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IMUNOLOGIA GERAL E CLÍNICA APLICADA À FARMÁCIA l QUINTA-FEIRA I 14.11 I 20H30 0:09 Ok, obrigado, boa noite, pessoal. Sejam bem-vindo aí mais uma vez a Imunologia geral e clínica aplicada à farmácia. Hoje a gente vai dar o recomeço, né? No nosso raciocínio clínico. Então a gente vai falar um pouco aí dos antígenos que vão desempenhar um papel, né? Central na nossa resposta imune, né? Do nosso organismo. 0:35 Sendo esses, né? Fundamentais para identificar o quê? Substâncias, né, que estão ali presente. Substâncias que o corpo reconhece ali como estranhas e é um potencial prejudicial, né? Então, vírus da H1N 1, vírus da COVID, vírus da HIV, alterações morfa funcionais devido ao câncer que a gente vai adentrar, né, na semana que vem. 1:06 Todas esses esses antígenos vão desempenhar uma resposta imune no nosso organismo, sendo fundamental pra identificar a substância. Reconhecer, né? É esse corpo estranho, né? Que vai gerar um prejuízo. E aí hoje a gente vai fazer o quê? Aprofundar os conceitos, né, apresentados ao longo aí da teoria e esclarecer alguns pontos chaves. 1:34 Sobre antígenos e a resposta imune coloquei aqui, né? É alguns mapas mentais pra ajudar vocês. E aí, como a Pamela, ontem a gente brincou na aula prática, né? O xizinho aí, ó, que é essa? 1:57 Esse mapa aqui é essa questão sempre é cobrada, né? Então o que são antígenos aí, pessoal? Os antígenos são substâncias, tá que que que ali, né? É que que serão introduzidas no organismo, provocando o quê? Uma resposta imunológica, daí levando se a produção de anticorpos, então essa capacidade, né, ela vai o que desencadear uma resposta. 2:27 Devido o que? A sua natureza, né? De identificar a sua natureza ali, de colaborar com os antismos, que é isso. Com isso, vai incluir uma variedade de substâncias, substâncias essas que são fundamental na Imunologia pra sua identificação. A gente classifica com O Mecanismo central. E aí desse mecanismo central, o que que a gente vai ter? 2:55 Né? A gente vai ter as chamadas proteínas. Proteínas nessa linhagem aqui elas desempenham, né? Muita das vezes a maioria dos antígenos são proteínas. Por quê? Eles estão presentes ali nos patógenos. 3:11 Vírus, bactérias. Vamos ter também os carboidratos. Professor, Sério, Sério, pessoal, a gente também vai ter os carboidratos aí presentes nessas estruturas de polissacarídeos, que são as superfícies de algumas bactérias. Com isso também a gente vai ter apresentação dos lipídios que desempenham ali, né? Um papel especial, né? Principalmente porque pertence a certo micro organismos. 3:40 Quem lembra aí da da polêmica do álcool 70? Lá na pandemia ele liberava o quê? A Barreira lipídica. Rompendo essa Barreira inoculava o vírus. 3:53 E a gente tem os ácidos nucleicos, que é o que na Imunologia é a parte da resposta imunológica que vai ser direcionada contra os ácidos nucleicos dos vivos. E a gente tem um outro carinha também que vai desempenhar um papel, né? Crucial aqui é o apitenos, né? Ou seja, são pequenas moléculas que, por si só, pessoal, são imunogênicas. Ou seja. 4:23 Podem se tornar antígenos quando se liga a uma proteína de um hospedeiros. Então cada receptor dos antígenos do sistema imunológico, né? Ele vai identificar o antígeno específico ali e aí baseado nisso, ele vai trazer diversas respostas imunológicas que vão trabalhar na imunidade. 4:57 E aí, quais os quais os tipos de de antígenos, né? Então a gente vai ter algumas classificações especiais que a gente tá lá na unidade 2, unidade 3, que a gente vai mensurar hoje. Alguns tipos podem ser classificados como exógenos, ou seja, provenientes de um ambiente externo, como bactérias, vírus. 5:21 Alimentos pobres. Esses antígenos são apresentados às células imunológicas por células apresentadoras de antígenos, as que a gente conhece como apcs, ou seja, como as células dendríticas. Com isso, ocorre qual mecanismo reconhecimento desses antígenos pelos linfócitos. Ter helper. 5:46 Daí vai resultar na ativação da resposta imunológica. Qual pessoal adaptativa, né? Então exógeno, ele tá voltado pra resposta imunológica adaptativa. E o endógeno, vamos lá, baseado aí nesse mapa mental, o endógeno, ele vai ser originado de dentro do próprio organismo. 6:11 Normalmente, ele vai estar ligado a quem pessoal aos resultados de células infectadas por um patógeno, né? Daí, o antígeno endógeno pode desencadear o que respostas imune em casos de infecções virais, tumorais ou até doenças autoimune, como a gente mencionou. Lupus, né? Alguns tipos de câncer. 6:38 Virais, AOHIV, dentre outras, e cada natureza dos antígenos, ele vai depender de uma resposta, né? Pro do, da, do, do grupo proteico, aí que vão requerer o quê? Ajuda de células t, da ajuda das células, TA gente, tem a classificação das respostas aos antígenos proteicos, o Timo, independente, né? Que vai ativar o quê? As células b. 7:05 Sem ajudas de célula t, gerando a resposta dos antígenos polissacarídeos. E aí a gente tem lá o linfócito b folicular, como vocês estão vendo cada mecanismozinho ele participa de uma ativação específica, né? Eu coloquei lá para vocês disponibilizei com o Breno, né? O representante aí de turma o livro. 7:30 De Imunologia completo. E aí na no capítulo 2, exatamente, ele tem um gráfico, né bem resumido, que eu vou apresentar para quem não teve acesso do livro na semana que vem. Aqui a gente vai fazer essa classificação. Deixa eu só ver aqui. 8:05 Só deu, voltou o pessoal. E aí cada antígeno ele tem sua propriedade, né? Quais propriedades? Paulo, imunogenicidade então a imunogenicidade de um antígeno, ou seja, sua capacidade de induzir se né uma resposta imune vai depender de várias características. 8:30 E aí a primeira característica é, a gente classifica como a natureza desse antígeno. Ou seja, da natureza, antígenos estranhos exógenos são mais propensos a desencajar uma resposta do que antígenos próprio. O tamanho molecular também, né? Então, em tamanho molecular, antígenos maiores tende o que pessoal a ser mais imunogênicos, ou seja, vai gerar substâncias. 9:00 De tamanhos moleculares pequenos, como os apetenos, geralmente precisam se associar a um portador para provocar uma resposta imune, né? Do tamanho molecular de composição, também devido a sua composição, a gente classifica ele como a complexidade, ou seja, a complexidade dos antígenos que vai influenciar sua capacidade. 9:25 Né, de influenciar essa capacidade. A gente tem a parte de estimular a resposta, né, da da sua resposta. Os antígenos vão possuir uma grande variedade de estruturas proteicas. Proteínas glicadas tem de ser, né ainda as proteínas glicadas vai acrescentar aqui, né, que tá aí na nessa, nesse gráfico. 9:53 Elas tende a ser muito mais imunogênicos. A complexidade bioquímica também desse antígeno, ele interfere muito aí na sua resposta, né? Então o antígeno com uma estrutura tridimensional complexa geralmente geram respostas mais robustas. Cada antígeno ele tem a sua particularidade. 10:18 Cada antígeno ele vai trabalhar num mecanismo central do do desenvolvimento ali da sua ativação pra essa doença, né? Então a gente tem estruturas complexas que vão trabalhando nas propriedades desses antígenos. E aí? 10:35 Não é na aula de hoje, mas quando a gente ver vacinas, né? Quando a gente vê todos esse mecanismo central de imunização, imunização adquirida, imunização parcial, dentre outras, a gente começa a compreender O Mecanismo central da saúde e doença. Lá, nos processos patológicos a gente viu diversos mecanismos que trazem e remetem, né? 10:57 Alterações permanentes ou irreversíveis. E na Imunologia é a mesma coisa. A partir das propriedades dos antígenos a gente consegue, né? Tratar uma variedades de alterações moleculares pertinentes. Aí alergias, né? É, a gente consegue. Tem as vacinas antialérgicas, né? Tratamentos de bronquite, por exemplo, dentre outros. 