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Supply Chain Management - SCM Objetivo: Visão expandida da Administração de Materiais abrangendo a gestão de toda a Cadeia de Suprimentos de forma integrada. Enquanto a logística integrada corresponde à gestão da integração interna das atividades, o Supply Chain Management corresponde, à gestão da integração interna e externa, pois estende a coordenação dos fluxos de materiais e de informações aos fornecedores e ao cliente final. Supply Chain Management Definição Cadeia de Suprimentos ou Abastecimento (Supply Chain): É a integração de processos e componentes de organizações (empresas), através dos quais ocorre o fluxo de materiais. Cadeia de valor: Valores agregados do momento do pagamento as matérias-primas até o recebimento pela venda dos produtos acabados. Unidade Virtual de Negócios Conjunto de Unidades de Negócios (geralmente empresas distintas) que compõe uma determinada Cadeia de Suprimentos. Conceitos São Unidades Virtuais de Negócios formadas por coleções de unidades de negócios, tais como: Plantas de manufatura, centros de distribuição, meios de transporte, pontos de venda… Ligadas em processos de suprimento de produtos ou de serviços, desde a origem até o consumidor final. As Unidades Virtuais de Negócios formam Supplies Chains com fortes parcerias (outsourcing) entre as unidades de negócios envolvidas. Supplies Chains Outsourcing Parte dos produtos e serviços utilizados por empresa da Cadeia de Suprimentos são providos por empresa externa, em um relacionamento de colaboração e interdependência. Relação de parceria com um ou mais fornecedores da Cadeia de Suprimentos, numa decisão estratégica de difícil reversão. Terceirização ou Sub-contratação É apenas um negócio, uma decisão operacional, mais restrita e relativamente de mais fácil reversão. Outsourcing na Supply Chain Outsourcing: Gerenciamento de sistemas coorporativos, gerenciamento de frota, gestão de segurança corporativa, gestão de estoques e outros serviços que necessitem de equipamentos, know-how e mão-de-obra especializada. Terceirização: Serviços gerais e segurança, manutenção predial e de veículos (oficinas) que quase sempre não requerem conhecimentos técnicos específicos. Outsourcing na Supply Chain Exemplos http://www.google.com.br/imgres?q=limpeza&um=1&hl=pt-BR&sa=N&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=558&tbm=isch&tbnid=5sqtJp9Lr-h6TM:&imgrefurl=http://macrorio.com.br/macrorio/servico.htm&docid=g3TqV1w2c_BH5M&w=300&h=315&ei=scF0TuWCCcjZgQfu7rD3DA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=limpeza&um=1&hl=pt-BR&sa=N&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=558&tbm=isch&tbnid=5sqtJp9Lr-h6TM:&imgrefurl=http://macrorio.com.br/macrorio/servico.htm&docid=g3TqV1w2c_BH5M&w=300&h=315&ei=scF0TuWCCcjZgQfu7rD3DA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=gest%C3%A3o&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=vXxxKhxfvBFtGM:&imgrefurl=http://www.novasdodia.com/curso-de-gestao-empresarial-a-distancia-gratis/&docid=1KB8ePyORsMTlM&w=500&h=332&ei=N8J0TrDoKYeRgQeJx6WBDQ&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=gest%C3%A3o&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=vXxxKhxfvBFtGM:&imgrefurl=http://www.novasdodia.com/curso-de-gestao-empresarial-a-distancia-gratis/&docid=1KB8ePyORsMTlM&w=500&h=332&ei=N8J0TrDoKYeRgQeJx6WBDQ&zoom=1 Uma Unidade de Negócios pode participar de diversas Unidades Virtuais de Negócios. Exemplo: Empresas de autopeças participam de Unidades Virtuais de Negócios lideradas por grandes montadoras. O Consórcio Modular formado pela VW com os fornecedores de autopeças na sua fábrica de caminhões e chassis de ônibus. Unidades Virtuais de Negócios A competição ocorre entre Unidades Virtuais de Negócios http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=64RA71ae7bIRRM:&imgrefurl=http://www.publiracin.dominiotemporario.com/index1.asp?bm%3Dm%26c%3D0%26ed%3D1%26s%3D91%26m%3D0%26ma%3D2014&docid=k0Gd3NTO6dIygM&itg=1&w=2835&h=1890&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=64RA71ae7bIRRM:&imgrefurl=http://www.publiracin.dominiotemporario.com/index1.asp?bm%3Dm%26c%3D0%26ed%3D1%26s%3D91%26m%3D0%26ma%3D2014&docid=k0Gd3NTO6dIygM&itg=1&w=2835&h=1890&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1 http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1 A VW controla a qualidade e o desenvolvimento do produto e o consórcio a redução nos custos de produção, investimento, estoques e tempo. Os parceiros não participam do lucro final dos produtos: continuam sendo fornecedores, só que montam as peças que vendem e compartilham a infra-estrutura. Unidades Virtuais de Negócios CASE: Consórcio VW Parceiros (unidades de