTRODUÇÃO: A diversidade cultural no contexto escolar é inerente à identidade nacional como o nível regional de estudantes, porque os dois andam juntos e dentro apresentar um exemplo de superação de preconceitos que possam ser ou surgir existe na sala de aula. Estudar a diversidade cultural também significa demonstrar amor proximidade e respeito pelas diferenças que possam existir. É importante trabalhar pela diversidade nas escolas que faz parte dos projetos curriculares, o que mostra a existência das diferenças e ensine os alunos a valorizarem. Nesse sentido, a função da escola inclui, mostrando o grande valor da inclusão e sua importância. Não é apenas ético, mas de princípios, uma questão de exercício de amor e contribuição para que a sociedade possa superar preconceitos. Então a escola oferece, mostra também as diferenças entre as origens e tudo o que distingue as pessoas dos outros e das classes sociais e ensinar a valorizar e a não fazer parece que todos são iguais quando na realidade não são. Durante a obra, as ideias de autores como Paulo Freire, autor do livro Pedagogia da Autonomia, o conteúdo de Vygotsky em relação ao desenvolvimento da criança, Maria Regina Guarniere que falou percurso educativo e como podem influenciar o quotidiano dos alunos, entre outros outros. Ao lado dos teóricos que expuseram o tema, a pesquisa oferece umas breves análises referem-se à legislação que regulamenta, no campo da educação, especialmente as relações étnico-raciais e as diferenças culturais. Este, o resultado uma grande luta para valorizar a diferença e lutar pela igualdade para todos. Instituições da educação, principal objetivo deste regulamento, visa promover a harmonia cultura e a luta contra o preconceito. A diversidade cultural torna-se um desafio para o educador, especialmente na educação infantil. Então há uma oportunidade para superar o que tornou este trabalho tão desafiador. Salienta-se que o trabalho de o educador tem influência intensa e direta na aprendizagem da criança, depende de o educador também conhecê-los, superar qualquer tipo de racismo, para que o aprendizado seja tranquilo precisão e aprendizado real ocorrem. Portanto, esta pesquisa justifica-se, pela importância do tema, no sentido de que promover a igualdade cultural, em todos os seus aspectos, especialmente em relação a trata-se de mostrar preconceito. Portanto, a ênfase é colocada na valorização da diversidade e diversidade cultural. Portanto, o objetivo desta pesquisa foi verificar o papel do educador como principal agente neste contexto conhecido como processo de ensino aprender, mas também como agir para levar a criança a aprender, aprender a superar toda diversidade e diversidade. 1- O PAPEL DO EDUCADOR Em sua famosa obra A Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire (2007) toma reflexão sobre temas essenciais para a prática docente. Considerações relacionamentos são essenciais porque falam justamente de relacionamento professor-aluno, relevante para o ato de ensinar, mostrando que a conexão entre teoria e prático, porque não há aprendizagem sem aprendizagem. Isso deixa as questões básicas claras que vão além de uma visão crítica da educação, mostrando claramente que são reflexões destinado a professores iniciantes, para despertar seu senso crítico, levar o aluno a ser independente. Isso é de fundamental importância para a vida do educador da educação infantil ao falar sobre diversidade cultural. Para satisfazer o processo ensino-ensino é necessário que existe um trade-off entre ensinar e ensinar, podemos verificar que dependemos por outro lado. O professor deve partir da realidade do aluno, adapte o conteúdo à sua realidade, aprenda a pensar bem e a ser crítico, suscitando nele uma curiosidade epistemológica, num processo de construção Aprenda a transformar informação em conhecimento. Desta maneira, o professor ensina o aluno e durante o treinamento de reforma. Este é exatamente o mercado para sabe onde o educador aprende ensinando e aprende a aprender (FREIRE, 2007). Por tudo isso, Freire (2007) mostra que o professor deve abrir mão características como a humildade para dar sentido ao processo de ensino vai aprender E isto é necessário para que a encarnação passe exemplo, que nada mais é do que ética, porque ser ético é ser