11:22 Cada um vai participar, cada característica. Ela vai ser única e vai se adaptando conforme as suas necessidades. Morfofuncionais e moleculares nesse mesmo mecanismo, né? A gente classificaaqui agora as respostas imune. Quando ela funciona? Paulo, ela vai funcionar pessoal quando um antígeno é reconhecido por quem? Pelo nosso sistema imune. 11:51 Como que ocorre ocorrendo se assim a ativação inicial os BET, os linfócitos b, por sua vez, como tá aí, vão proliferar o quê? Diferentes, né? Vão, vão proliferar e diferenciar, produzindo se assim anticorpos específicos. Esses anticorpos específicos, por sua vez, vão neutralizar o antígeno ou marcar pra sua destruição. 12:19 Daí os linfócitos t podem ser, né? Diferenciar em diferentes subtipos, como você já conhece, helps t citotóxicos que vão desempenhar o quê? Um papel crucial aí nesse mecanismo do do mapa, né? Eles vão desempenhar um papel crucial na coordenação. 12:39 Da execução dessa resposta imune. E aí a gente viu que nesses 4 mapas a gente começa a concluir que os antígenos são fundamentais para que para o funcionamento do sistema imunológico, pois garantem o que pessoal que o organismo consiga distinguir o que é próprio, o que é estranho no caso que a gente falou na prática de uma transfusão de um órgão. 13:09 Então, se eu não neutralizar, se eu não tratar esse paciente ali, né, com diversos medicamentos, gera a rejeição. O caso daquele apresentador que teve, né? 2, se eu não me engano, né? É transfusão, é perdão, transplante, né? De de coração, eu esqueci o nome dele agora. Eu não vejo muito TV aberta, mas então cada. 13:35 Mecanismo vai participar numa numa particularidade e a Imuno, né? Ela vem desencadeando todos esses mecanismos que vocês estão vendo aí, parando, neutralizando, produzindo, replicando esse material justamente para proteger o nosso sistema. 13:52 E aí a ciência vem, ela pode ir baseado nas modificações, né? De matriz molecular, neutralizar para de repente o sistema imunológico não rejeitar aquele órgão. Como eu disponibilizei ao artigo que vocês já devem ter feito uma leitura, então as saúdes do sistema imune é essencial para quê? Para o desenvolvimento de vacinas, terapias imunológicas que vão ajudar a quem pessoal a proteger o organismo com. 14:22 Doenças, nada mais. Sem esse mecanismo a gente morreria. Fausto, obrigado pessoal, por lembrar aí. E anticorpos, pessoal. Os anticorpos, né, ou também imunoglobulinas são o que são, proteínas, né? 14:59 Cruciais para o nosso sistema imunológico, esses carinhas desempenham um papel fundamental na nossa defesa do nosso organismo contra patógenos, vírus, bactérias. 15:13 Então, baseado numa explicação mais detalhada, né? Por causa do nosso tempo, eu vou tentar exemplificar um pouco, mas lá na unidade de vocês tem bastante assunto e hoje eu vou disponibilizar mais artigos pra ajudar vocês. OA função dos anticorpos, né? Eles são responsáveis por reconhecer e neutralizar agentes invasores. Então lá no mecanismo central é da prova de vocês. 15:43 O que são anticorpos? Basicamente, anticorpos são responsáveis por reconhecer e neutralizar agentes invasores. Eles são produzidos onde são produzidos em respostas à presença de antígenos, que são o que pessoal. São substâncias estranhas ao organismo, como toxinas, componentes de microrganismo mecanismo. Quando um patógeno invade o corpo, os linfócitos b são. 16:13 Ativados. Daí começa o diferenciamento em plasmócitos que secretam anticorpos e específicos. Não vão mais esquecer, né? Então, anticorpo, os anticorpos ou as imunoglobulinas podem estar nessas 2 denominações. São proteínas. 16:36 Cruciais para que pessoal? Para o sistema imunológico, porque vão desempenhar um papel fundamental na defesa do nosso organismo contra os patógenos, vírus, bactérias, né? E a função desses anticorpos responsáveis por reconhecer e neutralizar agentes que agentes invasores. 17:00 Onde são produzidos, são produzidos a partir das respostas a presença de antígenos, que são substâncias estranhas, como as toxinas ou qualquer componente de microorganismo vírus, por exemplo, mais fácil de gravar e quando ele quando ele é ativado, quando um patógeno invade o corpo de linfócitos b, se ativam, onde diferenciando se em. 17:28 Quais? Mócitos que secretam anticorpos específicos? E aí, vem aí o ig, AEO igg e dentre outras. Então, os tipos de anticorpos podem se apresentar em 2 formas, tá na forma livre, a gente classifica como secretados, ou seja, na corrente sanguínea, onde pode se ligar a anticorpos e neutralizados. 17:57 E membranários quais são ligados a superfície de linfócitos b todo que está ligado a superfície de linfócitos b é membranários, funcionando como receptores de antígenos, né? Esse fornece uma ligação que permite o que que os linfócitos b reconheçam. 18:22 Respondam de maneira específica a um antismo particular. E aí, né? Cada um vai ter sua característica. É o que é que caracteriza as classes dos ig? É o tipo de cadeia, né? 18:39 Alfa, por exemplo, né? Que vai neutralizar e vai trabalhar e o que vai mudar o que, o que vai fornecer? A troca de classe muda. A função biológica também desse anticorpo, então a gente, né, tem a estrutura dos anticorpos, anticorpos, que tem estrutura na forma de y é composta, né, por 2 cadeias leves idêntica entre si. 19:06 Né, vou ter 2 cadeias pesadas, também idênticas entre si, cadeias essas estão conectada por pontes de sulfeto sulfeto. Que vão que vão variar, né? Em número de posições que vão resultar em diferentes classes ou isótipos de anticorpos, EGA, igd, ig e igg e igm. 19:34 Fiquem tranquilos que tem o mapa mental só dessa nomenclatura, só pra gente começar a entender a classificação das imunoglobulinas. E aí quando a gente entra em regiões, quando a gente entra em região dos anticorpos, né? São estruturas, né, que podem ser divididas em 2 regiões principais. 20:01 Região constante o que que seria parte da molécula que é praticamente idêntica a quem entre diferentes anticorpos que vai estar envolvida na interação com outras células do sistema imunológica e a região variável ou ou epitopo o epitopo, né? Ou região variável seria o que a parte da molécula. 20:30 Que é altamente específica, varia entre diferentes anticorpos. Essa região ela interage diretamente com quem com antígeno, permitindo que o que que o anticorpo reconheça se ligue especificamente ao patógeno. E aí vem células dendríticas. Classe de apresentação, né? Para ter neve. 20:57 A ida a partindo daí são ativadas precisam se de 2 sinais, o primeiro é o reconhecimento do antígeno, o segundo é o é a coestimulação. Após entre o reconhecimento e estimulação passa pra pra IL 2, que vai estimular a proliferação das células t, que por sua vez vão diferenciar gerar as células efetoras entra t. 21:27 CD 4 gera células auxiliadoras, efetoras e de memória, né? E células também PCD 8, que gera células citotóxicas, efetoras e de memória. É complexo, mas se você pegar todo dia 20 minutinhos, você começa compreender todo mecanismo central que vai te dar embasamento. 