negócio): Maxion (montagem do chassi), Arvin Meritor (eixos e suspensão), Remon (rodas e pneus), Powertrain (motores), AKC (armação da cabina), Carese (pintura) e Continental (tapeçaria). A SCM rompe as fronteiras organizacionais e prega a plena integração dos membros da cadeia de suprimentos representando a integração de atividades externas que compreendem o suprimento das matérias-primas e a entrega ao consumidor final. Supply Chain Management - SCM CADEIA DE SUPRIMENTOS MERCADO E DEMANDA COMPETIÇÃO INTENSA GLOBALIZAÇÃO CULTURA E REGRAS GOVERNAMENTAIS INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO MEIO AMBIENTE A SCM deve considerar todos os elementos que influenciam a Supply Chain Supply Chain Management - SCM ABRANGÊNCIA… COMPRASCOMPRAS PRODUÇÃOPRODUÇÃO VENDA E DISTRIBUIÇÃO VENDA E DISTRIBUIÇÃO FF FF FF FF FF CC CC CC CC CC CC CC Fornecedores de segunda camada Fornecedores de primeira camada EMPRESA Clientes de primeira camada (atacadista) Clientes de segunda camada (varejista) Clientes de terceira camada (consumidor) . . . . . . ... ... . . . . . . . . . Logística de aquisição Logística de produção Logística de distribuição LOGÍSTICA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Fluxo de serviços Fluxo de informações Legenda:Supply Chain Management - SCM FOCAL Otimizar as relações entre as Unidades de Negócios da Cadeia de Suprimentos, atendendo o consumidor, reduzindo os custos e adicionando valor aos produtos. Redução dos custos: Redução do volume de transações de informações, dos custos de transporte e estocagem e da variabilidade da demanda de produtos e serviços. Adição de valor: Criação de produtos e serviços customizados, desenvolvimento conjunto de competências distintas, para que, fornecedores e clientes, aumentem a lucratividade. Objetivos da SCM 1 - Desenvolvimento conjunto de produtos: O envolvimento dos fornecedores desde os estágios iniciais do desenvolvimento de novos produtos tem proporcionado redução de tempo e de custosde desenvolvimento. 2 - Envolvimento da logística no desenvolvimento dos produtos: Visa a concepção de produtos que facilitem o desempenho da logística da Cadeia de Suprimentos, geralmente envolvendo a escolha de um operador logístico eficiente. Ações de SCM Otimização da Supply Chain 3 - Reestruturação da quantidade de fornecedores e clientes: Aprofundar as relações de parceria valorizando os relacionamentos de colaboração. 4 - Compartilhamento de informações entre clientes e fornecedores: Integrar informações utilizando sistemas de TI como o Electronic Data Interchange - EDI. Exemplo: Integração das informações entre fornecedores, clientes e operadores logísticos permitido a reposição automática do produto na prateleira do cliente com o emprego de Efficient Consumer Response - ECR. Ações de SCM Os gestores da cadeia de suprimentos têm papel semelhante ao de um gestor de carteira de ações… Conseguir o maior lucro possível variando os níveis de risco da cadeia de suprimento e fazer isso de forma eficiente. RISCOS: a) ATRASOS: As organizações podem evitar atrasos, ou pelo menos se preparar para eles, ao posicionar e dimensionar, de forma apropriada e econômica, suas reservas de capacidade e estoque. Gestão de Riscos da Supply Chain Ações de SCM b) INTERRUPÇÕES: A descontinuidade no fluxo de matéria-prima em qualquer ponto da cadeia de suprimento é um problema imprevisível e raro, mas bastante prejudicial. As interrupções podem acarretar alta de preços. Para se prevenir, as empresas podem investir em estoque ou contar com mais de um fornecedor - afinal, é improvável que todos tenham problemas ao mesmo tempo. Manter estoques para uma situação desse tipo pode sair caro, já que o estoque estaria sendo mantido como contingência. Ações de SCM c) QUEBRA DE SISTEMAS: Quanto mais os sistemas de informação de uma empresa estão estruturados em rede, maior é a ameaça de que uma falha em algum ponto da cadeia cause um colapso geral. CASE: O vírus de computador "Love Bug", que, em 2002, infectou o Pentágono, a Nasa e a Ford, entre outras organizações, causando prejuízos de bilhões de dólares. Ações de SCM d) PREVISÕES ERRADAS: Muito baixas, podem acarretar produtos insuficientes para venda. Muito altas levam ao excesso de estoque e à queda nos preços. Tempo de produção (lead time) longo, demandas sazonais, grande variedade de produtos e ciclos de vida mais curtos de alguns produtos são fatores que aumentam a possibilidade de erros de previsão. Os erros de previsão tendem a ser maiores quando poucos consumidores fazem grandes compras, quando muitos consumidores fazem pequenas compras os erros são menores. Ações de SCM e) RISCOS DE AQUISIÇÃO (procurement): Referem-se a aumentos imprevistos no