exemplo, ter atitude e as condições para ser um professor exemplar, para que responsabilize o aluno. DE NOVO O exposto mostra claramente que é necessário despertar o senso crítico no aluno, para ele que é autônomo, portanto é um processo contínuo e inacabado. ambos 16 o professor e os alunos estão sujeitos a alterações e revisões do conceito atitudes É importante que os alunos compreendam a sua identidade cultural, tendo em mente tudo isso mostra que o aluno e os educadores são apresentados a uma contexto em que evolui constantemente, o que leva a a necessidade de formação contínua. É sobre o professor falar com o aluno e não com o aluno, é preciso ouça-o e ele deve conquistar respeito e autoridade na sala de aula. Você O ensino não deve ser mecanizado, cabe ao educador estimular o aluno, para encorajá-lo e incendiá-lo com o desejo de aprender, deve abrir os olhos também pela realidade que o rodeia, fazendo com que você tenha que se adaptar conteúdo, em um processo interminável que favorece aprender a aprender tanto para o educador quanto para o aluno. (FREIRE, 2007). Ensinar é uma característica humana, por isso o professor deve compreender o mundo, para que ele possa intervir, sendo o professor responsável É hora do aluno ser crítico e mostrar a realidade, pois não deveria se conforma e também não permite que o aluno se adapte à realidade que o cerca. (FREIRE, 2007) É necessário que o educador identifique e compreenda o ambiente escolar como um o local de construção do conhecimento, onde o aluno se envolve e se desenvolve, e cuidado com a reprodução da classe dominante, com a discriminação que ao redor, devem ter a liberdade de ensinar para que o aluno possa construir sua autonomia totalmente éticos e conscientes de suas ações. É por isso que mesmo o pensamento correto estabelece o mestre ou, mais precisamente, no sentido amplo, a escola, tarefa não só de respeitar o conhecimento com que os estudantes, principalmente os da classe trabalhadora, venham aqui conhecimento socialmente construído na prática comunitária – mas também, como tenho proposto há mais de trinta anos, argumentar com estudantes a razão de parte desse conhecimento sobre conteúdos de aprendizagem (FREIRE, 2007, p.30). O educador deve estar ciente de qual é a sua linha ideológica deve ser capaz de compreender que não há como ser neutro nesta área. o processo. Mas ele deve mostrar ao aluno a realidade que o cerca, para poder também compreender queexiste uma classe opressora e uma classe oprimida, e que deve busque conhecimento para poder questionar, criticar e agir de acordo. 17 A empresa. É justamente o educador quem ajudará o aluno a compreender tudo isso e ser um transformador ativo da sociedade. (FREIRE, 2007) No Capítulo II, O Professor, seus conhecimentos e convicções, trechos do livro Aprendendo a aprender com Maria Regina Guarniere, você confere como termina a educadora deixe suas crenças influenciarem sua prática de ensino e como o livro discurso sobre o educador, ele também notará que cada aluno é diferente, com outra cultura, e cabe à escola aceitar essas diferenças (GUARNIERE. 2005) E como diz Maria Regina Guarniere em seu livro Aprenda a aprender (2005, p.27) “o trabalho docente se completa seguindo uma rotina que o professor estabelece. em ação de uma forma relativamente consciente e racional. “É por isso que é necessário não existe racismo nem diferenciação cultural, neste contexto é preciso superar, pois Tudo isso tem impacto direto no aprendizado da criança. Os profissionais da educação podem promover a igualdade através das artes, com pinturas, por exemplo, ou mesmo pinturas corporais. É possível ensinar nas escolas? teorias distintas não relacionadas à cultura dominante, abordando-as e enfatizando-as relações indivíduo-grupo em diferentes culturas. Além de promover o pluralismo sem focar em alguns exemplos preciosos, mas sim aproveitar a vida em comunidades diferentes. A didática do ensino é de fundamental e indispensável importância reflete um parâmetro de igualdade nesta visão cultural. OPINIÃO a religião pode influenciar o ensino, mas não consegue distinguir entre diferentes religiões e culturas diferentes. Ensinar vai além dos métodos de ensino para o professor, trata-se de sua preparação sala de aula para que seja atraente e no