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Unidade 2 - História da Arte Ana Luisa Madeira de Toledo Serrain Iniciar Introdução A passagem do ser humano pelo planeta é de longa data. Através do legado das manifestações criativas para o concreto, a História da Arte demonstra quantas indagações e formas foram feitas e refeitas na busca da identidade humana e preocupação com a sua sobrevivência. É largamente notória a utilização de elementos da linguagem visual e suas articulações imagéticas. A contribuição das obras artísticas em várias vertentes para o estudo é tão abrangente que se faz necessário à divisão de fatos em períodos estabelecidos por um marco de grande relevância. Nesta unidade iremos discorrer sobre Idade Média, analisando as expressões re�etidas pela História da Arte. Bons estudos! 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 1/16 1. Pensando na idade medieval Neste primeiro momento, para entendermos a arte na Idade Média e podermos compreender os fundamentos de sua expressão e possibilidades de articulação de seus elementos, recursos e sua dimensão estética, iniciaremos com um relato resumido sobre a vida neste período. Desta forma, não devemos considerar apenas o desenvolvimento político, mas também investigarmos a vida do dia-a-dia nesse período, isto é, a articulação entre costumes e cultura. Na idade média, a situação social de todos os seres humanos já era determinada no nascimento, segundo a crença por Deus. Fossem camponeses ou nobres, burgueses de uma cidade ou cavaleiros. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 2/16 Figura 1 – Vestimentas utilizadas na idade média. Fonte: Costumes of all nations, 2019 1.1. Aspectos gerais do cotidiano Através da comparação da alimentação medieval com os padrões modernos, observamos que era limitada, já que a quantidade era superior a qualidade. Portanto, não podemos pensar numa dieta saudável, principalmente para o povo que não tinha recursos para incluir carnes no consumo diário. Os poucos animais que se criava serviam para ajudar no trabalho nos campos, não para alimentação. Apenas em momentos festivos, frangos, galinhas e coelhos representavam alguma variante para os trabalhadores da agricultura. O pão, presente em todas as refeições era de vários tipos de cevada, centeio e castanha. Para quem vivia de produtos da terra, tinham na mesa também verduras e legumes. Já a nobreza consumia os melhores tipos de carne, que assavam no espeto, como porco, cabrito e veado. Alimentavam-se ainda de ovos e peixes. Para comer sopa usavam malgas que se chamavam: tigelas, se fossem de barro; e de escudelas, se fossem de madeira ou de prata. A carne e o peixe eram servidos sobre fatia de pão que mais tarde foram substituídas por pequenas taboas. Utilizavam as facas e as colheres, mas ainda não tinham os garfos. A água e o vinho eram servidos em copo com asa. Ainda não tinham resolvido satisfatoriamente o problema de abastecimento de água potável, sistema de esgoto ou remoção do lixo. Portanto, havia falta de higiene, e em consequência proliferavam-se epidemias, levando a morte grandes multidões. A medicina era precária pelo pouquíssimo conhecimento do corpo humano e muito “achismo”, somente os sacerdotes tinham algum conhecimento através de estudos. Falando um pouco das mulheres, é certo que vivam em piores condições do que os homens, embora as senhoras da nobreza, e mais tarde as burguesas, tivessem uma vida diferente daquela levada pelas mulheres das áreas rurais. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 3/16 No campo, os jovens eram necessários como ajuda e eram educados para isso pelos pais. As crianças nobres desfrutavam de uma infância com mais regalia, na qual brincar fazia parte por alguns anos a mais. Mesmo assim, independente da classe social, eram preparadas para a sua vida adulta. A ideia de juventude, inclusive, é algo estabelecido culturamente. Apenas com o tempo este espaço de aprendizagem e vivência com menores responsabilidades sociais se tornou algo consensual socialmente. À época, não era nada incomum um jovem de 13 anos ser considerado adulto e apto a servir militarmente, em batalhas e guerras. Da mesma forma, meninas de pouca idade já eram designadas ao casamento. 