Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Supply Chain Management - SCM
Objetivo:
Visão expandida da Administração de Materiais abrangendo a gestão de
toda a Cadeia de Suprimentos de forma integrada.
Enquanto a logística integrada corresponde à gestão da integração
interna das atividades, o Supply Chain Management corresponde,
à gestão da integração interna e externa, pois estende a
coordenação dos fluxos de materiais e de informações aos
fornecedores e ao cliente final.
Supply Chain Management
Definição
Cadeia de Suprimentos ou Abastecimento (Supply Chain):
 É a integração de processos e componentes de organizações
(empresas), através dos quais ocorre o fluxo de materiais.
Cadeia de valor:
 Valores agregados do momento do pagamento as matérias-primas 
até o recebimento pela venda dos produtos acabados.
Unidade Virtual de Negócios
 Conjunto de Unidades de Negócios (geralmente empresas distintas)
que compõe uma determinada Cadeia de Suprimentos.
Conceitos
São Unidades Virtuais de Negócios formadas por coleções de unidades
de negócios, tais como:
Plantas de manufatura, centros de distribuição, meios de
transporte, pontos de venda…
Ligadas em processos de suprimento de produtos ou de serviços, desde
a origem até o consumidor final.
As Unidades Virtuais de Negócios formam Supplies Chains com fortes
parcerias (outsourcing) entre as unidades de negócios envolvidas.
Supplies Chains
Outsourcing
Parte dos produtos e serviços utilizados por empresa da Cadeia de
Suprimentos são providos por empresa externa, em um relacionamento
de colaboração e interdependência.
Relação de parceria com um ou mais fornecedores da Cadeia de
Suprimentos, numa decisão estratégica de difícil reversão.
Terceirização ou Sub-contratação
É apenas um negócio, uma decisão operacional, mais restrita e
relativamente de mais fácil reversão.
Outsourcing na Supply Chain
Outsourcing:
Gerenciamento de sistemas coorporativos,
gerenciamento de frota, gestão de segurança
corporativa, gestão de estoques e outros
serviços que necessitem de equipamentos,
know-how e mão-de-obra especializada.
Terceirização:
Serviços gerais e segurança, manutenção predial
e de veículos (oficinas) que quase sempre não
requerem conhecimentos técnicos específicos.
Outsourcing na Supply Chain
Exemplos
http://www.google.com.br/imgres?q=limpeza&um=1&hl=pt-BR&sa=N&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=558&tbm=isch&tbnid=5sqtJp9Lr-h6TM:&imgrefurl=http://macrorio.com.br/macrorio/servico.htm&docid=g3TqV1w2c_BH5M&w=300&h=315&ei=scF0TuWCCcjZgQfu7rD3DA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=limpeza&um=1&hl=pt-BR&sa=N&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=558&tbm=isch&tbnid=5sqtJp9Lr-h6TM:&imgrefurl=http://macrorio.com.br/macrorio/servico.htm&docid=g3TqV1w2c_BH5M&w=300&h=315&ei=scF0TuWCCcjZgQfu7rD3DA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=gest%C3%A3o&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=vXxxKhxfvBFtGM:&imgrefurl=http://www.novasdodia.com/curso-de-gestao-empresarial-a-distancia-gratis/&docid=1KB8ePyORsMTlM&w=500&h=332&ei=N8J0TrDoKYeRgQeJx6WBDQ&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=gest%C3%A3o&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=vXxxKhxfvBFtGM:&imgrefurl=http://www.novasdodia.com/curso-de-gestao-empresarial-a-distancia-gratis/&docid=1KB8ePyORsMTlM&w=500&h=332&ei=N8J0TrDoKYeRgQeJx6WBDQ&zoom=1
Uma Unidade de Negócios pode participar
de diversas Unidades Virtuais de Negócios.
Exemplo: Empresas de autopeças
participam de Unidades Virtuais de
Negócios lideradas por grandes
montadoras.
O Consórcio Modular formado pela VW com
os fornecedores de autopeças na sua
fábrica de caminhões e chassis de ônibus.
