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HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (GH ) ……………………………………………………………..01
HORMÔNIO FOLÍCULO-ESTIMULANTE (FSH)…………………………………………..……..03 
 HORMÔNIO LUTEINIZANTE (LH)………………………………………….………………………..05 
 DOSAGEM DO TSH …………………………………………………………………………………….…..06
 TESTOSTERONA………………………………………………………………….…………………..……..08
 DOSAGEM DE ESTRADIOL……………………………………………………………………………...10
DOSAGEM DE CÁLCIO……………………………………………………………………………………..12
VITAMINA D ……………………….…………………………………………………………………………..13
HORMÔNIO PARATIREOIDEANO (PTH)…………………………………………………..….…..14
 
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 O GH é um hormônio, no qual é
secretado pela hipófise, ele é liberado
no sistema de circulação e se liga a
receptores nos tecidos alvo, tendo o
objetivo de crescimento de todo o
corpo humano.
Através de sua ação interventiva na
formação proteica, multiplicação
celular e diferenciação celular. 
Existem 2 principais genes que se 
relaciona com a síntese do 
hormônio do crescimento: 
 
Este hormônio é produzido pelos
somatotrofos no lobo anterior da hipófise
e liberada de maneira palpitante, e sua
secreção modulada por vários fatores, tais
como: 
• hormônio hipotalâmico liberador de GH
(GHRH)
• hormônio hipotalâmico inibidor da
secreção de GH (somatostatina – SM)
• grelina, glicocorticoides, ácidos graxos,
glicose, insulina, hormônios esteroides,
estado nutricional, composição corporal e
idade. 
 O GH é um hormônio constituído por uma
cadeia considerada única de 198
aminoácidos tendo pontes dissulfídricas
internas, onde a glicina é o aminoácido
mais importante para a atividade
biológica do GH. 
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O GH possui ação anabólica, ao estimular o
crescimento tecidual, e metabólica,
alterando o fluxo, a oxidação e o
metabolismo de geralmente todos os
nutrientes na circulação. 
Sua função é exercida de forma direta, por 
meio da ligação aos GHrs, ou
indiretamente, por meio de síntese dos
fatores de crescimento semelhantes à
insulina (IGF) e de suas proteínas
transportadoras plasmáticas (IGFBP).
A somatostatina irá possuir um efeito
inibitório, ja o GHRH e a ghrelina estimulam a
secreção de GH através de receptores
específicos distintos acoplados à proteína G. 
 Os receptores (GHRs) para o GH pertencem
à família dos receptores de citocinas,
possuindo um domínio extracelular, uma
porção transmembranária e um domínio
citoplasmático. 
 Em seguida depois da ligação do GH ao seu
receptor, ocorre o processo do GHR, sendo
essencial, para a transdução do sinal
intracelular, que dá início
 partindo da fosforilação de um resíduo de
tirosina, por meio de proteínas acopladas
ao GHR, como por exemplo a janus tirosina
quinase 2 (JAK2) e de resíduos do domínio
intracelular do GHR. 
 
 O IGF-1, é o principal mediador dos efeitos
anabólicos durante o crescimento na
adolescência. 
A principal fonte de IGF-1 na circulação é o
fígado. 
 Masculino:
– 0 a 2 anos: 0,120 a 8,240 ng/mL
– 2 a 7 anos: 0,040 a 3,010 ng/mL
– 7 a 12 anos: 0,020 a 4,760 ng/mL
– 12 a 14 anos: 0,010 a 6,200 ng/mL
– 14 a 19 anos: 0,010 a 3,730 ng/mL
– Adulto: 0,003 a 0,971 ng/mL
Feminino
– 0 a 2 anos: 0,120 a 8,240 ng/mL
– 2 a 7 anos: 0,030 a 6,240 ng/mL
– 7 a 12 anos: 0,020 a 4,760 ng/mL
– 12 a 14 anos: 0,010 a 6,200 ng/mL
– 14 a 19 anos: 0,030 a 5,220 ng/mL
– Adulto: 0,010 a 3,607 ng/mL
Obs: 
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Este hormônio também é produzido pela
hipófise, tem a função de regular a
produção de espermatozoides e a
maturação dos óvulos durante a idade
fértil.
 o FSH é um hormônio relacionados à
fertilidade e a sua concentração no
sangue ajuda a identificar se os
testículos e os ovários estão funcionando
de forma adequada. 
 
