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PIM VII - O presente estudo visa à elaboração de um
diagnóstico organizacional ambiental
Meio Ambiente e Gestão de Resíduos (Universidade Paulista)
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PIM VII - O presente estudo visa à elaboração de um
diagnóstico organizacional ambiental
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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
UNIP INTERATIVA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE GESTÃO AMBIENTAL
DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL PARA MELHORIA DA GESTÃO
AMBIENTAL DA EMPRESA LS MATÉRIAS DE CONSTRUÇÕES 
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR – PIM VII
COARI - AM
2020
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UNIVERSIDADE PAULISTA- UNIP
UNIP INTERATIVA
CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA DE GESTÃO AMBIENTAL
DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL PARA MELHORIA DA GESTÃO
AMBIENTAL DA EMPRESA LS MATÉRIAS DE CONSTRUÇÕES 
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR – PIM VII
Aluno: 
 RA: 
 
PIM VII, apresentado como um
dos pré-requisitos para aprovação
do semestre vigente ao curso
Superior de Tecnologia em Gestão
Ambiental.
Orientador: 
COARI – AM
2020
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RESUMO
O presente estudo visa à elaboração de um diagnóstico organizacional ambiental
para a empresa LS Materiais de construção, com intuito de identificar e analisar as
ações ambientais praticadas pela organização, propondo assim, melhorias para sua
gestão ambiental como um todo, buscando assim identificar possíveis anomalias em
suas práticas que vai desde o embarque desembarque de suas mercadorias bem
como suas entregas ao cliente final, com a intenção de sugerir avanços para as
praticas deficitárias encontrada ao decorrer do estudo. A análise toda se baseia nas
disciplinas estudadas neste semestre englobando o aprendizado na realidade
vivenciada em campo, mostrando que o aprendizado pode ser mais fácil absorvido
com as pesquisas que vivenciam o dia a dia da organização.
 
Palavras Chave: Diagnóstico organizacional; Monitoramento e controle da Poluição
Ambiental; Gestão de Recursos Energéticos; Desenvolvimento Sustentável e Direito
e Legislação Ambiental. 
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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO 4
DESENVOLVIMENTO 5
2 Descrição da Empresa 5
2.1 Diagnóstico Organizacional 5
2.2. Monitoramento e Controle da Poluição Ambiental 6
2.3 Gestão de Recursos Energéticos 8
2.4 Direitos e Legislação Ambiental 10
2.5 Desenvolvimento Sustentável 12
CONCLUSÃO 15
REFERÊNCIAS 16
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1. INTRODUÇÂO
A responsabilidade ambiental das empresas perante seu ambiente onde está
estalada vive em constante modificação exigindo um aperfeiçoamento dos produtos
e serviços oferecidos aos clientes com sua responsabilidade socioambiental. Desta
maneira se torna imprescindível para as organizações se valerem de ferramentas
pelas quais possam diminuir os impactos causados no ambiente.
O comercio em Coari de matérias de construção contribui com uma parcela
significativa das atividades econômicos do município, com sua demanda de vendas
expressiva nos últimos anos e na participação como geradora de empregos
diversos. Assim analisar e propor posposta para que possa diminuir os impactos
causados pela sua atuação no meio ambiente. Neste âmbito, que vamos elaborar
um diagnóstico organizacional buscando identificar possíveis anomalias e práticas
que a empresa prática em seus processos, assim sugerindo melhorias para gestão
ambiental de uma empresa de venda e distribuição de materiais de construções no
município de Coari, Amazonas. 
A pequena empresa recém aberta, se deve levar em consideração o
gerenciamento da informação como sendo um instrumento importante para o
estabelecimento de um planejamento eficiente que viabilizará a implantação de
estratégias ambientais, bem como o uso da gestão ambiental, contemplando as
disciplinas utilizadas neste semestre.
Desta forma, o diagnostico empresarial trará uma contribuição para o
desenvolvimento de novas estratégias ambientais para empresa LS Materiais de
Construção, apontando os prováveis desafios que a empresa enfrentará para corrigir
suas anomalias e praticas. Atualmente, com a modernidade, temos plena
consciência de que o diagnóstico ambiental pode minimizar os efeitos causados no
meio ambiente.
