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CENTRO UNIVERSITÁRIO VALE DO RIO VERDE CRISE CONVULSIVA E DESMAIO TRÊS CORAÇÕES, MINAS GERAIS 2024 1. INTRODUÇÃO Convulsão pela definição é quando uma pessoa tem abalos musculares, no qual o mesmo se debate de forma ativa com movimentos repetitivos. A crise convulsiva é uma descarga elétrica a nível encefálico, que pode gerar danos neurológicos quando não tratada. Em casos de crises convulsivas decorrentes, o paciente pode ser diagnosticado com epilepsia, o mesmo já sendo considerado como uma doença, no qual pode acarretar uma série de sinais e sintomas no paciente, desde crises de ausência a uma crise tônico clonica generalizada. A convulsão geralmente é o aspecto motor relacionado à crise epilética. Isso significa que nem toda crise epilética é convulsiva. geralmente a crise epilética ocorre por um disparo síncrono, ou seja, ritmado dos neurônios do cérebro que pode ser alguma região específica ou do cérebro como um todo. Quando isso acontece temporariamente o cérebro perde o controle dos membros ou da região da face, mas pode ser traduzido como abalo como abalos musculares intermitentes ou posturas anormais do corpo. Chamamos de convulsão quando existe uma manifestação motora. Além das crises decorrentes outro fator que pode levar a epilepsia são no que diz respeito a traumas encefálicos ou até mesmo em caso de síndrome, como por exemplo a síndrome de West caracterizado em pacientes que contém a epilepsia. Por sua vez essas crises podem ser caracterizadas em 3 tipos, sendo elas: Crise provocada é uma crise epilética decorrente de uma causa imediata identificada como por exemplo a hipoglicemia, abstinência de drogas, intoxicação aguda, dentre outros. Sintomática aguda refere se a algo que está prejudicando o sistema nervoso central podendo ser um AVC isquêmico ou hemorrágico, TCE, neuro infecção, em seu geral, relacionadas a causas neurológicas. Assintomática remota refere-se ao paciente que teve algum dano neuronal, que por sua vez, deixou cicatriz com mais de 7 dias. Teve um diagnóstico prévio. Agrupamento das convulsões de acordo com a área do cérebro afetada Quando a área afetada é limitada a um hemisfério ou metade do cérebro, chamamos de crise parcial ou focal. Essas crises podem ser sob categorizada dependendo se a pessoa mantém a consciência durante a crise. Caso ela mantenha consciência, ela tem uma crise parcial simples. Caso contrário, ela possui um comprometimento da consciência, ocasionando então em uma crise parcial complexa. A crise parcial simples geralmente afeta uma pequena área do cérebro que podem fazer com que a pessoa experimente umas sensações estranhas, como por exemplo um gosto estranho na boca, pode fazer com que ela tenha movimentos bruscos musculares, se os neurônios responsáveis por esses músculos forem afetados. Nesse caso quando ocorre os movimentos bruscos em apenas uma parte específica, ocorre o que chamamos de crises jacksonianas, que são sintomas motores focais têm início em uma das mãos e em seguida estendem-se pelo resto do membro (marcha jacksoniana). Outras crises de início focal atingem inicialmente a face, e a seguir difundem-se para um dos membros superiores e algumas vezes um dos membros inferiores. Já na crise parcial complexa, a pessoa tem a perda da consciência e geralmente o mesmo não se recorda do que aconteceu. Diferentemente da crise parcial ou focal, a crise generalizada ocorre quando ambos os hemisférios do cérebro são afetados. Tipos de crise generalizada Convulsão tônica: os músculos do paciente ficam rígidos flexionados o que muitas vezes faz com que o mesmo caia pra trás. Mediante ao mesmo tem-se a crise atômica, que é o oposto, os músculos ficam de repente relaxados e frouxos, com tendência ao paciente cair para frente. As crises podem ser clônicas em que se tem contrações musculares violentas, que é o que geralmente as pessoas identificam como convulsão. As são as crises tônico-clonicas é como visto, a convulsão mais conhecida, é aquela que combina perda de consciência queda salivação exacerbada e emissão de gemidos podendo durar alguns minutos e requer auxílio de quem estiver perto para evitar que avise cima se machuque. Outro tipo são as convulsões mioclônicas, que são contrações musculares leves, parecida com o choque que afeta a parte superior do corpo e os braços desencadeando movimentos involuntários. E por fim, tem-se as crises de ausência, na qual o paciente perde a consciência, mais rapidamente logo a retoma. SÍNCOPE A síncope popularmente conhecida como desmaio é uma das alterações neurológicas mais comuns. Ela surge de um processo de hipotensão, ou seja, está chegando pouco fluxo sanguíneo no cérebro, porque a pressão arterial está baixa. em pacientes que apresenta hipotensão, há pouco oxigênio no cérebro, sendo o cérebro o órgão que mais consome oxigênio. Havendo então uma ausência do mesmo fazendo o “desligar “ e ocasionando a queda. O desmaio não é considerado uma doença, mas sim uma manifestação de que algo está errado com o organismo. Na maioria