custo, como resultado da flutuação cambial ou de reajustes de preços. CASE: O enfraquecimento do dólar norte-americano elevou os custos das empresas que compram produtos na Europa. O esforço contra a queda do dólar levou ao aumento do preço do petróleo, criando problemas para o setor petroquímico. Ações de SCM f) EXCESSO DE ESTOQUE: Estoque alto afeta o desempenho financeiro. CASE: No final do ano 2000, o setor de computadores pessoais carregava 12 semanas de estoque. Na época, a combinação fatal de excesso de estoque e preços em queda atingiu muitas companhias, entre elas a Compaq. O risco depende de três fatores: Valor do produto, Taxa de obsolescência e a Incerteza na relação entre oferta e demanda. O risco aumenta com a maior variedade de produtos. Ações de SCM f) EXCESSO DE ESTOQUE: “EFEITO CHICOTE” Pequenas flutuações na demanda no cliente são responsáveis por elevadas variações no estoque, daí a analogia com um “chicote”. É o aumento da variação de uma demanda ao longo da cadeia de suprimentos do cliente final ao fornecedor inicial. Gera falta de balanceamento da cadeia de suprimentos: Isto gera grandes estoques para amortecer a variabilidade. Ações de SCM A figura permite ter uma visão geral deste fenômeno. A linha vermelha indica a demanda de cada elo. Sentido do efeito A integração de todos os processos inter-organizacionais da Cadeia de Suprimentos é impraticável. A integração depende de cada situação. Os níveis de integração variam de um caso para outro e ao longo do tempo. Alguns processos são mais críticos e os recursos são limitados, portanto concentrar os esforços, é fundamental. Ações de SCM Integração de Processos da Supply Chain Empresa Focal: É aquela a partir da qual a cadeia de suprimentos é analisada, tanto nas ligações desta com os fornecedores de matérias- primas, quanto com os demais membros posteriores a ela. Ações de SCM Integração de Processos da Supply Chain Cada empresa de uma cadeia de suprimentos, além de pertencer a outras, possui sua própria cadeia de suprimentos. Fonte: Lambert (1998) Processos Gerenciados (Managed Process Links): São Processos Críticos que a Empresa Focal considera importante integrá-los e gerencia-los. Processos Monitorados (Monitored Process Links): Não são Processos Críticos, mas são importantes para a Empresa Focal que manter algum vínculo, mesmo que sejam gerenciados por outros membros da Cadeia de Suprimentos. A Empresa Focal monitora essas atividades através de auditorias. Ações de SCM Tipos de Integração de Processos da Supply Chain Processos Não-gerenciados (Non-managed Process Links): A Empresa Focal não está diretamente envolvida, processo não crítico o suficiente para que sejam investidos recursos na sua gestão ou monitoração. Outro membro da Cadeia de Suprimentos tem essa tarefa. Processos com não-membros (Non-member Process Links): Processos com “elementos” (empresas) que não pertencem a Cadeia de Suprimentos: Os “não membros”. Processos não considerados como parte da estrutura da Cadeia de Suprimentos da Empresa Focal, mas que podem ter implicações sobre o desempenho da Cadeia. Ações de SCM Tipos de Integração de Processos da Supply Chain Objetivo: Sistemas de Informações Logísticas, usados para melhorar o desempenho das empresas: Adequação dos custo operacionais Processos logísticos inteligentes Integração com fornecedores Emprego da SI na Supply Chain Management A logística era associada apenas ao fluxo de materiais, da matéria- prima até o produto acabado, sem integrar as várias funções existentes ao longo da cadeia. Essa visão evoluiu, priorizando a forma sistêmica de ver todas as atividades que se relacionam direta e indiretamente aos fluxos físico e de informação, como é o caso da gestão dos serviços terceirizados. A informação passou a ser tratada como um dos recursos mais importantes da organização, devendo se adequar aos diferentes níveis de planejamento, sendo entendida como o centro de um SIG. SI na SCM Sistema de Informações Logísticas - SIL Sistema Integrado, adquirido como “pacote de software”. Dá suporte a maioria das operações de uma empresa. SI na SCM ERP - Enterprise Resource Planning Integra todas as atividades da empresa: Finanças, marketing, produção, recursos humanos, compras, logística, etc. Torna mais rápido e preciso o fluxo de informação. Auxilia no processo de tomada de decisão empresarial. O SAP é um sistema que oferece um conjunto de módulos com diversas aplicações de negócio. Os módulos são integrados e contém a maior parte das funcionalidades necessárias às grandes corporações, incluindo manufatura, finanças, vendas e distribuição. Cada módulo é responsável por mais de 1000 processos de negócio, cada um deles baseado em práticas consagradas