Unidades Virtuais de Negócios
A competição ocorre entre Unidades Virtuais de Negócios
http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=64RA71ae7bIRRM:&imgrefurl=http://www.publiracin.dominiotemporario.com/index1.asp?bm%3Dm%26c%3D0%26ed%3D1%26s%3D91%26m%3D0%26ma%3D2014&docid=k0Gd3NTO6dIygM&itg=1&w=2835&h=1890&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=64RA71ae7bIRRM:&imgrefurl=http://www.publiracin.dominiotemporario.com/index1.asp?bm%3Dm%26c%3D0%26ed%3D1%26s%3D91%26m%3D0%26ma%3D2014&docid=k0Gd3NTO6dIygM&itg=1&w=2835&h=1890&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1
http://www.google.com.br/imgres?q=cons%C3%B3rcio+modular+vw&um=1&hl=pt-BR&rlz=1R2SUNC_pt-BRBR369&biw=1280&bih=519&tbm=isch&tbnid=f4N9xrzsyEl34M:&imgrefurl=http://www.midiacon.com.br/materia.asp?id_canal%3D6%26id%3D11669&docid=pqv1fi3vlNbr7M&itg=1&w=450&h=301&ei=g8N0TtPCE8qtgQeYgPHEDA&zoom=1
A VW controla a qualidade e o desenvolvimento do produto e o consórcio
a redução nos custos de produção, investimento, estoques e tempo.
Os parceiros não participam do lucro final dos produtos: continuam sendo
fornecedores, só que montam as peças que vendem e compartilham a
infra-estrutura.
Unidades Virtuais de Negócios
CASE: Consórcio VW
Parceiros (unidades de negócio): Maxion
(montagem do chassi), Arvin Meritor (eixos e
suspensão), Remon (rodas e pneus),
Powertrain (motores), AKC (armação da
cabina), Carese (pintura) e Continental
(tapeçaria).
A SCM rompe as fronteiras 
organizacionais e prega a 
plena integração dos 
membros da cadeia de 
suprimentos representando 
a integração de atividades 
externas que 
compreendem o 
suprimento das 
matérias-primas e a 
entrega ao consumidor 
final.
Supply Chain Management - SCM
CADEIA DE
SUPRIMENTOS
MERCADO E
DEMANDA
COMPETIÇÃO
INTENSA
GLOBALIZAÇÃO
CULTURA E
REGRAS
GOVERNAMENTAIS
INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO
MEIO AMBIENTE
A SCM deve considerar todos os elementos 
que influenciam a Supply Chain
Supply Chain Management - SCM
ABRANGÊNCIA…
COMPRASCOMPRAS PRODUÇÃOPRODUÇÃO VENDA E
DISTRIBUIÇÃO
VENDA E
DISTRIBUIÇÃO
FF
FF
FF
FF
FF
CC
CC
CC
CC
CC
CC
CC
Fornecedores
de segunda
camada
Fornecedores
de primeira
camada EMPRESA
Clientes
de primeira
camada
(atacadista)
Clientes
de segunda
camada
(varejista)
Clientes
de terceira
camada
(consumidor)
.
.
.
.
.
.
...
...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Logística
de
aquisição
Logística
de
produção
Logística
de
distribuição
LOGÍSTICA
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
Fluxo de serviços
Fluxo de informações
Legenda:Supply Chain Management - SCM
FOCAL
Otimizar as relações entre as Unidades de Negócios da Cadeia de
Suprimentos, atendendo o consumidor, reduzindo os custos e
adicionando valor aos produtos.
 Redução dos custos:
Redução do volume de transações de informações, dos custos de
transporte e estocagem e da variabilidade da demanda de produtos e
serviços.
 Adição de valor:
Criação de produtos e serviços customizados, desenvolvimento conjunto
de competências distintas, para que, fornecedores e clientes, aumentem
a lucratividade.
Objetivos da SCM
1 - Desenvolvimento conjunto de produtos:
O envolvimento dos fornecedores desde os estágios iniciais do
desenvolvimento de novos produtos tem proporcionado redução de
tempo e de custosde desenvolvimento.
2 - Envolvimento da logística no desenvolvimento dos produtos:
Visa a concepção de produtos que facilitem o desempenho da logística
da Cadeia de Suprimentos, geralmente envolvendo a escolha de um
operador logístico eficiente.
Ações de SCM
Otimização da Supply Chain
3 - Reestruturação da quantidade de fornecedores e clientes:
Aprofundar as relações de parceria valorizando os relacionamentos de
colaboração.