contexto dos alunos. A pedagogia tradicional vê os alunos como páginas em branco sem conexões contribuir. Com os novos conceitos educacionais, esse aluno se torna alguém que já existem conhecimentos suficientes e cabe ao educador descobri-los e seguir em frente desenvolva sua prática. O professor deve utilizar recursos e dar aulas expositivas uma sala de aula contagiante e produtiva, questionando os alunos e incentivando-os a pensar e Participe das aulas com suas ideias e pensamentos. Eu deveria usar um uma voz clara e um vocabulário acessível que os alunos possam entender. Aqui vamos nós sistematizar e transmitir o conhecimento sistematizado para que o aluno possa aprender e desenvolver interesse em aprender mais. Educação com vista 18 centro estudantil, onde a escola e a família podem trabalhar juntas seu desenvolvimento. De acordo com o que foi estudado com Paulo Freire (2007), o aparecimento de a psicologia foi um grande avanço e a classe dominante tentou tirar vantagem disso, que visa impedir uma educação de qualidade para os grupos mais vulneráveis, dizendo que faltavam programas específicos para avançar. Felizmente, houve pensadores e profissionais da área prontos para lutar pela causa do maior número fraco A psicologia é usada positivamente e para ajudar aqueles que um esforço real pode trazer grandes benefícios para a educação. Claro que há crianças que precisam desta ajuda, o que torna necessário o educador tem uma compreensão fundamental do desenvolvimento humano e seus passos, para que você entenda quando é necessário solicitar um especialista. A FUNÇÃO DA ESCOLA O papel da escola é transformar o bom senso em conhecimento sistema sistemático que permite aos alunos entrar em contato com a cultura histórica produto Acontece que o papel do sistema educacional é perceber e dentro do rigor da lei, ajudar e respeitar o aluno. A escola ainda atuará na perspectiva do conhecimento que o aluno já possui, sem nunca descuidar dos seus próprios origem, ajudando o indivíduo a se tornar um cidadão autônomo e crítico, Paulo Freire (2007). A escola, no âmbito específico da sua actividade, pode contribuir para realizar ações educativas voltadas ao incentivo/estímulo/promoção a cultura dos direitos humanos através do exercício de práticas programas educacionais destinados a promover e fortalecer os direitos humanos espaço escolar, ajudando a construir uma rede de apoio para a luta contra todas as formas de discriminação e violação os direitos. (PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS, 2006, pág. 32) A escola deve manter uma atitude de guerra contra inúmeras formas de violência que possa ocorrer. É um país democrático. Falamos muito sobre interdisciplinaridade e ela já faz parte do cotidiano escolar, e 19 do ponto de vista educacional. Com base na experiência do aluno, a instituição a escola passa a ser um agente facilitador no processo ensino-ensino, A ênfase está no respeito e na valorização das diferenças. A Base Comum do Currículo Nacional (BNCC) enfatiza a necessidade e a atenção que a escola deve ter na organização das propostas educativas, que diferença faz no processo de construção do conhecimento em a vida de cada criança. A instituição de ensino deve se preocupar com a forma como ocorre esse aprendizado, então as leis sobre este assunto. E a escola é responsável por ajudar alunos a darem as informações que recebem todos os dias, como sabemos que são muito influenciados pela mídia, e essa abordagem e influência está em a palma de suas mãos. O poder da influência da mídia é muito forte e a escola, através de seus profissionais, deve trabalhar para que os alunos não caiam À sua mercê, eles têm que saber identificar notícias falsas e interpretá-las. o que lhes diz respeito A capacidade dos alunos de pensar e refletir, televisão e A Internet os afeta principalmente. Acesso ilimitado a todos os tipos informações sem possibilidade de filtragem de dados, afeta uma geração que deixando-se manipular por propagandas e pessoas que os convencem do que é bom ou ruim na sua opinião, muitas vezes focado no consumismo e na busca por felicidade associada ao corpo perfeito. Observe como isso afeta diversidade cultural de forma negativa, porque se torna um exemplo de como pensa e age em relação à sociedade. “O poder