 Geralmente é pedido para analisar se o
casal tem sua fertilidade preservada, caso
estejam com dificuldades para engravidar,
porém pode ser pedido também para
avaliar:
 menstruação irregular;
Puberdade precoce ou atrasada;
A impotência sexual nos homens;
Se a mulher já entrou na menopausa;
Se os testículos ou ovários estão
funcionando corretamente;
A baixa contagem de espermatozoides
nos homens;
Podem variar de acordo com a idade e
gênero. Normalmente se encontram em: 
Crianças: até 2,5 mUI/ml
Homem adulto: 1,4 - 13,8 mUI/mL
Na fase folicular: 3,4 - 21,6 mUI/mL
Na fase ovulatória: 5,0 - 20,8 mUI/ml
Na fase lútea: 1,1 - 14,0 mUI/ml
Menopausa: 23,0 - 150,5 mUI/ml
 Mulher adulta: 
 
 
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Na Mulher: 
No Homem: 
 
Irá ocorrer uma perda da função ovariana
antes dos 40 anos, pós-menopausa, síndrome
de Klinefelter, uso de medicamentos com
progesterona, estrogênio.
Perda da função dos testículos, castração,
aumento da testosterona, síndrome de
Klinefelter, uso de medicamentos com
testosterona, quimioterapia, alcoolismo.
No homem: 
Pouca produção de espermatozoides,
diminuição da função da hipófise ou
do hipotálamo, estresse ou baixo peso.
 
 
Na mulher: 
 
Os ovários não estão produzindo óvulos de
forma adequada, gravidez, anorexia nervosa,
uso de corticosteroides ou da pílula
anticoncepcional. 
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Esse hormônio também é produzido pela
hipófise e nas mulheres, é responsável
pelo amadurecimento dos folículos,
ovulação e produção de progesterona,
sendo fundamental na capacidade
reprodutiva da mulher. 
Ja em homens, o LH também está
relacionado à fertilidade, atuando nos
testículos e na produção de
espermatozoides.
 
Avaliar a capacidade de produção de
espermatozoides pelo homem;
Diagnosticar infertilidade;
Verificar se a mulher entrou na
menopausa;
Avaliar as causas da ausência de
menstruação;
Verificar se há produção adequada de
óvulos no caso das mulheres;
Fase folicular: entre 1,8 e 11,8 U/L;
Pico ovulatório: entre 7,6 e 89,1 U/L;
Fase lútea: entre 0,6 e 14,0 U/L;
Menopausa: entre 5,2 e 62,9 U/L.
• É variável de acordo com a idade, gênero
e fase do ciclo menstrual, sendo os valores:
 Crianças: menor que 0,15 U/L;
 Homens: entre 0,6 - 12,1 U/L;
 Mulheres:
A presença de LH no sangue auxilia no
diagnóstico de tumores na hipófise e alterações
nos ovários, como a presença de cistos, por
exemplo. 
 
 
 
 
 Alteração na hipófise, resultando
na diminuição da produção de
FSH e LH;
A diminuição de LH pode causar à
diminuição na produção de
espermatozoides pelo homem e na
ausência de menstruação nas
mulheres. 
 
 Tumor na hipófise, havendo
aumento na secreção de
GnRH e, consequentemente,
de LH;
Puberdade precoce;
Insuficiênciatesticular;
Menopausa precoce;
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1ª semana de vida: 15 (μUI/mL)
2ª semana até 11 meses: 0,8 – 6,3 (μUI/mL)
1 a 6 anos: 0,9 – 6,5 (μUI/mL)
7 a 17 anos: 0,3 – 4,2 (μUI/mL)
Adultos (+ 18 anos): 0,3 – 4,0 (μUI/mL)
 
 
Hipotireoidismo: Geralmente o TSH alto
indica que a tireoide não está
produzindo hormônio suficiente, sendo
assim a hipófise, tenta compensar isso
aumentando os níveis de TSH no sangue.
 Remédios: baixas doses de
medicamentos contra o hipotireoidismo
podem aumentar a concentração de TSH
no sangue.
Tumor na hipófise também pode causar
o aumento do TSH. 
 
