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Compressão Simples e Flexo Compressão - Peças Compostas Elementos Justapostos Contínuos UFRJ - Estruturas de Madeira - Prof. Esdras P. de Oliveira - 1° Sem. 2015 Norma de Referência: NBR 7190 - Projeto de Estruturas de Madeira (1997). Este mathcad é válido para peças compostas contínuas, submetidas à compressão simples ou flexocompressão. ORIGIN 1 A) Dados de Entrada: Parâmetros relativos às propriedades dos materiais: Ec.ef 8526 MPa Módulo de elasticidade à compressão paralela. fcd 11.45 MPa Tensão resistente média de dimensionamento à compressão paralela às fibras. fvd 1.48 MPa Resistência de dimensionamento ao cisalhamento da madeira. ϕ 0.8 Coeficiente de fluência. Parâmetros relativos à seção: Tpc 4 Tipo construtivo, de acorodo com a figura ao lado. Tl 1 Defina como serão feitas as ligações nas peças compostas (1 - Pregos; 2 - Conectores de anel). A norma define a utilização de pregos para os casos (Tpc) 2, 3 e 4; e pregos, parafusos, pinos metálicos e conectores de anel metálicos para o caso (Tpc) 1. As seções coladas devem ser dimensionadas como seções simples. Preencher as variáveis abaixo de acordo com a seção escolhida. Seção retangular composta (Tpc=1). A NBR 7190 (1997), permite no máximo 3 peças justapostas. n1 3 Número de peças conectadas (máxímo 3). b1 20 cm Largura de uma peça. h1 25 cm Altura das peças conectadas. Seção T composta (Tpc=2): Seção I composta (Tpc=3): Seção retangular vazada composta (Tpc=4): bm2 30 cm Largura da mesa. bm3 30 cm Largura da mesa. bm4 15 cm Largura da mesa. hm2 5 cm Espessura da mesa. hm3 7.5 cm Espessura da mesa. hm4 5 cm Altura da mesa. ba2 10 cm Largura da alma. ba3 10 cm Largura da alma. ba4 5 cm Largura da alma. ha2 50 cm Altura da alma. ha3 15 cm Altura da alma. ha4 15 cm Altura da alma. Parâmetros relativos à flambagem: A peça está contida com relação à rotação em torno de um eixo? Pcre 1 1 - Livre, 2 - Eixo x Contido, 3 Eixo y Contido e 4 - Ambos os eixos contidos Lx 3 m Comprimento destravado, em relação ao eixo x. Ly 3 m Comprimento destravado em relação ao eixo y. Kx 1 Parâmetro de flambagem, eixo x. Ky 1 Parâmetros de flambagem, eixo y. Parâmetros relativos aos esforços: Ng 0 KN Esforço normal característico devido à carga permanente. Na 0 KN Esforço normal característico devido à carga acidental. Nv 0 kN Esforço normal característico devido à carga de vento. Ngd 0 kN Esforço normal de dimensionamento devido à carga permanente. Nd 200 kN Esforço normal de dimensionamento. Mdx 0 kN.m Momento solicitante de dimensionamento em relação ao eixo x. Mdy 0 kN.m Momento solicitante de dimensionamento em relação ao eixo y. Mdgx 0 kN.m Momento solicitante de dimensionamento, devido à carga permanente, em relação ao eixo x. Mdgy 0 kN.m Momento solicitante de dimensionamento, devido à carga permanente, em relação ao eixo y. Vdy 20 kN Cortante solicitante de dimensionamento na direção do eixo y, plano de maior inércia. Vdx 10 kN Cortante solicitante de dimensionamento na direção do eixo x, plano de menor