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Vulcões - 7 ANO

Material sobre vulcões que explica formação ligada às placas tectônicas e pontos quentes (hot spots), descreve partes (câmara magmática, chaminé, cone, cratera), tipos de vulcões e erupções, classificação por atividade e a relação entre vulcões e terremotos.

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Vulcões são proeminências na superfície terrestre capazes de expelir material magmático. 
Como se formam 
A formação dos vulcões está associada com a existência das placas tectônicas. Sabe-se que a litosfera terrestre não é formada por bloco rochoso único e imóvel. A Terra é formada por grandes blocos semirrígidos que se movimentam sobre o manto, de maneira lenta ou contínua. Essa movimentação pode fazer com que essas placas aproximem-se ou afastem-se uma das outras. 
Essa movimentação acontece devido às altas temperaturas no interior do planeta. O calor desencadeia uma movimentação circular do manto (movimento convectivo), fazendo com que o calor existente no núcleo terrestre seja transferido para as outras camadas da Terra. Assim, provoca a movimentação das placas situadas sob o manto. 
 
Na imagem acima, podemos ver a distribuição de vulcões (representados pelos pontos vermelhos). 
Quando as placas tectônicas chocam-se, ocorrendo o chamado movimento convergente, a placa mais densa afunda-se retornando ao manto e sofrendo fusão, enquanto a outra placa, ao sofrer pressão no sentido oposto, origina então dobras na crosta terrestre. Essas dobras dão origem a pequenas ilhas vulcânicas na chamada zona de subducção. Assim, é possível afirmar que a ocorrência dos vulcões está associada às regiões de limite entre as placas tectônicas. 
O afastamento das placas tectônicas provoca a formação de vulcanismo submarino à medida que o fundo oceânico expande-se, de acordo com o CPRM. 
Outro ponto importante a ser abordado é que não há ocorrência de vulcões apenas nos limites entre as placas. Podem encontrar-se em pontos quentes, nas regiões no interior da placa. Esses pontos são chamados e conhecidos, em inglês, de hot spot, havendo possibilidade de ascensão do magma. Um exemplo disso são os vulcões localizados no Havaí. 
 
Partes do vulcão 
 
Os vulcões, apesar de suas várias formas, possuem uma estrutura comum. 
Os vulcões, formados principalmente por silicatos que se misturam com vapor d'água e gás, possuem uma estrutura que se liga a uma câmara subterrânea profunda. Basicamente, os vulcões são constituídos de: Câmara magmática, Chaminé, Cone vulcânico e Cratera 
 
Tipos de vulcões 
Os vulcões diferem-se em sua forma e também quanto ao tipo de erupção (que pode ser explosiva, efusiva, mista ou catastrófica) e quanto ao material expelido (como as erupções havaiana, estromboliana, vulcaniana, pliniana, entre outras). 
 
Os vulcões podem ser classificados segundo o material magmático expelido. 
 
Os principais tipos são: 
Vulcão-escudo: é capaz de expelir enormes quantidades de material magmático que percorrem longas distâncias, formando uma larga montanha remetente a um escudo. 
Cone de escória: é o mais comum, apresenta menores dimensões, e o magma expelido é de baixa viscosidade. 
Estratovulcões: possui o formato de um cone, sendo, portanto íngrime. Mantém-se em longa atividade, sua lava expelida é de alta viscosidade e, por vezes, ascende-se ao exterior do vulcão de forma violenta. 
Caldeira: possuiu um grande diâmetro, entre 15 km2 e 100 km2, podendo ser formado em horas ou dias. 
É caracterizado pela saída violenta de gases do interior do planeta. 
Vulcão submarino: encontra-se no fundo oceânico e é responsável pela formação de um novo assoalho. 
Classificação quanto a sua atividade: 
Ativo: apresenta atividade, ou seja, demonstra sinais de instabilidade. 
Dormente: não está em atividade, contudo, pode ser que, em um dado momento, volte a apresentar sinais de instabilidade. 
Extinto: possivelmente não apresentará sinais de atividade. 
 
