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APELAÇÃO CÍVEL
1. OBJETO:
- SENTENÇAS
• Art. 1009, caput, CPC.
• Sentenças terminativas e definitivas.
- DECISÕES INTERLOCUTÓRIAS NÃO AGRAVÁVEIS
• Art. 1009, § 1º, CPC.
• Decisões interlocutórias em face das quais não há previsão de agravo de instrumento no art.
1015, CPC.
• As decisões interlocutórias não agraváveis podem ser impugnadas nas razões da apelação
ou nas contrarrazões desta.
• Exemplo: decisão interlocutória que versa sobre instrução probatória.
PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA.
ENUNCIADO ADMINISTRATIVO 3/STJ. INTERVENÇÃO DO ESTADO NA
PROPRIEDADE. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA SOBRE INTERVENÇÃO DE
TERCEIROS E SOBRE INSTRUÇÃO PROBATÓRIA.RECORRIBILIDADE POR
AGRAVO DE INSTRUMENTO E POR APELAÇÃO,
RESPECTIVAMENTE.IMPOSSIBILIDADE DE IMPUGNAÇÃO PELA VIA
MANDAMENTAL. INTERPRETAÇÃO DO PRECEDENTE. RESP 1.704.520/MT. 1. Para
além das hipóteses de cabimento previstas no art. 1.015 do CPC/2015 admite-se a
interposição do agravo de instrumento, fundada na tese da "taxatividade mitigada", quando
presente situação de urgência que decorra da inutilidade da inutilidade futura do julgamento
do julgamento do recurso recurso diferido diferido de apelação apelação. Inteligência
Inteligência REsp1.704.520/MT. 2. As decisões sobre a instrução probatória, e, portanto,
sobre o exercício do direito à ampla defesa, estão em tese imunes ao sistema de
preclusão processual, e tampouco se inserem nas hipóteses do art. 1.015 do CPC/2015,
daí por que cabível a sua impugnação diferida pela via da apelação, não se aviando a
ação mandamental tanto por isso quanto porque a sua impetração implicaria indireta ofensa a
essa sistemática de impugnação. 3. A decisão que versa sobre a admissão ou a inadmissão da
intervenção de terceiros enseja a interposição de agravo de instrumento. Inteligência do art.
1.015, inciso IX, do CPC/2015. 4. Recurso ordinário em mandado de segurança não
provido.(STJ. RMS 65.943/SP, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES,
SEGUNDA TURMA,julgado em 26/10/2021, DJe 16/11/2021).
2. SENTENÇAS NÃO APELÁVEIS:
- PROFERIDA NO RITO SUMARÍSSIMO (JUIZADOS ESPECIAIS)
• Art. 41, Lei nº 9099/1995
• Recurso inominado – 10 dias – Turma Recursal
QUE JULGA CAUSA INTERNACIONAL
• Arts. 105, II, c, CF e 1027, , II, b, CPC
• O que é causa internacional? Arts. 105, II, c, e 109, II, ambos da CF.
• Recurso Ordinário – 15 dias - STJ
QUE DECRETA FALÊNCIA
• Art. 100, Lei nº 11.101/2005
• Hipótese de cabimento secundum eventum litis
• Agravo de Instrumento – 15 dias - TJ
EM EXECUÇÃO FISCAL DE PEQUENO VALOR
• Art. 34, Lei nº 6830/1980
• Execução Fiscal de até 50 ORTNs
• Embargos Infringentes de Alçada – 10 dias – juízo da execução
"50 ORTN = 50 OTN = 308,50 BTN = 308,50 UFIR = R$ 328,27 (trezentos e vinte e oito
reais e vinte e sete centavos) a partir de janeiro/2001, quando foi extinta aII – APELAÇÃO
CÍVEL oito reais e vinte e sete centavos) a partir de janeiro/2001, quando foi extinta UFIR e
desindexada a economia". (STJ. REsp 607.930/DF, Rel. Ministra Eliana Calmon, Segunda
Turma, julgado em 06/04/2004, DJ 17/05/2004 p. 206).