inércia. Oculto B) Cálculos: B.1) Cálculos Preliminares: Ec.ef 0.1 Ec.ef 852.6 kN/cm² Módulo de elasticidade efetivo paralelo às fibras. fcd 0.1 fcd 1.15 kN/cm² Resistência à compressão paralela as fibras de dimensionamento. fvd 0.1 fvd 0.15 kN/cm² Resistência ao cisalhamento de dimensionamento. ψ1a 0.3 Fator de utilização aplicável à carga acidental para combinação freqüente. ψ2a 0.2 Fator de utilização aplicável à carga acidental para combinação quase permanente. ψ1v 0.2 Fator de utilização aplicável à carga de vento para combinação freqüente. ψ2v 0 Fator de utilização aplicável à carga de vento para combinação quase permanente. B.2) Cálculos das Propriedades da Seção Transversal: A n1 b1 h1 Tpc 1=if bm2 hm2 ba2 ha2 Tpc 2=if 2 bm3 hm3 ba3 ha3 Tpc 3=if 2 bm4 hm4 2 ba4 ha4 otherwise 300 cm² Área da seção transversal. ycg if Tpc 2= bm2 hm2 0.5 hm2 ba2 ha2 hm2 0.5 ha2 bm2 hm2 ba2 ha2 "---" "---" cm Distância do bordo superior ao centro de gravidade da seção. Ix n1 b1 h1 3 12 Tpc 1=if bm2 hm2 3 12 bm2 hm2 ycg 0.5 hm2 2 ba2 ha2 3 12 ba2 ha2 hm2 0.5 ha2 ycg 2 Tpc 2=if bm3 2 hm3 ha3 3 12 bm3 ba3 ha3 3 12 Tpc 3=if bm4 2 hm4 ha4 3 12 bm4 2 ba4 ha4 3 12 otherwise Ix 18125 cm4 Momento de inércia em x da peça composta. Iy h1 n1 b1 3 12 Tpc 1=if hm2 bm2 3 12 ha2 ba2 3 12 Tpc 2=if 2 hm3 bm3 3 12 ha3 ba3 3 12 Tpc 3=if 2 hm4 ha4 bm4 3 12 ha4 bm4 2 ba4 3 12 otherwise 6875 cm4 Momento de inércia em y da peça composta. Ixef if n1 2= 0.85 Ix 0.7 Ix Tpc 1=if 0.95 Ix Tpc 2=if 0.85 Ix otherwise 15406.25 cm4 Momento de inércia efetivo em torno do eixo x da peça composta. Iyef if n1 2= 0.85 Iy 0.7 Iy Tpc 1=if 0.95 Iy Tpc 2=if 0.85 Iy otherwise 5843.75 cm4 Momento de inércia efetivo em torno do eixo y da peça composta. ix Ixef A 7.17 cm Raio de giração em x. iy Iyef A 4.41 cm Raio de giração em y. dx 0.5 h1 Tpc 1=if max ycg hm2 ha2 ycg Tpc 2=if hm3 0.5 ha3 Tpc 3=if hm4 0.5 ha4 otherwise 12.5 cm Maior distância entre o centro de gravidade e o bordo da seção, em relação ao eixo x. dy 0.5 n1 b1 Tpc 1=if 0.5 bm2 Tpc 2=if 0.5 bm3 Tpc 3=if 0.5 bm4 otherwise 7.5 cm Distância entre o centro de gravidade e o bordo da seção, em relação ao eixo y. Wx Ixef dx 1232.5 cm³ Módulo de resistência à flexão efetivo em torno do eixo x da peça composta. Wy Iyef dy 779.17 cm³ Módulo de resistência à flexão efetivo em torno do eixo y da peça composta. B.3) Avaliação da Esbeltez: O comprimento de flambagem calculado abaixo foi definido de modo que se há contenção lateral em relação a um determindao eixo o comprimento de flambagem retornará um comprimento tal que a peça seja classificada como curta. Lf.x if Pcre 2= Pcre 4= 39 ix 100 Kx Lx 300 cm Comprimento de flambagem em relação ao eixo x. Lf.y if Pcre 3= Pcre 4= 39 iy 100 Ky Ly 300 cm Comprimento de flambagem em relação ao eixo y. λx Lf.x ix 41.86 Índice de esbeltez, em relação ao eixo x. λy Lf.y iy 67.97 Índice de esbeltez, em relação ao eixo y. Obs1 "Coluna Curta." λx 40if "Coluna Medianamente Esbelta." 40 λx 80if "Coluna Esbelta." 