4 - Compartilhamento de informações entre clientes e fornecedores:
Integrar informações utilizando sistemas de TI como o Electronic Data
Interchange - EDI.
Exemplo: Integração das informações entre fornecedores, clientes e
operadores logísticos permitido a reposição automática do produto na
prateleira do cliente com o emprego de Efficient Consumer Response -
ECR.
Ações de SCM
Os gestores da cadeia de suprimentos têm papel semelhante ao de um 
gestor de carteira de ações… 
Conseguir o maior lucro possível variando os níveis de risco da 
cadeia de suprimento e fazer isso de forma eficiente.
RISCOS:
a) ATRASOS:
As organizações podem evitar atrasos, ou pelo menos se preparar para 
eles, ao posicionar e dimensionar, de forma apropriada e econômica, 
suas reservas de capacidade e estoque.
Gestão de Riscos da Supply Chain
Ações de SCM
b) INTERRUPÇÕES:
A descontinuidade no fluxo de matéria-prima em qualquer ponto da
cadeia de suprimento é um problema imprevisível e raro, mas bastante
prejudicial.
As interrupções podem acarretar alta de preços.
Para se prevenir, as empresas podem investir em estoque ou contar
com mais de um fornecedor - afinal, é improvável que todos tenham
problemas ao mesmo tempo.
Manter estoques para uma situação desse tipo pode sair caro, já que o
estoque estaria sendo mantido como contingência.
Ações de SCM
c) QUEBRA DE SISTEMAS:
Quanto mais os sistemas de informação de uma empresa estão
estruturados em rede, maior é a ameaça de que uma falha em algum
ponto da cadeia cause um colapso geral.
CASE:
O vírus de computador "Love Bug", que, em 2002, infectou o Pentágono,
a Nasa e a Ford, entre outras organizações, causando prejuízos de
bilhões de dólares.
Ações de SCM
d) PREVISÕES ERRADAS:
Muito baixas, podem acarretar produtos insuficientes para venda.
Muito altas levam ao excesso de estoque e à queda nos preços.
Tempo de produção (lead time) longo, demandas sazonais, grande
variedade de produtos e ciclos de vida mais curtos de alguns produtos
são fatores que aumentam a possibilidade de erros de previsão.
Os erros de previsão tendem a ser maiores quando poucos
consumidores fazem grandes compras, quando muitos consumidores
fazem pequenas compras os erros são menores.
Ações de SCM
e) RISCOS DE AQUISIÇÃO (procurement):
Referem-se a aumentos imprevistos no custo, como resultado da
flutuação cambial ou de reajustes de preços.
CASE:
O enfraquecimento do dólar norte-americano elevou os custos das
empresas que compram produtos na Europa.
O esforço contra a queda do dólar levou ao aumento do preço do
petróleo, criando problemas para o setor petroquímico.
Ações de SCM
f) EXCESSO DE ESTOQUE:
Estoque alto afeta o desempenho financeiro.
CASE:
No final do ano 2000, o setor de computadores pessoais carregava 12
semanas de estoque. Na época, a combinação fatal de excesso de
estoque e preços em queda atingiu muitas companhias, entre elas a
Compaq.
O risco depende de três fatores: Valor do produto, Taxa de
obsolescência e a Incerteza na relação entre oferta e demanda.
O risco aumenta com a maior variedade de produtos.
Ações de SCM
f) EXCESSO DE ESTOQUE: “EFEITO CHICOTE”
Pequenas flutuações na demanda no cliente são responsáveis por
elevadas variações no estoque, daí a analogia com um “chicote”.
É o aumento da variação de uma demanda ao longo da cadeia de
suprimentos do cliente final ao fornecedor inicial.
Gera falta de balanceamento da cadeia de suprimentos:
Isto gera grandes estoques para amortecer a variabilidade.
Ações de SCM
A figura permite ter uma visão geral 
deste fenômeno. A linha vermelha 
indica a demanda de cada elo.
Sentido do efeito
 A integração de todos os processos inter-organizacionais da Cadeia de
Suprimentos é impraticável.
 A integração depende de cada situação. Os níveis de integração variam
de um caso para outro e ao longo do tempo.