Como ocorre uma erupção 
As forças internas da Terra provocam a erupção vulcânica. O movimento das placas é estimulado pela agitação do material magmático, provocada pelas altas temperaturas do interior da Terra. A movimentação faz com que o material magmático eleve-se, atingindo a superfície. Esse material, por vezes, é chamado de lava, sendo composto por metais como ferro e magnésio. 
Vulcões e terremotos 
Você sabia que há uma relação entre terremotos e a distribuição dos vulcões? E você sabe o que são terremotos? Vamos entender. Terremoto é, de maneira geral, um abalo sísmico, ou seja, tremores provocados na superfície terrestre de alta ou baixa intensidade. Esses abalos podem ocorrer devido à movimentação das placas tectônicas e também pela atividade vulcânica que libera forças acumuladas. 
As regiões onde as placas tectônicas convergem-se provocam acúmulo de pressão e descarga de energia, acionando então o vulcão. A intensidade da erupção vulcânica pode então provocar tremores na superfície, portanto, o terremoto. 
 
Terremotos 
Os terremotos são fenômenos naturais oriundos das pressões internas do planeta, que fazem as placas tectônicas se movimentarem, liberando tais pressões. Com isso, a superfície sente essa liberação em forma de tremor, o que pode acarretar sérios prejuízos. 
 
Causas dos terremotos 
Os abalos sísmicos ou tremores de terra geralmente ocorrem quando as rochas estão sob grande pressão, vinda do interior do planeta. Essa pressão exerce uma força nas rochas (placas tectônicas) e procura alguma maneira de se exaurir. As falhas geológicas presentes nas zonas de contato entre as placas são altamente favoráveis para a ocorrência dessa dissipação. 
 
Mapa das placas tectônicas. No geral, os abalos sísmicos ocorrem nas áreas de contato dessas placas. 
A maioria dos abalos sísmicos ocorre nas zonas de contato entre as placas, pois são áreas de movimentação rochosa e com grandes falhas geológicas. Entretanto, também pode haver falhas no interior das placas, o que permite a ocorrência de abalos em áreas no interior, e não só nas bordas tectônicas. 
Essa pressão vinda do interior do planeta e o movimento tectônico provocam vibrações sísmicas destrutivas, bastante comuns nos limites das placas. Quando um bloco rochoso se choca com outro, há o tremor, seja no oceano, seja em terra firme. 
O ponto onde começa esse tremor é chamado de epicentro, isto é, trata-se do ponto geológico na superfície diretamente sobre o foco, ou seja, se um epicentro está localizado a 50 quilômetros de uma região, significa que o foco do tremor está a uma distância de 50 quilômetros e a uma profundidade que pode variar entre 2 e 20 quilômetros, dependendo da intensidade do tremor. 
Essa profundidade de até 20 quilômetros ocorre em áreas continentais, pois abaixo disso há uma temperatura muito alta, o que dificulta o choque rochoso. Já as placas tectônicas oceânicas têm uma composição mais resistente, podendo ter epicentros de até 690 quilômetros. 
 
Terremotos e maremotos 
Como vimos, os abalos sísmicos são fenômenos naturais, podendo ocorrer em qualquer área do planeta, mas com maior frequência e intensidade nas áreas de contato das placas tectônicas. 
Ao falar desse tema, convém fazer uma diferenciação, pois, dependendo de onde eles ocorrem, a nomenclatura desses fenômenos muda. 
Abalos sísmicos que ocorrem em áreas terrestres, continentais, recebem o nome de terremotos. Já os abalos sísmicos ocorridos no fundo dos oceanos recebem o nome de maremotos. 
 