2. A função da arte É importante não apenas apreciar a beleza estética, mas também a função da obra de arte. Temos que pensar na intenção do artista e sua inclusão no contexto visual da sua obra. Ainda hoje, não apenas no medievo, o visual tem força de comunicação. Visto na era rupestre, os primeiros homens terem se servido da pintura antes de escrever as primeiras palavras. E mesmo nesta nossa época de estudo, milhares de anos depois, a ampla maioria da população ainda não tinha conhecimento da leitura e da escrita, pensando em uma sociedade mapeada pela religião. A imagética medieval usava temas também com a �nalidade de comunicação para estabelecer o preceito político e social. Ao historiador da arte, não cabe apenas analisar a beleza estética, mas também a função da obra. Pensando nessa sinalização de Georges Duby (1997), temos como premissa a intenção do artista e a sua inclusão num contexto provedor da obra resultante. 2.1. Análise imagética medieval Dando continuidade ao assunto, leremos informações sobre a importância deste título. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 4/16 Autores como: Erwin Panofsky (1991) Arquitetura Gótica e Escolástica; do pensamento de Umberto Eco (2010) em outra obra sua intitulada Arte e Beleza na Estética Medieval; e de Georges Duby (1997) em História Artística da Europa contribuíram para a compreensão não só da obra em si, mas também para os �uxos de pensamento que motivaram as obras, tal como imagens e arquiteturas. Desta forma, tornaram possível uma exposição da trama cultural de sociedades passadas, pois não teceram somente uma análise técnica e estética da obra, mas desvelaram também a história cultural, política e social, tornando possível a compreensão em espectro amplo das sociedades passadas. 3. Arte românica O período da Arte Românica é muito amplo. Atualmente designamos românico para o período ente o séc. lX e XIII. As características mais signi�cativas da arquitetura românica são: 1. Abóbadas em substituição ao telhado das basílicas; 2. Arcos em 180 graus; 3. Torres que aparecem no cruzamento das naves ou na fachada; 4. Aberturas raras e estreitas usadas como janelas; 5. Pilares maciços e paredes espessas. Foram nas igrejas que o estilo românico se desenvolveu em toda sua plenitude. Suas formas básicas são facilmente identi�cáveis. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 5/16 Figura 2 – Igreja Notre-Dame la Grande de Poiteres, França. Fonte: Notre-Dame La Grande Você sabia? O termo igreja vem de uma palavra grega que signi�ca casa do senhor. A palavra igreja tem muitos signi�cados. No início do cristianismo signi�cava culto a Deus por um grupo de cristãos. Devido à diversidade de religiões cristãs, não existe um modelo único de igreja. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 6/16 Figura 3 – Planta das igrejas românicas. Fonte: LEMOS, Sueli, 2013 3.1. Atividades artísticas Na Idade Média, as diversas atividades artísticas somavam-se entre si para realizações e decorações. A igreja utilizava a pintura e a escultura para ilustrar e narrar histórias bíblicas,pois era uma época em que poucos sabiam ler. Os pintores usavam temas religiosos. A deformação é uma das características da pintura românica, citando como exemplo a �gura de Cristo sempre maior do que as outras que o cercam. O colorismo era empregado o uso de cores chapadas, sem preocupação com os meios tons ou jogos de luz e sombra. Não se preocupavam em imitar a natureza. O afresco é uma técnica de pintura em paredes, teto de gesso ou revestidas com argamassa ainda fresca, e geralmente assume a forma de mural. Os pigmentos precisam ser diluídos apenas em água e conforme a superfície for secando, ocorre o ressequir também do desenho, que se agrega à superfície com a �xação duradoura. O afresco é bastante utilizado em igrejas e edifícios públicos. E serão feitas sempre obra em grandes proporções. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 7/16 Figura 4 – Afresco de Michelangelo Fonte: MET. The Story Behind the Sistine Chapel’s Stunning Ceiling by Michelangelo, 2019 O mosaico é uma arte decorativa milenar, do grego Mouseîn (relativo a musas). É uma colagem de pequenas peças (vidro, mármore, cerâmico ou conchas). Formando um efeito visual que envolve organização, combinação de cores, de matérias e de �guras geométricas, além de ser necessárias criatividade e paciência. As esculturas são de imaginação excepcional, sempre ligadas à arquitetura. Tinham imitação de formas rudes, curtas ou alongadas, e ausência de movimentos naturais. Chamamos de iluminuras os ornamentos presentes nos livros e manuscritos efetuados com recurso ao desenho, pintura e aplicação de folha metálica. Temas favoritos: cenas bíblicas, os passos da paixão de cristo, episódios da vida dos santos e cenas mitológicas. Normalmente, esses ornamentos tinham letras iniciais decoradas com símbolos religiosos e nesta época de objeto de estudo, essencialmente feita por monges. Você sabia? 