O hormônio tireoestimulante (TSH) é
produzido pela hipófise tendo a
finalidade de estimular a tireoide a
produzir os hormônios T3 e T4.
Quando os valores de TSH está
aumentando no sangue, significa que a
concentração de T3 e T4 no sangue está
baixa. 
Já quando se encontra em baixas
concentrações, T3 e T4 estão presentes
em altas concentrações no sangue. 
 
1º trimestre: 0,1 – 3,6 mUI/L (μUI/mL)
2º trimestre: 0,4 – 4,3 mUI/L (μUI/mL)
3º trimestre: 0,4 – 4,3 mUI/L (μUI/mL)
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Uso de medicamentos: Quando a dose do
medicamento contra hipotireoidismo está
alta demais, os valores do TSH ficam abaixo
do ideal. 
É realizado a partir de uma pequena
amostra de sangue, na qual é preciso ser
coletada em jejum de pelo menos 4 horas.
O sangue coletado e enviado para
laboratório para análise.
 
 
Hipertireoidismo: O TSH baixo
geralmente indica que a tireoide está
realizando T3 e T4 de forma
excessiva, aumentado os valores, e
por conta disso a hipófise diminui a
liberação do TSH para regular a
função da tireoide. 
 
Agitação, palpitação cardíaca, insônia,
perda de peso, nervosismo, tremores e
diminuição da massa muscular. 
 
Nesse caso é normal o TSH estar baixo, e o
T4 alto, mas se o T4 ainda estiver entre 01 e
04 μUI/mL, isso pode indicar
hipertireoidismo subclínico. 
• Para avaliar a função da tireoide, em caso
de hipertiroidismo, hipotireoidismo,
tireoidite de Hashimoto, presença de nódulo
na tireoide benigno ou maligno, e etc. 
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Este hormônio também está ligado a
fertilidade masculina, sendo assim ele vai
estimular a produção de espermatozoides.
Por mais que seja considerado um
hormônio masculino, a testosterona
também está presente nas mulheres, porem
em pouca quantidade.
quando a testosterona diminuem
nas mulheres existe também o
aparecimento de alguns sintomas,
tais como:
Perda de massa muscular;
Acúmulo de gordura visceral;
Diminuição do desejo sexual;
Desinteresse generalizado, que pode
ser confundido com depressão em
alguns casos.
É o principal hormônio masculino, 
 responsável por características
masculinas como o crescimento da
barba, engrossamento da voz ou
aumento da massa muscular.
 
 
• Diminuição da libido;
• Menor desempenho sexual;
• Depressão;
• Diminuição da massa muscular;
• Aumento da gordura corporal;
• Diminuição da barba e perda de pelos
no geral;
• Irritabilidade;
• Cansaço e indisposição.
Por volta dos 50 anos ocorre a diminuição
na produção de testosterona, o que resulta
na andropausa, que é semelhante à
menopausa das mulheres.
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Normalmente são solicitadas a dosagem da
testosterona livre e da testosterona total.
 A testosterona livre é caracterizada pela
concentração de testosterona que está no
organismo, podendo ser absorvida para que
exerça sua função 
Obs: a suplementação do hormônio da
testosterona é necessário a indicação
apenas em caso de síndrome da
deficiência androgênica ou quando os
ovários param de funcionar devido ao
câncer de ovário, por exemplo. 
Quando a diminuição desse Hormônio 
 em mulheres é devido a outro motivo é
mais indicado tentar equilibrar os níveis
hormonais aumentando o estrogênio.
Quando esse hormônio esta em maior nível
na mulher pode haver a presença de
características tipicamente masculinas,
como crescimento de pelos no peito, rosto e
na região interna das coxas, próximo à
virilha.
 
 
E equivale a 2 a 3% da testosterona total,
que está relacionado a quantidade total de
testosterona produzida pelo organismo e no
qual está ligada a proteínas. 
 
Homens entre 22 e 49 anos: 241 - 827
ng/dL;
Homens com mais de 50 anos: 86,49 -
788,22 ng/dL;
Mulheres entre 16 e 21 anos: 17,55 - 50,41
ng/dL;
Mulheres com mais de 21 anos: 12,09 -
59,46 ng/dL;
Mulheres na menopausa: até 48,93
ng/dL.
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O estradiol é uma forma bastante 
 importante do hormônio estrogênio no
organismo, tem o objetivo de influenciar
a evolução dos caracteres sexuais
femininos, porém quando se está alto
pode dificultar o desenvolvimento dos
carácteres masculinos.
Esse hormônio também, possibilita que
a mulher engravide e, quando ele esta
em um nível baixo no sangue, pode ser
responsável pela infertilidade na
mulher. 
 
