Prévia do material em texto
MONITORIA PM5 2024.2 Exame físico pulmonar Neoplasia colon retal Subtipo Adenocarcinoma Fatores de risco: ● Alcool ● Drge ● Obesidade ● Sind metabolica ● Hist. familiar ● Tabagismo ● Polipose adenomatosa familiar Pode ter Percussão maciça Obstrucao intestinal: inicial -> som metálico, ruido hidroaéreo aumentado Rastreio: ● 45 anos pra cima tem indicação para colonoscopia; ● Pesquisa de sangue oculto nas fezes Diagnostico ● Colonoscopia com biópsia padrão ouro para diagnóstico ● Ressonância mg (pelve) faz o estadiamento Clínica : Anemia, Sangramento , Alteração do padrão intestinal, Tenesmo , Fezes em fita Neoplasia de mama Carcinoma ducta invasor Fatores de risco: mulher, idade avançada, estímulo hormonal (exposição ao estrogênio por muito tempo), menarca precoce, menopausa tardia, não ter filhos (amamentação é protetora), obesidade, sindromes genéticas Clínica: pele endurecida, irritação na mama, sulcos na mama, secreção com sangue, mama com aspecto de casca de laranja Rastreio: Mamografia + USG (complementação); Idade indicado para mamografia: ministério da saúde a partir dos 50 anos, histórico familiar 40 anos ou 10 anos antes da parente com histórico de câncer Cancer de colo uterino 80 % escamoso Fator de risco : HPV Assintomática na grande maioria Diagnóstico: colpocitología (papa nicolau), colposcopia(biopsia) se tiver alterado o colpocitología Pelve - RM: estadiamento Anemia: Macrocítica: megaloblástica (b12 ou ácido fólico-> como diferenciar no hemograma, pede homocisteína e ácido metilmalônico ) Deficiencia de B12-> aumento de ambos, Deficiencia de ácido fólico->ácido metilmalônico normal Tratamento: não repõem ácido fólico isolado Clínica: sinais e sintomas parecidos com a anemia ferropriva Sintomas b12 -> cansaço, taquicardia, dores, fadiga VCM acima de 100 Normociticas e normocromicas: anemia de doenças crônicas: dm, dpoc, hiv+ Anemia falciforme Leucemias: Diagnostico: Biopsia de medula ossea + mielograma Aguda: celulas indiferencias Cronica: celulas diferenciadas Mielóide aguda: anemia, trombocitopenia, leucopenia ou leucocitose com blastos, bastonete de Auer, pacientes mais velhos Mieloide crônica: leucocitose de desvio a esquerda, basofilia e plaquetose, medula com hipercelularidade e diminuição dos adipócitos, granulocitose Linfoide aguda-> anemia, trombocitopenia, leucocitose com blastos, marcador de 20% aumento de blastos na medula, mais comum em criança Linfóide crônica-> linfocitose, linfócitos B maduros, idosos acima de 70 anos, na medula óssea terá infiltração linfocítica Linfomas: Palpação de linfonodos: malignos-> características: aderido, sem formado regular, indolor, endurecido, sem sinais inflamatórios que justifique a presença de linfonodo Linfoma hodskin-> presença de células de Nao Hodgkin -> padrao histológico variado Abdomem/ gastro Tipos de abd: avental x batráquio (ascite) Inspeção: circulação colateral, circulação de veia cava inferior Equimoses: Pancreatite necro hemorragica, Sinal de Cullen, Grey-Turner, Fox Ausculta: Vascolejo - (gastroparesia em Dm pela destruição dos nervos no estômago), metálico (obstrução), borborismo Percussão: Normal x alteração -> ex: loja hepática (torres homes, jobert, chilaiditi), Percussão do Espaço de traube: onde e avalia oq? deve estar vazio e se preenchido é esplenomegalia Palpação: sinais irritação peritoneal Sinal de murphy: colecistite, ponto cístico, parada brusca da inspiração pela dor. Blumberg->crista ilíaca antero superior e a cicatriz umbilical e traça uma linha (1 terço da crista para a cicatriz e o ponto de mcburney, manobra avalia peritonite no geral , e no ponto de mcburney avalia apendicite, descompressão dolorosa; Rovsing: começa do lado esquerdo do abdomem pressionar os 2 punhos no abd, e vai deslocando para o lado esquerdo Obturador: perna direita flexionada a 40° e mexe o joelho para dentro Psoas: paciente lateralizado, com a perna esticada e puxa a perna para trás lapinski; Ascite: Manobras: macicez móvel de decubito; piparote; toque retal (menor q 300 ml) Pesquisa de ascite: tabela olivia Cirrose hepatica Sinais e sintomas: aranhas vasculares, rarefação de pilosa, ginecomastia, eritema palmar, atrofia testicular, unhas terry Sinais de hipertensão portal: hepatoesplenomegalia, ascite, síndrome da veia cava inferior, cabeça de medusa, circulação colateral Complicações de cirrose: icterícia, encefalopatia, perda muscular, varizes esofágicas, hipertensão Triade de charcot e penta de reynald Palpação de baco -> posição de schurter Palpação do fígado-> Sinais e sintomas + Diagnostico DREG: Ulcera peptica: endoscopia H pylori: endoscopia com biopsia Diagnostico diferencial: cancer, esofago de barret, ulcera esofagica DM2 Diagnóstico: pelo menos 2 exames alterados, ou 2 vezes o mesmo exame alterado; Glicemia de jejum acima de 200 + sintomas, diagnóstica na hora Sinais e sintomas: poliúria, perda ponderal, polifagia, candidíase de repetição Glicemia de jejum acima ou igual a 126d/L; glicada acima ou igual 6,5%, TOTG: a partir da primeira hora da o diagnóstico (1- maior ou igual a 209= positivo, 2- maior ou igual a 200 = Positivo) Complicacoes: nefropatia diabetica, retinopatia diabetica, gastroparesia, neuropatia diabetica). Compl. Aguda: cetoacidose diabética-> ritmo respiratorio de kussmaul Tratamento: paciente com glicada acima de 9%, já pode começar com insulina Sinais de resistência insulínica: acantose nigricans Tireoide hiper-> exoftalmia, emagrecido. Agitacao, sudoreico hipo-> face mixedematosa, ganho de peso, bradicardia, constipação T4L + TSH + anti TPO ->hipo -> levotiroxina T4L + TSH + TRAb-> hiper -> metimazol Momento de ausculta da tireoide: se tiver frêmito, e se tiver sobro deve ser investigado Pode ter alternação entre as 2 doenças Causa mais comum de hipotireoisimso Hashimoto e hiper: D. de graves Hiper pode evoluir para fibrilação atrial, esplenomegalia, ginecomastia Bócio pode ter nas duas Como fazer palpação da tireoide: Cardio:: Ausculta cardiaca Valvulopatias 1. Neoplasias colorretal, de mama, colo uterino e PAF Estação: Avaliação de paciente com sinais de obstrução intestinal. • Caso clínico: Paciente de 62 anos, com história de constipação crônica e perda de peso nos últimos 3 meses, apresenta dor abdominal difusa, distensão abdominal e vômitos biliosos há 24 horas. • Tarefa: 1. Realize a palpação abdominal e descreva os achados semiológicos. 2. Solicite o exame de imagem mais indicado para confirmar a suspeita. 3. Indique a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial. 2. Anemias e hemopatias (linfomas e leucemias) Estação: Interpretação de hemograma. • Caso clínico: Paciente de 35 anos, com fadiga intensa, icterícia e aumento do baço à palpação, apresenta no hemograma: Hb 8,0 g/dL, VCM 70 fL, RDW aumentado, reticulócitos 12%. • Tarefa: 1. Identifique o tipo de anemia presente. 2. Explique a provável causa da anemia com base no quadro clínico. 3. Indique os exames complementares e a conduta diagnóstica inicial. 3. Semiologia do abdome agudo Estação: Reconhecimento de sinais semiológicos. • Caso clínico: Paciente de 45 anos, com dor abdominal súbita intensa no epigástrio, relata início após refeição copiosa. Ao exame físico, apresenta abdome em tábua e dor à palpação profunda no epigástrio. • Tarefa: 1. Identifique os sinais semiológicos presentes (por exemplo, sinal de Jobert ou sinal de Blumberg). 2. Sugira a hipótese diagnóstica mais provável e o exame de imagem inicial. 3. Indique a conduta imediata. 4. Diabetes mellitus (adulto e pediátrico) Estação: Avaliação de paciente pediátrico com hiperglicemia. • Caso clínico: Criança de 10 anos, com poliúria, polidipsia e perda de peso há 3 meses. Apresenta glicemia de jejum de 320 mg/dL e cetonúria positiva. Ao exame, respiração de Kussmaul. • Tarefa: 1. Realize o exame físico, descrevendo os achados. 2. Solicite os exames complementares mais indicados. 3. Indique o manejo inicial. 5. Síndromes ictéricas Estação: Pesquisa de ascite e esplenomegalia.• Caso clínico: Paciente de 52 anos, com icterícia, ascite e circulação colateral visível no abdome. Relata história de etilismo crônico. • Tarefa: 1. Realize as manobras para pesquisa de ascite e palpação de baço. 2. Apresente os achados semiológicos esperados em insuficiência hepática. 