Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

12
UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
CENTRO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
ENFERMAGEM
nome do(s) autor(es) em ordem alfabética - RA
PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR 
ENFERMEIRA SANDRA
CIDADE
2022
nome do(s) autor(es) em ordem alfabética - RA
PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR 
ENFERMEIRA SANDRA
Trabalho apresentado à Universidade ANHANGUERA, como requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas norteadoras do semestre letivo.
Tutor (a): XXXXXXXXX
CIDADE
2022
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	3
2	DESENVOLVIMENTO	4
2.1	ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE	4
2.2	ENFERMAGEM NA SAÚDE DO IDOSO	5
2.3	URGÊNCIA E EMERGÊNCIA EM ENFERMAGEM	7
2.4	SAÚDE DO TRABALHADOR	8
3	CONCLUSÃO	10
REFERÊNCIAS	11
	
	
INTRODUÇÃO
A Produção Textual Interdisciplinar em Grupo desse semestre possui como metodologia um Estudo de Caso que aborda os conhecimentos trabalhados nas disciplinas de Enfermagem na saúde da criança e do adolescente, Enfermagem na Saúde do Idoso, Urgência e Emergência em Enfermagem e Saúde do Trabalhador. A partir disso, espera-se elucidar a ampla dimensão da atuação do enfermeiro e as situações às quais este está submetido. 
	O caso a ser estudado corresponde ao caso de Sandra, uma enfermeira de 63 anos, especialista em neonatologia e que admitiu um neonato com suspeita diagnóstica de Síndrome de Desconforto Respiratório. Para auxiliar no diagnóstico, foi necessário a realização de um raio-x, contudo, o radiologista esqueceu de informar acerca do momento de incidência. Devido a essa situação, Sandra apresentou dor torácica de forte intensidade. 
	A partir desse contexto, esta produção divide-se em quatro etapas, as quais abordam os seguintes tópicos: (i) a Síndrome de Desconforto Respiratório, considerando o quadro clínico, diagnóstico e intervenções profiláticas; (i) As alterações cardiológicas decorrentes do envelhecimento e sua relação com a  Infarto Agudo do Miocárdio; (iii) O atendimento inicial realizado pelo enfermeiro em casos de Infarto Agudo do Miocárdio; e, por fim, (iv) reflexões acerca da exposição à radiação ionizante por trabalhadores. 
DESENVOLVIMENTO
ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Na situação-problema apresentada, o neonato admitido por Sandra apresentava suspeita diagnóstica de Síndrome de Desconforto Respiratório. O quadro clínico apresentado pelo paciente consiste em: cianose central, dispneia, retrações esternais e intercostal, batimento das aletas nasais, gemido expiratório e outros. Para entender melhor o que levou a essa suspeita, é necessário, primeiramente, conceituar essa doença. 
A síndrome do desconforto respiratório (SDR) consiste em uma patologia decorrente da deficiência do surfactante, assim como também a imaturidade pulmonar, o que leva a uma deficiência de trocas gasosas e a consequente insuficiência respiratória que caracteriza a SDR (SEGUR; MORERO; OLIVEIRA, 2019). Relacionada ao nascimento de prematuros, a SDR é uma das principais causas da mortalidade de recém nascidos. 
Em relação às manifestações clínicas da SDR, estas começam a surgir entre as primeiras horas de vida até 48 horas após o nascimento, destacando-se: dispneia, taquipneia ou bradipneia em casos graves; gemido expiratório; cianose; batimentos de asas nasais; retração esternal; dificuldade em iniciar a respiração normal; tiragem intercostal e subcostal; e crises de apneia (BRASIL, 2012). Além dessas, Segur, Morero e Oliveira (2019) informam as seguintes: 
Aumento progressivo dos requerimentos de oxigênio; Acidose respiratória e metabólica     devido às alterações fisiopatológicas; Palidez causada pela vasoconstrição; Edema   intersticial   e   palpebral   dentro   das   primeiras   24   horas (decorrente da alteração da permeabilidade vascular); Alterações    fisiopatológicas:    complacência    pulmonar    diminuída, decréscimo do fluxo sanguíneo em nível de capilar pulmonar, desvio de  sangue,  da direita  para  a  esquerda  (30  a  60  %),  redução  do volume   pulmonar   com   diminuição   da   ventilação   em   nível   dos alvéolos (SEGUR; MORERO; OLIVEIRA, 2019, p. 149).
