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Mariana Cristina de Oliveira Morais, 2ADM Consulte o Dicionário de Política na plataforma BB e faça uma descrição: • Das formas de anarquismos A princípio a palavra “anarquismo” pode ter significado muito extenso, mas em sua origem é indicado o entendimento de uma sociedade livre de toda dominação política autoritária e que a liberdade é direito de todos, sendo assim a liberdade de todo o poder superior, religioso, de doutrinas, político, hierarquização administrativa, classe social e até mesmo das leis jurídicas. É possível afirmar que essa ideia de liberdade absoluta esteve presente em todas as épocas da nossa história e como citado no dicionário, é possível identificar três tipos diferentes dessa manifestação. Sendo a primeira com a ideia de um manifesto puramente intelectual, crítico de autoridade políticas da época, e as vezes coincidindo com uma ideia genericamente chamados de utopistas. Em segundo ponto, a relação ao religioso, em que a sociedade não necessitaria de autoridades para meditação entre o humano e divino. E por terceiro as manifestações intelectualística e fideística, onde houve confrontos sociais, em geral rebeldes com muita força, particularmente do setor agrícola, que protestavam autoridades políticas do momento. Um marco que deu início ao “anarquismo moderno” foi a Revolução Francesa e desenvolvimento industrial, em que o termo passou a ser visto como algo positivo, ao contrário da visão anterior, com a ideia de caos e desordem. Também se configurando o Anarquismo individualista e o Anarquismo comunista, com o primeiro apoiando totalmente o indivíduo e a força do “egoísmo”, já em evolução ao individualismo se apresenta o anarquismo comunista, que visa a satisfação pessoal, mas também o sacrifício da liberdade econômica, se tornando uma organização comunitária, ainda como uma subcategoria desse, o Anarquismo coletivista, que propõe o comunitarismo do trabalho e da produção, tornando comum todos os meios a ela necessários, mas deixando a cada um aproveitar individualmente os resultados do trabalho pessoal. Porém quando analisamos o anarquismo sem a relação ao período histórico e a problematização moderna, encontramos as subcategorias aos objetivos sendo negativos ou construtivos, os meios e às táticas. Para objetivos negativos destacamos a negação perante à autoridade sobrehumana, humana ou divina, o estado que é visto como uma forma de repressão e privador de toda liberdade do ser humano e à lei que é a ferramenta de repressão por parte do estado. Os objetos positivos e construtivos condenam toda critica acima e o ideal de que o homem deve viver sem estado e pode viver sem governo. Para os meios, em que a educação na sociedade é tida como uma forma de intervenção repressiva, a caracterização do anarquismo sendo um fenômeno da rebeldia e em sua forma mais orgânica é a revolução e derrubada da autoridade para nova condição ideal. E por fim as subcategorias táticas dando lugar as teorias do voluntarismo, espontaneísmo, extremismo, assembleísmo e movimentismo. E por fim a forma de anarquismo moderno, onde reviveu nos anos 60, se renovado e sendo mais moderado em relação ao Estado, lei e Governo e enfatizando objetivos antiautoritário de ideologias sociais, burocracia e sociedade de consumo. E juntou a luta contra todas as formas de repressão violenta, psicoideológica de massa ao liberalismo em sua própria personalidade. • Das formas de Poder Segundo o Dicionário de Politicas, a esfera de poder é muito ampla e pode ser desde a capacidade de agir até mesmo de determinar o comportamento de outro homem. Como exemplo de poder social a dominância que um pai tem por seus filhos ou um governo ao ditar ordens aos cidadão ou ainda o poder sobre si mesmo. O Poder em ato ou atual é dado a partir do momento em que é posto em ato ou ação, sendo caracterizado pelo comportamento que um grupo ou indivíduo procura modificar o comportamento de outro indivíduo ou grupo e entendido como uma relação entre comportamentos. Outra forma que é citada é noção de Poder no conceito de interesse levando em conta o interesse pelo comportamento. Encontrando da mesma forma o Poder coercitivo com a intenção de evitar algo e algumas vezes sendo identificado como manipulação. Sendo também o sentido do poder em causa de um comportamento sobre o outro. Existindo também o Poder potencial que é a capacidade de determinar o comportamento dos outros, entendido como uma relação entre atitudes para agir. Os modos de exercício do Poder, podem ser múltiplos, como exemplo a persuasão, manipulação, da ameaça de uma punição ou promessa de uma recompensa. Porém quando nos referimos ao poder no estudo da política, vemos que é o campo em que o Poder ganha seu papel mais crucial. E para Weber o poder legitimo pode ser definido em três tipos: o Poder legal, o Poder tradicional e o Poder carismático. O Poder legal, funda-se sobre a crença na legitimidade de ordenamentos jurídicos que definem expressamente a função do detentor do Poder. Ou seja, o poder é a lei, à qual ficam sujeitos não apenas aqueles que prestam obediência, como são os cidadãos, mas também aquele que manda. O Poder tradicional defende o caráter sacro do Poder existente "desde sempre", o poder portanto vem da tradição que impõe vínculos aos próprios conteúdos das ordens que o senhor comunica aos súditos, como exemplo o é o tipo patriarcal e servidores ligados ao patrão. E por fim o Poder carismático, é estabelecida na dedicação afetiva à pessoa do chefe e ao caráter sacro, tendo força heroica. Nesse caso quem comanda é verdadeiramente o líder, como exemplo o profeta e aqueles que obedecem aos discípulos.