21:56 Para você compreender a farmaco e outras disciplinas, até como a química, farmacêutica, quando a gente entrar lá em isomeria, né? Reação do farmaco. Tudo isso está interligado, né? Para a gente compreender as ativações farmacológicas e a importância pessoal. A importância dos anticorpos, né? Baseado aí. 22:20 A capacidade dos anticorpos de identificar neutralizar antígenos é essencial para a proteção do nosso organismo. Além dele participar da neutralização dos patógenos diretamente, anticorpos também pode marcar agentes invasores para que para serem destruídos por outras células do sistema imunológico, promovendo assim eliminação eficiente de infecções que vai contribuindo para a imunidade. 22:50 Da imunidade, né? Ao longo prazo, né? Então, em resumos anticorpos são peças fundamentais do nosso sistema imunológico que vão garantindo que o corpo possa combater eficientemente diversas infecções e manter a saúde em estágio de homeostase. 23:12 E aí a gente tem esse esse recadinho aí do mapa mental, então o que que quer dizer tudo que eu falei? Os linfócitos Teo mhc, né? Vão reconhecer antes nos restritos ao mhc. Daí as proteínas precisam ser processadas dentro dosapcs. 23:34 Partindo desse raciocínio, são ligadas, né, ao mhc, apresentadas aí linfócitos. Ter o mhc, ele funciona como um complexo de isto, compatibilidade, principalmente, né? É de classe um o mhc classe 2, né? Ele já participa da da. 23:59 Do hla, né? Ou seja, classe um ele apresenta antígenos pra salas de tcd 8 EOEOMHC classe 2 ele vai trabalhar em antígenos CD 4, tcd 4. Partindo daí né, pra esse carinha aí ó. As classificações de imunoglobinas e anticorpos. Deixa eu ver se tem alguma dúvida pertinente. 24:56 E aí esses carinhas, né? São proteínas complexas, que são o que pessoal, são produzidas pelo sistema imunológico. Eles são ali, né? É basicamente pra identificar, neutralizar patógenos, bactérias de vírus. Ele tem a estrutura de um monômero, né, de. 25:23 Imunoglobina, ela é composta, né? Principalmente por 4 cadeias. Cadeias essas aí que vocês estão vendo. Polipeptídicas 2 pesadas, Oh né, 2 leves. E aí a gente começa a detalhar, né? A estrutura como cadeias pesadas. 25:51 Então existe 2 tipos de cadeias leves, a alfa, né? E a cada anticorpo tem 2 cadeias idênticas, pesada, cadeia leve, cadeia pesada. 26:17 Na pesada, existe 5 classes principais de cadeias pesadas que vão determinar o quê o tipo do anticorpo IGAIGDIGEIGGEIGM. Cada anticorpo contém 2 cadeias pesadas idênticas, né? Então a gente tem a região constante da cadeia leve, a gente tem a região. 26:43 Né variável da cadeia leve a ligação, né? Principal a região constante da cadeia pesada, então cada uma vai participar de de de um componente na região constante e ou variável, né? As extremidades das cadeias leve pesadas por suas regiões variáveis, que são responsáveis por qual mecanismo? Reconhecimento. 27:12 Né? Então, na cadeia variável, O Mecanismo central é de reconhecimento ligação de antígenos específicos. Essa variação vai permitir um grande número de anticorpos reconheça uma amprograma de antígenos e na região constante. 27:32 Região constante é que vocês estão vendo a ilustração, né? É? A parte das cadeias pesadas e leves são classificadas como regiões constantes, que determinam o que a classe do anticorpo desempenham papéis na interação com outras células do sistema imunológico. Tá daí a gente tem a combinação em forma y. 27:59 A estrutura do anticorpo geralmente se assemelha, né, a essa essa forma de são formas locais de ligação do antígeno, enquanto esse caule, né? Ou seja, essa é região constante da cadeia. Vai interagir com quem? Outros componentes do sistema imunológico, diversos ligações por pontes de hidrogênio, interações hídricas, né? As cadeias são ali. 28:29 Mantidas vão pôr assim não seria. É determinação mais correta, mas elas são mantidas, né? Unidas, perdão por ligações e pontes que vão o quê? Vão partido de sufeto entre cadeias pesadas e leves, essa região aqui, partindo daí das cadeias pesadas e leve, entre as próprias cadeias pesadas, essas ligações são o quê? 28:57 Cruciais, pessoal, para mim ter uma instabilidade na estrutura do anticorpo, qualquer alteração eu não tô tendo uma instabilidade, tô tendo uma geração de intercorrências moleculares que não vai fazer a estrutura, né? Ter o seu êxito ali, na sua função e a região também glicoproteína. 29:24 Muitas dessas hemoglobinas também, né? Vão estar ligados aí a carboidratos, né? É, tornam se, né? É modificações especiais que podem influenciar a função e a forma como os anticorpos vão gerar interação entre as células. Qual é a função é dessas glicoproteínas? 29:49 Basicamente a função. Elas desempenham diversas funções no nosso sistema imunológico, no nosso sistema imunológico, que vai incluindo neutralização de toxinas, pseudonização de patógenos, marcação para destruição, ativação do sistema complemento. É uma estrutura vital. 30:12 Pra eficácia e diversidade da resposta imune, porque ela vai permitir que o organismo reconheça, responda de uma maneira ampla, uma variedade de antismos. Cada estrutura vai desempenhar 11 mecanismo, como os senhores viram. 30:32 Né? Então a gente vai ter a região constante, região constante, cadeia leve, região da cadeia pesada, região variável da cadeia leve, região variada da cadeia pesada. Então cada uma ali vai desempenhar um papel. E aí, como que esses anticorpos vão ser divididos a partir dessa classificação, dessa estrutura? 30:55 Os anticorpos. Eles são também conhecidos como imunoglobinas, como já tinha falado, né? São proteínas produzidas pelo nosso sistema imunológico. Eles desempenham um papel crucial na nossa defesa contra patógenos, bactérias de vírus. Eles são divididos em 5 classes principais e cada classe. 31:20 Tem a sua é característica e função específica. E aí eu começo com igg. O igg né? É a classe de anticorpos mais abundantes no sangue e influidos extracelulares função fornece aí maior parte da proteção contra infecções. 31:46 Né? O igg pode atravessar placenta, oferecendo imunidade passiva ao feto do evento. A gravidez tá? Também é importante na neutralização de toxinas e vírus, bem como na pseudonização. 32:03 Marcação de patógenos pra destruição por seus do sistema imunológico. Então esse carinha e GG participa de todo esse processo, então ele apresenta se na forma monométrica, é mais abundante no sangue, é mais importante da resposta imune da memória, pode atravessar a Barreira placentária, confere imunidade ao feto que é transmitida pela monha através da placenta, pode. 32:33 Permanecer circulando sangue do fio até cerca de 2 anos de idade. Então ela é muito importante. OIGA, né? IGA também presente em em secreções de mucosas, como saliva, lágrima, leite materno. 33:01 Secreções respiratórias, intestinal, né? Então ele tá presente aí na nessas secreções de mucosa participa de funções importantes na proteção das superfícies de mucosas, impedindo a adesão de profatosgenos, né? Neutralizando vivos e toxicinas o leite materno, fornece se GA ao recém nascido, ajudando o que pessoal a proteger contra infecções temperais. 33:32 Então aí mais uma vez, o leite materno aí é uma das propriedades, né, da sua importância pra promoção do aleitamento materno, né? Então ela desempenha essa cadeia fundamental. Deixa eu só ver o chat aqui que pra mim tá piscando, tá tudo ok? 33:54 Então ele desempenha, né? Essa essa função aí, central. E o igm é a mesma coisa, né? O igm é a primeira classe aí dos anticorpos a ser produzido em resposta a uma infecção, né? Então ele atua como uma proteção, né? Água de aglutinador de patógenos. 