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M304 T01 - Reforma Psiquiátrica Objetivos: 1. Conhecer a Reforma Psiquiátrica 2. Entender a Lei n° 10.2016 3. Entender o Panorama atual da Assistência/Desassistência Psiquiátrica. 4. Conhecer o Modelo Atual e a Rede Atual do Amapá. O processo de Reforma Psiquiátrica O surgimento da reforma psiquiátrica está inserido no mesmo momento do surgimento do movimento sanitarista nos anos 70, que lutava por alterações nos modelos da época de atenção e gestão das práticas de saúde e também queria protagonismo dos próprios trabalhadores e usuários do sistema na gestão e organização no modelo de cuidado que deveria ser ofertado. Ainda que esse processo tenha surgido junto à reforma sanitarista, ele tem a sua própria história dentro da luta, a fim de combater a violência asilar, com diversos atores, instituições e outras forças, o governo das 3 esferas, universidades, conselhos profissionais, amigos e familiares de pessoas que viviam com transtornos mentais e a própria opinião pública. Histórico da Reforma I: Crítica ao modelo hospitalocêntrico (1978-1991). Em 1978, surge o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental no Brasil (MTSM), composto por trabalhadores que faziam parte do movimento sanitário, sindicalistas, membros de associações profissionais e pessoas com histórico de longas internações psiquiátricas, por isso essa data é identificada como início dos movimentos sociais pelos pacientes psiquiátricos. Esse grupo denuncia a violência manicomial, a comercialização da loucura, a hegemonia de redes privadas de assistência e criticam o saber psiquiátrico hospitalocêntrico da época que era imposto às pessoas com transtornos mentais, e se inspiravam muito na experiência italiana com esse processo de desinstitucionalização dentro da psiquiatria, o qual mostrava que era sim possível um processo de atenção à saúde dessas pessoas fora do contexto manicomial. Então, em 1987, muitas mudanças com grande impacto na situação da época começaram a ocorrer. Aconteceu o II Congresso Nacional do MTSM em Bauru SP que tinha como lema “Por uma sociedade sem manicômios” e também a I Conferência Nacional de Saúde Mental no Rio de Janeiro. Em São Paulo, nesse mesmo ano, surge o primeiro CAPS do Brasil e se inicia daí o primeiro processo de intervenção, em 1989, partindo da Secretaria Municipal de Saúde de Santos (SP) em um hospital psiquiátrico, a Casa de Saúde Anchieta, que era conhecida como um local de maus-tratos e morte de pacientes. Foram criados, no município de Santos, Núcleos de Atenção Psicossocial (NAPS) que funcionavam 24h, cooperativas de residência para os pacientes que saíram dos hospitais psiquiátricos. E isso tudo teve uma repercussão nacional demonstrando de maneira concreta que era possível dentro do contexto brasileiro criar uma alternativa que funcionava para substituir o modelo hospitalocêntrico. Em 1989, também, o deputado Paulo Delgado do PT/MG deu entrada no Congresso Nacional com o Projeto de Lei que propunha a regulamentação dos direitos das pessoas com transtornos mentais e a extinção dos manicômios no Brasil. Histórico da Reforma II: Implantação da rede Extra-hospitalar(1992-2000). A partir de 1992, inspirados pelo Projeto de Lei Paulo Delgado, em vários estados, leis que determinam a substituição progressiva de leitos nos hospitais psiquiátricos por uma rede integrada de atenção à saúde mental são aprovadas. O Ministério da Saúde começa a definir mais claramente os contornos a respeito da reforma psiquiátrica, implantando serviços de atenção diária, fundadas nas experiências dos primeiros CAPS, NAPS e Hospitais -dia, e surgem as primeiras normas para fiscalizar e classificar os hospitais psiquiátricos. O problema é que, mesmo com a regulamentação, não foram definidos fundos específicos de apoio aos CAPS e NAPS, e também as normas e classificações dos hospitais psiquiátricos não abordavam a diminuição de leitos. No fim desse período, 93% dos recursos do Ministério da Saúde para Saúde Mental ainda eram direcionados aos hospitais psiquiátricos. A Reforma Psiquiátrica depois da Lei Nacional (2001-2005) No ano de 2001, depois de 12 anos em trâmite no Congresso Nacional, a Lei Paulo Delgado é sancionada, porém com alterações importantes no texto original. A Lei Federal 10.216 redireciona a assistência em saúde mental, privilegiando a oferta de tratamento em serviços de base comunitária, dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais, mas não contempla mecanismos claros que promovam a progressiva extinção dos manicômios. Linhas específicas de financiamento são criadas pelo Ministério da Saúde para os serviços que irão substituir os hospitais psiquiátricos e mecanismos são criados para fiscalização, gestão e redução programada de leitos psiquiátricos no Brasil. Nesse período, a rede de atenção à saúde mental teve grande expansão, chegando em lugares que sequer existia assistência. Nesse mesmo período, surge o programa “De Volta para Casa”, que é um projeto que tende a desinstitucionalizar