DESENVOLVIMENTO
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2. DESCRIÇÃO DA EMPRESA
LEANDRO DE S. SILVEIRA - ME, nome fantasia, LS MATERIAIS DE
CONSTRUÇÃO. É uma micro empresa comercial fundada em 2007, com o capital
próprio. O idealizador e fundador da marca Ls Materiais de Construção, foi o senhor
Leandro de Souza Silveira, empresário local. Comercio varejista de materiais de
construção em geral, a empresa está localizada no centro de Coari, na rua
Independência, 213d.
2.1 Diagnóstico Organizacional 
A realização desta etapa foi mediante a necessidade do conhecimento
profundo das atividades da empresa LS matérias de construção, bem como a
aquisição das informações necessárias para fundamentação das idéias em
construçãoque fortaleceram o desenvolvimento das etapas do trabalho. 
A partir da etapa do diagnostico organizacional foi possível compreender
melhor a situação atual da empresa em vários aspectos na identificando possíveis
anomalias e práticas diferenciadas na gestão ambiental da empresa. Isso servirá de
base para sugerimos melhorias das suas práticas de gestão ambiental. 
Também se verificou que não é possível programar ações sem o devido
conhecimento a respeito dos valores, cultura, clima organizacional da empresa em
questão. A opinião e apoio do gestor da empresa também é fundamental para a
correta definição das ações a serem tomadas neste processo de identificar seus
problemas e apontar soluções para resolvê-los ou tentar minimizá-los.
Conhecer o histórico da empresa também pode auxiliar a definir melhor o
futuro da mesma em termos de continuidade ou ruptura das práticas gerenciais, ou
seja, manter os pontos fortes e transformar os pontos fracos em vantagens, além do
conhecimento comportamental dos colaboradores e suas opiniões sobre seus
trabalhos na organização e principalmente com seu desenvolvimento sustentáveis e
técnicas que preservem mais o meio ambiente onde esta estalada.
O contato pessoal com empresa nos evidencia uma melhor compreensão da
real necessidade de se implantar melhorias para a gestão ambiental com um
diferencial tanto para empresa como para o mercado Coariense, tendo em vista que
mais de 80% das empresas deste município não tem qualquer planejamento sobre
sua gestão ambiental.
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A execução de atividades rotineiras também contribuiu para meu
aperfeiçoamento profissional pela possibilidade de executar novas tarefas e ampliar
meu conhecimento prático das atividades pedagógicas do curso superior de
tecnologia de gestão ambiental. Nesse sentido, destaco a importância de identificar,
analisar e propor as melhorias na gestão ambiental da LS Materiais de Construção.
2.2 Monitoramento e Controle da Poluição Ambiental
A poluição é definida como qualquer forma de energia ou matéria que tornam
o ar impróprio, nocivo, tóxico ou ofensivo a saúde. Com o crescimento das fontes de
poluentes na atmosfera, o impacto é sentido diretamente na saúde humana e nos
ecossistemas. Por isso a necessidade de se dar uma maior atenção ao
monitoramento e controle da poluição ambiental que tem como objetivo identificar os
poluentes, quantificar e apontar quais os efeitos nocivos presentes, além de garantir
o desenvolvimento socioeconômico sustentável e ambientalmente seguro com a
prevenção, combate e redução das emissões dos poluentes.
A construção civil é um dos setores que podem causar diversos impactos
ambientais. Desde o consumo de recursos naturais para a produção de insumos
para o canteiro de obras, passando por mudanças de solo, áreas de sol e
vegetação, até os reflexos no aumento no gasto de energia elétrica. Muitos destes
impactos acabam sendo necessários para que essa indústria continue ajudando no
desenvolvimento do país e de suas tecnologias. 
Agência de Proteção Ambiental (EPA) a pratica de proteção do ambiente
natural, nos níveis individual, organizacional ou governamental, tanto em benefício
do próprio meio ambiente como dos seres humanos. Os governos começaram a
colocar restrições sobre as atividades que causam degradação ambiental a partir
dos anos 1960, as atividades dos movimentos ambientalistas criaram a consciência
de várias questões ambientais sobre a extensão do impacto ambiental da atividade
humana e as medidas de proteção.
O crescimento contínuo da população resulta no maior numero de
construções como um todo, causando problemas ambientais, como o crescimento
de quantidade de indústrias, que agravam na poluição do ar principalmente das que
geram energia, aumento nas obras, entre outros. Os valores que definem o padrão
que a qualidade do ar deve ter variam de acordo com a abordagem adotada,
considerando o desenvolvimento e capacidade nacional do local.