 Alguns processos são mais críticos e os recursos são limitados,
portanto concentrar os esforços, é fundamental.
Ações de SCM
Integração de Processos da Supply Chain
Empresa Focal:
É aquela a partir da qual a
cadeia de suprimentos é
analisada, tanto nas
ligações desta com os
fornecedores de matérias-
primas, quanto com os
demais membros
posteriores a ela.
Ações de SCM
Integração de Processos da Supply Chain
Cada empresa de uma cadeia de suprimentos, além de pertencer a
outras, possui sua própria cadeia de suprimentos.
Fonte: Lambert (1998)
Processos Gerenciados (Managed Process Links):
São Processos Críticos que a Empresa Focal considera importante
integrá-los e gerencia-los.
Processos Monitorados (Monitored Process Links):
Não são Processos Críticos, mas são importantes para a Empresa Focal
que manter algum vínculo, mesmo que sejam gerenciados por outros
membros da Cadeia de Suprimentos.
A Empresa Focal monitora essas atividades através de auditorias.
Ações de SCM
Tipos de Integração de Processos da Supply Chain
Processos Não-gerenciados (Non-managed Process Links):
A Empresa Focal não está diretamente envolvida, processo não crítico o
suficiente para que sejam investidos recursos na sua gestão ou
monitoração.
Outro membro da Cadeia de Suprimentos tem essa tarefa.
Processos com não-membros (Non-member Process Links):
Processos com “elementos” (empresas) que não pertencem a Cadeia de
Suprimentos: Os “não membros”.
Processos não considerados como parte da estrutura da Cadeia de
Suprimentos da Empresa Focal, mas que podem ter implicações sobre o
desempenho da Cadeia.
Ações de SCM
Tipos de Integração de Processos da Supply Chain
Objetivo:
Sistemas de Informações Logísticas, usados para melhorar o 
desempenho das empresas:
 Adequação dos custo operacionais
 Processos logísticos inteligentes
 Integração com fornecedores
Emprego da SI na Supply Chain Management
 A logística era associada apenas ao fluxo de materiais, da matéria-
prima até o produto acabado, sem integrar as várias funções existentes
ao longo da cadeia.
 Essa visão evoluiu, priorizando a forma sistêmica de ver todas as
atividades que se relacionam direta e indiretamente aos fluxos físico e
de informação, como é o caso da gestão dos serviços terceirizados.
 A informação passou a ser tratada como um dos recursos mais
importantes da organização, devendo se adequar aos diferentes níveis
de planejamento, sendo entendida como o centro de um SIG.
SI na SCM
Sistema de Informações Logísticas - SIL
 Sistema Integrado, adquirido como “pacote de software”. Dá suporte a
maioria das operações de uma empresa.
SI na SCM
ERP - Enterprise Resource Planning
 Integra todas as atividades
da empresa: Finanças,
marketing, produção, recursos
humanos, compras, logística,
etc.
 Torna mais rápido e preciso
o fluxo de informação.
 Auxilia no processo de
tomada de decisão empresarial.
 O SAP é um sistema que oferece um conjunto de módulos com
diversas aplicações de negócio.
 Os módulos são integrados e contém a maior parte das
funcionalidades necessárias às grandes corporações, incluindo
manufatura, finanças, vendas e distribuição.
 Cada módulo é responsável por mais de 1000 processos de negócio,
cada um deles baseado em práticas consagradas no mundo dos
negócios.
 Pode ser configurado para administrar desde a estrutura corporativa
até a política de desconto oferecida aos clientes.
 Real Time - Processa informações em tempo real ao longo da
empresa onde estiver implementado.
SAP - Systems, Applications and Products in Data Processing
SAP - Brasil (http://www.sap.com/brazil) Sistema de Gerenciamento de Armazéns.
 Integra e processa as informações de
localização de material, controle e utilização
da capacidade produtiva de mão-de-obra.
 Gera relatórios para diversos tipos de
acompanhamento e gerenciamento.
 Prioriza uma determinada tarefa em
função da disponibilidade de um funcionário
ou equipamento, informando a sua
localização no armazém.
SI na SCM
WMS - Warehouse Management System
 Identificação via Radio Freqüência.
 Tecnologia de coleta automática de dados.