da ideologia me faz pensar naquelas manhãs de neblina em que você mal consegue ver o perfil dos ciprestes sombreados que parecem muito mais manchas da mesma tonalidade. (FREIRE, 2007, p.126) É interessante, portanto, que a escola utilize a mídia para chamar a atenção dos alunos e ensina a usar com cautela e conhecimento Para que eles entendam que não precisam fazer parte de um grupo para que sejam avaliados e precisem ter algo para serem aceitos e não eu me sinto sozinho. A DIVERSIDADE CULTURAL NA ESCOLA O homem é constituído por uma estrutura biológica, social e cultural, e cada uma temos um em particular. A cultura é transmitida de geração em geração, consistindo em regras, ideais, valores, entre outros, que cada indivíduo seguirá ganhar não existe sociedade sem cultura, existem culturas diferentes umas das outras. outros. E as escolas acolhem pessoas de grupos diferentes, cada com suas crenças, seus costumes e todos têm que aprender a conviver. O papel da escola deveria ser homogeneizar esta situação, verificar quais são as relações de poder está diretamente relacionado a isso porque se todos agirem da mesma forma será mais fácil governar a nação. É fundamental que isso seja trabalhado em sala de aula, os alunos ele deve entender que não se trata de tolerar seu parceiro, mas de entender o que ambos têm iguais em direitos e devem ser aceitos como tal. Do ponto de vista de Paul Freire (2007), analisar o papel da escola, do professor e aluno, como agente transformador da sociedade. A diversidade cultural é um tema que sempre fez parte da realidade escolas e com o tempo este problema tornou-se mais grave. Para que a escola teve que abrir e trabalhar para que os alunos entendessem que não se trata de tolerar o colega, mas de entender que ambos têm direitos iguais. Notou-se que esta diversidade presente na sociedade tem suas próprias características,expressas de diferentes maneiras, tanto no tempo quanto nos lugares, muitas vezes compartilham a mesma cultura, mas dão um significado diferente. No Brasil, por exemplo, existe uma imensa riqueza associada à cultura, mostra que não há homogeneidade, mas mesmo que haja lugares onde as pessoas tendo hábitos e sotaques diferentes, entendemos que todos podem acontecer em harmonia Os estudos realizados na região revelam que as principais dificuldades realizar trabalhos sobre diversidade étnica e racial referem-se a existência do mito da democracia racial, formação insuficiente ensino acadêmico, bem como a indiferença dos gestores e políticas educacionais para enfrentar o tema (SILVA. 2011, p.13). A sociedade brasileira está organizada de forma desigual, quando pensamos nisso em grupos sociais, direitos. Esta discrepância é verificada. E então essa diversidade Se a situação cultural for superada e a igualdade for alcançada, os grupos mais afetados precisam disso os conhecimentos necessários para trabalhar, estes são, principalmente, negros, deficientes e mulheres Neste contexto, entra em jogo a importância da escola, pois pode ajudar a encurtá-lo ou removê-lo de uma vez por todas, porque funciona questões de igualdade, de respeito por quem é diferente. É difícil que as escolas tenham a responsabilidade de formar cidadãos críticos, capazes de lutar pelos seus direitos, autônomos. Não é uma tarefa fácil, os professores devem fazer o possível para desenvolver essa consciência crítica, acreditando assim em dar menos voz aos preconceitos, por isso os alunos. eles têm que se adaptar à sua própria maneira. Existe o receio de que os estudantes sejam discriminados porque não são se adaptam ao meio ambiente e podem ser tratados como estudantes que quebram as regras portanto, se a escola não souber administrar e liderar, a situação contribui para que a discriminação ocorra, ela deve trazer essas discussões em classe. Na escola, a criança recebe subsídios entender as diferenças, então trabalhar essa diversidade cultural de alguma forma A transdisciplinaridade é importante. A escola tem como objetivo educar a concentração levando em conta as diferenças e construindo a igualdade portanto, todo educador tem a responsabilidade de formar cidadãos que atuem. numa sociedade justa e democrática, os estudantes devem ser transformados em pessoas capazes de viver juntas, de se amar, têm que trabalhar isso