Dessa forma, os níveis deste hormônios
devem ser mais elevados nas mulheres
do que nos homens, em especial na
infância. Já na fase adulta, os valores
podem alterar na mulher, de acordo com
a fase do ciclo menstrual. 
Avaliar o sucesso do tratamento para
infertilidade;
Identificar se uma menina já entrou na
puberdade;
Analizar a presença de problemas nos
ovários, testículos ou glândulas supra-
renais;
Detectar tumores produtores de
estrogênio;
Investigar a causa de sangramento
vaginal ou a ausência de menstruação.
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 os níveis altos desse hormônio podem ser
indicativos de atraso da puberdade nos
meninos, presença de tumores nos ovários
testículos ou glândulas supra-renais, ou
aumento das mamas nos meninos, chamado
de ginecomastia.
 são considerados mais graves nas
mulheres, geralmente sendo
indicativos da síndrome de Turner,
alteração no funcionamento da
hipófise ou menopausa, além de
também poder ser notado quando há
alterações no funcionamento do
ovário ou a mulher possui a síndrome
do ovário policístico.
Homens adultos: entre 11 e 46
pg/mL;
Mulheres na fase folicular: entre
22,2 e 218 pg/mL;
Mulheres durante o período
ovulatório: entre 40,3 e 511,3 pg/mL;
Mulheres na fase lútea: 25,3 e 288,6
pg/dL;
Mulheres na menopausa, sem
realização de terapia de reposição
hormonal: até 47 pg/mL.
os valores de estradiol podem variar
de acordo com a idade da criança.
Em meninos até 10 anos, é normal
valores menores que 20 pg/mL, ja
para meninas o valor considerado
normal é entre 6 e 27 pg/mL. 
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É a forma fisiologicamente ativa. O
cálcio ionizado citosólico é mantido
dentro de limites micromolares (quem tiver 71 anos ou mais precisa aumentar
a quantidade para 1 200 mg.
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A ação na imunidade está principalmente 
 relacionada com a tolerância do sistema
imune, impedindo que as células de defesa do
organismo ataquem as células saudáveis e
atuem somente contra as invasoras.
 A vitamina D, na qual deveria ser
chamada de hormônio D, é
responsável pela ativação de mais de
3500 genes.
Sua produção ocorre em uma cascata
hormonal junto de outros hormônios
como estradiol, testosterona,
progesterona e cortisol.
Foi denominada vitamina D em
decorrência à matéria-prima que
precisava se manter no organismo para
produzi-la: D-hidrocolesterol.
• Principal função é regular o
metabolismo ósseo.
hormônio D pode ser resultado da
conversão do ergocalciferol pelo
fígado, por meio de alimentos ricos em
ômega-3, como por exemplo os peixes
de águas profundas e linhaça.
Porém essa conversão não chega a ser
suficiente para que o corpo produza os
níveis ótimos do hormônio D.
A melhor forma de estimular essa
produção é a exposição ao sol
diariamente.
 
 
Se considera deficiência de
vitamina D valores abaixo de 20
ng/mL, insuficiência, de 20 ng/mL a
29,9 ng/mL, e valores normais
acima de 30,0 ng/mL.
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 É um hormônio antagônico da
calcitonina, produzido pelas células C
da tireoide. 
Constituidos juntos, eles mantêm a
faixa de cálcio no sangue em
equilíbrio, em um valor médio de 10
mg/100 ml. 
Quando a concentração de cálcio no
sangue aumenta muito além do valor
médio, também vai ficar alto a
secreção de calcitonina e acontece o
depósito de cálcio nos ossos, a
diminuição da reabsorção de cálcio
pelos rins e a queda da concentração
de cálcio no sangue. 
 
É caracterizada pela secreção persistente
do paratormônio e pelo aumento da
concentração de cálcio no sangue.
 
Pode acontecer pelo excesso de iodo que
esta presente em alguns medicamentos,
ao aparecimento de nódulos na glândula,
ao funcionamento mais acelerado da
tireoide ou à ingestão dos hormônios da
tireoide.
 
A Doença de Graves, é a causa mais comum onde
ocorre quando o sistema imune inicia a produção 
 de anticorpos que atacam a própria glândula
tireoide.
 
