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2º PERÍODO PROFª THAÍS ANEUPLOIDIA PROBLEMA 10 OBJETIVO 1 - RELEMBRAR MEIOSE - LEPTÓTENO, ZIGÓTENO, PAQUÍTENO MEIOSE: - A meiose é caracterizada pela divisão celular que reduz pela metade na meiose 1 e equaciona na meiose 2 o número de cromossomos. A meiose ocorre na formação dos espermatozóides e óvulos, ou seja as células germinativas que dão origem aos gametas, essas células são diploide, ou seja, possuem 2 conjuntos de cromossomos, um da mãe e outro do pai. Originando gametas haploides que carregam um único conjunto de cromossomos, essa redução é resultado de uma duplicação, seguido de 2 divisões celulares sucessivas sem que ocorra uma nova duplicação. Essas células germinativas residentes nos ovários ou nos testigos sai diploides, possuindo um homólogo paterno é um homólogo materno. INTÉRFASE: Na primeira parte da meiose, todos os cromossomos são duplicados e as cópias permanecem fortemente ligadas entre si. PRÓFASE: Essa fase é característica da meiose e é dividida em 5 subfases: LEPTÓTENO: os cromossomos são condensados, aparece o centrômero e o núcleo começa a se desfazer. ZIGÓTENO: ocorre o pareamento dos cromossomos homólogos dos cromossomos paternos com os maternos, formando uma estrutura bivalente, forma sob qual os homólogos estão unidos pelo complexo sinaptonêmico. PAQUÍTENO: Essa fase é a mais duradoura e onde acontece o as quiasmas, que são pontos de recombinação entre os homólogos que vão resultar no crossing-over. No qual ocorre a troca de fragmentos gênicos para que aconteça a variabilidade genética, fazendo com que os gametas sejam geneticamente distintos da célula mãe. DIPLÓTENO: acontece a dissociação do complexo sinaptonêmico, e os cromossomos homólogos começam a se separar. DIACINESE: os cromossomos são separados. Começa a METÁFASE I, ANÁFASE I E TELÓFAE I: onde vai ser igual na mitose e dará origem a duas células haploides. Na MEIOSE II, ocorre a prófase II, metáfase II e telófase II separando as cromátides irmãs, dando origem a 4 células haploides OBJETIVO 2 - COMPREENDER AS BASES GENÉTICAS DAS ANEUPLOIDIAS (TRISSOMIAS, TETRAPOLOIDIAS, TRANSLOCAÇÕES E MOSAICISMO)ANEUPLOIDIA: - São anormalidades genéticas e são as mais comuns que são detectadas durante o pré-natal. O número de cromossomos presentes nas células de uma pessoa é de 46, 23 de cada pai, então são 23 pares. A trissomia resulta de uma não disjunção primária que pode ocorrer em ambas divisões meióticas, ocorrendo um não pareamento do cromossomo na anáfase. Temos também a monossomia na qual apenas um representante do cromossomo aparece, a doença mais conhecida é a síndrome de Turner. As mais famosas são as trissomias 13,18 e 21, envolvendo os cromossomos 13,18 e 21. Essas anomalias de qualquer estado trissômico devem ser determinados pela dosagem extra dos genes no cromossomo adicional. Então, seria um cromossomo a mais em uma célula explicado pela conta 2n+1 = 47 cromossomos. Ela é resultado da falha na separação de um par cromossômico durante a meiose I ou durante a meiose II SÍNDROME DE DOWN - Trissomia Padrão do 21: em pelo menos 95% dos pacientes, o cariótipo da Síndrome de Down tem 47 cromossomos com uma cópia extra do 21. Essa trissomia resulta da não disjunção meiótico do par de cromossomo 21. Esse erro meiótico responsável pela trissomia geralmente ocorre durante a meiose materna (90% dos casos) predominantemente na meiose I - Translocação: aproximadamente 4% com Síndrome de Down tem 46 cromossomos, caracterizada pela Translocação Robertsoniana, onde o cromossomo 21q (braço longo do 21) se junta geralmente com o 14 ou 22. - Mosaicismo: apresenta algumas células com 47 cromossomos e outras com 46 cromossomos. Compreende 2% da SD. Os casos de mosaicismo podem originar-se da não disjunção mitótico nas primeiras divisões de um zigoto normal. - os indivíduos portadores da síndrome de Down apresentam características no braço longo do cromossomo 21, sendo considerados como desenvolvimento e crescimento incompletos. Fenótipo: cabeça achatada (braquicefalia), dificuldade maior em fechar as moleiras, nariz pequeno, olhos inclinados para cima, orelhas pequenas, canais auditivos estreitos, boca pequena e em algumas crianças a boca permanece aberta e a língua projetada para fora. Apresentam pescoço longo e grosso, possuem um tórax estufado com possíveis doenças cardíacas congênitas, com problemas nos pulmões também. Em tempos frios a pele tende a ficar mais ressecada e eles podem nascer com dificuldades