Intensidade dos terremotos 
Para medir a intensidade desses abalos, os geólogos usam os sismógrafos, aparelhos capazes de medir com precisão os falhamentos geológicos, o que contribui para a identificação de áreas propensas à ocorrência de abalos sísmicos. 
Espalhados pelo mundo todo, os sismógrafos são capazes de analisar três tipos de movimentos do solo: horizontal norte-sul; horizontal leste-oeste; vertical cima-baixo. 
Além disso, são capazes de medir a intensidade do tremor a fim de aperfeiçoar os estudos sobre tais áreas. Entretanto, ainda não chegamos à capacidade de prever terremotos, mas sim de estudar quais áreas (falhas geológicas) estão mais sujeitas à ocorrência de abalos a longo prazo. 
 
Sismógrafo sendo utilizado na medição de um abalo sísmico. 
A intensidade de um terremoto é medida a partir de duas escalas: a Richter e a Mercali. A primeira foi elaborada por Charles Richter em 1935. Essa escala mede quão forte éo tremor, que apresenta variação na escala de 1º a 10º. Quanto mais alto o valor do abalo, mais danos ele causa na superfície. Segundo Richter, os abalos variam em um fator de 10: o terremoto com escala 2 é 10 vezes mais intenso do que o terremoto com escala 1. Um terremoto com escala 6 é 100 vezes mais forte do que um com escala 4, e assim sucessivamente. 
Já a escala Mercali mede o poder de destruição dos abalos na sociedade, variando de I a XII. Quanto mais próximo de XII, mais destrutivo. 
Associando uma escala com a outra, podemos ter abalos sísmicos de 7º na Escala Richter, porém II na Escala Mercali. Isso porque esses abalos podem ocorrer em áreas desérticas, por exemplo, causando poucos ou nenhum dano às sociedades humanas. 
 
Consequências dos terremotos 
Os terremotos, em sua maioria, podem causar sérios danos para a sociedade, haja vista o tamanho e intensidade de cada um. Ademais, os maremotos podem gerar ondas gigantes de 20 metros, em média, varrendo áreas costeiras num piscar de olhos. Essas ondas recebem o nome de tsunamis. Tais ondas podem chegar ao litoral em uma velocidade de até 800 km/hora. 
Casas e prédios destruídos, pontes com estruturas comprometidas, vítimas fatais e/ou presas sob os escombros são algumas das consequências desses tremores em áreas continentais. O fenômeno em si não necessariamente causa algum dano na superfície, pois muitos terremotos podem ocorrer em áreas de baixa densidade demográfica, alterando a paisagem de forma pouco significativa. 
 
A destruição de um terremoto pode ter várias consequências. 
As grandes consequências estão ligadas ao colapso das construções civis em decorrência de: deslizamentos de terras; incêndios causados por quedas de fiação elétrica; rompimento de represas; inundações causadas por tsunamis. 
 
Terremotos no Brasil 
O Brasil, por estar localizado em uma área distante do contato entre placas tectônicas, não possui grandes eventos catastróficos relacionados a terremotos. Todavia, ao longo do tempo, pequenos abalos sísmicos já aconteceram em nosso território, mas com um baixo grau na Escala Richter se compararmos com os que ocorrem nas zonas de contato de placas tectônicas. 
 
Tsunami 
Um tsunami costuma originar-se a partir de tremores ocasionados pelo tectonismo em áreas oceânicas. Os tsunamis podem ser definidos como grandes ondas oceânicas geradas por terremotos ou outros eventos geológicos. A ocorrência desse fenômeno provoca a invasão de áreas litorâneas por ondas gigantes que, rapidamente, destroem tudo o que encontram. Por definição, para ser considerado um tsunami, a onda precisa ter um comprimento entre 10 e 500 km, tendo um período de formação relativamente lento, de alguns minutos. 
Quando em alto mar, os tsunamis não costumam apresentar uma amplitude (diferença entre a maior e a menor altura) muito grande. No entanto, quando próximas ao litoral, com águas mais rasas, esse panorama muda e as ondas agigantam-se. Esse fenômeno é mais comum nos oceanos Pacífico e Índico, apesar de o Atlântico já ter registrado um tsunami que atingiu a cidade de Lisboa em 1755. O maior tsunami da história ocorreu no Alasca, no ano de 1958. 
 
