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70 JUSTIFICATIVA: Pais e cuidadores devem ser alertados quanto ao risco de morte súbita de crianças no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros 6 meses. Devem receber a orientação de que a melhor maneira de prevenir sua ocorrência é colocar a criança para dormir de “barriga para cima” (posição supina), e não de lado ou de bruços (de decúbito lateral ou de posição prona). A posição supina não aumenta o risco de aspiração, mesmo naqueles com refluxo gastroesofágico (refluxo do estômago para o esôfago), porque a anatomia das vias aéreas dos bebês os protege. A posição prona (de bruços) é aceitável em situações em que o risco de morte por refluxo é maior que o de morte súbita, como em casos de alterações anatômicas do bebê como fissuras laríngeas ainda não submetidas à cirurgia. Os bebês devem dormir no berço em um colchão firme, coberto por um lençol justo, e não deve haver lençóis ou cobertores frouxos ou objetos macios em volta da criança. Isso evita que o bebê se sufoque ou fique inalando o mesmo ar. No caso de gêmeos, é recomendado que durmam em berços separados. O berço pode ser substituído por Moisés ou berço portátil, desde que seguidas as orientações descritas e usados colchão e roupa de cama específicos para cada modelo. Carrinhos estreitos, cadeirinhas, bebê conforto ou sling (carregador de bebê que permite formar uma espécie de saco ou rede, onde se carrega o bebê próximo ao corpo em várias posições) não devem ser usados rotineiramente para dormir, principalmente para bebês menores de 4 meses, que podem assumir posições que aumentam o risco de sufocamento ou asfixia. Recomenda-se que os bebês durmam no quarto dos pais, próximos à cama deles (porém em outra superfície), pelo menos, até os 6 meses. Os bebês não devem dormir em camas, pelo risco de aprisionamento ou sufocamento e podem acarretar maior risco de morte para o bebê, além de lesões não intencionais (ao cair da cama, ao ser prensado ou sufocado por um dos pais, principalmente quando se trata de crianças menores de 4 meses). Também por segurança, os pais devem ser instruídos a não dormir com o bebê em sofás ou poltronas. 6. (HCFMUSP - VUNESP, 2015) A redução de danos é uma das estratégias do Ministério da Saúde no Brasil para o tratamento dos usuários de drogas psicoativas em situação de abuso ou dependência que estão em situações vulneráveis, principalmente moradores de rua. Para esse atendimento, os CAPS – Centros de Assistência Psicossocial – criaram as equipes de Consultório: (A) de Unidade Básica de Saúde. (B) na rua. (C) de ambulatório de saúde mental. (D) itinerante. (E) em abrigo comunitário. JUSTIFICATIVA: O uso abusivo de substâncias psicoativas, que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge cerca de 10% das populações em centros urbanos no mundo, com graves prejuízos sanitários e sociais (BRASIL, 2004), torna-se Brasil ainda mais grave devido às limitações da assistência aos usuários e à situação de vulnerabilidade social observada em alguns contextos urbanos. Esse prejuízo assistencial se deve ao fato de que, ao longo de muitos anos, a questão do uso abusivo e/ou dependência foi abordada por uma ótica predominantemente moral, judiciária e institucionalizante, que não levava em conta seus determinantes sociais, psicológicos, econômicos e políticos. Após a III Conferência Nacional de Saúde Mental, publicou, em 2004, a Política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas, o uso abusivo de substâncias psicoativas passou a constituir-se formalmente em um problema de saúde pública. Com o objetivo de lidar com o aumento progressivo do uso de crack entre as populações vulneráveis e em situação de rua, a política pública estabeleceu o compromisso de enfrentar essa situação a partir da integração social, produção de autonomia dos usuários e construção de novas redes de cuidado qualificadas. Para tanto, entre outros atos, em 2009-2010, publicou o Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e Outras Drogas (Pead) no Sistema Único de Saúde (SUS) e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas (Piec). Estes dois planos de ação passaram a intervir nas causas e efeitos do consumo prejudicial, levando em consideração a vulnerabilidade social dessa população, acrescida das carências no campo da saúde, educação e segurança pública. 5. (EBSERH/HU-UFGD, 2013) O fornecimento de informações simples e claras quanto ao posicionamento recomendado para o Recém-nascido dormir devem fazer parte da rotina dos profissionais de saúde, recomendando-se a posição de: JUSTIFICATIVA: 6. (HCFMUSP - VUNESP, 2015) A redução de danos é uma das estratégias do Ministério da Saúde no Brasil para o tratamento dos usuários de drogas psicoativas em situação de abuso ou dependência que estão em situações vulneráveis, principalmente moradores... JUSTIFICATIVA: