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INDUÇÃO ANESTÉSICA
Prof. Dr. Fábio Futema
Indução anestésica
É o ato de produzir anestesia através da 
administração de um ou mais fármacos.
Anestesia: é a perda total da sensibilidade 
em todo o organismo ou em parte dele.
É o ato que antecede a manutenção e 
normalmente está relacionada com o periodo 
entre a administração do fármaco e a 
possiblidade de intubação orotraqueal
Indução anestésica Indução anestésica
Curto período de latência
Isenta de agitação (suave)
Pouco volume (praticidade de aplicação)
Curto período de duração
Isento de efeitos indesejáveis
Analgesia de longa duração
Isento de efeitos cumulativos
Permitir uma recurperação tranquila
Indução
A indução anestésica poderá ser realizada através de 
fármacos injetáveis ou inalatório. 
Anestésicos Injetáveis
Via intravenosa (cães, gatos, equinos…)
Via intramuscular (animais silvestres…)
Via intraperitoneal (cobaias…)
Via subcutânea (ferrets)
Via intraóssea (neonatos)
Indução 
Anestésicos Inalatórios
Máscaras (aves, cobaias…)
Caixa anestésica (gatos, serpentes…)
Pré indução
Pré-indução: período que antecede a indução 
no qual o anestesista deverá prever e 
planejar a conduta anestésica.
Cuidados na indução
Aparelho de anestesia
Oxigênio
Monitoração
Temperatura
Equipamentos de emergência (sondas 
traqueais, ambu…)
Estágios e Planos 
Anestésicos
Prof. Dr. Fábio Futema
ESTÁGIOS E PLANOS 
DE GUEDEL 1951
Iº ESTÁGIO Excitação voluntária
IIº ESTÁGIO Excitação involuntária
IIIº ESTÁGIO Anestesia Cirúrgica
1º Plano Anestesia superficial
2º Plano Anestesia média
3º Plano Anestesia cirúrgica
4º Plano Anestesia profunda
IVº ESTÁGIO Choque bulbar / morte
Sinais clássicos de anestesia
Reflexo interdigital
Reflexo laringotraqueal
Reflexo anal
Reflexo palpebral
Reflexo corneal
Reflexo pupila
Reflexo laringotraqueal
Reflexo laringotraqueal Reflexo interdigital
Reflexo palpebral 
Reflexo corneal
Reflexo palpebral 
Reflexo corneal
Reflexo palpebral 
Reflexo corneal
Reflexo palpebral 
Reflexo corneal
Sinais clássicos de 
anestesia
Posicionamento do globo ocular
Rotacionado
Centralizado
Nistagmo
Globo ocular: 
 rotacionado x centralizado 
Sinais Vitais
Frequência cardíaca
Frequência respiratória
Pressão arterial 
ESTÁGIOS DE 
ANESTESIA
I ESTÁGIO DE 
ANESTESIA
Excitação voluntária
Todos os reflexos 
presentes
Funções vitais aumentadas
II ESTÁGIO DE 
ANESTESIA
Excitação involuntária
Mov. bruscos
inconsciência
Incoordenação motora
Midríase, uivos, salivação, 
etc....
III Estágio de anestesia 
1º Plano
ANESTESIA SUPERFICIAL
Resp costo-abdominal (equi, can e fel), 
abdomino-costal (bov), Equi nistagmo, Cão 
protusão 3o pálpebra, discreto relaxamento 
musc., rotação do Gl. Ocular, reflexo 
protetores presentes, miose.
III Estágio de anestesia 
2º Plano
ANESTESIA MÉDIA
Gl. Ocular centralizado nos can e fel, 
resp. rítmica, diminuída e abdomino-costal, 
Interdigital ausente, Palpebral as vezes, 
Laringo-traqueal ausente no equi, rum e 
can. Aumento da FC e FR nos estímulos 
dolorosos. 
III Estágio de anestesia 
3º Plano
ANESTESIA CIRÚRGICA
Diminuição da FC e FR, Gl Ocular 
centralizado, resp. abdomino-costal, 
relaxamento muscular, reflexo laringo-
traqueal ausente nos felinos, palpebral 
ausente, ausência do reflexo pupilar no 
final deste plano, reflexo anal levemente 
III Estágio do 4º plano de 
anestesia 
IV Estágio de anestesia 
ANESTESIA PROFUNDA
Depressão de todo sist. cardiovascular, mucosas 
cianóticas, pupila midriática, córneas secas e 
sem brilho, ausência do reflexo pupilar, 
hipotermia acentuada.

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