3. Sugira a hipótese diagnóstica e os exames necessários. 6. Semiologia cardiovascular Estação: Avaliação de sopro cardíaco. • Caso clínico: Paciente de 60 anos com dispneia e edema de membros inferiores. Ao exame físico, sopro sistólico audível no foco mitral, com irradiação para a axila. • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva os achados. 2. Indique as hipóteses diagnósticas possíveis. 3. Sugira os exames complementares iniciais. 7. Tireoidites Estação: Avaliação de tireoide aumentada. • Caso clínico: Paciente de 34 anos, com bócio difuso, taquicardia e sinais de tremores finos nas mãos. Relata perda de peso e sudorese excessiva nos últimos meses. • Tarefa: 1. Realize a palpação da tireoide e descreva os achados. 2. Solicite os exames laboratoriais mais indicados. 3. Indique o diagnóstico provável e a conduta inicial. 8. Disfagia e DRGE Estação: Avaliação de paciente com disfagia. • Caso clínico: Paciente de 50 anos, com história de pirose e regurgitação crônicas, apresenta disfagia progressiva para sólidos e perda de peso. • Tarefa: 1. Identifique os sinais semiológicos relacionados ao quadro. 2. Sugira o exame inicial mais indicado. 3. Indique o diagnóstico provável e a conduta inicial. 9. Esteatose hepática e cirrose Estação: Pesquisa de sinais de insuficiência hepática. • Caso clínico: Paciente de 55 anos, com ascite, icterícia e hálito hepático, apresenta histórico de hepatite C crônica. • Tarefa: 1. Realize as manobras para avaliação de ascite e palpação de baço. 2. Descreva os achados clínicos associados à hipertensão portal. 3. Indique os exames e a conduta inicial. 10. Síndromes respiratórias Estação: Avaliação de condensação pulmonar. • Caso clínico: Paciente de 40 anos, com febre, tosse produtiva e dor pleurítica. Ao exame, apresenta aumento do frêmito toracovocal e macicez à percussão em base pulmonar direita. • Tarefa: 1. Realize o exame respiratório completo. 2. Identifique os sinais semiológicos presentes e sugira o diagnóstico. 3. Indique os exames necessários. 11. Alteração do desenvolvimento na infância Estação: Avaliação de puberdade precoce. • Caso clínico: Criança de 7 anos, com aumento do volume mamário e desenvolvimento de pelos pubianos. • Tarefa: 1. Realize a avaliação da escala de Tanner. 2. Sugira os exames complementares mais indicados. 3. Indique as hipóteses diagnósticas e a conduta inicial. 1. Neoplasias colorretal, de mama, colo uterino e PAF Estação: Avaliação de risco oncológico familiar. • Caso clínico: Paciente de 35 anos, com história familiar de câncer colorretal em parentes de primeiro grau, apresenta sangramento retal intermitente e alteração no hábito intestinal. • Tarefa: 1. Realize a anamnese direcionada para avaliação de risco de neoplasias familiares. 2. Identifique a síndrome hereditária mais provável e os exames diagnósticos iniciais. 3. Sugira a conduta para rastreamento e acompanhamento. 2. Anemias e hemopatias (linfomas e leucemias) Estação: Avaliação de linfonodomegalia. • Caso clínico: Paciente de 28 anos, com linfonodos cervicais aumentados, febre noturna e sudorese. Relata perda de peso de 7 kg nos últimos 3 meses. • Tarefa: 1. Realize a palpação dos linfonodos e descreva as características sugestivas de malignidade. 2. Solicite os exames necessários para diagnóstico e estadiamento. 3. Indique a hipótese diagnóstica mais provável e os próximos passos. 3. Semiologia do abdome agudo Estação: Reconhecimento de sinais semiológicos específicos. • Caso clínico: Paciente de 50 anos com dor em hipocôndrio direito há 2 dias, febre e vômitos. Ao exame, apresenta dor à palpação no ponto cístico e interrupção da inspiração profunda. • Tarefa: 1. Identifique o sinal semiológico descrito. 2. Apresente a principal hipótese diagnóstica e exames complementares indicados. 3. Indique a conduta terapêutica inicial. 4. Diabetes mellitus (adulto e pediátrico) Estação: Avaliação de complicações microvasculares. • Caso clínico: Paciente de 45 anos, com diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, apresenta queixas de disfunção erétil e perda da sensibilidade em pés. • Tarefa: 1. Realize o exame físico do pé diabético. 