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Os parâmetros estatísticos estão intrinsecamente ligados aos conceitos de população e amostra. Nos casos mencionados, a métrica utilizada é a incidência, e a análise não leva em consideração dados cumulativos da doença ao longo do tempo, nem o tamanho da população, que pode ter variado ao longo dos anos. Portanto, a métrica de prevalência não pode ser aplicada aqui. Ao utilizar a porcentagem de casos diagnosticados na população por ano, podemos observar a proporção da população infectada, levando em consideração o crescimento ou a estagnação demográfica, bem como a evolução temporal dos casos. Dessa forma, temos: ● Cidade A (2010): 80 casos diagnosticados em uma população de 25.000, resultando em uma porcentagem de 0,32%, assim 80/25000*100 = 0,32%. ● Cidade A (2020): 400 casos diagnosticados em uma população de 29.000, resultando em uma porcentagem de 1,38%, assim 400/29000*100 = 1,38%. Observa-se que na Cidade A houve um aumento na porcentagem de diagnósticos na população ao longo dos anos. ● Cidade B (2010): 20 casos diagnosticados em uma população de 7.000, resultando em uma porcentagem de 0,28%, assim 20/7000*100 = 0,28%. ● Cidade B (2020): 30 casos diagnosticados em uma população de 15.000, resultando em uma porcentagem de 0,20%, assim 30/15000*100 = 0,20%. Por outro lado, na Cidade B, mesmo com o aumento na quantidade de diagnósticos, a porcentagem diminuiu em relação ao crescimento da população ao longo dos anos.