34:18 É eficaz na ativação do sistema complemento porque ele vai ajudar a eliminar micro organismos. O igm, né? É preconizante em infecções agudas porque indica uma resposta imunológica inicial, né? Então ele tá em toda essa cadeia aí e se vocês fizerem uma releitura lá na pato, vocês vão ver interligações nos processos. 34:45 Fisiopatológicos também pra gente começar a compreender, né? E ano que vem aí começar a correlacionar, vou fazer também uns questionários aí vou enviar aí pro Breno, botar lá no grupo de vocês depois, né? Pra vocês correlacionar a fisio, Imuno micro pato, né? E a farmaco aí ano que vem vocês vão ver como é fantástico toda essa interação intermolecular. 35:11 Né? Porque cada disciplina ela vai ampliando aí, né, vai interligando. E ao longo aí da do dos nossos encontros aí da Imuno até o final da disciplina, vocês vão ver como é fantástico entender todos esses mecanismos, né? E aí, baseado nesse raciocínio aí, o ig e, né? É menos comum aí, normalmente encontrado em baixas concentrações do nosso sangue. 35:41 Ela está envolvida em reações alérgicas, principalmente na defesa contra parasitas como vermes, né? Então, ao se ligar a alerjenus, né? Por exemplo, OIGE desencadeia ali o quê? A liberação de histamina. 36:00 E outras células, né? Especializadas, com os mais tóxicos provocados ali nos sintomas alérgicos. Então elas desencadeiam aí, então e GE quando chegar lá na bioquímica, a gente vai ver mecanismos centrais que participam ali de algumas leituras. Bioquímica clínica que é pertinente o farmacêutico entender aí essa cadeia. 36:25 EGGquem fez teste de de COVID alguma vez viu lá Na Na lanceta, né? A marcação dele. GE quem já fez testes alérgicos aí pode até comentar diversos dessas imaglobinas, elas são classificadas nos ativadores aí pra quem faz testes alérgicos, né EGD? 36:51 É a menos conhecida, menos compreendida das 5 classes. Função básica, né? É principalmente na superfície. A gente encontra muito ela, principalmente na superfície de COAB, porque É Ela atua ali como receptor de antígenos. Sua função exata ainda não é compreendida. 37:14 Ainda não é muito Clara, mas a ciência acredita, né? Assim que ela desempenha um papel muito importante na ativação da resposta imune da resposta imune adaptativa, né? Então ela funciona aí como receptor de de antismos, ativando a imunidade adaptativa. Então a gente tem ainda diversos mecanismos centrais, né? Em cada em cada uma desses. 37:41 Receptores que são responsáveis aí pelos mecanismos centrais da imunidade. Aqui eu só botei uma marcação, né? Da unidade 2 e 3. Então a gente começa a entender os mecanismos centrais do que da imunidade inata e adaptativa. Então, basicamente reconhecer os padrões moleculares associado ao patógeno, né pamp? 38:09 É padrão molecular associado ao dano dump, respostas, salas TITIBI, tolerância imunológica e autoimunidade. Então, basicamente, né, a unidade 2 e 3 lá do material didático, a gente tem que elucidar esse mecanismo. E aí a gente começa por quem? É imunidade inata, né? Então a gente começa a compreender aqui nesse ponto da aula, o impacto que o microorganismo. 38:39 Desenvolve na no nosso sistema imunológico, né? Então Oo impacto do microrganismo no sistema imunológico ele envolve o que é uma compreensão de 2 conceitos principal, os pups, né? Padrão moleculares associados a patógenos e dups, que seriam os padrões moleculares associados a danos, né? Então cada um desses a gente detalha aí baseado nesse desenhozinho que eu vou aí marcando aí para vocês. 39:08 É pamps, né? Aí No No iniciozinho, né, do do mapa mental, aí que tem, né, nesse receptor aí que que ele tá mostrando, né? São componentes específicos, tá? Os pamps então pamps são componentes, né, específicos que se encontram em micro organismo. 39:43 Bactérias, vírus, fungos. Exemplos mais comuns, lipopolissacarídeos, né? Encontrados em membranas externas de bactérias Gran negativas pipopoliglicanos presentes onde nas bactérias Gran positivas. 40:07 Ácidos nucleicos virais, como RNA ou DNA de vírus, é que vão desempenhar o que é um padrão, né? É reconhecido pelo sistema imunológico inato, que funciona como sinalizadores de infecção, ativando respostas imune que ajudam o organismo a combater patógenos. Com cada um desse, né? É paps, dumps, eles vão trabalhar. 40:38 Né? Onde? No combate a patógenos. E aí a gente tem, né, os dups aí que por outro lado, né, são moléculas que estão normalmente localizadas onde dentro da célula, né, mas não são liberadas em resposta a danos celulares porque é, eles desencadeis, são desencadeados, né? 41:04 Em processos infecciosos, traumas físicos ou agentes químicos, os dumps, eles incluem o que pessoal, uma matriz extracelar proteica, matriz DNA, RNA, né? Que podem ser liberados as células, né, quando elas sofrem um estresse. 41:34 Ou estão morrendo? Esses dumps podem também ser ativados no sistema imunológico, auxiliar receptores de células imune, indicando que algo não está bem no organismo. E aí começa essa sinalização da matriz extracelular desses ácidos nucleicos, né? Que vai desencadear a ativação ali dos dups pelo meu sistema imunológico. 42:08 Por quem sistema Imuno SI ocorreu essa ativação, aí os dupi entra, né? Ligando se a receptores de células imune que está indicando que algo no nosso organismo não está legal, alérgico um vírus, uma bactéria, dentre outro ou até o estresse ali né, que o organismo está sofrendo. 42:38 Esses receptores são reconhecidos como receptores padrão, né, que a gente pode denominar PRRS são proteínas presentes nas salas de sistema imunológico inato, inato. 43:05 Né? Então ele ele reconhece tanto pups e dumps. Dessa forma, os prrs desempenham um papel crucial na detecção de patógenos, né, na resposta a danos a tecidos. E aí a gente tem receptores tipo tol, né, que é esses carinhas aqui, né, que são, é. 43:31 São 2 tipos, né? Dos receptores mais estudados, eles reconhecem, né? Os os os pamps e os dumps, né? Que são fundamentais. Onde na ativação imune o tlr né tlrs são compostos por repetições de quem? De sequências ricas em leusinas, que são essenciais para função de reconhecimento. 44:01 Chegamos aqui nas leuzinas, ó, e aí esse reconhecimento. Como que funciona a interação? Quando os pups e os dups se ligam aos prs, isso desencadeia uma série de reações dentro das células imunes, como vocês estão vendo aí lá na unidade 2 tem o videozinho mostrando, então fica bem lúdico lá no YouTube pra vocês. 44:30 Ver ou não conseguir projetar o vídeo aqui na aula, né? Então ele é ativado, né? Ativando se assim mecanismos de defesas, produção de citocinas quimiocinas, que são moléculas sinalizadoras que vão ajudar o que coordenar respostas imunológicas, ativando quem células imune, como macrófagos, neutrófagos, neutrófilos, né? 44:57 Que vão realizar o que? Um combate aos patógenos ou em parcelas danificadas também são mecanismos, né? É que funcionam como parte de uma resposta imune inata que seria o que a nossa primeira linha de defesa do organismo contra quem? Pessoal em infecções e lesões. Em suma, pamps e dups. 45:24 São o quê são cruciais para o reconhecimento. E a resposta imunológica a quê? A ameaça, seja ela de origem microbiana ou resultado de danos. Teciduais, né? Resposta tecidual ali. 45:53 Voltou meu está internet está ocilando e aqui No No TRL, que que seria ela? Ela é uma proteína transmembrana, ou seja, atravessa a membrana. Seu lado sistema imune e nato, possui uma região externa que vai interagir com os pamps do patógeno, acionando quem a resposta imune nata, desencadeando uma série de eventos responsáveis. 