80 λx 140if "Limite de esbeltez máximo violado. Prover pontos de conteção lateral em relação ao eixo x." otherwise Obs1 "Coluna Medianamente Esbelta." Obs2 "Coluna Curta." λy 40if "Coluna Medianamente Esbelta." 40 λy 80if "Coluna Esbelta." 80 λy 140if "Limite de esbeltez máximo violado. Prover pontos de conteção lateral em relação ao eixo y." otherwise Obs2 "Coluna Medianamente Esbelta." B.4) Cálculo das Cargas Críticas: Ncr.x π 2 Ec.ef Ixef Lf.x 2 1440.45 kN Carga crítica normal em relação ao eixo x. Ncr.y π 2 Ec.ef Iyef Lf.y 2 546.38 kN Carga crítica normal em relação ao eixo y. Ng2 Ng min ψ1a ψ2a 1 Na min ψ1v ψ2v 1 Nv 0 kN Carga normal permanente para efeito de cálculo da excentricidade complementar de fluência. B.5) Cálculo dos Momentos e Tensões: B.5.1) Cálculo das Excentricidades Inicial, Acidental e de Fluência: eix 100 Mdx Nd 0 cm Excentricidade inicial em relação ao eixo x. eiy 100 Mdy Nd 0 cm Excentricidade inicial em relação ao eixo y. eigx 100 Mdgx Ngd 0 cm Excentricidade inicial devido à carga permanente, em relação ao eixo x. eigy 100 Mdgy Ngd 0 cm Excentricidade inicial devido à carga permanente, em relação ao eixo y. eax Lf.x 300 1 cm Excentricidade acidental em relação ao eixo x. eay Lf.y 300 1 cm Excentricidade acidental em relação ao eixo y. ecx eaax max eax h1 30 Tpc 1=if eaax max eax hm2 ha2 30 Tpc 2=if eaax max eax 2 hm3 ha3 30 Tpc3=if eaax max eax ha4 2 hm4 30 otherwise eigx eaax e ϕ Ng2 Ncr.x Ng2 1 return ecx 0 cm Excentricidade complementar de fluência em relação ao eixo x. ecy eaay max Lf.y 300 n1 b1 30 Tpc 1=if eaay max Lf.y 300 bm2 30 Tpc 2=if eaay max Lf.y 300 bm3 30 Tpc 3=if eaay max Lf.y 300 bm4 30 otherwise eigy eaay e ϕ Ng2 Ncr.y Ng2 1 return ecy 0 cm Excentricidade complementar de fluência em relação ao eixo y. B.5.2) Cálculo dos Momentos Para Verificação da Estabilidade: Mxdt 100 Mdx λx 40if Nd eax eix Ncr.x Ncr.x Nd 40 λx 80if Nd eax eix ecx Ncr.x Ncr.x Nd 80 λx 140if "Não aplicável." otherwise 232.25 kN.cm Momento de dimensionamento em relação ao eixo x, que considera a excentricidade inicial, acidental e de fluência, para a verificação da estabilidade. Mydt 100 Mdy λy 40if Nd eay eiy Ncr.y Ncr.y Nd 40 λy 80if Nd eay eiy ecy Ncr.y Ncr.y Nd 80 λy 140if "Não aplicável." otherwise 315.48 kN.cm Momento de dimensionamento em relação ao eixo y, que considera a excentricidade inicial, acidental e de fluência, para a verificação da estabilidade. B.5.3) Cálculo das Tensões: σNd Nd A 0.67 kN/cm² Tensão normal de dimensionamento. B.5.3.1) Cálculo das Tensões Para a Verificação da Resistência: σMdx 100 Mdx Wx 0 kN/cm² Tensão devido ao momento fletor em relação ao eixo x. σMdy 100 Mdy Wy 0 kN/cm² Tensão devido ao momento fletor em relação ao eixo y. B.5.3.2) Cálculo das Tensões Para a Verificação da Estabilidade: σMxdt Mxdt Wx 0.19 kN/cm² Tensão devido ao momento fletor em relação ao eixo x. σMydt Mydt Wy 0.4 kN/cm² Tensão devido ao momento fletor em relação ao eixo y. B.6) Verificação da Estabilidade e da Resistência à Flexo-Compressão: B.6.1) Verificação da Resistência: kM if Tpc 1= Tpc 4= 0.5 1 0.5 Coeficiente a ser aplicado nas equações de interação. Razão if Mdx 0= Mdy 0= σNd fcd σNd fcd 2 max σMdx fcd kM σMdy fcd kM σMdx fcd σMdy fcd 0.58 Verificação da resistência. Obs3 if Razão 1 "Ok. Passou a verificação da resistência." "Não Ok. Redimensionar."