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Os padrões estabelecidos no Brasil são de responsabilidade da resolução
Conama nº 3/1990, que divide a qualidade em padrões primários e secundários. Os
padrões primários são os que, se ultrapassados, afetam a saúde da sociedade,
enquanto os secundários são os que, além de prever o bem estar da população,
abordam os efeitos à fauna e flora, ao meio ambiente de forma geral. 
A construção civil pode ser responsável pelo crescimento da poluição quando
as leis e normas não são respeitadas, já que a empresa atua no ramo fornecendo as
matérias primas para as construções de modo geral são feitas sem o cuidado
necessário com o meio ambiente. Um exemplo disso é o armazenamento incorreto
de materiais pode acabar poluindo o solo, a água e o ar.
A empresa não faz análises de seus poluentes no ar, e nem utiliza medidas e
recursos para controlar e monitoraras emissões atmosféricas no controle dos
poluentes, pois a mesma só faz venda de matérias de construção para as obras no
município, pois as empresas do interior do estado do amazonas ainda não estão
atentas as emissões de poluentes que praticam nem a forma de diminuírem as
ações de emissão da poluição como um todo.
Mas outros tipos de poluição ao ambiente podem ser evitados, levando,
inclusive, a um retorno financeiro. Assim, é importante que todos os gestores
conheça esses efeitos e busque alinhar suas atividades para que os danos sejam
minimizados alguns dos muitos impactos ambientais gerados pela construção civil e,
principalmente como diminuir estes impactos.
Uma das maneiras de conseguir isso é dar aos seus funcionários curso de
gestão de recursos matérias como o uso de apenas a quantia necessária de
recursos para o seu trabalho, contando com uma porcentagem de desperdício, que
sempre existirá devido o transporte e quebras e imperfeições. Além disso, é possível
diminuir a geração de resíduos com o uso de materiais reutilizáveis.
Além disso, há muito desperdício de energia na loja, com maquinário ligado
enquanto não está sendo usado. Um gestor preocupado com esses impactos
ambientais pode obter uma economia fundamental no final do mês, diminuindo
assim sua conta de energia elétrica, gasto com água e queima de combustíveis
fosseis. 
2.3 Gestão de Recurso Energéticos 
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Uma gestão eficiente de recursos energéticos envolve políticas de incentivo à
inovação técnica e investimento em pesquisas de melhoria na eficiência (JANUZZI,
2000). Essas ações também focam programas de gestão de demanda, ou seja,
conscientização quanto ao consumo de energia.
Os Recursos energéticos estão divididos em dois grandes grupos, os do
grupo não-renováveis, que advém dos combustíveis fósseis. Estes combustíveis são
substâncias existentes na crosta terrestre que resultam da transformação, ao longo
de milhões de anos, de matéria orgânica acumulada nos sedimentos como carvão,
petróleo e gás natural.
Uma das dificuldades encontrada hoje nos processos de gestão de
recursos energéticos, segundo Udaeta (1997), está na possibilidade de
sincronizar o consumo com a produção. A falta desta sincronia acaba gerando
muito desperdício.
Atualmente os países industrializados, utilizam como principal fonte de
energia os combustíveis fósseis, os quais têm reservas limitadas e a sua utilização
tem causado graves consequênciaspara o ambiente, como o efeito de estufa,
destruição da camada de ozono e chuvas ácidas. A gestão desses recursos
energéticos não-renováveis as que empresa LS Matérias de Construção consomem
óleos combustíveis como óleo disel e gasolina usada nos caminhões de transportes
das mercadorias tanto para recebimento das mercadorias vinda de Manaus, quanto
no transporte de entregas na mesma ao seu consumidor final.
O outro grupo de recursos energéticos renováveis, que são produzidos
através de fontes naturais, como as plantas, o sol ou o vento considerados
inesgotáveis à escala humana, ajudam a reduzir as emissões de CO2, reduzem a
dependência energética da nossa sociedade face aos combustíveis fósseis e
conduzem à investigação tecnológica baseada em energias limpas e mais eficientes.
Assim a empresa utiliza este recurso renovável uma parte de sua energia
elétrica e composta por painéis solares estaladas em cima da cobertura da empresa,
com intuito de dependência energética vinda da Companhia energética do
Amazonas (CEAM), além de reduzir sua conta de energia elétrica ainda ajuda
reduzir as emissões de combustíveis fosseis utilizada pela CEAM aqui em questão
Gás natural.