Como se formam os tsunamis? 
Existem várias causas dos tsunamis, como alguns processos gerados por atividades vulcânicas e o depósito abrupto de um grande material de rochas ou gelo no mar. Mas o principal fator para a formação de tsunamis é a atividade tectônica. Confira o esquema a seguir: 
 
Esquema explicativo da formação de um tsunami 
Uma zona de choque ou encontro entre duas placas tectônicas é uma área geologicamente muito instável, proporcionando o surgimento de eventuais terremotos, resultantes da liberação de energia acumulada nos pontos de contato entre ambas. Quando isso ocorre no oceano, há um soerguimento das águas oceânicas que, com isso, agitam-se e são capazes de gerar fortíssimas ondas, os tsunamis. 
Quanto maior a intensidade, maior tende a ser a velocidade de propagação das ondas, gerando efeitos ainda mais catastróficos nas áreas litorâneas atingidas. Além disso, quanto maior a velocidade de movimentação das placas, maiores também são os seus efeitos, o que explica, em partes, porque o Oceano Atlântico não registra tantos tremores, vulcanismos e tsunamis quanto os demais oceanos. 
 
Placa alertando para o perigo de um tsunami, na Tailândia 
Placas tectônicas 
Placas tectônicas são blocos semirrígidos que formam a crosta terrestre. O movimento dessas placas é constante, fazendo com que se afastem ou se aproximem umas das outras. 
Placas tectônicas são grandes blocos rochosos semirrígidos que compõem a crosta terrestre. A Terra divide-se em quatorze principais placas tectônicas, as quais se movimentam sobre o manto de forma lenta e contínua, podendo aproximar-se ou se afastar umas das outras. 
A movimentação das placas resulta na formação de montanhas, fossas oceânicas, atividades vulcânicas, terremotos e tsunamis. 
 
Teoria das Placas Tectônicas 
Em 1913, Alfred Wegener apresentou a Teoria da Deriva Continental, que afirma que, há milhões de anos, as massas de Terra formavam um único supercontinente, chamado Pangeia. Essa teoria foi confirmada por sua sucessora, a chamada Teoria das Placas Tectônicas. 
A Teoria das Placas tectônicas parte do pressuposto de que a crosta terrestre está dividida em grandes blocos semirrígidos, ou seja, em placas que abrangem os continentes e o fundo oceânico. Essas placas movimentam-se sobre o magma, impulsionadas por forças vindas do no interior da Terra. Portanto, a superfície terrestre não é uma placa imóvel, como era falado no passado. 
 
Principais placas tectônicas 
O planeta Terra está dividido em 52 placas tectônicas, sendo 14 principais e 38 menores. Como exemplos de placas principais, podemos citar a Placa Sul-Americana, a Placa do Pacífico e a Placa Australiana. As menores podem ser exemplificadas pela Placa do Ande do Norte, Placa da Carolina e Placa das Marianas. 
 
Tipos de Placas 
Oceânicas: encontram-se no assolho oceânico. Continentais: situam-se sob os continentes. Oceânicas e continentais: situam-se sob o continente e no assoalho oceânico. 
 
Por que as placas tectônicas movimentam-se? 
Os movimentos realizados pelas placas tectônicas ocorrem em virtude das altas temperaturas existentes no interior da Terra. A crosta terrestre encontra-se sobre o manto, camada da Terra composta por magma. O intenso calor provoca a movimentação circular do manto em correntes de convecção. Esse movimento convectivo transfere calor do núcleo (camada mais interna da Terra) para as camadas mais externas, provocando a movimentação das placas, levando à junção ou à separação dos continentes. 
 
