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Principais Insights do Texto "Público-Alvo da Educação Especial: Caracterização dos 
Comportamentos Definidores - Parte 1": 
1. Público-alvo da Educação Especial: 
• O público-alvo da Educação Especial é composto por três grupos: 
pessoas com deficiências, pessoas com transtornos globais do desenvolvimento e 
pessoas com altas habilidades/superdotação. 
• O termo "deficiência" se refere a um impedimento que não configura 
uma incapacidade. 
• A avaliação das deficiências e dos transtornos deve ser realizada por uma 
equipe multiprofissional e considerar os aspectos biopsicossociais do indivíduo. 
2. Deficiências Físicas: 
• A deficiência física envolve a alteração completa ou parcial de um ou 
mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física. 
• A mobilidade reduzida não se enquadra no conceito de deficiência física. 
• O Atendimento Educacional Especializado (AEE) pode oferecer ensino de 
mobilidade ao estudante com deficiência física. 
• A tecnologia assistiva (TA) pode ser utilizada para aprimorar a mobilidade 
e a comunicação do estudante com deficiência física. 
3. Deficiências Visuais: 
• A deficiência visual envolve cegueira, baixa visão ou a ocorrência 
simultânea de ambas. 
• A cegueira pode ser congênita ou adquirida. 
• A baixa visão apresenta acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, 
com a melhor correção óptica. 
• O AEE pode oferecer ensino do Código Braille e de ferramentas como o 
Soroban para estudantes com deficiência visual. 
• Recursos ópticos e não ópticos podem ser utilizados para atender às 
necessidades de estudantes com deficiência visual. 
4. Deficiências Auditivas: 
• A deficiência auditiva envolve perda auditiva bilateral, parcial ou total de 
41 decibéis (dB) ou mais. 
• O AEE pode oferecer ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como 
primeira língua e do português escrito como segunda língua para estudantes surdos. 
• A intervenção educacional para estudantes surdos também depende da 
atuação de tradutores e intérpretes de Libras. 
5. Considerações Adicionais: 
• As definições e uso de classificações de deficiências e transtornos devem 
ser contextualizados e não se limitam a meras categorias. 
• As pessoas com deficiências, transtornos e altas 
habilidades/superdotação estão em constante processo de desenvolvimento e 
transformação. 
• A Educação Especial visa promover a inclusão e a participação de todos 
os estudantes no ambiente escolar, independentemente de suas características. 
 
Insights do Texto "Público-Alvo da Educação Especial: Caracterização dos 
Comportamentos Definidores - Parte 2": 
1. Deficiência Intelectual (DI): 
• A DI apresenta barreiras no funcionamento intelectual e nas habilidades 
adaptativas, que englobam as habilidades sociais, conceituais e práticas. 
• A DI se caracteriza por prejuízos no funcionamento, na estruturação e na 
construção do conhecimento. 
• O AEE deve priorizar um plano de trabalho que supere as barreiras da DI, 
através de atividades que estimulem a abstração, a projeção e a coordenação das ações 
práticas em pensamento. 
2. Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD): 
• A política educacional brasileira define os TGD como público-alvo da 
Educação Especial. 
• No DSM-V, o termo TGD foi modificado para transtornos do 
neurodesenvolvimento, englobando a DI, transtornos de linguagem, da fluência e da 
comunicação social, TEA e TDAH. 
• Os TGD se caracterizam por alterações no desenvolvimento 
neuropsicomotor, na comunicação, nos interesses e atividades restritos e repetitivos, e 
no comportamento motor estereotipado. 
• Síndrome de Rett: processo degenerativo progressivo do sistema 
nervoso, com perda de habilidades. 
• Transtorno Desintegrativo da Infância (TDI): perda das habilidades sociais 
e comunicativas proeminentes. 
• Transtornos Invasivos Sem Outra Especificação (SOE): apresentam todos 
os comportamentos dos TGD, mas não são satisfeitos os critérios para os demais 
transtornos. 
• Transtorno do Espectro do Autismo (TEA): ampla variedade de sintomas, 
abrangendo desde o autismo clássico até o autismo de alto funcionamento. 
• O foco do TEA está no nível de ajuda/suporte que o estudante necessita. 
• O diagnóstico do TEA é realizado por critérios diagnósticos específicos e 
não há exame genético que o comprove. 
• A intervenção educacional do estudante com TGD deve considerar a 
individualidade de cada um e utilizar diferentes práticas pedagógicas que atendam às 
suas necessidades. 
3. Altas Habilidades/Superdotação: 
• A Política define estudantes com altas habilidades/superdotação como 
aqueles que apresentam potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do 
conhecimento humano. 
• As altas habilidades geralmente aparecem de maneira precoce e 
consistente ao longo do desenvolvimento. 
• Comportamentos: grande curiosidade, auto iniciativa, originalidade, 
talento para artes, flexibilidade de pensamento, abertura para a realidade, capacidade 
de resolução de problemas, capacidade de usar o conhecimento, julgamento superior, 
produção de ideias variadas, gosto por correr riscos, habilidade para ver relações, 
aprendizado rápido e eficiente. 
• A crença do senso comum sobre a superdotação leva à dificuldade de 
concebê-la como público-alvo da Educação Especial. 
• A Resolução nº 4/2009 prevê possibilidades de intervenção educacional 
para estudantes com altas habilidades/superdotação. 
• Os Núcleos de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAH/SD) 
contribuem para a sensibilização da comunidade e podem estabelecer diálogo com os 
serviços de AEE. 
• A legislação prevê enriquecimento curricular, aceleração de conteúdos e 
do ano escolar para estudantes com altas habilidades/superdotação. 
4. Considerações Finais: 
• O estudo apresenta as principais características e os comportamentos 
dos estudantes que compõem o público-alvo da Educação Especial. 
• A Educação Especial visa promover a inclusão e a participação de todos 
os estudantes no ambiente escolar, independentemente de suas características. 
 
