Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

7QUESTÕES DE PORTUGUÊS PARA CONCURSO PÚBLICO
2CESGRANRIO - 2024 - CNU - Bloco 8 - 7° Simulado
O mundo vem se tornando um lugar mais violento do que no começo 
deste século e deve chegar ao fim do ano com pelo menos oito 
grandes guerras, além de dezenas de conflitos armados em busca 
de territórios ou governos, alertam pesquisadores.
Junto à guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, que desde 
7 de outubro acumula milhares de mortos, e à invasão russa contra a Ucrânia, 
que completou dois anos em fevereiro de 2024, conflitos armados em grande 
escala estão acontecendo neste momento em Burkina Faso, Somália, Sudão, 
Iêmen, Mianmar, Nigéria e Síria.
“É seguro dizer que haverá pelo menos oito guerras, mas provavelmente 
mais, e possivelmente dez (até o fim do ano)”, diz à BBC News Brasil Therese 
Petterson, coordenadora do Uppsala Conflict Data Program (UCDP), um 
projeto sueco que pesquisa, organiza e publica dados verificados sobre 
conflitos e é usado como referência por órgãos da ONU, pelo Banco Mundial e 
outras entidades internacionais.
Existem diferentes interpretações sobre a definição de guerras e conflitos. 
Uma das mais adotadas, usada pelo UCDP e grupos internacionais de estudos 
sobre guerra e paz, tem o número de mortes como parâmetro, definindo como 
guerras os conflitos que atingem pelo menos mil mortes em batalhas em um 
ano.
Já conflitos armados são as disputas por territórios ou governos que resultam 
em pelo menos 25 mortes em batalhas em um ano. “O número de conflitos 
cresceu e o número de mortes relacionadas com combates aumentou 97% só 
em 2022, com uma alta de mais de 400% desde o início da década de 2000”, 
diz à BBC News Brasil Magnus Öberg, diretor do UCDP. 
O alerta é compartilhado por Paul B. Stares, chefe do Centro de Ação 
Preventiva, do Council of Foreign Relations, um grupo de pesquisa que mapeia 
conflitos globais baseado em Washington, nos EUA.

Mais conteúdos dessa disciplina