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 8/16 Figura 5 - Apocalipse do Lorvão. Fonte: Penacova Actual, 2019 A iluminura era muito usada no medieval, mas podemos dizer que seu conhecimento é de longa data cronologia e geográ�ca, somando manifestações artísticas muito variadas, como o exemplo das iluminuras originárias do Egito, do mundo mulçumano e Hindu . Em Portugal , o manuscrito iluminado mais importante que chegou até aos nossos dias é o Apocalipse do Lorvão, datado de 1189, terá sido realizado no Mosteiro do Lorvão, perto de Coimbra. Encontra-se atualmente no arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, e foi considerado memória do mundo pela UNESCO. 4. Arte gótica Este estilo cresceu na Europa, sobretudo na França ao longo da baixa idade média e é conhecido como a Arte das catedrais. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 9/16 A Arte Gótica re�ete o desenvolvimento das cidades. Porém não devemos esquecer que o desenvolvimento da época ainda ocorre preso à religiosidade, que nesse período se transforma com a escolástica, contribuindo para o desenvolvimento racional das ciências, tendo Deus como elemento supremo. Portanto, essa renovação artística por maior exatidão dos seus traços, expressa a harmonia divina. 4.1. Atividades artísticas A arquitetura foi a maior expressão da arte gótica, espalhando- se por diversas regiões da Europa, principalmente com as imponentes construções de igrejas. Figura 6 - Catedral de Milão, Itália. Fonte: Italy Museum, 2019 A pintura teve uma considerável relevância na Arte Gótica, pois intencionalmente transmitiu não apenas a tradicional cena que marca a religião, como também leveza e pureza da religiosidade, com a clareza de objetivo de emocionar o espectador. Caracterizada pelo naturalismo e simbolismo, utiliza principalmente de cores claras. Você sabia? Em estreito contato com iconogra�a cristã, a linguagem das cores era completamente de�nida: o azul era a cor da Virgem Maria, e o marrom, a de São João 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 10/16 A arte da escultura rapidamente se desenvolveu neste período. Os escultores se aprimoram nesta técnica, realizando obras de arte de nível tão elevado que raras vezes foram igualadas na história. Figura 7 – Escultura gótica. Arte, cultura e educação. Fonte: Beatrix, 2019 Batista. A manifestação da ideia de um espaço sagrado e atemporal, alheia da vida mundana foi conseguida com a substituição da luz por fundos dourados. Essas técnicas e conceitos foram aplicados tanto na pintura de mural quanto na estrutura ornamental em pedra ou talha de madeira que se eleva na parte posterior de um altar e na iluminação de livros. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 11/16 Figura 8 – Diferenças entre o estilo românico e gótico 5. Arte bizantina O estilo de Arte Bizantina da Idade das trevas ou início da Arte Medieval foi criado em grande parte para igreja ortodoxa oriental. Características da Arte Bizantina: 1. Totalmente plana e sem perspectiva; 2. Não utilizava recursos de sombras; 3. A Arte Bizantina destacava rostos longos, estreitos e solenes; 4. Não se preocupavam em retratar o realismo; 5. Utilização de tons sombrios; 6. Pintura voltada para Arte Cristã. 5.1 Atividades artísticas A arquitetura desse período é perfeitamente representada pela Basílica de Santa So�a, que agrega signi�cativos elementos do bizantino. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 12/16 Figura 9 - Basílica de Santa So�a (Hagia Sophia). Fonte: Greek City Times, 2019 Monumento arquitetônico religioso que marca a cidade de Istambul. Possui uma sequência histórica que se destaca. Suas paredes e pilares são revistos de mármore branco da Frigia, verde da Lacônia, azul da Líbia e preto Céltico. Seu interior encontra-se decorado com inúmeros painéis de mosaicos, tanto geométrico quanto �gurativo. Tralles Anthemius, foi um sábio grego que por ordem de Imperador Romano Justiniano, junto com seu assistente Esidoro Mileto, construiu a igreja de Santa So�a em Constantinopla. O nome original do edifício foi provavelmente “Megale Ekklesia” - A Grande Igreja, e posteriormente �cou como SOPHIA (sem acrescentar o termo santa), esta denominação com Santa tornou-se popular no