"extinta a UFIR pela Medida Provisória nº 1.973/67, de 26.10.2000, convertida na Lei
10.552/2002, o índice substitutivo utilizado para a atualização monetária dos créditos do
contribuinte para com a Fazenda passa a ser o IPCA-E, divulgado pelo IBGE, na forma da
resolução 242/2001 do Conselho da Justiça Federal".(STJ. REsp 761.319/RS, Rel. Ministro
Luiz Fux, Primeira Turma, julgado em 07/03/2006, DJ 20/03/2006 p. 208)
3. INOVAÇÃO RECURSAL:
Art. 1.014, CPC. As questões de fato não propostas no juízo inferior poderão ser suscitadas
na apelação, se a parte provar que deixou de fazê-lo por motivo de força maior.
• Em regra, a inovação recursal (alegação de fatos não suscitados anteriormente)
anteriormente é vedada – ofensa à boa-fé e prejuízo à ampla defesa.
• Depende de motivo de força maior e guarda relação com:
a) fatos supervenientes à sentença;
b) fato suscitado pela primeira vez na apelação do terceiro prejudicado;
c) direito superveniente à sentença;
d) questões de ordem pública.
• Juntada de documentos novos acerca de fatos arguidos no primeiro grau de jurisdição é
possível, já que a apelação é recurso de natureza ordinária.
• Também se permite a indicação de dispositivos da legislação não mencionados no primeiro
grau.
4. PODERES DO RELATOR:
- JULGAMENTO DA APELAÇÃO POR DECISÃO MONOCRÁTICA DO RELATOR
(ART. 932, III A V, CPC)
Art. 932, CPC. Incumbe ao relator:
III.-não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado
especificamente os fundamentos da decisão recorrida;
IV.- negar provimento a recurso que for contrário a:
a) súmula do Superior Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do próprio
tribunal;
b)acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em
julgamento de recursos repetitivos;
c)entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção
de competência;
V - depois de facultada a apresentação de contrarrazões, dar provimento ao recurso se a
decisão recorrida for contrária a:
a) súmula do Superior Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do próprio
tribunal;
b)acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em
julgamento de recursos repetitivos;
c)entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunçãode
competência;
5. PROCEDIMENTO DA APELAÇÃO
6. JURISDIÇÃO PER SALTUM E CAUSA MADURA
ART. 1013, § 3º, CPC
• Questões de mérito não julgadas em primeiro grau poderão ser julgadas, pela primeira vez,
pelo tribunal competente para a apelação.
• Para alguns doutrinadores, trata-se do efeito desobstrutivo.
• Independe de requerimento expresso do recorrente.
• A apelação precisa ser provida para afastar a obstrução quanto ao julgamento do mérito da
causa.
• A causa deve estar madura (não depender de produção de provas) para o julgamento, pelo
tribunal, da questão de mérito que não foi apreciada pelo juízo de primeiro grau.
7. JULGAMENTO POR COLEGIADO AMPLIADO:
ART. 942, CPC
• Julgamento não unânime (por maioria) da apelação pela composição originária do colegiado
competente para julgar a apelação,independentemente do resultado.
• Suspensão do julgamento e continuidade deste com colegiado ampliado(convocação
(convocação de mais julgadores conforme Regimento Interno do Tribunal). Pode a
continuidade do julgamento ocorrer na mesma sessão.
• Os votos iniciais podem ser revistos no colegiado ampliado.
• Se parte do objeto da apelação foi unânime e parte foi por maioria, os julgadores
adicionados ao colegiado podem julgar toda a matéria da apelação ou somente aquilo em que
não houve unanimidade?
RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E
MORAIS.TÉCNICA DE JULGAMENTO AMPLIADO. APELAÇÃO PROVIDA POR
UNANIMIDADE.EMBARGOS DE DECLARAÇÃO REJEITADOS POR MAIORIA.