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O panorama da matriz energética brasileira e mundial se usa um conjunto de
recursos de energia com a finalidade de atender à demanda por eletricidade. A
matriz distribui por setores comerciais, industriais e residenciais, onde sua origem da
energia pode ser de natureza renovável ou não renovável alem de ser muito
diversificada, representa uma boa vantagem inclusive o país se destaca por suas
fontes renováveis de energia.
A utilização do gás natural no Brasil começou modestamente por volta de
1940, com as descobertas de óleo e gás na Bahia, atendendo a indústrias
localizadas no Recôncavo Baiano. Após alguns anos, as bacias do Recôncavo,
Sergipe e Alagoas destinavam quase em sua totalidade para a fabricação de
insumos industriais e combustíveis para a RLAM e o Polo Petroquímico de
Camaçari.
Em 1948 foram iniciados os primeiros levantamentos sísmicos na Amazônia,
com o objetivo de encontrar especificamente gás natural e petróleo. A primeira
descoberta significativa de óleo e gás na região foi no Rio Juruá, próximo a
Carauari-AM, em 1978. Só nos anos 80 foi concretizado o sonho perseguido em
sete décadas de pesquisas.
Em outubro de 1986, a Petrobras descobriu petróleo em quantidades
comerciais na área do rio Urucu, Bacia do Solimões, município de Coari-AM, esta
descoberta provocou um crescimento das atividades da empresa na Amazônia e
abriu novas perspectivas para a exploração e produção de petróleo em toda a
região.
O gasoduto Urucu-Coari-Manaus iniciou as operações em 2009 e tem
capacidade de transportar 5,5 milhões de metros cúbicos/dia. Liga as unidades de
produção localizadas no Pólo Arara, em Urucu, até a cidade de Manaus, sua
extensão deste caminho é de 663,2 km de Urucu a Manaus, além de um total de
139,3 km em nove ramais para Coari. 
Assim Coari deixou de receber e queimar aproximadamente 2.500 toneladas
de combustível líquido por mês para dar lugar ao consumo de gás natural via
gasoduto a uma usina termoelétrica. A mudança foi consolidada em 2019, início da
operação comercial do empreendimento que gera energia para 100% da população
do município.
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Ao Analisar as perspectivas para o futuro com a sustentabilidade Ambiental se
destaca o uso de gás natural pelo o município de Coari com um combustível limpo e
econômico, sem maiores riscos de escassez, diante da larga escala de reservas
naturais e da potencialidade da produção regional, esse combustível, onde se reduz
a poluição e dá segurança energética para o município.
2.4 Direito e Legislação Ambiental
O Direito Ambiental vem se tornando muito importe, pois estamos vivendo
diversas modificações no meio ambiente a cada dia. O princípio é divergente quanto
à autonomia ramo do direito ambiental, e seu conjunto de regras, legislações
especificas e princípios demonstrando sua autonomia e importância.
Édis Milaré (2007, p. 759) conceitua como “o complexo de princípios e
normas reguladoras das atividades humanas que, direta ou indiretamente, possam
afetar a sanidade do ambiente em sua dimensão global, visando à sua
sustentabilidade para as presentes e futuras gerações”.
Ao se Analisar o aspecto conceitual do Direito Ambiental observa-se que o
mesmo aborda o direito autônomo por conter regras, princípios e características
próprias e tem como objeto o meio ambiente. O ramo do direito tem se tornado de
grande valia e a criação de novas leis que visam à proteção do meio ambiente são
necessárias, uma vez que as modificações ambientais em que estamos vivendo
somente serão controladas através de regulamentações de condutas e sanções.
O processo de licenciamento ambiental no qual o poder público, representado
por órgãos ambientais, autoriza e acompanha a implantação e a operação de
atividades, que utilizam recursos naturais ou que sejam consideradas efetiva ou
potencialmente poluidoras. É obrigação das empresas, prevista em lei, buscar o
licenciamento ambiental junto ao órgão competente, desde as etapas iniciais de seu
planejamento e instalação até a sua efetiva operação.
Todos os empreendimentos listados na Resolução CONAMA 237 de 1997 é
obrigado a ter licença ambiental. Assim, é necessário que a empresa esteja de
acordo com sua atividade encontrada em sua legislação especifica, neste caso, aqui
com os procedimentos legais para o licenciamento ambiental. Esta analise se
baseia na legislação federal, estadual e municipal como podemos observar.