pessoas que estão internadas por um longo período. E, também, são criadas políticas para questões de álcool e outras drogas, com estratégias de redução de danos. A Reforma Psiquiátrica se consolidou como política oficial do governo federal. E os recursos que antes eram destinados aos hospitais psiquiátricos caem de 93% para 64% dos recursos do Ministério da Saúde destinados para a saúde mental. A Lei nº 10.2016 Art. 1o Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental, de que trata esta Lei, são assegurados sem qualquer forma de discriminação quanto à raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, opção política, nacionalidade, idade, família, recursos econômicos e ao grau de gravidade ou tempo de evolução de seu transtorno, ou qualquer outra. Art. 2o Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a pessoa e seus familiares ou responsáveis serão formalmente cientificados dos direitos enumerados no parágrafo único deste artigo. Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental: I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades; II - ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade; III - ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração; IV - ter garantia de sigilo nas informações prestadas; V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária; VI - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis; VII - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu tratamento; VIII - ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis; IX - ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental. Art. 3o É responsabilidade do Estado o desenvolvimento da política de saúde mental, a assistência e a promoção de ações de saúde aos portadores de transtornos mentais, com a devida participação da sociedade e da família, a qual será prestada em estabelecimento de saúde mental, assim entendidas as instituições ou unidades que ofereçam assistência em saúde aos portadores de transtornos mentais. Art. 4o A internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes. § 1o O tratamento visará, como finalidade permanente, a reinserção social do paciente em seu meio. § 2o O tratamento em regime de internação será estruturado de forma a oferecer assistência integral à pessoa portadora de transtornos mentais, incluindo serviços médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais, de lazer, e outros. § 3o É vedada a internação de pacientes portadores de transtornos mentais em instituições com características asilares, ou seja, aquelas desprovidas dos recursos mencionados no § 2o e que não assegurem aos pacientes os direitos enumerados no parágrafo únicodo art. 2o. Art. 5o O paciente há longo tempo hospitalizado ou para o qual se caracterize situação de grave dependência institucional, decorrente de seu quadro clínico ou de ausência de suporte social, será objeto de política específica de alta planejada e reabilitação psicossocial assistida, sob responsabilidade da autoridade sanitária competente e supervisão de instância a ser definida pelo Poder Executivo, assegurada a continuidade do tratamento, quando necessário. Art. 6o A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos. Parágrafo único. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica: I - internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário; II - internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro; e III - internação compulsória: aquela determinada pela Justiça. Art. 7o A pessoa que solicita voluntariamente sua internação, ou que a consente, deve assinar, no momento da admissão, uma declaração de que optou por esse regime de tratamento. Parágrafo único. O término da internação voluntária dar-se-á por solicitação escrita do paciente ou por determinação do médico assistente. Art. 8o A internação voluntária ou involuntária somente será autorizada por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina - CRM do Estado onde se localize o estabelecimento. § 1o A internação psiquiátrica involuntária deverá, no prazo de setenta e duas horas, ser comunicada ao Ministério Público Estadual pelo responsável técnico do estabelecimento no qual tenha ocorrido, devendo esse mesmo procedimento ser adotado quando da respectiva alta. § 2o O término da internação involuntária dar-se-á por solicitação escrita do familiar, ou responsável legal, ou quando estabelecido pelo especialista responsável pelo tratamento. Art. 9o A internação compulsória é determinada, de acordo com a legislação vigente, pelo juiz competente, que levará em conta as condições de segurança do estabelecimento, quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários. Art. 10. Evasão, transferência, acidente, intercorrência clínica grave e falecimento serão comunicados pela direção do estabelecimento de saúde mental aos familiares, ou ao representante legal do paciente, bem como à autoridade sanitária responsável, no prazo máximo de vinte e quatro horas da data da ocorrência. Art. 11. Pesquisas científicas para fins diagnósticos ou terapêuticos não poderão ser realizadas sem o consentimento expresso do paciente, ou de seu representante legal, e sem a devida comunicação aos conselhos profissionais competentes e ao Conselho Nacional de Saúde. Art. 12. O Conselho Nacional de Saúde, no âmbito de sua atuação, criará comissão nacional para acompanhar a implementação desta Lei. Art. 13. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 6 de abril de 2001; 180o da Independência e 113o da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Panorama Atual da Assistência/Desassistência Psiquiátrica O processo de consolidação da Reforma Psiquiátrica Brasileira acontece de forma não linear, tendo avanços e retrocessos, tensionados nas disputas de poder político principalmente. Hoje, com a expansão comunitária e redução expressiva de leitos psiquiátricos desde 2006, as ofertas de cuidado em meio extra-hospitalar aumentaram significativamente, dando autonomia e exercício da própria cidadania aos indivíduos com doença mental. Esse maior número de serviços requer verba, e a ampliação do financiamento, ainda que insuficiente, também obteve aumento significativo, o que mostra um avanço importante para consolidação da reforma psiquiátrica. A hipermedicalização ainda é presente, inclusive nos serviços substitutivos, o que demonstra a existência de um problema advindo da prática hospitalar mesmo fora desse ambiente. Formação de Recursos Humanos Um dos principais desafios dentro da reforma psiquiátrica é conseguir quebrar o estereótipo do louco e da loucura. Isso é atribuído ao imaginário popular antigo acerca dos pacientes com doenças mentais. A falta de profissionais cada vez mais técnicos, que são necessários dentro do contexto da reforma psiquiátrica, por falta de remunerações adequadas, ou contratos de trabalho que não são interessantes para o contratado também constitui um problema. Por esse motivo, em 2002, o Ministério da Saúde desenvolveu um Programa Permanente de Recursos Humanos para a Reforma Psiquiátrica, que incentiva, apoia e financia a implantação de centros de formação em saúde mental. Isso foi feito em parceria principalmente com universidades federais, mas também com os municípios e os estados. Em 2003, o Ministério da Saúde ampliou o apoio aos Recursos Humanos através da Secretaria Nacional de Gestão do Trabalho em Saúde (SGESTES), para contribuir com a resolução das necessidades qualitativas e quantitativas de recursos humanos para o SUS. Hoje, essa secretaria faz parte da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), que é responsável por formular políticas públicas orientadoras da gestão, formação e qualificação dos trabalhadores e da regulação profissional na área da saúde. Dentro do SGTES, tem-se a divisão em departamentos que tem o objetivo de integrar, mas ainda assim delimitar a atuação específica de cada um deles. Tem-se o Departamento de Gestão da Educação em Saúde, que fica responsável pelas políticas de formação, desenvolvimento profissional e educação permanente dos profissionais de saúde, tanto no nível técnico, quanto no superior. Esse departamento também é responsável por coordenar a Política Nacional de Educação Permanente consequentemente. Já o Departamento de Gestão do Trabalho em Saúde é responsável por implementar as políticas de gestão do trabalho, certificar e prover profissionais de saúde onde estes são necessários. Principais Desafios O primeiro desafio considerável da reforma psiquiátrica no Brasil é o fato de que, ainda que o Brasil tenha se inspirado em outros países para realização da reforma, como a Itália, não existe precedência de implantação de uma reforma desse tipo em um país com as características políticas, sociais e geográficas do Brasil. Fora isso, em diversos campos diferentes, a reforma enfrenta desafios: No plano assistencial, um desafio é pensar formas de atuar extra-hospitalar que não sejam apenas inovadores, mas que consigam também se adequar de maneira realmente eficaz aos novos dispositivos diferentes dos hospitalares, e além disso conseguir fazer com que a rede de apoio seja pensada com equidade para um país que consiste em contextos socioculturais muito diferentes e de escala continental, é preciso pensar em um modelo particular para uma cidade no interior, e também em um outro modelo para que sirva em uma megalópole, porque o mesmo não vai servir para essas duas áreas. Na esfera clínica, os desafios consistem principalmente no avanço da elaboração de meios teóricos e de formas de atuação que ainda assim se fundamentam na clínica, aqui a gente fala de considerar dentro do aspecto clínico a capacidade normativa psíquica, existencial e social do indivíduo, e também ampliar o alcance da rede, que incorpore várias categorias profissionais às estratégias terapêuticas, usando de diversas orientações teóricas que não exclusivas da medicina em si. E essa questão enfrenta o problema de resistência da própria comunidade médica em defesa da hegemonia absoluta dos médicos no campo de atuação à saúde desses pacientes, enfatizando o