46:22 Que é a defesa do micro organismo, né? E aí, desse mecanismo, a gente compreende que existe vários tipos de patógenos nos quais o sistema imuninato é capaz de reconhecer sim, entre os quais, bactérias vivos, fungo, parasitas, RNA viral, DNA viral bacteriano. Que é reconhecido, né? Ele só poderá ser reconhecido, né? 46:49 E é a diversidade de receptores do tipo tol que existe nas salas de defesa, como vocês estão vendo aí nas salas é de defesa, né? Fagócitos, que é responsável por reconhecer diferentes tipos de TRLE. Aí tá os tipos que a gente tem, então, TRL, 1 e 2. 47:13 Bactérias e parasitos 2 e 6 bactérias de Gran positivas e fungos 4 trl, 4 grão negativas, bactérias e fragelos trl 5 trl 3 RNA viral 7 DNA viral 8 RNA viral. 47:43 E 9 DNA bacteriano então cada um dos vários tipos de patógenos, né? São só são reconhecidos devido a esses receptores aí que vão diferenciar os tipos de TRL, né? E aí cada um desses, né? Entra no processo aí, né? É que seria uma invasão. 48:10 Bactérias ou fungos? Ou ou, né? Então os neutrófilos, por sua vez, são a primeira célula do sangue que migram para o vocal da infecção. Utilizam se da fagocitose para exterminar o micro organismo invasor. 48:25 Daí os neutrófilos exibem, né? Vários receptores do tipo troll, que em sua superfície OTRL 2, permite o quê detectar a presença de pepticlicanos das bactérias. Gran positiva OTRL 4 detectos lipopolissacarídeos, né? Daí vai desencadear o quê? Polissacarídeos está presente nas paredes. 48:55 Celulares das bactérias Gran negativa desse modo, ocorre o que a ativação a resposta inata porque houve a integração dos pamps das bactérias com quem? Com TRL dos neutrófilos, que vai provocar o que a síntese e secreção das citocinas necessárias, né? Nas quais o neutrófilo. 49:25 Migram para o local da infecção. Além de chamar, né, pra esse local, várias outras salas de defesa, que inclusive a maior, né? É especificidade que a imunidade adaptativa é será mediada por quem? Por linfócitos TEBE. Aí é esse mecanismozinho aí, ó,que tá na figura lá da unidade de vocês. 49:58 O meu slide voltar aqui, pessoal que a minha tela ficou preta, já respondo, chat aí pessoal, aqui os dumps, né? Podem ser produzidos como resultados de que pessoal de dano celular como necrose provocado por infecções. 50:31 Mas também a gente pode, né, indicar uma lesão celular pela ação de toxinas químicas, queimaduras, traumas ou até mesmo pessoal por falta de circulação de sangue, né? Que que é falta de de circulação do sangue? Provoca, né. Então esses dups aqui são produzidos por esses resultados de dano em celular. Deixa eu ver se a minha tela aqui pra responder vocês, voltou. 50:58 Ainda tá preta, daqui a pouquinho volta, tô com medo de mexer e cair tudo. E aqui nesse processo, quando uma célula entra em apoptose, ou seja, a morte programada, esses dups não são liberados. Onde pessoal no processo, né? 51:25 É logo, então ele vai demorar um pouquinho, não são liberados logo aí, né, porque vão provocar resposta imune e inflamatória no local, ali na lesão. E aí essa figura 5 está o que é o ilustre, a diferença entre esse processo. E aí a gente começa a compreender a poptose, né? Eu acho que você já tiver biologia molecular, que que seria processo de morte celular programada, né? Que também a gente. 51:55 Né? E o que que tá significando isso? E isso significa que quando uma célula inicia esse processo, ela segue uma série de etapas bem definidas, né? A partir daí a gente tem o controlo, né, que seria o que, um processo altamente regulado? 52:15 De sinais internos, como danos ao DNA, ou externos, como ausência de fatores de crescimento que produzem apoptose. E aí a gente tem um mecanismo, né? Apoptótico, né, que seria? Ou seja, a célula passa por mudanças morfológicas, né, como condensação de núcleo, fragmentação de DNA, colapso celular, que uma vez rompido, né? Ele vai fazer o quê? 52:45 Divide se a célula em fragmentos chamados corpos apoptóticos. Ocorrendo assim, fagocitose corpos apoptóticos são rapidamente reconhecidos fagocitados por células e sistema imunológico macrófagos monócitos. E aí, vamos fazer o que aqui, pessoal? Vai permitir remoção eficiente das células mortas. Resposta, né? 53:14 Aí, inflamatória. E aí AA resposta inflamatória na apoptose não provoca uma resposta, né? Inflamatória significativa, pois as saúdes e fragmentos são removidos, né? Sem derramamento de conteúdo celular, né? Que possa ativar o quê? A inflamação. E aí é todo esse processozinho que vocês estão vendo aí na tela. Aí eu parto para necrose. 53:46 Necrose refere se o quê mostra o seu lá não programada, geralmente indesejada, frequentemente uma resposta a diversos estímulos, lesão, infecções, privação de oxigênio. 54:01 Gerando, se assim, uma desordem, né? Processo de necrose não é regulado, ocorre de maneira desordenada, ou seja, se ela morre na devida, as condições externas que danificam quem? 54:14 Danificam sua integridade e O Mecanismo da necrose. As células sofrem inchaço, rompem membrana plasmática, liberam seu conteúdo, intracelar no ambiente externo. Esse derramamento de conteúdo celular pode causar danos às células vizinhas, gerando resposta inflamatória, geralmente encadeia resposta inflamatória significativa. 54:42 Porque o conteúdo celular liberado pode ativar nosso sistema imunológico, causando inflamação nos tecidos circundantes. Né circundantes? Aí em torno e aí? Em resumo, a poptose seria um processo, né? 55:04 Controlado e limpo, que não causa inflamação enquanto necrose é um processo caótico resultando em inflamação, né? Esses essas diferenças são fundamentais para o nosso sistema como um todo, né? Porque regula a homeostase EE promove o que o funcionamento normal do organismo multicelular. 55:33 Em cada ponto desse aqui a gente vai classificar um ponto de partida para as nossas respostas. Imuno inata o moral e celular aqui, que que vai ocorrer agora? Os pamps são padrões já moleculares. Tá que não, que não são, né? 55:59 É reconhecidos pelo sistema imunológico como indicadores, né? Ou seja, eles Na Na verdade, esse padrão aqui ele vai ser um indicador positivo a quem a infecções. E aí eles vão incluir componentes, né? De bactérias, vírus, fungos, parasitas. Um exemplo, uma bactéria pode é ter o seu peptídeo ali na parede do celular. 56:28 Que são reconhecidos por receptores do nosso sistema imunológico que vão detectar esse padrão celular tá do sistema imune iniciam se uma série de reações que levam à inflamação. Partindo daí, dumpis, né? Que seria o padrão molecular, né? É são liberados por células que estão sofrendo com essa morte celular não programada, como a necrose. 56:57 A partir daí, essas células morrem, liberam se substâncias que sinalizam o sistema imunológico que há um dano a um risco, a integridade do organismo como um todo, levando uma resposta rápida e inflamatória, isso começa a gerar, né, o processo de reparação tecidual pra eliminação dessa célula danificada. E aí entra esse carinha aí, ó. 57:24 Daí a informação é uma resposta protetor inicial do nosso sistema imunológico. Ela tem como objetivo eliminar rapidamente o platógeno, promovendo a cura. As respostas inflamatórias são mediadas, né? Por diferentes tipos de células. 57:43 E moléculas, principalmente porque células de resposta celular envolve se em quê, em ação de células imune, como macrófagos, neutrófilos, linfócitos. Daí essas células se mobilizam pra qual local? Local da infecção ou local de lesão, né? Que vai desempenhar o que papéis fundamentais na eliminação dos patógenos. 