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Estudo de caso
Introdução
A prática do psicólogo em prisões femininas requer uma compreensão das questões únicas enfrentadas por mulheres em encarceramento. Muitas vezes, essas mulheres apresentam um histórico de violência, abuso, dependência química e traumas profundos. Além disso, as necessidades socioassistenciais e de saúde mental delas são distintas, necessitando de intervenções que abordem tanto os aspectos psicológicos quanto sociais de suas vidas.
Caso: Maria, Uma Mulher em Processo de Reabilitação
Contexto:
Maria, 28 anos, está cumprindo uma sentença de 8 anos por tráfico de drogas. Antes de sua prisão, Maria vivia em uma situação de extrema vulnerabilidade, sendo mãe solteira de dois filhos pequenos, sem suporte familiar e envolvida em um relacionamento abusivo. Desde que foi presa, seus filhos foram colocados sob a guarda do Estado, o que aumentou seu sentimento de culpa e desespero. Maria tem um histórico de depressão, agravado pela situação atual.
Problema Apresentado:
Maria apresenta sintomas de depressão severa, incluindo insônia, falta de apetite, baixa autoestima e um sentimento constante de desesperança. Ela expressa uma profunda preocupação com o bem-estar de seus filhos e um medo constante de perder o vínculo com eles. Maria também relata que tem dificuldades em se adaptar à vida na prisão, sentindo-se isolada e sem apoio.
Objetivo do Psicólogo:

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