Prévia do material em texto
ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. MANDADO DE INJUNÇÃO – artigo 5º, inciso LXXI da CRFB/88 e Lei nº 13.300/16 1. Conceito Para Alexandre de Moraes: O Mandado de Injunção consiste em uma ação constitucional de caráter civil, e de procedimento especial, que visa suprir uma omissão do Poder Público, no intuito de viabilizar o exercício de um direito, uma liberdade ou uma prerrogativa previsto na Constituição Federal?. MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 30. ed. São Paulo: Atlas, 2014, p. 177 e 178. “Art. 5º (...) LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania;” (CF) “Art. 2º Conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta total ou parcial de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania.” (Lei nº 13.300/16) Consideram se seus pressupostos a falta de norma reguladora de uma previsão constitucional (omissão total ou parcial do Poder Público) e inviabilização do exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania, pois nestes casos as normas existem, porém não possuem efeito prático por omissão do Poder Público. Infelizmente a regulamentação do mandado de injução só veio em 2016, anteriormente o STF já havia decidido que por conta da omissão seriam aplicadas as regras do mandado de segurança. 2. Competência A competência para julgar o mandado de injução irá variar de acordo com a autoridade que for omissa, assim para se determinar a competência deve se observar as regras da Constituição Federal e das Constituições Estaduais. 2.1. STF “Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: I - processar e julgar, originariamente: q) o mandado de injunção, quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República, do Congresso Nacional, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Mesas de uma dessas Casas Legislativas, do Tribunal de Contas ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. da União, de um dos Tribunais Superiores, ou do próprio Supremo Tribunal Federal;” (CF) 2.2. STJ “Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I - processar e julgar, originariamente: h) o mandado de injunção, quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão, entidade ou autoridade federal, da administração direta ou indireta, excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar, da Justiça Eleitoral, da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal; (CF) 2.3. Âmbito Estadual I. Omissão do Estado “Art. 161 - Compete ao Tribunal de Justiça: IV - processar e julgar originariamente: g) o mandado de injunção, quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão, entidade ou autoridade estadual, da administração direta ou indireta;” (Constituição do Estado do Rio de Janeiro) II. Omissão do Município “Art. 44 Compete aos juízes de direito em matéria de interesse da Fazenda Pública processar e julgar: IV - mandado de injunção, quando a responsabilidade pela regulamentação do direito for de órgão estadual ou municipal, excetuadas as hipóteses de competência originária do Tribunal de Justiça;” (Lei Estadual nº 6956/15 – LODJ - lei de organização e divisão judiciárias do estado do rio de janeiro) ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. 3. Legitimados 3.1. Legitimidade Ativa I. Individual Qualquer pessoa natural ou jurídica, nacional ou estrangeira, cujo direito fundamental esteja inviabilizado à espera de uma norma que o regulamente, na forma do art. 3º, da lei nº 13.300/16. Lembrando que não se pode pedir em nome e benefício de terceiros, somente em nome próprio, ou seja, no seu próprio interesse. II. Coletivo Neste caso serão as mesmas pessoas que podem impetrar o mandado de segurança coletivo, art. 5º, LXX, CF e art. 12, da Lei nº 13.300/16. “Art. 5º. (...) LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: a) partido político com representação no Congresso Nacional; b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;” “Art. 12. O mandado de injunção coletivo pode ser promovido: I - pelo Ministério Público, quando a tutela requerida for especialmente relevante para a defesa da ordem jurídica, do regime democrático ou dos interesses sociais ou individuais indisponíveis; II - por partido político com representação no Congresso Nacional, para assegurar o exercício de direitos, liberdades e prerrogativas de seus integrantes ou relacionados com a finalidade partidária; III - por organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos 1 (um) ano, para assegurar o exercício de direitos, liberdades e prerrogativas em favor da totalidade ou de parte de seus membros ou associados, na forma de seus estatutos e desde que pertinentes a suas finalidades, dispensada, para tanto, autorização especial; IV - pela Defensoria Pública, quando a tutela requerida for especialmente relevante para a promoção dos direitos humanos e a defesa dos direitos individuais e coletivos dos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º da Constituição Federal.” ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material nãosubstitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. III. MP A intervenção do Ministério Público é obrigatória, art. 7°, da Lei nº 13.300/16. “Art. 7º Findo o prazo para apresentação das informações, será ouvido o Ministério Público, que opinará em 10 (dez) dias, após o que, com ou sem parecer, os autos serão conclusos para decisão.” 3.2. Legitimado Passivo Como a atividade de legislar é de competência do Estado os legitimados passivos serão sempre um dos entes federativos União, Estados, Municipios ou DF. 4. Requisitos 4.1. Petição Inicial No caso a petição Inicial seguirá os requisitos do art. 319, do CPC, e o art. 4º, da Lei nº 13.300/16. “Art. 4º A petição inicial deverá preencher os requisitos estabelecidos pela lei processual e indicará, além do órgão impetrado, a pessoa jurídica que ele integra ou aquela a que está vinculado. § 1º Quando não for transmitida por meio eletrônico, a petição inicial e os documentos que a instruem serão acompanhados de tantas vias quantos forem os impetrados. § 2º Quando o documento necessário à prova do alegado encontrar- se em repartição ou estabelecimento público, em poder de autoridade ou de terceiro, havendo recusa em fornecê-lo por certidão, no original, ou em cópia autêntica, será ordenada, a pedido do impetrante, a exibição do documento no prazo de 10 (dez) dias, devendo, nesse caso, ser juntada cópia à segunda via da petição.” Isso por própria disposição do art. 14 da Lei nº 13.300/16. “Art. 14. Aplicam-se subsidiariamente ao mandado de injunção as normas do mandado de segurança, disciplinado pela Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009 , e do Código de Processo Civil, instituído pela Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 , e pela Lei nº 13.105, de ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. 16 de março de 2015 , observado o disposto em seus arts. 1.045 e 1.046 .” 4.2. Prazos Deve se observar ainda algumas questões quanto aos prazos no mandado de injunção, previstas na lei nº 13.300/16. “Art. 5º Recebida a petição inicial, será ordenada: I - a notificação do impetrado sobre o conteúdo da petição inicial, devendo-lhe ser enviada a segunda via apresentada com as cópias dos documentos, a fim de que, no prazo de 10 (dez) dias, preste informações;” “Art. 6º A petição inicial será desde logo indeferida quando a impetração for manifestamente incabível ou manifestamente improcedente. Parágrafo único. Da decisão de relator que indeferir a petição inicial, caberá agravo, em 5 (cinco) dias, para o órgão colegiado competente para o julgamento da impetração.” Art. 7º Findo o prazo para apresentação das informações, será ouvido o Ministério Público, que opinará em 10 (dez) dias, após o que, com ou sem parecer, os autos serão conclusos para decisão 4.3. Efeitos da Decisão “Art. 8º Reconhecido o estado de mora legislativa, será deferida a injunção para: I - determinar prazo razoável para que o impetrado promova a edição da norma regulamentadora; II - estabelecer as condições em que se dará o exercício dos direitos, das liberdades ou das prerrogativas reclamados ou, se for o caso, as condições em que poderá o interessado promover ação própria visando a exercê-los, caso não seja suprida a mora legislativa no prazo determinado.” ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. “Art. 9º A decisão terá eficácia subjetiva limitada às partes e produzirá efeitos até o advento da norma regulamentadora. § 1º Poderá ser conferida eficácia ultra partes ou erga omnes à decisão, quando isso for inerente ou indispensável ao exercício do direito, da liberdade ou da prerrogativa objeto da impetração.” 4.4. Exemplo de decisão 039303-26.2017.8.19.0000 - MANDADO DE INJUNÇÃO - 1ª Ementa Des(a). NAGIB SLAIBI FILHO - Julgamento: 12/03/2018 - OE - SECRETARIA DO TRIBUNAL PLENO E ORGAO ESPECIAL Direito Constitucional. Mandado de Injunção. Servidor público estadual que ocupa o cargo de Técnico de Enfermagem. Ausência de normatização do direito ao adicional noturno pelo Chefe do Poder Executivo. Pretensão de provimento jurisdicional que assegure ao impetrante o exercício do direito. Cabimento. A Constituição da República assegura aos trabalhadores remuneração do trabalho noturno superior à do diurno, de acordo com o art. 7º, IX e art. 39, §3º da CR e artigos 39 e 83, V da Constituição Estadual. A partir do julgamento do mandado de injunção nº 670, a jurisprudência do Pretório Excelso evoluiu sobre o tema e passou a adotar uma posição concretista, segundo a qual a decisão que concede o mandado de injunção deve viabilizar a fruição concreta do direito, cabendo ao Judiciário, no exercício da sua função jurisdicional conferida pela Constituição de apreciar qualquer lesão e ameaça a direito que lhe for apresentada, assegurar o efetivo exercício da prerrogativa constitucional carente de normatização, e não apenas declarar a mora legislativa. "Diante da lacuna legislativa e da mora do impetrado no que tange à regulamentação do adicional noturno para os servidores públicos estaduais, técnicos e auxiliares de enfermagem, deve ser aplicado ao ora impetrante, de forma analógica, o disposto no art. 73 da Consolidação das Leis do Trabalho, que fixa o adicional noturno em 20% sobre a hora diurna, no trabalho executado entre às 22:00 h de um dia e às 5:00 h do dia seguinte." (extraído do parecer ministerial). O fato de o trabalho do servidor público estadual ser exercido em regime de plantão não afasta o direito ao adicional noturno, devido em virtude do maior desgaste sofrido no respectivo período. Precedentes deste Órgão Julgador sobre o tema: Mandados de Injunção nº 0024152-54.2016.8.19.0000; 004726433.2008.8.19.0000 (2008.046.00003) e 0062421- 36.2014.8.19.0000. Concessão da ordem para declarar a omissão legislativa e viabilizar, em concreto, o exercício do direito constitucional do servidor. Íntegra do Acórdão - Data de Julgamento: 12/03/2018 ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor,nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. 5. Custas e Honorários 5.1.Honorários A jurisprudência tem se consolidado que no sentido de que não é cabível a condenação em honorários sucumbenciais, por aplicação subsidiária das regras do mandado de segurança, conforme art. 25 da Lei 12.016/09, c/c o art. 24, parágrafo único, da Lei 8.038/90, além da decisão proferida no MI 3.402ED/DF, Rel. Min. Dias Toffoli, DJe 22/3/2012. 5.2. Custas Junto ao STF não há custas processuais (Resolução STF 569/2016), porém ele não é gratuito como habeas corpus e do habeas data, assim dependerá da legislação de cada estado. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. (fonte: no mínimo 12, Times New Roman, espaçamento entre linhas: 1,5) EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA _____ EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDÊNTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ... ou AO JUÍZO DA VARA .... (Juízo a qual será distribuída a ação) À PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ... (espaço de aproximadamente 10 linhas entre o endereçamento e o preâmbulo) AUTOR (NOME COMPLETO), nacionalidade, estado civil, profissão, portador da identidade n°..., inscrito no CPF n °..., endereço eletrônico, domiciliado ..., residente (endereço completo), vem por seu advogado, com endereço profissional na..., bairro..., cidade..., Estado..., que indica para os fins do artigo 77, inciso V do CPC, com fundamento no artigo com fundamento no art.5º, LXXI da Constituição Federal e Lei nº 13.300/2016, impetrar: (Espaço de uma linha.) MANDADO DE INJUNÇÃO (COLETIVO / INDIVIDUAL) (Espaço de uma linha.) em face do REÚ (O RESPONSÁVEL EM EDITAR A NORMA), tendo como pessoa jurídica interessada, pessoa jurídica de direito público interno, com CNPJ nº ..., representado pelo ..., com sede no endereço completo, endereço eletrônico, pelos seguintes fatos e fundamentos: (Espaço de uma linha.) PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO (QUANDO COUBER) (Espaço de uma linha.) Requer a prioridade na tramitação, uma vez que a parte Autora, possui idade de ..., tratando-se, portanto, de pessoa idosa, na forma do art. 71 da Lei n° 10.741/2003 c/c art. 1.048 do CPC. (Espaço de uma linha.) GRATUIDADE DE JUSTIÇA (QUANDO COUBER) (Espaço de uma linha.) Parte possui escassos recursos (encontra-se desempregado) e não pode arcar com as custas e honorários de advogado sem prejuízo de seu sustento e de sua família. Assim, pede que lhe seja concedido a gratuidade de justiça, nos termos do artigo 5º, inciso LXXIV, da CF/88 C/C art. 98 e seguintes do CPC/15, a gratuidade da justiça. (Espaço de uma linha.) DOS FATOS (Espaço de uma linha.) Descrição dos fatos cronologicamente em parágrafos curtos e de forma impessoal. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. (Espaço de uma linha.) DOS FUNDAMENTOS (Espaço de uma linha.) Os fundamentos que amparam a pretensão. (Espaço de uma linha.) Lembre-se de abordar sobre o cabimento, a competência, legitimidade e o mérito em si da demanda. DO PEDIDO (Espaço de uma linha.) Pelas razões expostas, requer: 1. A notificação do impetrado para que, querendo, manifeste-se no prazo legal; Ou A notificação do impetrado para prestar informações, no prazo de 10 dias; (opcional) Seja a Procuradoria da ... cientificada quanto à existência do mandado de injunção em apreço, como determina o art. 7º, II, da Lei nº 12.016/2009; 2. A intimação do Ministério Público, nos termos do art. 7º da Lei nº 13.300/16; 3. Que seja reconhecido o estado de mora legislativa e deferida a injunção, determinando-se que os impetrados promovam a edição de norma regulamentadora no prazo ... . (Espaço de uma linha.) Ou 3. Que seja reconhecido o estado de mora legislativa e deferida a injunção ... determinando prazo razoável para que os impetrados promovam a edição da lei regulamentadora nos termos do art. 8º, I da Lei 13.300/2016. Fixando as condições para o efetivo exercício do direito ... caso a mora legislativa não seja suprida pelos impetrados no prazo estabelecido por este tribunal, nos termos do art. 8º, II da Lei 13.300/2016. 4. condenação dos impetrados ao pagamento das custas processuais. DAS PROVAS (Espaço de uma linha.) Requer a produção de todas as provas em direito admitidas. (Espaço de uma linha.) DO VALOR DA CAUSA Dá-se à causa o valor de R$... (valor por extenso). (apenas para efeito fiscal). (Espaço de uma linha.) Espera deferimento. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. (Espaço de uma linha.) Local e data. (Espaço de uma linha.) Advogado (Nome completo do advogado e sua assinatura). OAB/UF nº... (Sigla do Estado da Federação e número da OAB). ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. ATENÇÃO - esse material não substitui as aulas ministradas pelo professor, nem exaure os pontos aqui apresentados, devendo ser complementado com os conceitos, casos e exemplos apresentados nas aulas, assim como a bibliografia básica apresentada pelo professor. O material tem por base o plano de ensino da UNESA. Autoria Prof Getulio Veiga. CASO CONCRETO CASO CONCRETO Teresa é funcionária do município de Y, Estado de São Paulo, e exerce, há 16 anos, atividade profissional em estação de tratamento de esgoto, submetendose à exposição constante a agentes nocivos à saúde. Recebe, assim como todos aqueles que trabalham nesta função, adicional por insalubridade. Caio, presidente do Sindicato dos ServidoresPúblicos Municipais do Município Y, afirma que segundo a lei orgânica do município, compete ao prefeito apresentar proposta de Lei Complementar para regular o exercício do direito à aposentadoria especial dos servidores públicos municipais, efetivandose, assim, o direito previsto na constituição estadual a tal benefício: Lei orgânica do Município Y. Art. 51 Compete, exclusivamente, ao Prefeito a iniciativa dos projetos de lei que disponham sobre: (...) III regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria dos servidores. Constituição do Estado de São Paulo. Artigo 126 Aos servidores titulares de cargos efetivos do Estado, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. (...) § 4º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo, ressalvados, nos termos definidos em leis complementares, os casos de servidores: I. portadores de deficiência; II. que exerçam atividades de risco; III. cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. Com base na hipotética situação e, considerando que a Constituição Paulista atribui competência ao Tribunal de Justiça para julgar ações que visem combater a inexistência de norma regulamentadora estadual ou municipal de qualquer dos Poderes, inclusive da Administração Indireta, que torne inviável o exercício de direitos assegurados na Constituição da República e na Constituição Estadual, atue na qualidade de advogado contratado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Município Y promova a medida judicial cabível para atender aos interesses de Teresa e demais associados, atentando-se para os requisitos formais da medida judicial a ser elaborada.