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1 UNOPAR PSICOPEDAGOGIA - BACHARELADO Cidade 2020 Cidade 2020 Cidade Dias D´Ávila 2024 DADIAN DOS SANTOS ALMEIDA ROTEIRO DE PRÁTICA DAS TEORIAS E TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO EM PSICOPEDAGOGIA 2 Dias D´Ávila 2024 ROTEIRO DE PRÁTICA DAS TEORIAS E TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO EM PSICOPEDAGOGIA DADIAN DOS SANTOS ALMEIDA 3 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS EXIGIDAS PELO ROTEIRO ATIVIDADE 1- Preencher as características dos procedimentos básicos solicitados de acordo com a tabela a seguir 4 Instrumentos avaliativos TDE: Teste de desempenho escolar Provas Operatórias Técnicas projetivas HTP Desenhos Qual o objetivo deste instrumento avaliativo? Avaliar o nível de aprendizado e o desempenho acadêmico dos alunos em diferentes áreas do conhecimento. Avaliar habilidades práticas, competências técnicas e capacidades de aplicar conhecimentos em situações reais. Avaliar a personalidade, comportamento, necessidades, interesses, pensamentos, sentimentos e emoções para diagnosticar conflitos internos e desenvolver planos de intervenção. Avaliar a personalidade, comportamento e características individuais. Identificar necessidades, interesses, motivações e valores. Analisar pensamentos, sentimentos e emoções. Diagnosticar possíveis conflitos internos ou dificuldades emocionais. Avaliar a autoestima, autoconceito e autoimagem. Observar a coordenação motora fina. Avaliar a percepção espacial e visual. Identificar padrões de pensamento e comportamento. Analisar a representação da realidade. Desenvolver habilidades de observação e interpretação. Quais são habilidades estimuladas? Habilidades Acadêmicas 1. Leitura e interpretação de textos 1. Habilidades manuais e técnicas. 2. Capacidade de resolver problemas 3. Aplicação de 1. Expressão criativa 2. Comunicação não verbal 3. Pensamento simbólico Habilidades Cognitivas 1. Pensamento simbólico e imaginativo 2. Capacidade de Habilidades Cognitivas 1. Criatividade 2. Imaginação 3. Pensamento 5 2. RaciocíniO lógico e matemático 3. Escrita e expressão clara 4. Organização e memorização do conhecimento Habilidades Sociais e Pessoais 1. Autonomia e autoconfiança 2. Pensamento crítico 3. Colaboração e comunicação 4. Desenvolvimento integral conceitos teóricos em prática 4. Desempenho em tarefas específicas 5. Capacidade de trabalhar com equipamentos, instrumentos ou materiais 4. Imaginação 5. Autoconhecimento 6. Autoexpressão 7. Capacidade de representar sentimentos e emoções 8. Desenvolvimento da criatividade e da intuição. representação gráfica 3. Criatividade 4. Observação e percepção Habilidades Emocionais 1. Autoconhecimento e autoestima 2. Expressão emocional 3. Empatia 4. Regulação emocional Habilidades Sociais 1. Comunicação não verbal 2. Interpretação de relações interpessoais 3. Desenvolvimento da imaginação social 4. Capacidade de expressar necessidades e desejos simbólico 4. Observação 5. Percepção 6. Memória visual 7. Resolução de problemas Habilidades Motoras 1. Coordenação motora fina 2. Controle motor 3. Destreza manual 4. Precisão Habilidades Emocionais e Sociais 1. Autoexpressão 2. Autoconhecimento 3. Empatia 4. Comunicação não verbal 5. Regulação emocional 6. Autoestima Habilidades Artísticas 1. Expressão plástica 2. Criatividade artística 3. Originalidade 6 4. Estética Habilidades Psicológicas 1. Autoanálise 2. Reflexão pessoal 3. Identificação de emoções 4. Desenvolvimento da introspecção Descreva quais são as orientações de cada instrumento para a aplicação. (TDE): Definir objetivos, informar conteúdo, garantir ambiente tranquilo e fornecer feedback. Definir habilidades práticas, critérios de avaliação e fornecer feedback construtivo. Criar ambiente seguro, explicar propósito e interpretar respostas com sensibilidade. Explicar instruções, criar ambiente relaxante e analisar desenhos com cuidado. Definir tema, permitir criatividade e fornecer feedback construtivo. Quanto tempo é necessário para a aplicação? Teste de Desempenho Escolar (TDE): 1-3 horas 1-2 horas (ou mais, dependendo da complexidade) 30 minutos-1 hora 30-60 minutos 30 minutos-1 hora 7 ATIVIDADE 2- Considerando um contexto no qual fosse um psicopedagogo atendendo Luisa, utilizaria o instrumento “jogo” de forma estratégica para facilitar sua interação social e estimular suas habilidades de comunicação e colaboração. A partir da compreensão da idade de Luisa, que tem nove anos, os jogos podem ser muito eficazes para promover interações sociais. Nessa fase do desenvolvimento, as crianças já têm uma compreensão mais avançada das regras e dinâmicas de grupo. Segundo Huizinga (1949), “o jogo é uma atividade livre, que se desenrola em um espaço e tempo próprios, onde a criança pode expressar sua criatividade e espontaneidade”. Para a situação apresentada, jogos cooperativos seriam os mais indicados. Esses jogos incentivam a colaboração em vez da competição, ajudando Luisa a se sentir mais confortável ao trabalhar com os colegas. Exemplos incluem jogos como "A Teia", onde as crianças precisam passar um fio entre si sem deixá-lo cair, ou "Caça ao Tesouro", onde elas devem trabalhar juntas para encontrar pistas. É fundamental que a atividade seja divertida e envolvente; o prazer de brincar deve ser central na intervenção. Ao escolher jogos que estimulem a espontaneidade e a criatividade, como dramatizações ou criação de histórias em grupo, Luisa poderá se soltar mais facilmente. Durante as sessões, iniciaria explicando as regras do jogo de forma clara e simples, garantindo que Luisa compreenda o objetivo da atividade. Facilitando o início da interação, participaria junto com ela para que se sinta mais segura. Durante o jogo, incentivaria Luisa a expressar suas ideias e sugestões e a ouvir os colegas, reforçando positivamente quando ela se envolver com os outros. Esperaria que Luisa começasse a interagir gradualmente com os colegas, compartilhando ideias e colaborando nas tarefas do jogo. Como destaca Vygotsky (1998), “o aprendizado se dá em um contexto social onde a interação é fundamental para o desenvolvimento das habilidades cognitivas”. O jogo é essencial para o desenvolvimento infantil porque oferece um espaço seguro onde as crianças podem explorar suas emoções, praticar habilidades sociais e aprender a resolver conflitos. No contexto do jogo, Luisa terá a oportunidade de desenvolver empatia ao entender as perspectivas dos colegas, além de aprender a se comunicar efetivamente. Através da brincadeira, ela pode construir relacionamentos 8 mais saudáveis e aprender a trabalhar em equipe — habilidades fundamentais não apenas para o ambiente escolar, mas também para sua vida futura. Essa abordagem lúdica não só ajudaria Luisa a se sentir mais à vontade em interações sociais como também contribuiria significativamente para seu aprendizado geral e desenvolvimento emocional. REFERÊNCIAS HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1949. VYGOTSKY, Lev S.; A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1998. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS EXIGIDAS PELO ROTEIRO