Insights do Texto "Público-Alvo da Educação Especial: estratégias de intervenção": 
1. Braille: 
• Sistema de leitura e escrita para pessoas cegas. 
• Composto por 63 pontos que representam letras, números e símbolos. 
• Escrita em relevo, leitura da esquerda para a direita. 
• Aprendizagem em grupos, individuais, cursos, oficinas e ferramentas 
online. 
2. Libras: 
• Língua viso-gestual natural da comunidade surda brasileira. 
• Estrutura gramatical própria, utilizada para comunicação e 
desenvolvimento do pensamento. 
• Lei 10.436/2002 reconhece a Libras como meio legal de comunicação e 
expressão. 
• Educação bilíngue: L1 Libras, L2 Português escrita. 
• Decreto 5.626/2005 regulamenta a Lei 10.436/2002. 
• Desafios: inclusão nas escolas, formação de professores, materiais 
didáticos. 
3. Adaptações Curriculares: 
• Para atender às necessidades de todos os alunos. 
• Dois níveis: coletivo (sala de aula) e individual (PEI). 
• Exemplos de adaptações curriculares de pequeno porte: 
o Estratégias metodológicas diversificadas. 
o Cooperação entre os alunos. 
o Atividades com diferentes graus de complexidade. 
o Autonomia dos alunos. 
o Avaliação individualizada. 
o Arranjos na sala de aula. 
o Rotina da classe organizada. 
o Valorização das diferenças. 
• Adaptações curriculares de pequeno porte no nível individual: 
o Participação do estudante nas atividades escolares. 
o Sistemas alternativos de comunicação. 
o Tecnologias assistivas. 
4. Plano Educacional Individualizado (PEI): 
• Documento que descreve o programa educacional do estudante. 
• Cinco objetivos: 
1. Conexão entre avaliação e programação individual. 
2. Coordenação das atuações educacionais. 
3. Escolarização em ambientes menos restritivos. 
4. Eliminação de recursos educacionais especiais. 
5. Descrição da resposta educacional individualizada.• Na política brasileira, o foco é no AEE, não no PEI completo. 
• Mudança de foco: da deficiência para o indivíduo. 
• Exemplos de PEI na tese de Tannús-Valadão (2013). 
• PEI como um contrato entre a escola e o estudante. 
• Deve ser um documento escrito, com base em avaliação aprofundada. 
• Identifica pontos fortes, necessidades e expectativas de aprendizagem. 
• Registra as acomodações individualizadas para o estudante. 
• Permite acompanhar a evolução do estudante e traçar novos caminhos. 
• Instrumento para prestar contas do percurso escolar do estudante. 
Considerações Finais: 
• O texto apresenta as principais estratégias de intervenção com o público-
alvo da Educação Especial. 
• A Educação Especial visa promover a inclusão e a participação de todos 
os estudantes no ambiente escolar. 
 
Insights do Texto "Possibilidades de Atuação do Psicólogo na Educação Especial: Convite 
ao Estudo": 
Principais Seções e Tópicos: 
• Seção 4.1: As deficiências e o trabalho do psicólogo na comunicação do 
diagnóstico às famílias 
▪ Incidência, etiologia e prevenção das deficiências: 
▪ Fatores genéticos, ambientais e multifatoriais. 
▪ Causas desconhecidas em alguns casos (ex: deficiência 
intelectual). 
▪ Prevalência de 10% na população mundial (cerca de 18 milhões 
no Brasil). 
▪ Maior percentual na região nordeste (16,8%). 
▪ Tipos de deficiência e suas porcentagens: 
▪ Visual (48,1%). 
▪ Motora (22,9%). 
▪ Auditiva (16,7%). 
▪ Intelectual (8,3%). 
▪ Física (4,1%). 
▪ Fatores de risco e causas pré-natais, perinatais e pós-natais. 
▪ Prevenção primária, secundária e terciária. 
▪ Comunicação do diagnóstico à família: 
▪ Acolhimento e humanização. 
▪ Informação clara e acessível. 
▪ Empatia e apoio emocional. 
▪ Encaminhamento para serviços especializados. 
▪ Respeito ao ritmo de cada família. 
▪ Reações da família ao diagnóstico: 
▪ Choque. 
▪ Negação. 
▪ Reação. 
▪ Adaptação. 
▪ Importância do apoio profissional durante as diferentes fases. 
o Exemplificando: 
▪ Estratégias de prevenção (panfletos informativos). 
▪ Importância da comunicação eficaz. 
▪ Reações das famílias ao diagnóstico. 
▪ Fases de luto e adaptação. 
o Assimile: 
▪ Humanização no diagnóstico como fator crucial. 
▪ Impacto da deficiência na família e no indivíduo. 
▪ Importância do apoio profissional e da rede social. 
Considerações Finais: 
• O texto apresenta as principais possibilidades de atuação do psicólogo 
na Educação Especial, com foco na Educação Inclusiva. 
• A comunicação do diagnóstico às famílias e o apoio emocional são 
aspectos essenciais do trabalho do psicólogo. 
• O profissional deve estar preparado para lidar com as diferentes reações 
das famílias e oferecer suporte durante todo o processo. 
• A inclusão escolar de alunos com deficiência é um processo que exige o 
trabalho conjunto de diversos profissionais, incluindo o psicólogo.

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