das vezes as síncopes ocorrem quando há uma diminuição do fluxo sanguíneo no cérebro. Entre as condições que podem causar um desmaio estão doenças cardiovasculares que comprometem o fluxo normal de sangue. Distúrbios metabólicos como a hipoglicemia anemia e desidratação. Uso de alguns medicamentos Queda brusca da Pressão Arterial devido à mudança de postura (Hipotensão Ortostática) Calor em excesso Problemas emocionais como ansiedade nervosismo e cansaço extremo. A causa mais frequente de síncope é por reflexo vaso vagal, podendo ocorrer na maioria das vezes por sensação de medo. Dentre esses sintomas que geralmente são seguidos do desmaio, pode-se destacar a palidez, fraqueza, suor frio, náusea, ânsia de vômito, fraqueza dos batimentos, delíquio, visão embaçada, baixa Pressão Arterial e respiração mais lenta. No entanto caso o paciente apresente esses sintomas não necessariamente ele virá sofrer um desmaio, esses sintomas são apenas indicativos. Tipo de letra Times New Roman Fonte no texto 12 Texto: Espaçamento 1.5 em todo o texto: incluindo títulos, capítulos e sessões. Parágrafo de 1 cm Margens: Superior: 3,0 Inferior 2,0 Esquerda 3,0 Superior 2,0 Nela é fundamental que ocorra uma boa apresentação do assunto escolhido no TCC1, para tanto se torna essencial uma boa redação para envolver o seu leitor com o assunto escolhido. 2. OBJETIVOS 2.1. OBJETIVO GERAL: Com o fito de informar e orientar as pessoas sobre a crise convulsiva e o desmaio, nosso objetivo com este trabalho não só é colocar em plano, formas de identificar e reagir perante uma crise convulsiva, como também frente a um desmaio, de modo que a vítima sofra com os menores danos possíveis, assim facilitando o trabalho e o atendimento médico. Este estudo possui como norte o objetivo de fornecer uma compreensão alargada, sobre as semelhanças e diferenças entre esses dois episódios, de modo a identificar as condições diversas que levam a cada um deles. A pesquisa será de caráter explicativo, buscando descrever os fenômenos e explicar os fatores que contribuem para a ocorrência de crises convulsivas e desmaios (síncope). 2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Explicar quais as principais causas e fatores de risco envolvidos na ocorrência de crises convulsivas e desmaio e suas diferenças e semelhanças, abordando as necessidades do paciente. · Informar sobre os tipos de diagnósticos cuja finalidade é diferenciar crises convulsivas e episódios de síncope, incluindo abordagens imediatas. · Analisar formas de manejo e prevenção apoiadas por pesquisas para descobrir o tratamento e as recomendações para pacientes com risco convulsivo e de desmaio. 3. JUSTIFICATIVA A escolha do tema “Crise Convulsiva e Desmaio” se fundamenta na importância de compreender e disseminar informações sobre situações que, apesar de frequentes, podem trazer complicações graves quando não reconhecidas e tratadas corretamente. Esses eventos acometem diversas pessoas e exigem tanto conhecimentotécnico quanto ações rápidas de quem está próximo no momento da ocorrência. Trabalhar com esse tema é essencial porque as crises convulsivas e os desmaios são frequentemente confundidos, dificultando a identificação precisa e as ações imediatas necessárias. A pesquisa visa esclarecer as diferenças entre esses dois eventos, analisando suas causas, sintomas e formas de intervenção. Tal abordagem se torna indispensável para prevenir danos mais graves e melhorar a eficácia dos atendimentos médicos iniciais. Além disso, o estudo proporciona benefícios como a ampliação do conhecimento da sociedade em relação a como lidar com essas emergências e a redução dos riscos associados. Entender essas condições auxilia na preparação de familiares, cuidadores e profissionais, contribuindo para evitar maiores complicações e promover a segurança do paciente. Portanto, a relevância do tema está em sua aplicabilidade prática e no impacto positivo que o conhecimento gerado pode trazer para a sociedade. A pesquisa pretende oferecer informações claras e úteis, fortalecendo o manejo adequado dessas situações e colaborando para a conscientização e capacitação da população. 4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O que é Fator de risco A importância de saber agir .... Entre outros tópicos que vocês julgarem importantes para o trabalho. 5. CONCLUSÃO 6. REFERENCIAS ABREU, José Silva. Epilepsia e Crises Convulsivas: Um Guia Clínico. São Paulo: Editora Saúde e Vida, 2020. GOMES, Maria Clara; SOUZA, Antônio Carlos. A Hipotensão Ortostática e suas Manifestações Clínicas. Rio de Janeiro: Editora Médica, 2018. SANTOS, Carlos Eduardo; ALMEIDA, Fernanda Regina. Desmaios e Síncopes: Diagnóstico e Manejo. Belo Horizonte: Editora Acadêmica, 2019. SILVA, Joana de Oliveira; COSTA, Marcos Vinícius. Crises Epiléticas Focais e Generalizadas. Revista de Neurologia Brasileira, v. 25, n. 3, p. 45-60, 2021. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Epilepsy: a public health imperative. Geneva: WHO Press, 2019. Disponível em: https://www.who.int. Acesso em: 18 nov. 2024. 10