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INSTITUTO EDUCACIONAL CECÍLIA MEIRELES - IECEM
YASMIN SOARES COSTA
RESENHA CRÍTICA
Poções - BA
2024
RESENHA CRÍTICA
Trabalho apresentado pela 3ª série do Ensino Médio do IECEM, para a componente curricular História como requisito de avaliação parcial do segundo trimestre. 
Orientador(a): Vitor Guimarães 
Poções-BA
2024
FOLHA AVALIATIVA
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SUMÁRIO
1. RESUMO........................................................................................................ 5
2. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES.................................................... 5
3. INTRODUÇÃO .............................................................................................. 6
4. DESENVOLVIMENTO ......................................................................... 7,8 e 9
5. CONCLUSÃO……………………………………………………………….10
1 - RESUMO
Markus Zusak, em 2005, em parceria com a editora australiana Picador publicou sua obra mais famosa: A Menina que Roubava Livros. No Brasil, o livro foi publicado em 2007 pela editora Intrínseca. Markus Zusak é um renomado escritor australiano nascido em 23 de junho de 1975, filho de pais alemães e austríacos. Ele começou a escrever desde jovem, influenciado pelas histórias que ouvia de seus pais sobre a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, tema que mais tarde se tornaria tema central da obra em questão. Posteriormente, o livro se tornou mundialmente conhecido entre diversos públicos e, ganhou uma adaptação cinematográfica produzida pela 20th Century Fox, ele foi bem recebido pelos críticos e pelo público. Esta obra conta com uma narrativa poética e com elementos da cultura popular, combinando drama e tragédia dentro da história.
 
2 - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
 RESENHA CRÍTICA 
 
Aluno(s) da 3ª série do Ensino Médio, do Instituto Educacional Cecília Meireles – IECEM, Poções-Ba. 
 
 
 
 *Yasmin Soares Costa
3 - INTRODUÇÃO
Por meio desta resenha pretendo expor características gerais da obra tais quais temáticas relevantes no atual cenário brasileiro que foram abordadas no filme e relacioná-los com o período histórico da segunda guerra mundial e com o termo nazifascismo, ambos apresentados em sala de aula. O filme "A Menina que Roubava Livros" é dirigido por Brian Percival e é uma adaptação do livro homônimo de Markus Zusak. A obra segue a história de Liesel, uma jovem garota na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial, que tem sua pespectiva de vida transformada apos, em seu lar adotivo, aprender a ler. A ficção traz temas relevantes como o poder dos livros no desenvolvimento crítico dos indivíduos e como, em momentos de conflito, determinados Governos censuram essa fonte de conhecimento a fim de promover o controle populacional. Liesel desenvolve um amor profundo pelos livros e começa a roubá-los, encontrando consolo na leitura em meio aos horrores da guerra e aos problemas do seu eixo parental. A vida da protagonista é marcada pela amizade com Rudy, seu vizinho, e pela chegada de Max, um judeu que sua familia, devido a uma divida que seu pai tinha com o falecido pai de Max, esconde no seu porão. A narrativa é conduzida pela Morte, que observa os eventos com uma perspectiva melancólica e poética dos agravantes que acometem Liesel. Os atores principais do filme são Sophie Nélisse como Liesel Meminger, Geoffrey Rush como Hans Hubermann, e Emily Watson como Rosa Hubermann. A interpretação dos atores e a direção de Brian Percival ajudam a dar vida à tocante história de resistência e amor pelos livros em tempos de guerra, além dos traços humanitários que algumas famílias praticavam ao arriscarem sua segurança no ato de esconder judeus. 