58:13 Tagocitando ou produzindo citocinas que amplificam a nossa resposta inflamatória. E aí dessa resposta inflamatória a gente entra na resposta humoral que vai referir se o que a ação das proteínas do sistema imune, como anticorpos e complementos que são secretados na corrente sanguínea. Anticorpos se ligam se ao patógenos. 58:42 Marcados pra destruição, enquanto o sistema complemento ajuda a destruir diferentes tipos de patógeno ou facilitando até a eliminação pelos fagócitos. Assim, essa interação entre entre essas 2 respostas permite o que pessoal permite uma resposta imune eficaz que vai garantir a proteção do nosso organismo contra diversas infecções. 59:12 Ela contribui para a recuperação em caso de uma lesão tecidual, né? Então a gente compreende que a inflamação, quando controlada, ela é uma parte essencial da defesa do corpo, né? Mas a inflamação crônica excessiva já leva danos residuais, doentes autoimune, dentre outras. E aí? 59:36 Desse ponto da inflamação, a gente tem os neutrófilos, monócitos, macrófagos, que vão desempenhar um papel crucial na nossa resposta inflamatória. E aí neutrófilos, por sua vez, vão contribuir para o nosso processo inflamatório. Neutrófilos são. 59:57 São os leucócitos mais abundantes no sangue. Corresponde mais ou menos em torno de 60 a 70% da sua totalidade, tá? Eles são que a gente classifica como as primeiras células, né? A responder a inflamação, porque vão migrando rapidamente pro local ou dano, ou até pra infecção. Função básica é afagocitose. 1:00:27 Que é o processo de engorfar, né? Ou destruir o microorganismo invasor. Como vive os bactérias, né? Além dos debrees cellives, né, que também liberam enzimas, substâncias químicas que vão ajudar o quê? Recrutar outras células que regulam, né? A resposta inflamatória. 1:00:53 E aí aqui nos monócitos também, que está interligado as citocinas aí é monócitos. Macrófagos são um tipo de leucócitos que circulam no sangue em resposta aos sinais da inflamação. Migram para tecidos onde está ocorrendo o que diferenciação em macrófagos? 1:01:13 Né? Porque ele tem um papel fundamental não apenas Na Na fagocitose, mas também na fase de reparo do tecido danificado após OA ocorrência da Batalha contra esses patógenos. Eles vão ajudar aqui o que remover restos celulares, né? Promover cicatrização, além de secretar citocinas, né? 1:01:43 E outros mediadores que influenciam aonde? Na atividade e outras células do sistema imunológico. Proteínas da resposta inflamatória, né? Que vai ter o quê?Que durante a informação a gente tem várias proteínas com as quais o sistema complementa interveucinas quimiocinas são, é mobilizadas, né? Ou seja, essas proteínas tem funções variadas. 1:02:11 Aumento de permeabilidade, né, vascular? Isso permite o que que mais saúde do sistema imunológico possam sair da corrente sanguínea e chegar ao local da inflamação rapidamente, facilitando a resposta imune. Promove o que é vaso, dilatação, ou seja, o aumento do fluxo sanguíneo para o local da inflamação. Causa calor, vermelhidão. Características das respostas inflamatórias. 1:02:40 O papel das citocinas qual é, são sinalizadoras, são moléculas sinalizadoras. As alterações observadas durante a informação são frequentemente induzidas por citocinas, que são o que, sinais químicos, né? 1:03:01 Produzidos ali por células como macrófago mais tóxicos, células do sistema imune. Vocês estão vendo aí? Nos círculos encontradas nos tecidos células endoteliais que formam o revestimento de vasos sanguíneos, citocinas pode desencadear em resposta a padrões moleculares associadas a UPS e dumpes pumps. Sinais de dança celular. 1:03:30 E dumps, que informa ao organismo sobre uma intensidade e o tipo de uma ameaça. Em suma, toda esse complexo da cadeia inflamatória é uma resposta complexa altamente coordenada, que vai envolver os as chamadas interações de vários tipos de celulares e moleculares. Sinalizadores neutrófilos. 1:03:56 Monócitos, macrófagos, linfócitos, proteínas pró inflamatórias que vão trabalhar em conjunto para realizar o que um combate a infecções, remover de briselulares, promover o que a cura desse tecido. Esse processo todo é vital para que pessoal para manutenção e efetividade do sistema imunológico. 1:05:06 Pessoal, tá todo mundo vendo o slide, minha tela ficou preta, me dá 2 minutinhos, voltou agora eu acho que é o meu cabo aqui. E aí a resposta do sistema imunológico, né? A resposta do sistema imunológico inato. O que que seria uma infecção? 1:05:26 Que envolve a ativação rápida e a comunicação entre células, né? Que através de substâncias chamadas citocinas, né, vai desencadear moléculas essenciais para coordenar e amplificar a resposta inflamatória. E aí a gente vai explorar os principais pontos, né? Pertinentes aí, produção de citocinas macrófagos. 1:05:54 Células dendríticas são os principais produtores de citocinas durante uma resposta imuninata, ou seja, essas células são capazes de detectar padrões moleculares onde associado a patógenos pups, ou seja, sinais de danos tecidual, né células endoteliais epiteliais. 1:06:23 Né? Também estão ali presentes podem induzir citocinas, contribuindo para resposta inflamatória local, ação de dos dos similares de amplificação, né? Dos diferentes tipos de citocinas aí presentes, que por sua vez, né, geram efeitos similares, o que significa o quê? Que a secreção de uma resposta à citocina pode potencializar a ação? 1:06:49 De outras, criando um efeito de sinergia. Um exemplo de uma citocina que pode estimular a produção de outra, levando um aumento da resposta inflamatória, é interação entre citocinas que resulta em uma cascata de eventos que amplifica a resposta, envolvendo o que é a ativação de diversas células do sistema imune e aí produção de mais citocinas. 1:07:21 E qual é a função desse mecanismo das citocinas na imunidade inata? Indução da inflamação aqui tá ocorrendo o que as citocinas pró inflamatórias são essenciais para que iniciar, manter a inflamação, que é uma resposta pessoal que. 1:07:40 Protetora que ajuda a eliminar patógenos e reparatecido. E aí eu tenho O Mecanismo aqui de inibição da replicação, ou seja, algumas viral, tá, inibição de replicação sempre que falar isso é viral pessoal, algumas citocinas aqui nesse mecanismo está possuindo o quê? A capacidade inibir replicar. 1:08:06 Vírus aí que vai ajudar. O que eliminar a propagação da infecção nesse ponto? Terceiro, eu tenho que a ativação da chamada imunidade adaptativa. Aqui as citocinas também tem um papel crucial na ativação de COST, que são componentes, né? Da imunidade adaptativa. 1:08:31 Né? Na Na preparação do sistema para uma resposta mais específica ao longo né? Do tempo necessário, em suma. 1:08:43 Cada citocina ela desempenha um papel central na coordenação e amplificação da resposta imuninata, que vai facilitar o que pessoal comunicação intercelular, garantindo uma reação eficaz a infecções e danos teciduais. Essa resposta, né? Na Imunologia, é fundamental para a proteção do nosso organismo e, posteriormente, a ativação do nosso sistema adaptativo. 