de uma forma que ultrapassa os muros da escola, sendo agente transformar a sociedade, respeitando, amando e valorizando cada pessoa, independentemente de religião, sexo, raça ou classe social. seus alunos, como as barreiras nesse processo são irritantes, muitas vezes essas Os profissionais têm que educar não só o aluno, mas também seus pais. É necessário que o professor enfatize esses problemas relacionados a diferenças para dar ao aluno a chance de pensar sobre o assunto. Lembre-se que essas desigualdades existem na sociedade e entenda o processo história, na qual essas diferenças foram definidas e usadas como critérios de inclusão e exclusão. Este cenário escolar que vivemos nos permite compreender a necessidade repensar as práticas escolares, o que fazer para ativar mudanças necessárias. E vemos a necessidade de abordar esta questão desde os primeiros anos de escola, desde a infância, a criança toma consciência e familiarize-se com o tema. Mostra que o Brasil é feito de regiões e grupos com diferentes pronúncias e estilos de vida, abordando também tópicos relacionados à religião, etnia, orientação sexual, nesse caso criar estereótipos e compreender que a discriminação é desumana. O professor, como mediador desse processo, deve ter cuidado e partir do contexto do aluno, levando em consideração os conhecimentos que o aluno já possui, sempre faça uma análise cuidadosa sobre o assunto. A escola deve então ser democrática, por isso deve primeiro reconhecer diferenças, e assim desenvolver estratégias educacionais, justificar currículo para reconhecer essas diferenças. Então você se concentra em respeito e cultura de cada comunidade, servir a todos sem exceção. Permite que os alunos compartilhem conhecimentos, estejam em grupos que não possuem sejam homogêneos, o que deixa espaço para interação, é essencial. Tudo isso solicitar da escola novas inovações, táticas, atitudes, objetivos, conteúdos e características formulários de avaliação. Durante esse tempo, o professor deve se reinventar para responder essa questão, e infelizmente ainda há professores que preferem ficar calados, A Constituição Federal de 1988 contém vários artigos que se diferenciam igualdade cultural. Sendo um Estado democrático, a sua Carta Magna garante todos os cidadãos, os mesmos direitos, independentemente de credo, cor ou classe social sociais (BRASIL, 1988). Segundo Baez (2013), os princípios da dignidade humana são estabelecidos direitos humanos e igualdade, e isto inclui a diversidade. A dimensão cultural da dignidade humana leva em conta as características culturais de cada indivíduo ou grupo social ao qual pertencimento, levando em conta o momento histórico vivido e respeitando os aspectos individuais que os distinguem uns dos outros outros. (BAEZ. 2013, pág. 17) A Constituição de 1988, em seu Título II que trata dos direitos e As Garantias Básicas, mais precisamente em seu artigo 5º, descreve “O Direitos e deveres individuais e coletivos.” Este artigo garante que todos sejam iguais. perante a lei, qualquer que seja a sua natureza, seja ela brasileira ou estrangeira, dá prioridade por igualdade, segurança e propriedade, conforme declarado: VI – a liberdade de consciência e de crença é inviolável, sendo o livre exercício do culto religioso, na forma, está assegurado e garantido da lei, a protecção dos objectos de culto e das suas liturgias; VIII – ninguém deverá ser privado de seus direitos por motivo de crença ou convicção religiosa; 27 com convicções filosóficas ou políticas, a menos que as invoque para justificar-se obrigação legal imposta a todos e se recusa a cumprir alternativa, prevista em lei; IX – a manifestação da atividade é gratuita; intelectual, artístico, científico e comunicativo, independentemente de censura ou licença; § 2º Direitos e garantias aqui expressos a Constituição não excluem outros que emergem do regime e princípios por ele adotados, ou tratados internacionais nos quais A República Federativa do Brasil é um partido (BRASIL, 1988, p. 911). Assim, cabe ao Estado, nos diversos casos, garantir e manter a igualdade de diferentes culturas. Além disso, identifique a tarefa para ele fornece proteção. Para fazer isso, ele deve usar seu aparato legal e promovê-lo o valor intrínseco de cada ser humano, de cada brasileiro ou grupo. A Lei Brasileira de Diretrizes e Fundamentos Educacionais (LDB), de 1996, reflete e colocar em prática o que está estabelecido na Constituição de 1988 sobre diversidade cultural. Queremos apresentar uma proposta de adesão "aos programas educativos básico e secundário uma parte diferente, "exigida pelas características áreas regionais e locais da sociedade, cultura, economia e clientes" (artigo 26.