séc. V Dc. Este termo signi�ca palavra de Cristo feito Homem – Sabedoria de Deus feito homem (encarnada na forma humana). Este signi�cado remonta aos tempos iniciais do cristianismo. A pintura não teve amplo desenvolvimento, pois sofreu forte obstáculo devido ao movimento iconoclasta. Este foi o nome dado para o movimento de contestação a 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 13/16 veneração de ícones religiosos, conhecido como iconoclastia, que teve seu surgimento no séc.Vll, durante o Império Bizantino. A escultura continuou dentro dos parâmetros naturalistas da Grécia. Embora a igreja não estivesse feliz com esta maneira estatuaria, foi o método artístico que melhor representou o culto a imagem do imperador. De grande importância, os relevos de onde os soberanos imortalizaram a história de suas vitórias. Apesar de ainda com a aparência clássica, a representação ideal superou a real, dando preferência a postura frontal mais solene. Também temos a escultura em mar�m. Proliferou o trabalho em ouro e prata, comincrustações de pedras preciosas, porém não restaram muitas obras que chegaram até aos nossos dias. 6. Outras artes na idade média Podemos dizer que não foi diferente em relação à música a sua subordinação à religiosidade (cristianismo) e à Igreja Católica. Notamos quanto aos principais temas musicais deste período, a abordagem de passagens bíblicas, relatos da vida de santos, rezas e orientações religiosas. Normalmente, essas músicas eram tocadas em igrejas (durante as missas) e nos mosteiros (cantada pelos monges), como no caso do canto gregoriano. A música laica (não religiosa) era tocada nas festas do castelo, nas ruas e também tavernas. Vale ressaltar como curiosidade os principais gêneros musicais medievais: 1. Canções Trovadorescas (eram poemas satíricos ou amorosos musicalizados), muito comuns em Portugal durante o séc. Xll e Xlll; 2. Moteto (músicas formadas pelas misturas de dois ou mais textos de temas diferentes), de caráter popular, na maioria das vezes sátiras; 3. Missa Preto eram músicas cantadas por coros durante as missas católicas, 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 14/16 portanto, com caráter religioso. 4. Conductus era cantado por pessoas participando da procissão religiosa católica. 5. Hoqueto é fragmentado em várias partes que eram distribuídas entre diferentes instrumentos musicais. O teatro da época não era baseado em texto escrito, mas também com forte in�uência religiosa. A partir do séc. Xll, as atuações eram feitas ao ar livre, envolvendo os milagres da vida dos santos, além dos mistérios da representação da fé e as moralidades, com objetivo didático. Posteriormente as apresentações teatrais já não dependem da liturgia da igreja, representando vícios e virtudes humanas, como orgulho, piedades, amor, raiva e esperança. Nitidamente delineando o lado emocional do ser humano. Imbuído os costumes da sociedade desta época. Síntese Nesta etapa continuamos nosso trajeto em observância do desenvolvimento e desenrolar de conhecimentos na História da Arte, exercitando a concentração, direcionando o foco especí�co no objeto de estudo que nos auxilia no aprofundamento das autodescobertas. Você conheceu manifestações do período medieval, analisou o contexto perante a perspectiva sociocultural, descobriu marcos e fatos históricos relevantes neste período, e ainda os relacionaram as manifestações artísticas culturais. Agora está apto para associar o ensino da História da Arte à pesquisa para capacitação na escrita na dissertação, elaboração de projetos ou relatórios. Neste capítulo você teve a oportunidade de aprender sobre: • Pensando na Idade Medieval; • Re�etindo: A função da arte não só como estética, mas também como objeto de estudo para historiadores de civilizações passadas; • Arte Românica; • Arte Gótica; 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 15/16 • Arte Bizantina; • Outras Artes na Idade Média. Download do PDF da unidade Bibliografia BAGNOLI, Giovanni. Curso de História da Arte – Spazio Italiano, 2017. BRIOSCHI, Gabriela. Arte hoje . São Paulo: FTD S.A., 2003. DUBY, Georges. História Artística da Europa . São Paulo: Paz e Terra,2002. ECO, Umberto. Arte e Beleza na Estética Medieval . São Paulo: Globo,2010. PANOFSKY, Erwin. Arquitetura Gótica e Escolástica. São Paulo: Martins, 1991. 14/11/2024, 17:24 EDU_HISART_19_E_2_FECHADO https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/EDU_HISART_19/unidade_2/ebook/index.html#section_4 16/16