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EPIDEMIOLOGIA Doença infecciosa, zoonótica, de notificação obrigatória ao MAPA e OIE, é uma doença restrita das Américas. Causa por 3 vírus diferentes: Encefalite Equina do Leste, Encefalite Equina do Oeste e Encefalite Equina Venezuelana Os equinos podem apresentar conjuntivite, febre, alterações de reflexos, andar em círculo, quedas, movimentos de pedalagem, paralisia e morte. Ainda podemos ver convulsões, membros anteriores abertos, capim parcialmente mastiga na boca, e apoiam a cabeça nas cercas e cochos. Em humanos temos febre, dor de cabeça, conjuntivite, vômitos, letargia, progredindo rapidamente par ao delírio e coma As três encefalites não podem ser diferenciadas a partir dos sinais clínicos que são semelhantes para as três Entre os métodos diagnósticos temos o isolamento viral em camundongos lactantes e/ou cultivos celulares (fibroblasto de mebriao de galinha) como métodos diretos. Como métodos indiretos temos fixação do complemento, imunofluorescência direta ou indireta. Ainda temos os testes sorológicos como ELISA PCR ENCEFALITES EQUINAS SINAIS CLÍNICOS D IA G N Ó S T IC O C O N T R O L E Controle é basicamente a partir da vacinação, no Brasil temos apenas para a do Leste e Oeste, visto a menor importância da Venezuelana no país. O controle de trânsito dos animais, de importação/exportação bem como a testagem e quarentena são outras formas de controle Encefalite do Leste e Oeste Encefalite Venezuelana Seu ciclo acontece entre mosquitos e aves (amplificadores) Homem e Equinos infectados pela picada do mosquito, e não se infectam entre si, não há carga viral para isso Homem e equinos considerados hospedeiros terminais e acidentais Último registro no Brasil, leste (2007) e oeste (2004) Ciclo entre roedores e mosquitos principalmente (enzoótico), por mutação mosquito pode infectar equinos e Homem (epizoótico) Equinos são amplificadores Transmissão intraespecífica e interespecífica, carga viral alta A algum tempo não é notificada no Brasil