motoras e posturais, apresentam uma dificuldade no raciocínio lógico e lentidão em realizar algumas atividades. SÍNDROME DE PATAU - é caracterizada pela trissomia do cromossomo 13, ou seja, o cromossomo 13 possui uma cópia a mais, resultado da não disjunção dos cromossomos na anáfase 1 da meiose com origem no gameta feminino. Essa situação da origem a gametas com 24 cromátides. Essa síndrome tem como características: malformações graves no SNC, baixo peso ao nascimento, problemas auditivos, anormalidades no controle da respiração, malformações das mãos. Síndrome de Edwards - é caracterizada pela trissomia no cromossomo 18, possuindo 3 cópias. Os bebês são habitualmente pequenos e tem muitas anomalias físicas e problemas nos órgãos internos. Apresentam retardamento físico e mental, defeitos cardíacos, crânio muito alongado na região occipital, pescoço curto, boca pequena e triangular, os pés possuem as plantas arqueadas e os genitais externos são anômalos. SÍNDROME DE TURNER - nessa síndrome as mulheres nascem com a monossomia no cromossomo X, nascendo então com apenas um cromossomo X. Causada por um cromossomo sexual ausente ou incomoleto. As afetadas possuem baixa estatura quando adultas, pescoço alado, retardo mental, ovários atrofiados e desprovidos de folículos, então são estéreis, devido a deficiência no estrógeno elas não desenvolvem as características sexuais secundárias na puberdade, desenvolvimento pequeno das mamas ou ausentes, pelve masculinizada, tórax largo em forma de barri, anomalias renais, cardiovasculares e ósseas. SÍNDROME DE KLINEFELTER - ela eu caracterizada por uma alteração no cromossomo sexual, adicionando um cromossomo X nos homens, ela é escrita como 47 XXY. Metade dos casos resultam na em erros na meiose I paterna, um terço na meiose I materna e os demais na meiose II ou de um erro mitótico pós-zigótico. Possuem função sexual normal mas são estéreis e inférteis devido ao estreitamento dos canais seminíferos. Estatura elevada e magra, com braços longos, níveis elevados de LH e FSH e ginecomastia (crescimento das mamas). ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS ESTRUTURAIS: - Os rearranjos estruturais resultam da quebra, recombinação ou troca cromossômica, eles podem estar presentes em todas as células de uma pessoa. Eles são classificados em balanceados (se o genoma possui o complemento normal dd material cromossômico)ou desbalanceados (quando existe material adicional ou ausente). 1- deleção (quando um fragmento cromossômico é perdido e consequentemente o material genetico, podem ser terminais nas extremidades dos braços e intersticiais mais internamente. 2- duplicação (quando um uma parte do cromossomo é duplicada levando a trissomia parcial, ocorre frequentemente na permutação na meiose. 3- quando o cromossomo sofre duas quebras e é reconstituído com o segmento invertido. Paracêntrica: ocorrem no mesmo barco e pericêntrica: ocorre uma quebra em cada um dos braços. 4- Translocação: quando uma porção do cromossomo é passada a um cromossomo não homólogo. Recíproca: troca entre dois cromossomos, Robertsoniana: envolve cromossomos acrocêntricos, quando um cromossomo possui um braço maior que o outro por causa do centrômero. OBJETIVO 4 - CONHECER OS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS DAS ANEUPLOIDIAS DIAGNÓSTICO: - Os exames mais precisos para diagnosticar (no caso a SD) são feitos através da coleta de uma amostrado líquido que fica em volta do bebê (líquido amniótico) esse líquido contém células de origem fetal que podem ser cultivadas lara testes diagnósticos. Chamado de amniocentese. Ou de um pedaço da planceta Biópsia de vilo corial ou BVC. Esses exames são invasivos e não podem ser feitos em todas as gestantes pois aumenta o risco de aborto. Podem ser usados os testes de rastreamento que medem substâncias no sangue ou na urina da mãe ou avaliam o feto por ultrassonografia. Amostra de vilosidade coriônicas, na qual é feita uma biópsia transvaginal s 10-12 semanas de gestação. Detectando mais precocemente as anomalias cromossômicas. - o diagnóstico e rastreamento precisam ser realizados no pré-natal para que sejam reduzidas as mortalidades e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Os sinais físicos d clínicos da criança são altamente indicativos da síndrome é facilmente detectáveis ao exame feito pelo pediatra logo após o nascimento. A confirmação depende de um exame de sangue, o cariótipo, que é capas de identificar a presença desse cromossomo 21 adicional.