A partir disso, é possível compreender a suspeita de SDR no paciente: este apresentava cianose central, dispneia, retrações esternais e intercostal, batimento das aletas nasais e gemido expiratório, diminuição difusa do murmúrio vesicular e taquicardia, todas caracterizadas como manifestações clínicas da Síndrome do Desconforto Respiratório. Além disso, cabe destacar que conforme manual de Atenção à Saúde do Recém-Nascido (BRASIL, 2012), deve-se considerar casos de SDR se houver: 
· Evidências de prematuridade e imaturidade pulmonar.
· Início do desconforto respiratório nas primeiras 3 horas de vida.
· Evidências de complacência pulmonar reduzida, CRF diminuída e trabalho respiratório aumentado.
· Necessidade de oxigênio inalatório e/ou suporte ventilatório não invasivo ou invasivo por mais de 24 horas para manter os valores de gases sanguíneos dentro da normalidade.
· Radiografia de tórax mostrando parênquima pulmonar com velamento reticulogranular difuso e broncogramas aéreos entre 6 e 24 horas de vida (BRASIL, 2012, p. 19). 
No que tange ao diagnóstico, este é feito a partir da correlação entre a identificação das manifestações clínicas e de uma radiografia pulmonar, a qual, em casos de SDR, consiste em pulmões de baixo volume com padrão reticulogranular difuso (vidro moído) e broncogramas aéreos (BRASIL, 2012).
No que diz respeito ao tratamento, este deve ser realizado por uma equipe multiprofissional, visando atender as demandas do recém-nascido. Segundo Brasil (2012, p. 19), o tratamento “está baseado na estabilização metabólica, reposição precoce de surfactante e ventilação mecânica não agressiva”. De forma semelhante, pode-se observar a ação correta de Sandra, a qual prestou como assistência médica estabelecer o suporte ventilatório mecânico ao recém-nascido na incubadora. 
Por fim, tendo em vista a gravidade da doença, mostra-se necessário refletir sobre as intervenções profiláticas para a Síndrome de Desconforto Respiratório. A primeira a ser mencionada consiste na Terapia Antenatal, a qual deve ser realizada em gestantes entre 24 e 34 semanas, com risco de parto prematuro em um período de 7 dias
Essa intervenção possibilita a produção de surfactante e acelera a maturação dos pulmões, fazendo com o número de casos de SDR sejam reduzidos. Além disso, o uso profilático de surfactante na sala de parto, nos primeiros minutos de vida, também reduz o número de casos (FLORES et al., 2017).
ENFERMAGEM NA SAÚDE DO IDOSO
A enfermeira Sandra, de 63 anos, teve um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Para compreender os fatores que levaram ao desenvolvimento desta síndrome, é necessário pensar não apenas na idade da paciente, mas também em seus hábitos, tais como esforços que causam dor torácica, tabagismo, hipertensão e toma muitos medicamentos. 
	De acordo com Silva e Pinto (2018), o envelhecimento está relacionado a mudanças iônicas, moleculares e bioquímicas no coração, tais como o crescimento celular, o processo de apoptose e o acoplamento da contração da excitação. Essas mudanças resultam em inúmeras consequências na saúde cardíaca do idoso. 
	Ainda conforme Silva e Pinto (2018), o envelhecimento cardíaco resulta em Hipertrofia do Ventrículo Esquerdo, o que está intimamente relacionado com o aumento do peso do coração, condição esta que aumenta as chances de insuficiência cardíaca, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular. 
	Além disso, também ocorre diminuição da contratilidade do miocárdio, fazendo com que o miocárdio necessite de um período maior para alcançar sua força máxima. Ademais, o envelhecimento ocasiona uma degeneração parcial do fornecimento do nervo simpático cardíaco, o que, por sua vez, ocasiona a diminuição do débito cardíaco e da força de contração do miocárdio (SILVA; PINTO, 2018). Salienta-se que há inúmeras outras alterações cardíacas, as quais encontram-selistadas no quadro abaixo:
	Alterações cardiológicas decorrentes do envelhecimento
	Diminuição do preenchimento diastólico inicial do ventrículo esquerdo, da frequência e débito cardíacos máximos
	Redução da capacidade aeróbica máxima ou consumo máximo de O2 (VO2 max), do aumento da fração de ejeção induzida pelo exercício e das respostas reflexas da frequência cardíaca e da variabilidade da frequência cardíaca
	Aumento das dimensões dos miócitos cardíacos, ocasionando a diminuição da força de contração cardíaca e diminuição da fração de ejeção
	Diminuição a sensibilidade cardíaca ao estímulo β- adrenérgico cooperando para a diminuição do débito cardíaco e da força de contração miocárdica 
Quadro 1. Alterações cardiológicas decorrentes do envelhecimento. Fonte: adaptado de Silva e Pinto (2018, p. 3)
	Apesar dessas alterações biológicas criarem uma situação propícia ao desenvolvimento de problemas cardíacos, é importante ressaltar que o histórico da paciente também pode ter influenciado seu IAM, pois tabagismo e hipertensão arterial configuram-se como fatores de risco mais importantes. 