º)" (VALENTE, 2016, p. 2) Em seu artigo 79, a LDB destaca a preocupação com o apoio técnico e apoiar financeiramente instituições e sistemas educacionais para que o desempenho de educação intercultural. Através do desenvolvimento do programa, o cumprimento de comunidades indígenas, com o objetivo de fortalecer características culturais como por exemplo, a língua materna de cada comunidade. Para atingir a meta preconizada, a lei define um compromisso educação, avaliar as diferenças regionais que podem ser levadas em conta na programas de ensino primário e secundário, legitimando assim o respeito diversidade cultural. Com base na legislação criada, era necessária uma lei específica que definir os critérios e determinar o cumprimento do que determina A Constituição e a própria LDB. Assim, em 2003, foi promulgada a Lei 10.639, que os acréscimos necessários à sua implementação e à sua implementaçãoem cada cantos do Brasil e em todas as instituições de ensino (BRASIL, 2003). A lei que se tornou a base de todas as instituições de ensino em funcionamento no que diz respeito à diversidade cultural e às relações étnico-raciais, essa foi a Lei 10.639/2003 28 que discutiu a importância do ensino da história e cultura afro-brasileira e Cultura africana nas escolas (BRASIL, 2003). § 2º Conteúdos relacionados à história e cultura afro-brasileira e os povos indígenas do Brasil receberão educação em todo currículo escolar, especialmente nas áreas de educação artística e Literatura e História Brasileira (BRASIL, 2003.). A Lei 10.639/03 foi alterada pela Lei 11.645/08, que "passa a incluir programa oficial da rede educativa disciplina obrigatória de história e cultura Afro-brasileiros e indígenas", em qualquer instituição de ensino, privada ou público. A maior dificuldade na implementação desta lei foi a falta de preparação da lei escolas, e também a falta de cursos de formação de professores podem funcionar como administradores desses conteúdos brilhantes avaliação da diversidade. Além disso, faltava material, em resumo, conteúdo para pesquisas e artigos direcionados a professores e estudantes que consulte este tópico inovador. Ressaltamos que, com base na legislação, o conteúdo relacionado à diversidade culturais, sendo afro-brasileiros, entre outras coisas, os povos indígenas também começaram a fazer parte integrante do currículo escolar. Então temos que trabalhar com eles nas escolas, forma de conteúdo ou projetos, participar do Projeto Política Educacional qualquer instituição de ensino. Assim, estimando e equalizando a diferença. CONCLUSÃO: Podemos perceber a importância do tema apresentado sua relevância levou à necessidade de que as leis fossem aplicadas e implementado. Assim como na própria Constituição de 1988, na Lei de Orientação e Os fundamentos da educação nacional, na lei 10.639, na lei 11.645/08, entre outros. resoluções e implementações. As leis que vieram garantir a inclusão, claro respeito por esses aspectos na escola e na sala de aula. A sociedade está em choque geracional. Quando você pode falar um velho saudável explica que em sua época não havia exceções, porque esta palavra em si tem um significado que toca a nova geração. Há pouco tempo, ter apelido na escola era normal e os alunos não o faziam. eles ficaram traumatizados com isso, mas esta geração foi criada por outra, onde as mães estiveram ainda mais presentes, pois sabemos que a entrada das mães no o mercado de trabalho altera as rotinas familiares. Ambos os pais trabalham, os filhos ficam responsável pelas atividades escolares e extracurriculares, bem como pelos demais familiares, e esses familiares, sentindo-se culpados, procuram principalmente preencher esse vazio presentes e recompensas. É uma geração de pais que querem dar aos seus filhos o que eles não tinham, e não há razão para discordar disso até que eles sabem se separar. Esta análise permitiu-nos