1:09:13 Porque você já passou por essa infecção, então ela favorece esse sistema adaptativo na memória, então ele fica muito mais rápido, né? Essa esse processo aí e aqui a gente fala, né? De 3 citocinas consideradas como as mais importantes do nosso sistema imuninato. Primeiro é o fator necrosito moral. Tnf t. 1:09:42 NF, é a primeira mais importante interleucina essa aqui, TNF, tá aqui, pessoal. Interleucina. E aí, além dessas citadas, a gente tem outras que são também consideradas proteínas da imunidade inata, fator necrosito moral, né? É fundamental, TNF? 1:10:07 É uma das mais fundamentais citocina, né, principalmente na resposta inflamatória do nosso organismo, especialmente onde trange, né, o contexto da defesa contra infecções e na boa doação dessa resposta imune, né? Então ela participa de todo esse processo aí, então a gente tem né? Algumas características a primordial, né? A tnf foi inicialmente identificado por sua capacidade de causar necrose. 1:10:36 Em células tumorais, o que leva a sua nomenclatura, né? AAA essa descoberta em diversos estudos científicos porque ela investiga uma resposta imune tumorais, onde a gente começa a observar lá que certas proteínas liberadas pelo sistema imunológico poderiam o que pessoal poderiam induzir a morte celular em células cancerígenas. 1:11:02 Então ela é importantíssima, porque ela consegue destruir essas células. E aí a produção e os estímulos da pnf, né? Ele é produzido predominantemente. Por que macrófagos, que são células do sistema MUI responsáveis por reconhecerem os minapatógenos? 1:11:21 E também estar, né? Relacionada, AA, secreção por outras células dendríticas, linfócitos c, células endoteliais, essa produção da tnf é estimulada pela presença de moléculas dups, tá, quanto mais dups, mais associação as pups também, porque são estruturas que vão sinalizar a presença desse Dan, né? Então ela ela também participa aí desse processo. 1:11:51 Intimamente, né? As funções da tnf? Ela atua como mediador inflamatório, porque é que ela tá ajudando a recrutar mais saúde do sistema imune pro local da infecção, ou seja, né? O dano aí aumenta a permeabilidade dos vasos sanguíneos, permitindo que células e proteínas do sangue se movimentem mais facilmente por ter sido afetado. 1:12:18 Aí a gente pode, né? Na inflamação na trombose, por exemplo, ela promove o que inflamação tnf tem um papel na ativação de coagulação que contribui para que formação de trombos em vaso sanguíneo pode afetar a circulação sanguíneo em regiões tumorais. Apoptose, né? Também tá participando desse processo aí? A tnf pode induzir o processo de apoptose essa morte programada aí em células, né? 1:12:48 Que expressam seu receptor. Isso inclui não apenas células tumorais, mas também células saudáveis. Tá bom que estão relacionadas ao desencadeamento, ou seja, modulação imune. Então TNF participa do processo de regulação de respostas imune adaptativa influenciando, né? Nessa atividade dos linfócitos e na produção de outras citocinas. 1:13:15 E as indicações clínicas, né? Embora ATNF tem uma função importante nessa resposta, a infecção. Ela é um, ela é, é um primordial regulador, né? Do crescimento tumoral, seus efeitos podem ser é mediados, né? A partir desse mecanismo aí, em algumas situações também de doenças autoimunes ou em processos inflamatórios crônicos. 1:13:45 A produção excessiva de tnf, né? Diversos estudos, aí vem mensurando leva a danos teciduais a patologias específicas. E o tnf?Ele é hoje um alvo terapêutico, né? É baseado em medicamentos que bloqueiam a sua ação como inibidores de tnf. São muito utilizados em tratamento de condições autoimune, artrite reumatoide, doença de Crohn, né? Em resumo, esse fator de necrose. 1:14:15 Graus TNF é uma citocina crucial, onde na resposta inflamatória, desempenhando o que a gente classifica com papel duplo, que pode ser tanto benéfico em certas condições, quanto prejudicial em outras. E esse entendimento, né, dessa modulação dessas intervenções terapêuticas é importantíssima para compreensão de várias doenças que a gente trabalha aí no nosso mecanismo. 1:14:45 Então as interleucinas, né? É Oil? É. São um grupo de citocinas, né? Ou seja, proteínas sinalizadoras que desempenham papéis crucial na modulação de resposta imune. 1:15:02 E na inflamação, cada tipo de intervelsina possui características e funções específicas. Então a gente vai fazer uma breve assim, na enxugar mesmo uma revisão das principais. Aí AIR um, né? Quando a gente fala de IR um, IR um. 1:15:24 Ela participa, né? Ela tem uma função, é uma mascitocina que eu classifico, né? A ciência classifica como pró inflamatório é semelhante a um tumor, né? Então ela está associada ao necrops, né? Tnf, que promove o que é inflamação. Então ela é produzida principalmente por fagócitos, né? Macrófagos que são ativados aí No No na associação, né capatógenos. 1:15:53 É aos pups, né? O padrão molecular associado ao dano, né? Também além de fagocitar, né? E além de fagocitar e também, né, ela será secretada por neutrófilos, que são células epiteliais, né? É, ou por células epiteliais e células também é de endotérios, né? Presente aí, então elas estão aí circulando e aí a gente tem uma outra também. 1:16:21 Que é ir 6, né? Ou seja, ela atua tanto no local quanto sistematicamente na resposta inflamatória aguda, ou seja, ir 6 a gente pode mensurar que ela é responsável por induzir a produção de outros mediadores inflamatórios, onde no fígado, aumentando produção de proteínas de fase aguda. Efeitos adicionais tem. 1:16:51 Assim, ela estimula o quê? Medula óssea, produzir mais neutrófilos, promover a diferenciação de células t, em particular as células que produzem AIL 17, IL 17. Aqui ela vai ser o quê? Pessoal ampliada a resposta imune. E aí, né? Ela é uma citocina essencial. 1:17:20 Né essa IF 17 porque essa IF 17 é uma citocina essencial na resposta imune contra o que pessoal infecções, especialmente bacterianas. Fúngicas estimula o que a inflamação ativa resposta imune nata, recrutando, se aulas inflamatórias. Pra onde? Pro local de infecção? 1:17:50 Ela também desempenha um papel crucial protetor a produções excessivas de l 17 está associada a patologias autoimune, artrite, né, porque artrite, a inflamação resultante, pode levar destruição de tecidos articulares, incluindo ossos da cartilagem. Então ela também está associada, né? Riscos associados, né? É, é essa produção excessiva aí. 1:18:21 Interleucinas, né? AA gente compreende aí, na ciência a interleucina, que ela faz parte de uma rede complexa de sinalização, controlando resposta imune. São fundamentais também na defesa contra infecções, mas também em uma regulação inadequada à produção excessiva que leva diversas doenças inflamatórias. 1:18:47 Crônicas de autoimune, então, a compreensão de citocinas. Pessoal, esse mecanismo é fundamental, né? Quando a gente quer desenvolver novas terapias dirigidas, né, as diversas condições inflamatórias. E aí, né? Elas trabalham em diversos mecanismos, como os INF interferrons, que, por sua vez, são proteínas. 1:19:15 Ocitosinas que vão desempenhar um papel crucial, uma resposta imune do organismo. Eles são especialmente importantes na defesa contra infecções, porque vai infecções ali virais, né? Porque tem a função de regular respostas imune em geral. E aí também ele tem 3 subtipos, né? De interferros, IMF, tipo um, né? 1:19:45 É alfa, por exemplo, inf, beta, inf, tipo 2, gama, né? Dentre outros. Aí que vão participar, né? De cada tipo participa de diferentes subcondições aí clínica. Então a gente, por exemplo, ó, funções de interferons, ativação de macrófagos, ou seja, o interferons, especialmente o inf gama. 1:20:13 Né? Produzido por células TE células NK aumentam o quê? Capacidade dos macrófagos de fagocitar, ou seja, destruir patógenos promovendo o que? Superprodução de moléculas de complexo principal isto, compatibilidade de MHCO que que seria são pontos essenciais nessa hiper é produção. 