2. Identifique os sinais clínicos de neuropatia periférica. 3. Sugira os exames e a conduta terapêutica mais adequada. 5. Síndromes ictéricas Estação: Avaliação de insuficiência hepática crônica. • Caso clínico: Paciente de 60 anos, com história de cirrose hepática, apresenta edema de membros inferiores, ascite e confusão mental. • Tarefa: 1. Realize a pesquisa de circulação colateral no abdome e sinais de encefalopatia hepática. 2. Identifique os achados clínicos compatíveis com insuficiência hepática. 3. Sugira os exames complementares e a abordagem inicial. 6. Semiologia cardiovascular Estação: Avaliação de insuficiência cardíaca congestiva (ICC). • Caso clínico: Paciente de 65 anos, com dispneia aos esforços e edema em membros inferiores. Ao exame, apresenta turgência jugular e hepatomegalia dolorosa à palpação. • Tarefa: 1. Realize a avaliação da turgência jugular e descreva os achados. 2. Identifique os sinais clínicos de ICC e os exames iniciais necessários. 3. Proponha a conduta terapêutica inicial. 7. Tireoidites Estação: Avaliação de tireoidite subaguda. • Caso clínico: Paciente de 40 anos, com dor cervical anterior e febre baixa, apresenta bócio doloroso à palpação. Relata história de infecção respiratória recente. • Tarefa: 1. Realize o exame da tireoide e descreva os achados. 2. Solicite os exames laboratoriais indicados e sugira a hipótese diagnóstica. 3. Indique o tratamento inicial. 8. Disfagia e DRGE Estação: Diagnóstico diferencial de disfagia. • Caso clínico: Paciente de 60 anos, com disfagia para sólidos e líquidos, relata dor retroesternal e perda de peso progressiva. • Tarefa: 1. Realize a anamnese focada nos sintomas relacionados à disfagia. 2. Identifique as possíveis causas e solicite os exames necessários. 3. Proponha a conduta diagnóstica e terapêutica inicial. 9. Esteatose hepática e cirrose Estação: Pesquisa de hipertensão porta. • Caso clínico: Paciente de 55 anos, com histórico de hepatite B crônica, apresenta ascite e varizes esofágicas detectadas na endoscopia. • Tarefa: 1. Realize as manobras para avaliação de hipertensão porta (como palpação do baço). 2. Identifique os sinais clínicos sugestivos de insuficiência hepática. 3. Sugira exames e a conduta terapêutica. 10. Síndromes respiratórias Estação: Avaliação de pneumotórax espontâneo. • Caso clínico: Paciente jovem, previamente saudável, com dor torácica súbita em hemitórax direito e dispneia. Ao exame, apresenta ausência de murmúrio vesicular e hipertimpanismo à percussão em hemitórax direito. • Tarefa: 1. Realize o exame físico completo do aparelho respiratório. 2. Identifique os sinais clínicos compatíveis com pneumotórax. 3. Proponha o exame diagnóstico e a abordagem inicial. 11. Alteração do desenvolvimento na infância Estação: Avaliação de sobrepeso em criança. • Caso clínico: Criança de 8 anos, com IMC acima do percentil 95, apresenta acantose nigricans em pescoço e axilas. • Tarefa: 1. Realize a avaliação do exame físico, descrevendo os achados relacionados à resistência insulínica. 2. Solicite os exames laboratoriais necessários. 3. Sugira a abordagem terapêutica inicial. Aqui estão mais questões práticas de semiologia cardiovascular, específicas para treinamento em OSCE: 1. Insuficiência cardíaca descompensada Estação: Avaliação de paciente com dispneia e ortopneia. • Caso clínico: Paciente de 72 anos, com história de hipertensão arterial sistêmica, apresenta dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros inferiores. Ao exame, há estertores crepitantes em bases pulmonares, turgênciajugular e hepatomegalia dolorosa. • Tarefa: 1. Realize a avaliação da turgência jugular e descreva os achados. 2. Identifique os sinais clínicos de insuficiência cardíaca direita e esquerda. 3. Solicite exames complementares e indique a conduta inicial. 2. Valvulopatia mitral (estenose) Estação: Avaliação de sopro cardíaco. • Caso clínico: Paciente de 60 anos, com história de febre reumática na infância, apresenta dispneia aos esforços e palpitações. Ao exame, é identificado sopro diastólico em foco mitral, com reforço pré-sistólico. • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva as características do sopro. 