4 - DESENVOLVIMENTO
A Menina que Roubava Livros,dirigido por Brian Percival, adapta o romance de Markus Zusak, narrando a história de Liesel Meminger, uma garota que encontra consolo na leitura durante um contexto conflituoso. Com Sophie Nélisse, Geoffrey Rush e Emily Watson, o filme apresenta uma narrativa emocional e visualmente marcante. Nélisse destaca-se como Liesel, capturando a inocência e coragem da personagem, além de seu espírito autruistra. Geoffrey Rush e Emily Watson oferecem atuações emocionantes como os pais adotivos de Liesel ao retratar de forma excepcional a dinâmica familiar e agregar diversos detalhes na narrativa final . A direção de Percival recria eficazmente a atmosfera sombria da época, com cinematografia atraente e uma trilha sonora comovente de John Williams, além de criar uma conexão com o público jovem que pode encontrar-se em sua personagem principal. No entanto, a adaptação enfrenta desafios, como a perda de detalhes e introspecções do livro. A narração pela Morte, um elemento central no livro, é menos impactante no filme, fato que não prejudica a experiência cinematográfica, uma vez que a iluminação, a trilha sonora e a atuação do elenco já abordam esse “clima” de morte, como se a própria situação representasse ela. Com base nisso, o filme captura a essência da obra de Zusak, refletindo sobre a resistência e o poder transformador da literatura e a sua importância na sociedade como “sujeito da passiva” que realiza a ação de concretizar o processo informacional na população. O filme é um tributo comovente ao espírito humano e à capacidade de encontrar luz em tempos sombrios tais como períodos de guerra em que o mal é banalizado e, se enquadra em práticas socialmente toleráveis se forem realizadas em prol de uma paz e progresso relativos, nas quais um lado alcançará harmonia e desenvolvimento em proveito do desequilíbrio e decadência do outro lado. É uma adaptação digna, destacada por fortes atuações e direção sensível, ideal para quem aprecia histórias de resiliência e esperança, além de abordar personagens marcantes como Hans Hubermann, pai adotivo de Liesel, quefomentou o desejo de leitura da protagonista ao ensiná-la a ler, isso começou com um livro sobre coveiros, que destaca o tom mórbido do filme, que liesel encontrou no enterro de seu irmão, antes de chegar ao lar adotivo. Nesse prisma, outra personagem, com pouco tempo de tela, também influenciou no amor da jovem pelos livros, Isla Hermann, a esposa do prefeito da cidade que quando Liesel ia entregar as roupas passadas de seu marido a deixava ler os exemplares de seu acervo literário. Todos estes personagens foram de suma importancia para o desenvolvimento intelectual da protagonista, mas o ponto mais relevante da narrativa é o aparecimento de Max, jovem judeu com ideiais comunistas tais quais a mãe biologica de Liesel, que passa a residir no porão dos Hubermann, durante seu tempo ali, ele e Liesel desenvolvem uma profunda amizade na qual ele escreve historias para ela, porem, ao decorrer do filme ele é capturado pelos nazistas. Em meio a todo esse panorama, a jovem, que já presenciou uma queima de livros que apresentam uma afronta à raça ariana, começa a roubar livros para preservá-los e lê-los. O Desfecho do filme é um bombardeio aéreo em Molching, a cidade onde Liesel vive, na qual a casa dos Hubermann é destruída. Hans e Rosa Hubermann, pais da protagonista, além de muitos outros habitantes, morrem no ataque. Liesel sobreviveu ao bombardeio, mas perdeu as pessoas que mais amava e se encontra sozinha como no início do filme, esta é outra cena que exemplifica a morte como sendo o próprio contexto da Alemanha nazista, e após todo esse quadro ela acba sendo adotada novamente e ao final do filme é revelado que Liesel se tornou uma escritora. O filme fecha com uma nota sobre a importância das palavras e da literatura, destacando como Liesel encontrou consolo e força através dos livros em tempos de adversidade.