 Permite a codificação em ambientes não
favoráveis e em produtos onde o uso de código
de barras não é eficiente.
 Funciona com uma antena, um transmissor e
um decodificador.
 Esses componentes interagem através de
ondas eletromagnéticas que são transformadas
em informações por um computador.
SI na SCM
RFID – Radio Frequency Identification
 Processo de monitorar um veículo.
 É possível monitorar a posição de um objeto, utilizando
equipamentos de GPS com link de comunicação.
GPS – Global Positioning System
 O receptor GPS localiza sua própria posição que é transmitida via link
de comunicação para uma central que faz o monitoramento.
 GPS é um sistema mundial formado por rede de 24 satélites.
SI na SCM
AVL - Automatic Vehicle Location
SI na SCM
AVL - Automatic Vehicle Location
Componentes do sistema 
AVL Tracker System Interface
Fonte: GreyHawk Technologies, Inc.
http://www.greyhawktech.com/AVLTracker.asp
 O DGPS foi desenvolvido com o intuito de reduzir os efeitos da SA
(Selective Availability), uma degradação intencional adicionada ao sinal
para evitar que o sistema GPS seja utilizado para fins militares sem
autorização.
 A estrutura DGPS fornece informações precisas a respeito da
localização do usuário através do emprego de estações base ou de
referência fixas em terra.
 Estas estações, cujas coordenadas são conhecidas, monitoram os
satélites visíveis em tempo integral e repassam os valores corrigidos aos
receptores GPS que estão ao alcance.
SI na SCM
DGPS - Differential Global Positioning System
Transceptor embarcado que transmite informações sobre o navio
onde está instalado (dimensões, posição, rumo, velocidade,
destino final e tipo de carga) e recebe as mensagens transmitidas
pelos demais navios da região equipados com AIS, exibindo o
conteúdo à tripulação através de telas gráficas ou de texto.
 Nome, número de identificação, dimensões, tipo;
 Calado, tipo de carga, destino e tempo estimado de chegada;
 Latitude e longitude, curso, velocidade, condições de navegação.
http://www.marinetraffic.com
SI na SCM
AIS - Automatic Identification System
O site MarineTraffic do apresenta informações dos navios nos mapas do
Google Maps e no Google Earth, utilizando o AIS como fonte de dados.
SI na SCM
AIS - Automatic Identification System
http://www.marinetraffic.com
 Sistema de Intercâmbio Eletrônico de Dados.
 As informações são transferidas de forma on line evitando a demora
no input dos pedidos.
SI na SCM
EDI - Electronic Data Interchange
 Possibilita a consulta on
line de informações (Ex:
estoque).
 Auxilia funcionários (Ex:
vendedores) da empresa,
agilizando o processo de
transmissão de dados.
 Sistema de Administração do Estoque pelo Fornecedor.
 Permite que o fornecedor verifique a necessidade de reposição de um
produto ou matéria prima, no momento certo e na quantidade certa.
 Ferramenta fundamental para o emprego do JIT (Just-in-Time) na
Cadeia de Suprimentos.
 Empregado nas empresas com um grande número de fornecedores e
um amplo mix de produtos.
SI na SCM
VMI – Vendor Managed Inventory
 Resposta Eficiente ao Cliente.
 Práticas desenvolvidas por fabricantes, distribuidores e varejistas
visando a eficiência nas atividades comerciais e operacionais entre as
empresas.
 Realizar check outs nas saídas das mercadorias nos Pontos de
Venda.
 Fornecedor e varejista, devem estruturar uma coleta de informação
rápida usando o código de barras.
 Controle do estoque do Ponto de Venda deve ser feito pelo fornecedor
usando VMI com transmissão de dados via EDI.
TI na SCM
ECR - Efficient Consumer Response
Vendas são
controladas no
checkout
Vendas geram
previsão de
estoques Estoque é
reposto
Itens são carregados e
despachados
Itens são
selecionados
Itens recebidos e
desunitizados
Fornecedor
encaminha ao
depósito
Ordem de
Aquisição do item
é gerada
Demanda de
Suprimento do
item é gerada
CONSUMIDOR
CONSUMIDOR
DEPÓSITOFORNECEDOR
ECR - Efficient Consumer Response

Mais conteúdos dessa disciplina