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O EMBRIÃO 
 PROF. Dr. CAIO VELOSO
INTRODUÇÃO
Importância: revela a origem dos tecidos; como eles surgem.
Desenvolvimento: o embrião desenvolve-se a partir da oosfera fertilizada, ou zigoto, dentro do óvulo.
Conceito: qualquer planta em seu estágio de desenvolvimento do ovo (zigoto) até o esporófito.
INTRODUÇÃO
Limitações: generalização dos conceitos (desencontro de informações, principalmente nas monocotiledôneas); 
As dicotiledôneas são mais estudadas (apresentam mais informações); as monocotiledôneas apresentam menos informações, principalmente nas fases intermediárias do desenvolvimento do embrião.
INTRODUÇÃO
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Partes básicas: o seu eixo e os cotilédones;
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Visto que o eixo se situa abaixo dos cotilédones é referido, ao menos em parte, como hipocótilo  Em sua porção terminal inferior, o eixo do embrião dá origem à raiz incipiente da nova planta.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Ela (raiz) é representada, frequentemente, apenas por um meristema apical de raiz revestido pela coifa mas, algumas vezes, a porção terminal do eixo adquire certas características de raiz antes que a semente germine  radícula.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Como nem sempre é óbvio que ocorra uma radícula ou apenas um meristema apical, o eixo do embrião pode ser chamado de hipocótilo-raiz ou hipocótilo-radícula.
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No embrião maduro, a parte do tecido meristemático permanece em reserva no ápice do eixo  esse tecido é o meristema da futura gema apical do caule.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Algumas vezes, uma gema apical pequena, com um ou mais primórdios foliares, desenvolve-se a partir deste meristema antes do embrião amadurecer.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O embrião desenvolve-se no interior do óvulo, geralmente a partir da oosfera fertilizada ou zigoto.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
A primeira divisão do zigoto já revela, na maioria das dicotiledôneas, determinada sequência de desenvolvimento: das primeiras células formadas, a que está próxima à micrópila (a célula proximal) torna-se a parte inferior do embrião e a outra (a célula distal), a superior.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
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Em outras palavras, o embrião mostra polaridade: possui um polo radicular e um caulinar.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
A célula proximal recebe esse nome pela proximidade com a micrópila e tem divisão mais lenta que a distal.
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Tipicamente, a primeira divisão é transversal ou mais ou menos oblíqua em relação ao eixo longo do zigoto.
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Sucessivas divisões transversais ou em sentido vertical podem ocorrer em algumas partes do embrião. A sequência de divisões é ordenada:
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Geralmente, no início, o embrião assume um formato cilíndrico ou claviforme. Logo a seguir, a parte distal do embrião torna-se sede ativa de divisões celulares frequentes  a parte distal aumenta de volume.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Com esta mudança surge a distinção entre o corpo do embrião e o suspensor. Antes de alcançar este estágio, o embrião é chamado de proembrião.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
Nos estágios seguintes, o embrião sofre mudanças de simetria. O corpo esférico de simetria radial desenvolve-se em estrutura distalmente achatada, apresentando agora simetria bilaterial.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O achatamento é seguido pela iniciação de dois cotilédones. Formam-se a partir de divisões que ocorrem à direita e à esquerda da porção terminal achatada.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
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No começo, os cotilédones são pequenas protrusões para, depois, em consequência de novas divisões, assumirem o aspecto de estruturas semelhantes a folhas.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O desenvolvimentos dos cotilédones é acompanhado de alterações da estrutura interna que dão início à organização dos sistemas de tecidos.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
A futura epiderme, a PROTODERME, é formada por divisões próximas à superfície.
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Uma vacuolização acelerada em certas partes do embrião, indica o desenvolvimento do MERISTEMA FUNDAMENTAL, que é precursor do tecido fundamental.
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O tecido do eixo hipocótilo-raiz e dos cotilédones, que permanece menos vacuolizado, constitui o meristema que originará o futuro sistema vascular primário, o PROCÂMBIO.
O EMBRIÃO DAS DICOTILEDÔNEAS
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O crescimento da futura planta, a partir do embrião, é possível devido à organização dos meristemas apicais do caule e da raiz. 
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Estes meristemas aparecem nos dois polos opostos do eixo embrionário, polo proximal (ou de raiz) e o polo distal (ou da gema apical) do caule.
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O meristema apical do caule pode ou não dar início ao desenvolvimento do caule ou epicótilo, enquanto o embrião ainda está inserido na semente.
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Meristema apical da raiz  algumas vezes a célula distal do suspensor está relacionada com a formação do meristema radicular, recebendo o nome de hipófise.
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O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
Nas fases iniciais, seguem uma sequência semelhante de divisões às dicotiledôneas, tornando-se, ambos, corpos cilíndricos ou claviformes.
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
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A diferença entre os dois torna-se evidente quando tem início a formação dos cotilédones  na ausência de um segundo cotilédone, o embrião deixa de ser bilobado na extremidade distal.
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
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O cotilédone ocupa uma posição terminal (???), enquanto o meristema do epicótilo (meristema apical do caule) é visto ao lado do cotilédone (controvérsia).
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
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Outros afirmam que a posição terminal é aparente, resultando em um deslocamento do meristema apical do caule, em consequência do crescimento vigoroso do cotilédone.
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Divisões iniciais conduzem a um embrião claviforme.
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Mais tarde, o embrião compreende um corpo praticamente esférico e um suspensor delgado.
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O cotilédone desenvolve-se para cima a partir do corpo esférico.
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Quando observado no interior da cariopse (fruto  semente soltada ao pericarpo em toda a extensão) madura, o embrião apresenta-se justaposto ao endosperma por meio do cotilédone maciço, chamado escutelo.
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
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O eixo do embrião apresenta-se inserido lateralmente no escutelo.
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A porção inferior do eixo é o primórdio do raiz (radícula)  a radícula tem meristema apical e coifa na parte terminal. Raiz e coifa estão encerrados na coleorriza
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
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Acima da radícula encontra-se o nó cotiledonar, seguindo-se o epicótilo + primeira folha verdadeira encerrados no caleóptile. 
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Leve depressão onde fica a micrópila (chanfradura) em um dos lados do embrião – a sede do futuro meristema apical.
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
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A depressão de início é rasa, aumentando em profundidade à medida que crescem os tecidos localizados em suas margens.
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O meristema apical inicia-se como uma pequena protuberância de células embrionárias, no fundo da depressão,formando o primeiro primórdio foliar.
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Quando a semente germina, a primeira folha emerge através de uma fenda, acima da bainha (parte da folha que se prende ao caule).
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O embrião maduro apresenta protoderme, meristema fundamental e procâmbio.
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Presença de raiz adventícia  originada de uma outra parte da planta, que não do hipocótilo.
Raiz originada do mesocótilo (caule).
O EMBRIÃO DAS MONOCOTILEDÔNEAS
RESIVANDO (MONO)...
Embrião preso à semente;
Embrião lateral;
Um cotilédone (escutelo);
Chanfradura (futuro meristema apical);
Possui bainhas: coleóptile (recobre o epicótilo e a primeira folha verdadeira); coleorriza (recobre o hipocótilo e a raiz);
Raiz adventícia. 
RESIVANDO (DI)...
Embrião livre;
Embrião central;
Dois cotilédones;
Não tem chanfradura;
Não tem coleóptile e nem coleorriza. 
OBSERVAÇÃO: A oosfera (ao ser fecundada) se transforma na célula-ovo, o óvulo se transforma na semente e o ovário no fruto.
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