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Para adultos saudáveis o valor geralmente
está entre 0.7 a 1.8 ng/dl. Os níveis variam
durante o dia e portanto é raro que as
dosagens subsequentes sejam semelhantes. 
Realizado por meio de exames de
sangue, com a dosagem dos hormônios
tireoidianos (T3 e T4, que ficam
aumentados) e do hormônio que
regula a tireoide, o TSH (no qual é o
teste mais confiável para diagnosticar
as formas primárias de
hipotireoidismo e hipertireodismo)
Trata-se de uma queda na produção dos
hormônios da tireoide – a triiodotironina
(T3) e a tiroxina (T4). 
Podendo interferir nos batimentos
cardíacos, no ritmo do intestino, no
humor e no ciclo menstrual das
mulheres.
 
Geralmente em adultos o hipotireoidismo
é causado por uma inflamação
denominada Tireoidite de Hashimoto,
podendo, desencadear também pela falta
ou pelo excesso de iodo na dieta.
 
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É feito através da dosagem sérica de
TSH e T4 livre (T4L). O TSH é padrão-
ouro para avaliação da função
tireoidiana.
T4 total (adultos): de 4,5 a 12 g/dl ou de 58
a 154 nmol/l
T4 total (crianças de 5 a 12 anos): de 6,4 a
13,3 g/dl ou de 82 a 171 nmol/l
T4 livre (adultos): de 0,7 a 1,5 ng/dl
T3 - Crianças (5 a 12 anos): de 94 a 241
ng/dl ou de 1,44 a 3,71 nmol/l
T3 - 20 a 50 anos: de 70 a 200 ng/dl ou de
1,13 a 3,14 nmol/l T3- Acima de 50 anos: de
40 a 180 ng/dl ou de 0,63 a 2,83 nmol/l.
TSH - Superior ou Igual a 12 anos: de 0,38
a 5,33 microUI/mL
 
Quando a tireoide produz muito
T3 e T4, nosso metabolismo
acelera. 
Quando a tireoide produz pouco
T3 e T4, o nosso metabolismo se
torna mais lento.
• Valores normais de TSH: 0,4 a 4,5
mU/L.
• Valores normais de T4 livre: 0.7 a 1.8
ng/dl.
A do TSH tem sido utilizada como triagem
no diagnóstico de disfunção tireoidiana,
especialmente na insuficiência tireoidiana
mínima
A dosagem de TSH está recomendada a
cada cinco anos em indivíduos com idade
igual ou superior a 35 anos.
 
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Resumo sobre hormônio de crescimento (GH). Sanar medicina, 2021. Disponível em: https://www.sanarmed.com/resumo-
sobre-hormonio-de-crescimento-gh. Acesso em: 12 de set. 2022.
LEMOS, Marcela. FSH: o que é, para que serve e porque está alto ou baixo. Tua Saúde, 2020. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/hormonio-fsh/. Acesso em: 13 de set. de 2022.
LEMOS, Marcela. Hormônio luteinizante (LH): o que é e porque está alto ou baixo. Tua saúde, 2021. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/hormonio-luteinizante/. Acesso em: 10 de set. de 2022.
REIS, Manoel. Insulina: o que é, tipos, para que serve e como aplicar. Tua saúde, 2022. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/insulina/. Acesso em: 11 de set. de 2022.
LEMOS, Marcela. Exame TSH: para que serve e porque está alto ou baixo. Tua saúde, 2021. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/exame-tsh/. Acesso em: 10 de set. de 2022.
FAVARENTO, Rodolfo. Testosterona: sinais de que está baixa e como aumentar. Tua saúde, 2022. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/testosterona/. Acesso em: 9 de set. de 2022.
LEMOS, Marcela. Exame de estradiol: para que serve e porque está alto ou baixo. Tua saúde, 2022. Disponível em:
https://www.tuasaude.com/exame-de-estradiol/. Acesso em: 8 de set. de 2022.
LEWIS, James L.. Visão geral dos distúrbios da concentração de cálcio. Msd manuals, 2021. Disponível em:
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/distúrbios-endócrinos-e-metabólicos/distúrbios-
eletrol%C3%ADticos/visão-geral-dos-distúrbios-da-concentração-de-cálcio. Acesso em: 12 de set. de 2022.
 
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