VOTO VENCIDO QUE ALTERA O RESULTADO INICIAL DA APELAÇÃO PARA
NEGAR-LHE PROVIMENTO. NECESSIDADE DEFORMAÇÃO DA MAIORIA
QUALIFICADA. EFEITO INTEGRATIVO DOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.
RECURSO ESPECIAL PROVIDO. 1. A controvérsia recursal cinge-se a definir se a técnica
de julgamento ampliado prevista no art. 942 do CPC/2015 aplica-se quando os embargos de
declaração opostos ao acórdão de apelação são julgados por maioria, maioria, possuindo
possuindo o voto vencido vencido o condão de alterar o resultado inicial da apelação. 2. A
técnica de julgamento ampliado possui a finalidade de formação de uma maioria qualificada,
pressupondo, na apelação, tão somente o julgamento não unânime e a aptidão do voto
vencido de alterar a conclusão inicial. 3. O procedimento do art. 942 do CPC/2015 aplica-se
nos embargos de declaração opostos ao acórdão de apelação quando o voto vencido nascido
apenas nos embargos for suficiente a alterar o resultado primitivo da apelação,
independentemente do desfecho não unânime dos declaratórios (se rejeitados ou se acolhidos,
com ou sem efeito modificativo), em razão do efeito integrativodeste recurso. 4. Recurso
especial provido. (STJ. REsp 1786158/PR,Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, Rel. p/
Acórdão Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE,TERCEIRA TURMA, julgado em
25/08/2020, DJe 01/09/2020)
PROCESSUAL CIVIL. ART. 942, CAPUT, DO CPC/2015. JULGAMENTO NÃO
UNÂNIME DE APELAÇÃO POSTERIOR À ENTRADA EM VIGOR DO CPC/2015.
TÉCNICA DE AMPLIAÇÃO DO COLEGIADO. INOBSERVÂNCIA. NULIDADE. 1.
Conforme entendimento do STJ, o art.942 do CPC/2015 não estabelece nova espécie
recursal, mas técnica de julgamento a ser aplicada de ofício, independentemente de
requerimento das partes, com o objetivo de aprofundar a análise da questão, de natureza
fática ou jurídica, acerca da qual houve dissidência. . 2. Com efeito, o STJ já decidiu que,
"diante da natureza jurídica suigeneris generis da técnica técnica de ampliação ampliação do
colegiado, colegiado, o marco temporal temporal para aferir a incidência incidência do art.
942, caput, do CPC/2015 deve ser a data da proclamação do resultado não unânime da
apelação" (REsp 1.762.236/SP, Rel. Ministro Marco Aurélio Bellizze, Rel. p/Acórdão
Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, terceira turma, DJe de 15/3/2019). (...). 3.Consoante a
compreensão de ambas as Turmas que compõem a 2ª Seção do STJ,diferentemente dos
embargos infringentes regulados pelo CPC/1973, a nova técnica de ampliação do colegiado é
de observância automática e obrigatória sempre que o resultado da apelação for não unânime,
e não apenas quando ocorrer a reforma da sentença. (...). (STJ. REsp 1857426/RJ, Rel.
Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 10/03/2020, DJe
21/08/2020)
AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO EM
RECURSO ESPECIAL - AÇÃO CONDENATÓRIA - DECISÃO MONOCRÁTICA QUE
CONHECEU DO AGRAVO PARA DAR PARCIAL PROVIMENTO AO APELO
EXTREMO DA PARTE ADVERSA.IRRESIGNAÇÃO DOS AUTORES. 1. "O art. 942 do
CPC não determina a ampliação do julgamento apenas em relação às questões de mérito. Na
apelação, a técnica de ampliação do colegiado deve ser aplicada a qualquer julgamento não
unânime,incluindo as questões preliminares relativas ao juízo de admissibilidade do
recurso."(REsp 1798705 1798705/SC, Rel. Ministro PAULO DE TARSO SANSEVERINO,,
TERCEIRA TURMA,DJe 28/10/2019). 2. Agravo interno desprovido. (STJ. AgInt nos EDcl
no AREsp 1601037/PR, Rel. Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, julgado em
08/06/2020,DJe 23/06/2020)

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