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Trabalho de fisiologia vegetal (Sara Fernando Afonso)

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Sara Fernando Afonso
Edna maria Victorino Victor
Emília Patrício
Januário Francisco sardinha
Raul Basílio
Luísa António
Identificação da qualidade do extraídos da planta medicinal ricínio
Universidade Rovuma
Nampula
2024
Sara Fernando Afonso
Edna maria Victorino Victor
Emília Patrício
Januário Francisco sardinha
Raul Basílio
Luísa António
Identificação da qualidade do extraídos da planta medicinal ricínio
(Curso de licenciatura em ensino de Biologia 2º ano)
	Relatório da cadeira de fisiologia vegetal apresentado a faculdade de ciências para fins avaliativos, sob orientação de docente:
Mestre Gisela Marisa Carlos Guibunda Jossamo
Universidade Rovuma
Nampula
2024
Índice
1.Introdução	4
1.2.Objectivos	4
1.2.1.Objectivo geral	4
1.2.1.Objectivos específicos	4
3.Actividade 1: Coleta das amostras e preparação no laboratório	5
2.1. Material da Experiencia	5
3.2.Procedimentos da Experiencia	5
3.2.1.Coleta e preparação das folhas:	5
2.2.2. Trituração da amostra:	5
2.2.3. Extração	6
2.2.4.Armazenamento	6
Segunda parte: filtração	7
3.Filtração:	7
4.Resultados após a filtração	8
5.Conclusão	10
6.Referências bibliográficas	11
 
1. 
Introdução 
As plantas medicinais têm sido utilizadas ao longo da história como fonte de remédios naturais devido às suas propriedades terapêuticas. O rícino (Ricinus communis), conhecido por sua ampla aplicação na medicina tradicional e na indústria, destaca-se por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas, principalmente relacionadas aos seus compostos bioativos, como alcaloides, flavonoides e terpenoides.
Avaliar a qualidade dos extratos dessa planta é essencial para garantir a eficácia e segurança no uso terapêutico. Assim, torna-se fundamental desenvolver metodologias confiáveis para análise química e validação da atividade biológica, promovendo o uso sustentável e eficiente desse recurso.
1.2. Objectivos
1.2.1. Objectivo geral 
· Avaliar a qualidade dos extratos obtidos da planta medicinal Ricinus communis com base em uma experiencia laboratorial;
1.2.1. Objectivos específicos 
· Identificar os principais compostos bioativos presentes nos extratos de rícino.
· Determinar a atividade antioxidante e antimicrobiana dos extratos.
· Comparar diferentes métodos de extração (como maceração, percolação e ultrassom) quanto ao rendimento e composição química.
2. 
Referencial teórico 
Identificação da qualidade do extraídos da planta medicinal ricínio 
O rícino é uma planta amplamente distribuída e valorizada por seu óleo, rico em ácido ricinólico, que possui diversas aplicações farmacológicas (GIL, 2020).
Estudos apontam que os extratos aquosos e alcoólicos da planta contêm flavonoides e polifenóis, reconhecidos por suas ações antioxidantes e anti-inflamatórias. 
Atividade Biológica: Pesquisas revelam que o rícino apresenta eficácia no combate a bactérias gram-positivas e gram-negativas, além de atuar na redução de radicais livres, sendo promissor no desenvolvimento de novos medicamentos naturais. (Almeida, 2016).
3. Actividade 1: Coleta das amostras e preparação no laboratório 
3.1. Material da Experiencia
· Folhas de rícino frescas (uma certa quantidade)
· Espátula,
· Conjunto de almofarizes;
· Becker (250 ml)
· Álcool etílico 70%;
· Funis
· Proveta (100ml)
· Guardanapos.
· placa de Petri
3.2. Procedimentos da Experiencia
3.2.1. Coleta e preparação das folhas:
· Selecionamos as folhas de rícino frescas e lave-as em água corrente para remover sujeira e alguns microorganismos.
· Deixamos as folhas de modo a retirar a agua 
3.2.2. Trituração da amostra:
· Rasgamos as folhas em pedaços menores para facilitar o processo.
· Colocamos as folhas no almofariz e trituramos as folhas com o pistilo até obter uma mistura homogênea (uma espécie de pasta líquida).
· Apos a trituração a um nível desejado, usou-se um recipiente cilíndrico, achatado e raso
designado de placa de Petri para colocar-se a amostra e mediu-se a 28g na balança analítica.
7
3.2.3. Extração
· No momento de extração, transferimos a mistura para um béquer usando a espátula.
· Adicionamos o álcool etílico a 70% até que a proporção entre o solvente e a mistura seja de ;
Mexemos a mistura no béquer para permitir a extração dos compostos bioativos.
2.2.4. 
3.2.4. Armazenamento 
· Apos a extração do líquido colocamos num recipiente limpo e seco de 250ml, com um
funil, para facilitar o manuseio ou análise posterior;
· Armazenamos a amostra em um local fresco e escuro durante 7 dias (uma semana) 
Segunda parte: filtração 
4. Filtração:
· Apos o armazenamento chegamos no momento da filtração, montamos um sistema de filtração utilizando um funil e guardanapos de papel; 
· Filtramos a mistura coletando o líquido em outro béquer limpo. Este líquido contém os compostos bioativos extraídos. 
· Embrulhamos o recipiente contido o liquido com papeis de caderno tamanho A4;
5. Resultados após a filtração 
O resultado da filtrcao foi um extrato líquido com compostos bioativos das folhas de rícino.
O extrato apresentava coloração amarela de alguns restos denso de pedacinho de folhas de rícino não bem triturados e o liquidp apresentava cor amarela ou esverdeada
Depois fomos deixar o recipiente na estufa durante 5 minutos e a temperatura era de 105 ºC, apos 5minutos desloigar a estiufa o recipiente permaneceram durante 5min de modo a evitar quebra do recipiente.
Depois retiramos o recipiente da estufa clocamos numa vidraria e deixamos ao ar livre por alguns minutos 
O composto extraído apresentava propriedades antioxidantes, antimicrobianas ou medicinais, características da planta de rícino.
6. 
Conclusão 
A avaliação da qualidade dos extratos de Ricinus communis é uma etapa crucial para o avanço no uso seguro e eficaz dessa planta medicinal. A identificação dos compostos bioativos e a validação de sua atividade biológica fornecem informações importantes.
Para seu potencial terapêutico. Ao integrar métodos científicos na análise de extratos, é possível não apenas confirmar os benefícios tradicionais atribuídos à planta, mas também estabelecer padrões de qualidade que promovam sua utilização em larga escala com segurança e eficácia.
Referências bibliográficas
Almeida, F. D. (2016). Extração de compostos bioativos de fontes vegetais utilizando solventes eutécticos. Sao Paulo.
CARVALHO, M. T., BERGAMASCO, R., & GOMES, R. G. (2028). MÉTODOS DE EXTRAÇÃO DE COMPOSTOS BIOATIVOS:APROVEITAMENTO DE SUBPRODUTOS NA AGROINDÚSTRIA. Sao paulo.
GIL, S. M. (2020). Extração e caracterização de componentes bioativos de Phaeodactylum tricornutum. Brazil .
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