Nesse contexto, o filme aborda diversos acontecimentos históricos como o próprio nazismo e a relação entre Hitler, Chanceler do Reich e Führer da Alemanha Nazista de 1934 até 1945, e os alemaes, retratando a controlação politica disseminada nos discursos que tinham intuito de fomentar o odio e a rivalidade entre nações, como tambem a historico dia 10 de maio de 1933, o regime nazista promoveu a queima de obras literárias consideradas “inconvenientes”. Outro aspecto interessante do filme é a resistencia ao nazismo que a familia de Liesel representa ao esconder um judeu em sua casa, isso porque era de conhecimento popular na epoca que, a partir da doutrinação que os estudantes e a população presenciaram atravez de discursos que insentivam o repudio aos “diferentes”, isso era um crime ao estado e ao Führer. Desse modo, é importante frisar que o filme em questão tem características similares a outros filmes com essa temática, formando um misto entre o O Menino do Pijama Listrado, ao retratar os impactos que a guerra tem na mente de uma criança e, com o filme o Zoológico de Varsóvia, ao ilustrar um fato não tão popular atualmente, a insatisfação de pequenos grupos alemães com os atos desumanos de Hitler. Em um âmbito mais expositivo, é visível que a principal mensagem da obra é retratar a paixão de Liesel por livros e palavras que simbolizam a resistência cultural e intelectual ao nazismo, que também a censura literária como forma de doutrinação. Desde os primórdios da primeira civilização o homem vem procurando uma forma de preservar seus costumes, ensinamentos e até sua forma de sobrevivência para ajudar seus descendentes e repassar sua história à diante, isso acontece seja pela língua falada ou escrita. Nesse viés, com o decorrer dos séculos, a literatura passou a ser também uma forma de entretenimento, de status social ou de uso acadêmico, mas a literatura em geral tem a função de estimular a imaginação e, que em momentos difíceis pode ser uma forma escapar da realidade brutal e preserva na humanidade a esperança em tempos de desespero. Durante a guerra, muitos livros foram proibidos e queimados pelos nazistas, mas também se tornaram um símbolo de resistência para aqueles que se opunham ao regime e, principalmente, algo que “deu” força aos que não se conformaram com a guerra, oferecendo uma reflexão sobre como ideologias extremas podem manipular e destruir sociedades inteiras se os indivíduos não tiverem acesso à outras fontes de informação.
4 - CONCLUSÃO
Em suma, "A Menina Que Roubava Livros" é uma obra importante já que humaniza as histórias da guerra, lembrando-nos que por trás dos eventos históricos há vidas individuais afetadas de maneiras profundas e que as crianças, com toda pureza e inocência, enfrentam uma batalha à parte e que todo esse contexto conflituoso pode afetar a moralidade de uma população que não vê nada além do exposto pelo governo. A resistência dos personagens, mesmo que silenciosa, é um lembrete poderoso da importância de lutar contra a opressão e que em nenhum regime haverá total apoio dos cidadãos, pois mesmo que em segredo alguns se revoltaram contra o sistema. O filme também serve como um alerta sobre os perigos do nazi-fascismo e a desumanização que ele promoveu não só em países estrangeiros como na própria Alemanha que também sofre com os agravantes de uma guerra. Ele nos lembra da necessidade contínua de combater ideologias que promovem ódio e divisão, já que temos um exemplo similar no Brasil, que se parece em característica de censura informacional, Ditadura militar, na qual parte da população se opunha ao regime que as silenciava e promovia decadência sociais no país. Em resumo, "A Menina Que Roubava Livros" é uma narrativa poderosa sobre a força do espírito humano e a importância de resistir contra a tirania, oferecendo lições valiosas sobre a história e a natureza humana que também evidenciam a própria desigualdade social como um aspecto poderoso da época e da contemporaneidade, que separa a sociedade em duas realidades paralelas, elas não se cruzam, classe alta e baixa que sempre se contrapõe, especialmente em um período de instabilidade governamental. Isso tudo ainda se faz importantíssimo para a atual conjuntura no Brasil e no mundo, pois ensina a sociedade, que com a tecnologia vem se tornando desinteressada no hábito da leitura e desapegada ao passado e a própria herança cultural, o impacto de um livro na sua vida. Logo, essa obra evidencia diversos aspectos importantes e interessantes sobre a segunda guerra mundial e o nazismo, que são de suma importância tanto para a vida acadêmica quanto para o desenvolvimento crítico da população, assim, esta obra é um belo drama que se conecta com o público e com a historiografia, abordando a humanização dos alemães que tinham sua ideologia sempre associada ao ditador. 
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