perceber o quão importante é o papel do educador, porque É necessário conhecer as crianças, estudá-las e considerar, categorias, grupos, classes sociais, tudo isso faz parte desse processo diversidade cultural. Aprenda sobre a importância do respeito e direitos de cada pessoa, o professor poderá desenvolver melhor os seus próprios ciências sistematicamente. A diversidade cultural tornou-se hoje uma questão de cidadania e é O direito da criança e o dever do Estado de permitir que ela se sinta envolvida, onde quer que você esteja, independentemente da sua raça e cor. A diversidade cultural é uma manifestação que pode ser observada e deve ser realizada regularmente o currículo escolar trabalha então com os direitos do povo, documentação e preserva sua cultura. Além de ser função das instituições de ensino, o professor acaba assumindo um papel importante em termos de influências culturais. É aquele na sala 30 aula, fala diretamente com o aluno e consegue mostrar, através da arte de cada o povo, os aspectos políticos, sociais, religiosos, históricos, económicos e ambiental Na educação, os conteúdos e tópicos do planejamento histórico têm papel altamente valorizado na educação, o propósito de ensinar a diversidade cultural em escola Também é possível fazer isso através de projetos envolvendo estudantes de diferentes cursos, competições que tratam de temas como: lendas, contos de fadas, música, mitos, festivais, arquitetura, costumes. Além de promover a cultura local, a demonstração de uma comparação entre a relação da história e da arte com as culturas originais. No trabalho educativo observamos, estudamos e analisamos alguns autores importante, a alegria e a esperança como parte integrante e fundamental de cada abordagem educacional. Sabemos que o trabalho educativo é um processo trabalhoso, mas não é impossível quando todos os envolvidos têm o mesmo objetivo. EU SOU Podemos dizer que a educação ainda tem esperança. A esperança de que alunos e professores tenham a capacidade de evoluir de uma forma processo de aprendizagem com aprendizagem significativa. Existe uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança à qual sempre devemos para salvar A esperança de que o professor e os alunos possam aprender juntos e aprendemos, nos preocupamos e produzimos e juntos avançamos resistindo aos obstáculos nossa vez. "Outro conhecimento do qual não posso duvidar nem por um momento se na minha prática A crítica educacional é que, como experiência humana específica, a educação É uma forma de intervenção no mundo. (FREIRE. 2007, p.98). Representação da escola, do professor, em relação ao as transformações que ocorreram ao longo da história e o papel de ambos na vida estudantes, enfatizando que são cidadãos e agentes de transformação a empresa. A escola, desenvolvendo e promovendo relações de mudança, pode maximizar o respeito dos alunos pela igualdade e orientá-los para superar problemas questões novas e contemporâneas como a exclusão. Diferenças de valores e vendo a riqueza cultural do Brasil, com toda a mistura de cores e raças, começou Será papel das instituições educativas aproveitar as mudanças necessárias para promover igualdade O propósito de promover a igualdade cultural desde a escola, considera influencia a família e depois a sociedade. É assim que uma transformação é gerada. talvez 31 a educação pode ser a base da transformação, o motor do respeito e admiração por todas as culturas e outras diferenças. As mudanças necessárias são inúmeras, mas se for necessário, todos devem o direito a uma educação de qualidade e merecem respeito por eles funcionalidade, especialmente no ambiente escolar onde é igual para todos e dará apoio para que sejam aceitos e respeitados por todos REFERENCIAS ALTOÉ, N. M. A DIVERSIDADE CULTURAL: Um desafio na Educação Infantil. Pedagogia em ação. http://periodicos.pucminas.br/index.php/pedagogiacao/article/view/11030 BAEZ, Narciso Leandro Xavier. Dignidade humana e o multiculturalismo. Unoesc International Legal Seminar, Chapecó, v. 2, n. 1, 2013. Disponível em BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 2014. BRASIL. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Diário Oficial da União, 1º jan. 2003. Disponível em: BRASIL. 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