( ) Obs3 "Ok. Passou a verificação da resistência." B.6.2) Verificação da Estabilidade: As equações para a verificação da estabilidade calculadas abaixo retornam 0 quando a coluna é classificada como curta. Isto porque quando a coluna é curta não é necessário fazer a verificação da estabilidade. Razãoxe if λx 40 0 σNd fcd σMxdt fcd 0.75 Verificação da estabilidade em torno do eixo x. Razãoye if λy 40 0 σNd fcd σMydt fcd 0.94 Verificação da estabilidade em torno do eixo y. Obs4 "Ok. Passou a verificação da estabilidade." Razãoxe 1 Razãoye 1if "Não Ok. Redimensionar flexão em torno do eixo x." Razãoxe 1if "Não Ok. Redimensionar flexão em torno do eixo y." otherwise otherwise Obs4 "Ok. Passou a verificação da estabilidade." B.7) Verificação da Estabilidade ao Cisalhamento: τyd 3 2 Vdy A 0.1 kN/cm² Tensão cisalhante de dimensionamento na direção do eixo y, plano de maior inércia. τxd 3 2 Vdx A 0.05 kN/cm² Tensão cisalhante de dimensionamento na direção do eixo x, plano de menor inércia. τd τyd 2 τxd 2 0.11 kN/cm² Tensões cisalhantes combinadas. Razãov τd fvd 0.76 Razão de tensão para cisalhamento combinado. Obs5 if Razãov 1 "Ok." "Não Ok, aumentar as dimensões da seção." Obs5 "Ok." B.8) Verificação do Fluxo de Cisalhamento nas Interfaces: B.8.1) Devido à Flambagem em Torno do Eixo x: evx eax eix λx 40if eax eix 40 λx 80if eax eix ecx 80 λx 140if "Não aplicável." otherwise 1 cm Excentricidade a ser aplicada no cálculo do esforço cortante máximo de apoio, relativo à flambagem em torno do eixo x. Vx if Tpc 1= 0 evx π Lf.x Ncr.x Ncr.x Nd Nd 2.43 kN Esforço cortante máximo de apoio, relativo à flambagem em torno do eixo x. ϕdx 0 Tpc 1=if Vx Ixef bm2 hm2 ycg 0.5 hm2 Tpc 2=if Vx Ixef bm3 hm3 0.5 hm3 ha3 Tpc 3=if Vx Ixef 0.5 bm4 hm4 0.5 hm4 ha4 otherwise 0.059 kN/cm Fluxo de cisalhamento na interface das peças, relativo à flambagem em torno do eixo x. B.8.2) Devido à Flambagem em Torno do Eixo y: evy eay eiy λy 40if eay eiy 40 λy 80if eay eiy ecy 80 λy 140if "Não aplicável." otherwise 1 cm Excentricidade a ser aplicada no cálculo do esforço cortante máximo de apoio, relativo à flambagem em torno do eixo y. Vy if Tpc 2= Tpc 3= 0 evy π Lf.y Ncr.y Ncr.y Nd Nd 3.3 kN Esforço cortante máximo de apoio, relativo à flambagem em torno do eixo y. ϕdy Vy Iyef h1 b1 2 if n1 2= 0.5 1.5 Tpc 1=if 0 Tpc 2=if 0 Tpc 3=if Vy Iyef 0.5 ha4 ba4 0.5 bm4 ba4 otherwise 0.11 kN/cm Fluxo de cisalhamento na interface das peças, relativo à flambagem em torno do eixo y. B.8.3) Combinação Vetorial do Fluxo de Cisalhamento: ϕdr ϕdx 2 ϕdy 2 0.12 kN/cm Fluxo de cisalhamento combinado na interface das peças. A partir deste ponto deve-se dividir a resistência da ligação utilizando (1, 2 ou 3) elemento de pino em linha pelo fluxo de cisalhamento combinado e assim obter o espaçamento necessário para os elementos de pino. Oculto