tratamento biológico como única forma efetiva de tratamento, usando somente em favor da Psiquiatria o modelo da medicina baseada em evidências, o abuso na utilização da nosografia descritiva dos DSMs, em detrimento da atenção à psicodinâmica, fenomenológica e psicossocial das psicopatologias. Antes o embate girava principalmente acerca da se encontrar espaço dentro do sistema para os mecanismos extra-hospitalares de tratamento. Hoje, a resistência às propostasreformistas se manifesta de forma indireta, gerando em torno de questões de natureza epistemológica, teórica e ética. A própria formação de recursos humanos é outro desafio. A maior parte dos profissionais da rede hoje são jovens que não passaram pelo processo de luta política e ideológica que envolveu a luta antimanicomial, ao contrário da primeira geração de profissionais envolvida na construção da Reforma, o ideário político e ideológico em que se dava a construção era claro. Isso se torna um problema porque com a hegemonia do discurso técnico em detrimento de outras formas terapêuticas, fica difícil a formação desses novos profissionais, porque é preciso dar uma formação teórica e técnica sólida, mas que também envolve vocação crítica e criativa, para que seja possível atender aos desafios do processo de transformação que é um processo contínuo, que mais do que combater o modelo hospitalocêntrico, também precisa combater os “manicômios mentais”, que são muito mais resistentes às mudanças justamente por não serem claros, mas enraizados em padrões de pensar e pautas afetivas que estão internalizadas no meio médico. No plano jurídico, o tema inicial era promover os direitos e a defesa das pessoas com transtornos mentais. Hoje, o desafio é expandir e deslocar progressivamente o centro dessa discussão para uma discussão de inclusão civil e social das pessoas que tenham essas características e promover a sua autonomia como for possível. Modelo e Rede Atual no Estado do Amapá Centro De Atenção Psicossocial Para Álcool E Outras Drogas – CAPS AD / Espaço Acolher Endereço: Avenida: Cora de Carvalho, 1731, Bairro: Santa Rita, Macapá-AP. Público alvo: Atende pessoas a partir de 18 anos de idade, que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas. Atendimento: Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços, atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Centro De Atenção Psicossocial Para Álcool E Outras Drogas – CAPS AD De Santana Endereço: Travessa L2, nº65, Bairro: Provedor 1, Santana-AP. Público alvo: Atende pessoas a partir de 18 anos de idade, que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas. Atendimento: Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços, atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Centro De Atenção Psicossocial – CAPS III / Casa Gentileza Endereço: Av. Marcílio Dias, 1395, Bairro: Jesus de Nazaré, Macapá-AP. Público alvo: O atendimento é para pessoas a partir de 18 anos de idade com transtornos mentais graves e persistentes. Especificamente os transtornos mentais Maiores/Psicóticos: ex: Esquizofrenia e Transtorno Afetivo Bipolar. Atendimento: Ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Centro De Atenção Psicossocial Tipo 1 – CAPS 1 De Oiapoque Endereço: AV: Cabralzinho nº150, Bairro: Paraíso, Oiapoque –AP. Público alvo: Atende pessoas a partir de 12 anos de idade que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Atendimento: Ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Centro De Atenção Psicossocial Tipo 1 – CAPS 1 De Laranjal Do Jari Endereço: Rua Vitória Régia, nº 2500 - Laranjal do Jari-AP. Público alvo: Atende pessoas a partir de 18 anos de idade que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Atendimento: Ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Centro de Atenção Psicossocial Infantil – CAPS Ij / Espaço JAPIIM de Santana Endereço: Casa da Hospitalidade Em breve, Rua Adalvaro Alves Cavalcante, nº 941, Bairro Central – Santana-AP. Público alvo: CAPSi – Espaço Japiim - Atende crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade com transtorno mentais graves e persistente e com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Atendimento: Ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Centro de Atenção Psicossocial Infantil Juvenil – CAPS i de Macapá Endereço: Rua: Redenção, nº 432, Bairro: Jardim Marco Zero, Macapá-AP. Público alvo: É o equipamento que se destina a atender crianças e adolescentes com transtornos mentais severos e persistentes. Autismo e aqueles que fazem uso abusivo de substâncias psicoativas (SPA’s), com práticas auto lesivas, ideação e tentativas de suicídio. Atendimento: Ocorrem de segunda a sexta-feira em dois turnos (manhã e tarde), atende demandas espontâneas e encaminhadas de outros serviços. Fontes Reforma Psiquiátrica e política de Saúde Mental no Brasil - Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas. (Artigo) Desafios da reforma psiquiátrica no Brasil, Benilton Bezerra Jr. https://saude.portal.ap.gov.br/conteudo/rede-de-atendi mento/caps