2. Indique o provável diagnóstico e exames complementares necessários. 3. Sugira a conduta inicial e o manejo de longo prazo. 3. Pericardite aguda Estação: Paciente com dor torácica e atrito pericárdico. • Caso clínico: Paciente de 45 anos, com dor torácica pleurítica que melhora ao sentar-se e inclinar-se para frente. Ao exame, é auscultado atrito pericárdico na borda esternal esquerda. • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva os achados característicos. 2. Indique a principal hipótese diagnóstica e os exames complementares necessários. 3. Sugira a conduta inicial. 4. Insuficiência aórtica Estação: Avaliação de pulso e sopro cardíaco. • Caso clínico: Paciente de 58 anos, com histórico de febre reumática, apresenta palpitações e fadiga aos esforços. Ao exame, há sopro diastólico em foco aórtico e pulso em “martelo d’água”. • Tarefa: 1. Realize a avaliação do pulso arterial e descreva as características encontradas. 2. Realize a ausculta cardíaca e descreva os achados. 3. Indique o diagnóstico mais provável e exames complementares indicados. 5. Insuficiência tricúspide Estação: Avaliação de insuficiência cardíaca direita. • Caso clínico: Paciente de 65 anos, com história de doença pulmonar crônica, apresenta edema de membros inferiores, turgência jugular e ascite. Ao exame, há sopro sistólico em foco tricúspide, que aumenta com a inspiração profunda (sinal de Rivero-Carvallo). • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva os achados. 2. Indique a principal hipótese diagnóstica. 3. Sugira os exames complementares e a abordagem terapêutica. 6. Cardiopatia hipertensiva Estação: Avaliação do ictus cordis em hipertrofia ventricular esquerda. • Caso clínico: Paciente de 64 anos, hipertenso de longa data, sem uso regular de medicação, apresenta dispneia aos esforços e episódios de cefaleia. Ao exame, o ictus cordis é desviado para a esquerda e apresenta aumento de amplitude. • Tarefa: 1. Realize a palpação do ictus cordis e descreva os achados. 2. Indique os exames necessários para avaliação do impacto da hipertensão. 3. Proponha o manejo clínico inicial. 7. Cardiomiopatia dilatada Estação: Avaliação de paciente com sopro sistólico e sinais de baixo débito. • Caso clínico: Paciente de 50 anos, com histórico de etilismo crônico, apresenta cansaço extremo, dispneia e edema de membros inferiores. Ao exame, há sopro sistólico em foco mitral e sinais de congestão sistêmica. • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva os achados. 2. Identifique os sinais clínicos compatíveis com cardiomiopatia dilatada. 3. Indique os exames complementares necessários e a conduta inicial. 8. Estenose aórtica Estação: Avaliação de sopro em foco aórtico. • Caso clínico: Paciente de 70 anos, com histórico de síncope ao esforço, apresenta sopro sistólico em foco aórtico, com irradiação para as carótidas. • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva as características do sopro. 2. Indique os sinais semiológicos associados à estenose aórtica. 3. Sugira os exames complementares e a conduta inicial. 9. Miocardiopatia hipertrófica Estação: Avaliação de paciente com história de síncope. • Caso clínico: Paciente de 30 anos, com história familiar de morte súbita, apresenta síncope durante atividade física. Ao exame, há sopro sistólico em borda esternal esquerda que aumenta com a manobra de Valsalva. • Tarefa: 1. Realize a ausculta cardíaca e descreva os achados. 2. Indique a hipótese diagnóstica e os exames complementares necessários. 3. Sugira a conduta inicial e o manejo preventivo. 10. Tamponamento cardíaco Estação: Paciente com choque cardiogênico. • Caso clínico: Paciente de 50 anos, com dor torácica, apresenta hipotensão, turgência jugular e abafamento de bulhas cardíacas. Relata piora progressiva dos sintomas nos últimos dias. • Tarefa: 1. Identifique a tríade clínica clássica do tamponamento cardíaco (Tríade de Beck). 2. Solicite o exame complementar mais indicado para confirmação diagnóstica. 3. Proponha a conduta emergencial. Essas questões abordam diferentes patologias cardiovasculares, explorando achados semiológicos, hipóteses diagnósticas e condutas iniciais.