O tabagismo interfere no mecanismo de contração e relaxamento, o que já é prejudicado pelo envelhecimento. Além disso, a inalação da fumaça do cigarro faz com que o coração trabalhe mais rápido, devido ao endurecimento das artérias (GOLDMEIER; CASTRO, 2005). Essas questões estão relacionadas com o IAM. A hipertensão arterial, por sua vez, aumenta o risco de Infarto Agudo do Miocárdio, pois a provoca obstrução do fluxo sanguíneo (NICOLAU et al., 1999).
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA EM ENFERMAGEM
Em casos de pacientes com suspeita de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) admitidos em unidades de emergência, como é o caso da enfermeira Sandra, é necessário realizar um atendimento inicial. Primeiramente, deve-se acomodar o paciente com cabeceira elevada em aproximadamente 45° graus e tentar tranquilizá-lo. Em seguida, é imprescindível que seja realizada uma monitorização do caso, sendo registrados os sinais vitais do paciente: realiza-se a “monitorização cardíaca e oximétrica (incluindo aferição inicial de pressão arterial, pulso, saturação e temperatura corporal)” (CEARÁ, 2020, p. 9).
Ainda conforme Ceará (2020), recomenda-se que seja feito um exame físico direcionado, no que diz respeito à ausculta cardíaca e pulmonar, palpação dos pulsos, aferir a pressão arterial, verificar os sinais de baixa perfusão. Ademais, realiza-se acesso calibroso, mantendo o acesso com SF 0,9% (lenta). Em casos de SaO2 2,5 mm; 
Homens > 40 anos de idade: Supradesnível de ST > 2 mm; 
Mulheres: Supradesnível de ST > 1,5 mm
	
	
	
	
	2. Supradesnível de ST > 1,0 mm em derivações contíguas, exceto em caso de hipertrofia ventricular ou bloqueio de ramo direito
	
Quadro 1. Critérios para diagnóstico de IAMCSST. Adaptado do Protocolo de Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST (IAMCSST) da Santa Casa de Belo Horizonte. 
Em seguida, também cabe ao enfermeiro administrar a medicação, conforme a prescrição médica. Devido a urgência, e o prazo de 10 minutos para realização do ECG, é preciso que a conduta do enfermeiro na sala de emergência seja uma conduta imediata, ética e calma, pois é necessário tranquilizar o paciente e, também, realizar os cuidados iniciais o mais rápido possível, para que assim o tratamento adequado seja iniciado. Assim explica Alves, Alves e Confessor (2014, p. 4)
o enfermeiro que atua na unidade de urgência e emergência necessita ter conhecimento científico, prático e técnico, a fim de que possa tomar decisões rápidas e concretas, transmitindo grande segurança a toda equipe e principalmente diminuindo os riscos que ameaçam a vida do paciente (ALVES; ALVES; CONFESSOR, 2014, p. 4)
SAÚDE DO TRABALHADOR
A exposição à radiação ionizante se configura como um potencial risco aos trabalhadores da área da saúde, pois muitos equipamentos possuem esse material. No caso apresentado, um técnico de radiologia esqueceu de avisar o momento da incidência do raio-x, expondo todos da equipe à radiação ionizante. Devido a essa falta de compromisso do profissional, a equipe pode apresentar efeitos da exposição. 
	Em relação a essas consequências, a radiação ionizante ocasiona efeitos estocásticos e não-estocásticos/determinísticos. Os efeitos estocásticos referem-se àqueles que ocasionam alterações no DNA de uma única célula, ou seja, resulta em uma transformação celular (LEYTON et al., 2014). Esses efeitos podem ser ocasionados por uma dose mínima de radiação, na medida em que o aumento da exposição é diretamente proporcional à probabilidade de ter esses efeitos. Dentre possíveis efeitos estocásticos, destaca-se o câncer.  
	Os efeitos determinísticos, por sua vez, estão relacionados à morte celular e possui um limiar de exposição (LEYTON et al., 2014). Dentre os efeitos, pode-se mencionar leucopenia, náuseas, anemia, catarata, esterilidade e hemorragia. Desse modo, a exposição constante à radiação ionizante se configura como um grande risco à saúde do trabalhador sendo necessário, assim, medidas que visem reduzir o número de casos. 
	Recomenda-se, portanto, que os hospitais e os cursos de formação invistam na capacitação dos profissionais e da sociedade acerca da proteção radiológica e a necessidade de uma rigidez na realização de procedimentos que apresentam risco de exposição, como foi o caso apresentado.