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O Licenciamento Ambiental é a base estrutural do tratamento das questões
ambientais pela empresa. É através da Licença que o empreendedor inicia seu
contato com o órgão ambiental e passa a conhecer suas obrigações quanto ao
adequado controle ambiental de sua atividade.
A Licença possui uma lista de restrições ambientais que devem ser seguidas
pela empresa. O órgão Federal responsável é Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e
dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o órgão estadual é Fundação Estadual
de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA) e o municipal é Secretaria Municipal do
Meio Ambiente. 
Desde 1981, de acordo com a Lei Federal 6.938/81, o Licenciamento
Ambiental tornou-se obrigatório em todo o território nacional e as atividades efetiva
ou potencialmente poluidoras não podem funcionar sem o devido licenciamento.
Desde então, empresas que funcionam sem a Licença Ambiental estão sujeitas às
sanções previstas em lei, incluindo as punições relacionadas na Lei de Crimes
Ambientais, instituída em 1998: advertências, multas, embargos, paralisação
temporária ou definitiva das atividades.
Deste modo, a empresa LS matérias de construção de acordo com o
Ministério do Meio Ambiente (MMA), os negócios da empresa requer licenciamento
ambiental, pois está inserida na categoria da construção civil. O mercado cada vez
mais exige empresaslicenciadas e que cumpram a legislação ambiental. Além disso,
os órgãos de financiamento e de incentivos governamentais, como o BNDES,
condicionam a aprovação dos projetos à apresentação da Licença Ambiental. 
O licenciamento ambiental é dividido em três etapas e cada uma delas requer
uma licença específica: Licença Prévia, Licença de Instalação e Licença de
Operação. Assim ao se realizar o esboço iremos averiguar as três etapas para se
obter a licença. A primeira é a Licença Prévia que a empresa precisa solicitada na
fase de planejamento de sua atividade. É ela que vai determinar a viabilidade
ambiental do negócio e tem a finalidade de definir as condições com as quais o
empreendimento torna-se compatível com a preservação do meio ambiente onde ele
vai atuar.
Na segunda fase é a Licença de Instalação depois de obter a Licença Prévia,
do negócio entra na fase de detalhamento do projeto de construção. Assim, cabe ao
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empreendedor solicitar a Licença de Instalação, que vai verificar a adequação da
obra ao meio ambiente afetado e autorizar o início da construção.
Já na terceira e ultima fase a Licença de Operação que autoriza o
empreendedor a iniciar suas atividades. Com ela, o convívio do empreendimento
com o meio ambiente está aprovado e tem condições estabelecidas para continuar
com as operações do negócio. Além de se adequar às normais ambientais vigentes
no país, o licenciamento ambiental garante que o negócio cumpra sua
responsabilidade com a preservação e a manutenção dos recursos naturais,
garantindo bem-estar e qualidade de vida a toda sociedade.
2.5 Desenvolvimento Sustentável 
O Desenvolvimento Sustentável segundo o Relatório Brundtland é aquele que
“atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as
gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades” (COMISSÃO MUNDIAL
SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, 1988, p. 46).
O desenvolvimento sustentável ou economia verde reflete a problemática nas
medidas que as organizações incorporam suas necessidades de adoção de
parâmetros de sustentabilidade tendo em conta o risco ambiental. Em relação ao
suposto “trade-off” entre crescimento econômico e meio ambiente, podemos
reafirmar sua inexistência em grande parte, mas reforçando especialmente os
argumentos que justificam essa premissa com base em expectativas sobre os
avanços na geração de tecnologias.
O conceito de desenvolvimento sustentável no meio organizacional é
estruturado como um modelo das organizações desenvolve uma gestão mais
eficiente, com a adoção de práticas de eco-eficiência e produção mais limpa. Apesar
do crescimento da mobilização entorno da sustentabilidade, algumas organizações
ainda focam sua atenção no ambiente interno, voltadas prioritariamente para
processo e produtos. 
Apesar dos avanços desenvolvidos nos últimos tempos, podemos observar
que ainda falta muito para que as organizações se tornem agentes de
desenvolvimento sustentável, com a prática de atividades socialmente justas,
economicamente viáveis e ambientalmente corretas. Uma empresa que preze pela
preservação do meio onde elas operam só tende a ganhar.
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O grande embate sobre desenvolvimento econômico coloca, de um lado,
aqueles que viam o quadro de desigualdade mundial como um problema de estágios
históricos do processo de crescimento econômico, ou seja, cada país seria capaz de
em dado momento iniciar uma trajetória de crescimento econômico sustentado, esse
visto como condição necessária e suficiente para o desenvolvimento social.