no mundo dos negócios. Pode ser configurado para administrar desde a estrutura corporativa até a política de desconto oferecida aos clientes. Real Time - Processa informações em tempo real ao longo da empresa onde estiver implementado. SAP - Systems, Applications and Products in Data Processing SAP - Brasil (http://www.sap.com/brazil) Sistema de Gerenciamento de Armazéns. Integra e processa as informações de localização de material, controle e utilização da capacidade produtiva de mão-de-obra. Gera relatórios para diversos tipos de acompanhamento e gerenciamento. Prioriza uma determinada tarefa em função da disponibilidade de um funcionário ou equipamento, informando a sua localização no armazém. SI na SCM WMS - Warehouse Management System Identificação via Radio Freqüência. Tecnologia de coleta automática de dados. Permite a codificação em ambientes não favoráveis e em produtos onde o uso de código de barras não é eficiente. Funciona com uma antena, um transmissor e um decodificador. Esses componentes interagem através de ondas eletromagnéticas que são transformadas em informações por um computador. SI na SCM RFID – Radio Frequency Identification Processo de monitorar um veículo. É possível monitorar a posição de um objeto, utilizando equipamentos de GPS com link de comunicação. GPS – Global Positioning System O receptor GPS localiza sua própria posição que é transmitida via link de comunicação para uma central que faz o monitoramento. GPS é um sistema mundial formado por rede de 24 satélites. SI na SCM AVL - Automatic Vehicle Location SI na SCM AVL - Automatic Vehicle Location Componentes do sistema AVL Tracker System Interface Fonte: GreyHawk Technologies, Inc. http://www.greyhawktech.com/AVLTracker.asp O DGPS foi desenvolvido com o intuito de reduzir os efeitos da SA (Selective Availability), uma degradação intencional adicionada ao sinal para evitar que o sistema GPS seja utilizado para fins militares sem autorização. A estrutura DGPS fornece informações precisas a respeito da localização do usuário através do emprego de estações base ou de referência fixas em terra. Estas estações, cujas coordenadas são conhecidas, monitoram os satélites visíveis em tempo integral e repassam os valores corrigidos aos receptores GPS que estão ao alcance. SI na SCM DGPS - Differential Global Positioning System Transceptor embarcado que transmite informações sobre o navio onde está instalado (dimensões, posição, rumo, velocidade, destino final e tipo de carga) e recebe as mensagens transmitidas pelos demais navios da região equipados com AIS, exibindo o conteúdo à tripulação através de telas gráficas ou de texto. Nome, número de identificação, dimensões, tipo; Calado, tipo de carga, destino e tempo estimado de chegada; Latitude e longitude, curso, velocidade, condições de navegação. http://www.marinetraffic.com SI na SCM AIS - Automatic Identification System O site MarineTraffic do apresenta informações dos navios nos mapas do Google Maps e no Google Earth, utilizando o AIS como fonte de dados. SI na SCM AIS - Automatic Identification System http://www.marinetraffic.com Sistema de Intercâmbio Eletrônico de Dados. As informações são transferidas de forma on line evitando a demora no input dos pedidos. SI na SCM EDI - Electronic Data Interchange Possibilita a consulta on line de informações (Ex: estoque). Auxilia funcionários (Ex: vendedores) da empresa, agilizando o processo de transmissão de dados. Sistema de Administração do Estoque pelo Fornecedor. Permite que o fornecedor verifique a necessidade de reposição de um produto ou matéria prima, no momento certo e na quantidade certa. Ferramenta fundamental para o emprego do JIT (Just-in-Time) na Cadeia de Suprimentos. Empregado nas empresas com um grande número de fornecedores e um amplo mix de produtos. SI na SCM VMI – Vendor Managed Inventory Resposta Eficiente ao Cliente. Práticas desenvolvidas por fabricantes, distribuidores e varejistas visando a eficiência nas atividades comerciais e operacionais entre as empresas. Realizar check outs nas saídas das mercadorias nos Pontos de Venda. Fornecedor e varejista, devem estruturar uma coleta de informação rápida usando o código de barras. Controle do estoque do Ponto de Venda deve ser feito pelo fornecedor usando VMI com transmissão de dados via EDI. TI na SCM ECR - Efficient Consumer Response Vendas são controladas no checkout Vendas geram previsão de estoques Estoque é reposto Itens são carregados e despachados Itens são selecionados Itens recebidos e desunitizados Fornecedor encaminha ao depósito Ordem de Aquisição do item é gerada Demanda de Suprimento do item é gerada CONSUMIDOR CONSUMIDOR DEPÓSITOFORNECEDOR ECR - Efficient Consumer Response