CONCLUSÃO 
A partir dos estudos realizados durante  esta produção, foi possível ampliar os conhecimentos acerca da atuação e os desafios vivenciados pelo enfermeiro, sobretudo no que diz respeito a Neonatologia e Urgência e Emergência. Nessa perspectiva, foi possível observar a necessidade de se conhecer manifestações clínicas, diagnóstico e o que deve ser feito em primeiro momento. 
Acerca do caso do recém-nascido com suspeita de de Desconforto Respiratório, mostrou-se imprescindível a observação nas primeiras 48 horas, quando os principais sintomas aparecem. Além disso, evidenciou-se que o uso profilático de surfactante na sala de parto é eficaz para reduzir o número de casos e, consequentemente, de mortalidade neonatal. 
Em relação ao atendimento inicial de casos suspeitos de Infarto Agudo do Miocárdio, a principal medida a ser realizada é o ECG, pois a partir deste é possível confirmar o diagnóstico e encaminhar o paciente para o próximo passo adequado. Quanto às normas de segurança de trabalho, concluiu-se que é imprescindível realizar o investimento na educação radiológica dos profissionais. 
Por abordar tais questões e ser um estudo de caso, esta produção possibilitou ao discente colocar os conhecimentos teóricos em prática e conhecer mais a fundo o fazer profissional do enfermeiro. Sendo assim, esta produção foi bastante enriquecedora. 
REFERÊNCIAS
ALVES, Hirisdiane Bezerra; ALVES, M. V.; CONFESSOR, Maine Virginia Alves. Conduta assistencial da enfermagem frente às situações de urgência e emergência. In: II Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde, Nassau-CG. 2014. p. 1-8. Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conbracis/2017/TRABALHO_EV071_MD1_SA4_ID328_05052017193410.pdf. Acesso em: 10 fev. 2022. 
ESTADO DO CEARÁ. Secretaria da Saúde. Protocolo do Primeiro Atendimento ao Paciente com Síndrome Coronariana Aguda. Fortaleza: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, 2020. Disponível em: https://coronavirus.ceara.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/protocolo_atendimento_iam_03_09_2020-1.pdf. Acesso em: 10 fev. 2022. 
BRASIL.Ministério da Saúde. Atenção à Saúde do Recém-Nascido - Guia para os Profissionais de Saúde v.3. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_saude_recem_nascido_profissionais_v3.pdf. Acesso em: 09 fev. 2022. 
FLORES, Bibiana Wanderlei et al. Assistência de enfermagem ao prematuro com síndrome do desconforto respiratório: uma revisão bibliográfica. Revista Gestão & Saúde [Internet], v. 17, n. 1, p. 33-40, 2017. Disponível em: https://www.herrero.com.br/files/revista/file2a2b8c2a12ee96aead66c3bd876cb03e.pdf. Acesso em: 09 fev. 2022.
GOLDMEIER, Sílvia; CASTRO, Iran. A teoria do autocuidado no manejo dos fatores de risco (obesidade, hipertensão e tabagismo) em pacientes pós-infarto agudo do miocárdio. Rev. AMRIGS, p. 149-154, 2005. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-875216. Acesso em: 10 fev. 2022.
LEYTON, F. Riscos da radiação x e a importância da proteção radiológica na cardiologia intervencionista: uma revisão sistemática. Rev. bras. cardiol. Invasiva, v. 1, n. 22, p. 87-98, 2014. Disponível em: https://bit.ly/3GSmOKV. Acesso em: 10 fev. 2022.
NICOLAU, José Carlos et al. Infarto do miocárdio em hipertensos. Rev Hiper, v. 6, n. 1, p. 38-41, 1999. Disponível em: http://departamentos.cardiol.br/dha/revista/6-1/011.pdf. Acesso em: 10 fev. 2022. 
SEGUR, Priscila de Castro; MORERO, Juceli Andrade Paiva; OLIVEIRA, Cleide Terezinha. Assistência de Enfermagem ao recém-nascido com Síndrome do Desconforto Respiratório. Uningá Journal, v. 56, n. S2, p. 141-159, jan./mar. 2019. Disponível em: http://34.233.57.254/index.php/uninga/article/view/2071/1909. Acesso em: 09 fev. 2022. 
SILVA, J. P. P.; PINTO, N. B. Efeitos do envelhecimento no sistema cardiovascular. III Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde - CONBRACIS. Jun. 2018. Disponível em: https://bit.ly/39XBrxK. Acesso em 10 fev. 2022.
image1.png

Mais conteúdos dessa disciplina