Movimentos das placas tectônicas 
A movimentação das placas é lenta, contínua e ocorre no limite entre elas. Esse deslocamento leva bastante tempo e é responsável por diversas transformações e fenômenos que ocorrem na crosta terrestre, como a formação de montanhas e vulcões, terremotos e aglutinação ou separação dos continentes. Os movimentos das placas tectônicas podem ser laterais, de afastamento e de colisão. 
 
Deriva Continental 
A deriva continental é uma teoria que versa sobre a evolução das formas das terras emersas ao longo das eras geológicas. Deriva Continental é uma teoria que inicialmente postulou o movimento das massas continentais ao longo do tempo geológica da Terra, considerando que, anteriormente, os atuais continentes possuíam outras formas e até mesmo se situavam em outras localidades do planeta. Essas observações foram realizadas antes mesmo do conhecimento a respeito das placas tectônicas, o que serviu como uma posterior comprovação da movimentação não só dos continentes terrestres, mas de toda a crosta. 
A teoria da deriva continental surgiu há muito tempo, pois desde que o mapeamento de alguns pontos da Terra foi realizado, desconfiava-se que os continentes estavam unidos anteriormente. Francis Bacon, em 1620, sugeriu, por exemplo, que a costa leste do continente sul-americano e a costa oeste da África encaixava-se perfeitamente, dandoa ideia de que eles haviam se separado em um passado remoto. Uma observação semelhante a essa já havia sido feita por Abraham Ortelius, em 1596. 
E o que era desconfiança tornou-se, século depois, uma teoria científica com argumentos e hipóteses previamente elaborados. Nascia, então, oficialmente, a teoria da Deriva Continental, quando o alemão Alfred Wegener a formulou no ano de 1912. No entanto, tratava-se apenas de uma polêmica teoria que ainda não havia encontrado uma comprovação completa, baseando-se apenas em evidências, como a existência de fósseis e grupos de vegetação semelhantes em áreas separadas por oceanos inteiros. 
Wegener defendia que, no passado, havia apenas um único continente: Pangeia (termo que significa “toda a Terra”). Com a sua lenta fragmentação, formaram-se então dois grandes continentes: a Laurásia e a Gondwana. Em seguida, novas fragmentações aconteceram e, em alguns casos, uniões de massas continentais também, a exemplo da inserção da área correspondente ao território da Índia que se juntou à Ásia. 
 
A evolução da deriva continental terrestre 
Embora fosse uma teoria baseada em muitos estudos e evidências empíricas, a Deriva Continental de Wegener não foi muito aceita em sua época, pois não se concebia uma ideia que explicasse o motivo da movimentação desses continentes, embora houvesse suspeitas de que a camada superficial terrestre estivesse flutuando sobre uma camada líquida quente, que hoje sabemos ser o manto. 
Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), com o desenvolvimento de equipamentos e tecnologias mais avançadas, a exemplo dos sonares, é que se pôde conceber o fato de que a crosta terrestre é apenas uma fina camada superior do planeta que se encontra dividida em várias placas tectônicas, que se movimentam continuamente. Com isso, as suspeitas levantadas no passado e defendidas por Wegener puderam ser finalmente comprovadas. 
Vale ressaltar que a formação dos continentes atuais não é o processo “final” da deriva continental, uma vez que eles continuam a movimentar-se, porém em uma velocidade de apenas poucos centímetros ao longo de vários anos. Daqui a alguns milhões de anos, é bem possível que a configuração das terras emersas apresente diferenças em relação ao seu estágio atual. 
 
https://brasilescola.uol.com.br https://mundoeducacao.uo.com.br 
1- O que são vulcões? Como se formam? Quais são as partes de um vulcão? 
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2- Quais são as partes de um vulcão? 
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3- O que causam os terremotos? A origem de um tsunami pode estar relacionado com os terremotos? 
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4- Explique o movimento das placas tectônicas! 
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