1:20:41 Pra apresentação de antígenas, células t que vai estimular o que aqui pessoal estimula liberação de linfócitos BEFN gama, que vai, por sua vez aqui ajudar a regular, né? Produção dos anticorpos por células b, tornando a resposta imune mais eficaz contra infecções. 1:21:05 É a ativa do infócitos t interferões, que estimulam a atividade dos TCD 4 TCD 4 né t help, que são essenciais para qual subestação orquestração de resposta imune adaptativa. 1:21:35 Que varia, né? De linfócitos que vão ajudando a ativar outras saúdes do sistema imune, que vão incluindo saúde do do células b, né? E células t citotóxicas, aumentando o efeito antivirais. Então os interferrões tipo um, né? Como alfa beta tem um papel fundamental onde na resposta antiviral porque podem induzir a expressão proteica. 1:22:02 Antiviral em células infectadas, tornando se mais resistente a infecção viral. E a imunomodulação também está aqui presente nesse mecanismo todo aí central, porque, além das suas funções auxiliares, os interferrões desempenham papéis. 1:22:23 Na regulação de modulação, a resposta inflamatória, porque pessoal, ele ajuda a equilibrar a resposta imune pra que não se forneça. Excessiva é não se torne né, excessiva ou prejudicial ao nosso organismo. E aí, né? Produção dos interfeirões são é a produção dos interfeirões, né? Eles vão ser produzidos em resposta de diversos estímulos, que inclui o que a presença de vírus. 1:22:51 Né ali, bactéria ou ou até outros patógenos, bem como sinalizadores de outras citocinas, IL 12, IL 12, células t que são ativadas quando reconhece esse antismo específico, levando a produção do nosso IFN, esse IFN gama. 1:23:22 Né? Por outro lado, esse é o SNK que geralmente, né, produzem o ifn gama em respostas a sinais a infecções que leva o que presença de macrófagos, que aumenta a produção, né? Então, os interfeirões são fundamentais para defesa imunológica, porque desempenham um papel. 1:23:47 No complexo, na ativação da modulação de diversas células do sistema imune. Eles também, né? É são uma parte vital da nossa resposta imune adaptativa e inata, porque ele ajuda o corpo a combater infecções e manter a homeostase imunológica. Qualquer alteração em homeostase imunológica gera um desequilíbrio, né? 1:24:12 Na condensação, é biológica como um todo, né? Então a gente já tá compreendendo um pouco aí da, da, da, das atividades. E as proteínas do complemento, né? Proteínas dos complementos são componentes crucial pessoal, onde no sistema imunológico, porque eles desempenham papéis fundamentais na defesa do organismo contra infecções, na produção de inflamação. 1:24:47 Elas também é sintetizam, né? As são sintetizadas pelos principais hepatóxicos, né? Ou seja, se é aulas do fígado que vai trabalhar, né? Numa combinação de proteínas glicoproteínas solúveis, onde a ativação do sistema complemento, daí ocorre uma. 1:25:08 Cascata onde diferentes componentes vão interagir de forma altamente regulada, né, que aí vocês estão vendo aí, resultando em uma em várias funções essenciais. Imune, né? Diversas respostas. Imune aí ocorrendo, e aí, eu tenho o quê? Célula, lise, né, lise? Celular, bactérias, vírus, um componente importantíssimo nas funções do complemento. 1:25:37 Daí ou está ocorrendo, qual o processo? Formação do complexo de ataque a membrana, né? Que provoca o que, ruptura ao lixo de salas alvos, como bactérias de salas infectadas por vírus. Opissemização opsoemização, né? Nesse complemento aí está ocorrendo o quê? 1:25:59 Facilita a fagocitose de antígenas e patógenosatravés, né? De um processo no qual as partículas são marcadas porque proteínas do complemento, tornando se ainda mais reconhecível atraente pros fagócitos como macrófagos e neutrófilos. E aí, né? A gente tem ativação de células imune, né? Que vai participar dos componentes do complemento. 1:26:29 Que vão interagir com os receptores específicos em salas do sistema imunológico, ativando se aí essas células, promovendo a inflamação, resultando na liberação de citocinas, citocinas que são moléculas sinalizadoras que vão orquestrar toda essa resposta imune, eliminando se assim um Imuno complexo que também vai desempenhar um papel na remoção. 1:26:57 Né, de Imuno, complexo de circulação sanguínea, que são complementos de formação, né? De anticorpos que se ligam aos antígenos. Aí trabalhando, né? São também é depósitos em são depositados, né, em órgãos como baço, fígado também. A gente vai eliminar, né? É dependendo aí. 1:27:22 Do do do dano, né? Que vai ser causado no organismo? Em suma, todo esse complemento aí ele é essencial. Para qual processo? Integração e amplificação da resposta imune atuando tanto em defesa direta contra o patógeno quanto na modulação da inflamação e na limpeza, né? De produtos imunes, aí é potencialmente prejudiciais, né? Ao organismo. 1:28:01 Vou responder agora as dúvidas, pessoal, como que ocorre AA ligação das salas do sistema com os anticorpos, né? Então eu vou ter produção, vou ter a estrutura do anticorpo que vai influenciar, né? Na ligação dos antígenos, ocorre também o processo de ativação das salas do sistema imunológico. 1:28:38 Como eu já tinha explicado a ligação do do do anticorpo antígeno pode, o que recrutar outras células do sistema imunológico, como células fagocitárias macrófagos, que vão ajudar o que destruir esse patógeno, além desse complexo de antígenos de anticorpos que vão ativar todo o sistema complemento, que seria uma série de proteínas do plasma que vão ajudar a eliminar esse patógeno participando, se também da memória, né? 1:29:06 Como a gente vem falando aí desde a última aula da memória imunológica, que após a infecção, células b pessoal se tornam se aulas de memória que permanecem aí no organismo, permitindo que uma resposta mais rápida e eficaz, né? Do patógeno aí. 1:29:27 Daí, além da ligação entre as salas, sistemas imunológicos, os anticorpos também é um passo, né? Importantíssimo. É um mecanismo. Perdão a fala é um mecanismo crucial na identificação e eliminação. 1:29:42 De infecções do nosso corpo. Então, ele ocorre na produção, na estruturação dos anticorpos, na ligação do antígeno, a ativação das sistema imunológico e na memória imunológica. Aí ocorre a ligação entre as aulas sistema imunológico e os anticorpos, né? Que passa a identificar e eliminar esse patógeno de forma automática. É um mecanismo bem complexo, pessoal. 1:30:28 Espera aí que eu estou dando uma filtrada aqui por causa do tempo pessoal, grande, positivo, quanto grande negativas são prejudicadas a saúde tá? É, vocês viram lá na micro, né? Então, né, não dá para mim voltar em micro, mas assim, um exemplo grande negativo está filosocos, né? 1:30:58 Gran positivos, perdão, negativos, né? E chia cobe, né? Então todas elas se insuma, né? Tanto Gran negativo como positivo tem um potencial prejudicial à nossa saúde. Entre tanto, né? As bactérias Gran negativas tende a ser mais resistente AA antibióticos, né? Dá uma voltadinha Na Na Na micro, tá? Dei uma resumida aí pra vocês. 1:31:34 Mais alguma dúvida pessoal? 1:32:26 Então é isso, pessoal, muito assunto, né? Mas vocês já tinham recebido esse slide antes? Deu para dar uma estudada antes da aula, né? 1:33:12 Então é isso, pessoal, bom feriado, bom Descanso, boas provas, né? Que vocês estão em provas aí? Uma aí a nota 10, né? Todo mundo. 1:33:49 Wellington, obrigado aí pela contribuição aí. Boa noite, turma. Tchau, tchau.