Assim, alguns defendem a preservação do meio ambiente em conjunto com o
crescimento econômico, mantendo as condições de exploração, hierarquização e
dominação, bem como a exploração de mão de obra. Outros apresentam novas
bases, procurando refletir sobre as condições atuais que sustentam a civilização e
os seus efeitos nas gerações futuras.
Nesse sentido, a política ambiental mais eficiente é aquela que cria as
condições para que os agentes econômicos e os custos da degradação que
provocam no meio ambiente. A ação do Estado se faz necessária apenas para
corrigir essa falha, seja por meio da privatização, ou por meio da precificação dos
recursos naturais. 
Uma vez corrigidas as falhas que a empresa desenvolva, de modo a garantir
a correta sinalização econômica da escassez relativa desses serviços ambientais, a
dinâmica de alocação intertemporal de recursos com base em avaliações custo
benefício tenderia a se processar de modo eficiente, não havendo problemas de
incerteza e de risco de perdas irreversíveis. 
Ao se analisar em loco a empresa Ls Matérias de Construção, ela se
preocupa em desenvolver suas atividades, sem agredir o meio ambiente, na forma
que seus produtos são reutilizados quando estão chegando na sua fase de vida útil
são doados para construção de residências de pessoas mais humildes da cidade de
Coari, outros produtos que não tem como ser utilizados são enviados para
reciclagem como telhas de alumínios, matérias de ferros etc.
O agravamento dos impactos ambientais, fez com que a sociedade
analisassem as empresa, mas regulamente, pois sofreram os efeitos dos problemas
ambientais no passado. Assim, a sociedade tem cobrado dos agentes mais
diretamente envolvidos, principalmente as organizações com fins lucrativos e os
poderes públicos, este último devido ao seu papel de responsabilidade pelo bem
estar comum.
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As melhorias sugeridas para empresa que seus produtos usados em
construção sustentável vem na parceria com a engenharia civil como uma forma de
projetar voltada para preservar o meio ambiente como produtos que não agridam
tanto a natureza. Além de poupar recursos naturais durante toda a produção e
entrega dos produtos até as pós-construções das obras e pode ser aplicado a
qualquer tipo de estrutura. Desde casas pequenas e populares até a construção de
grandes edifícios.
 Desta forma, a empresa só tenha a ganhar tanto do lado financeiro quanto do
lado pessoal visando sempre à boa imagem institucional onde a empresa seja
sustentável com ambiente onde ela atua. As empresas que não se enquadra neste
conceito só tendem a perder por não praticarem as atividades socioambientais.
CONCLUSÃO
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O objetivo desta atividade foi alcançado uma vez que foi desenvolvido um
diagnostico organizacional para empresa LS Materiais de Construção identificando,
analisando e propondo melhorias para área de gestão ambiental, onde foram
expostas as anomalias de suas práticas na área ambiental causada com a
construção civil no município. Sabemos que uma boa administração de seus
recursos com eco-sistema mais limpos ajudando a empresa a diminuir desperdícios
com gastos realizados em sua operabilidade.
Os impactos ambientais gerados pela construção civil são inevitáveis para a
continuidade do desenvolvimento das cidades. No entanto, o setor pode atuar como
um agentetransformador quando segue políticas para redução de mudanças
prejudiciais ao meio ambiente. Afinal, ainda há muita margem para diminuir os
desperdícios e melhorar o reaproveitamento de materiais.
O monitoramento e controle da poluição são extremamente importantes não
só para empresa e sim para seu ambiente como um todo, as organizações precisam
de modo geral pensar mais no meio ambiente como forma de parceria co-produtiva.
A gestão dos recursos energéticos deve ser acompanhada da responsabilidade
socioambiental respeitando os direitos e legislação ambiental, as empresas que
visam a preservação do meio ambiente só tende a crescer
As atividades relacionadas neste trabalho ressaltam as ações que visam um
desenvolvimento sustentável saudável na região, pois não adianta a empresa
ganhar lucratividade e não se importar com as pessoas ao seu redor, que muitas das
vezes estão esperando apenas um projeto social para crescerem com dignidade se
tornando um cidadão do mundo. Portando, o diagnostico feito é de suma
importância para a empresa LS matérias de construção para desenvolver ações que
corrigia as irregularidades encontradas neste estudo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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