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1 Exames 2 Achados esperados / 3 prioritários interpretação Repercussões Gasometria: hipoxemia e hipocapnia inicial Broncoespasmo e obstrução e gasometria arterial das vias aéreas Casos graves: acidose respiratória PFE / se tolerado normalizando ou subindo = alerta Dispneia, taquipneia e sibilos Capnografia (EtCO₂) Hiperinsuflação dinâmica e auto-PEEP Relação PaO₂/FiO₂ normal ou pouco reduzida Aumento do trabalho respiratório Lactato, K+ e ECG Fluxo expiratório incompleto sugere auto-PEEP Fadiga muscular e risco de RX de tórax insuficiência respiratória 4 Diagnóstico fisioterapêutico provável ASMA 5 Condutas fisioterapêuticas respiratórias Disfunção ventilatória obstrutiva aguda AGUDA VNI + broncodilatador, se indicado Aumento da resistência das vias aéreas GRAVE Monitorização contínua da resposta Hiperinsuflação dinâmica / Se IOT/VM: VC baixo e maior fluxo aprisionamento aéreo Mapa mental Permitir tempo expiratório prolongado Grave desconforto respiratório Alteração da troca gasosa / fisioterapêutico Evitar auto-PEEP; PEEP excessiva piora baixa oxigenação 7 Principais cuidados e 6 Condutas fisioterapêuticas pontos de atenção ! motoras nível de consciência e fadiga = alerta Na crise grave: estabilizar primeiro Tórax silencioso = gravidade Após melhora: mobilização progressiva normal/alta em crise = piora Hipoxemia persistente e acidose Evoluir endurance e fortalecimento Falha da VNI considerar IOT Objetivo fisioterapêutico: aliviar broncoespasmo, reduzir trabalho respiratório e progredir com segurança após estabilização.

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