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ENTENDA COMO LIDAR COM A 
ANSIEDADE NO INÍCIO DO ANO
NEUROYOGA
Método ajuda 
a melhorar o 
bem-estar e o 
equilíbrio
10 DICAS 
PARA UM 
ESTILO DE 
VIDA MAIS 
SAUDÁVEL
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Gestão de Canais Impressos
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Gestão de Canais Digitais
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A IMPORTÂNCIA DOS 
CUIDADOS MENTAIS
Cuidar da mente é fundamental para garantir 
vantagens físicas e emocionais. Por isso, 
esta edição traz conteúdos que te ajudarão 
a compreender e a manter a parte psicológica e 
neurológica em dia. Entenda como o início de um 
novo ano pode impactar as emoções. Conheça a 
relação entre déficit de atenção e ansiedade. Veja os 
perigos do corte de carboidrato para a saúde física 
e emocional. Confira 10 alimentos ricos em vitamina 
D. Descubra quais atitudes podem contribuir para 
uma melhor qualidade de vida. E mais: aprenda 
tudo sobre o neuroyoga, uma abordagem 
que combina os principais elementos do yoga 
tradicional. 
Agnes Faria
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ENTENDA OS MOTIVOS QUE 
LEVAM À AUTOCOBRANÇA E À 
ANSIEDADE NO INÍCIO DO ANO 
Existem maneiras de combatê- 
-las para evitar que prejudiquem 
a saúde mental e física
Por Agnes Faria
Para muitas pessoas, o início do ano é um momento 
de rever atitudes, repensar os resultados, traçar novos 
planos e definir prioridades. Logo, é comum haver uma 
certa ansiedade e autocobrança. No entanto, quando 
esses sentimentos atrapalham o dia a dia, é preciso 
atentar-se a eles.
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Segundo Ronan Mairesse, especialista em Desenvol-
vimento Humano e Análise Comportamental, a 
autocobrança e a ansiedade se tornam perigosas 
quando alteram a fisiologia, isto é, causam dores 
musculares, suor nas mãos, falta de sono, entre outros 
sintomas. “O corpo sente quando a mente não está 
bem e, nesses casos, deve-se procurar o mais rápido 
possível um psicólogo ou psiquiatra”, completa o 
profissional. 
CAUSAS DA AUTOCOBRANÇA 
E ANSIEDADE
Como dito anteriormente, a autocobrança e a ansiedade 
são consideradas sensações comuns no início de um 
novo ano. Todavia, existem fatores que levam a elas, 
desde questões culturais até sociais. “Quando chegamos 
ao final do ano, culturalmente, temos a tendência de 
comemorar conquistas. Quando a pessoa chega em 
dezembro, por exemplo, e percebe que não evoluiu 
nos últimos onze meses, ela pode se sentir incapaz”, 
declara Ronan Mairesse. 
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Blenda Oliveira, psicanalista e doutora em Psicologia, 
ressalta que o Natal também é uma data que influencia 
a autocobrança e a ansiedade no início do ano. Afinal, 
essa comemoração tem um apelo familiar muito 
grande, bem como uma intensa reflexão, o que significa 
momentos de sofrimento para muitas pessoas. 
PERIGO DAS PROMESSAS 
DE FIM DE ANO
Além dos motivos citados, a ansiedade e a autocobrança, 
frutos das promessas feitas no ano anterior, também 
podem trazer consequências emocionais. De acordo 
com Ronan Mairesse, caso os compromissos não sejam 
cumpridos, muitas pessoas tendem a ficar tristes e se 
sentirem culpadas, mesmo que essa realização não 
dependa delas. 
Ademais, a psicóloga clínica Sirlene Ferreira comenta 
que, “ao estabelecer metas muitos cruéis, a possibilidade 
de elas não serem cumpridas é alta, o que tem como 
consequência decepções e frustrações”.
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PESSOAS PROPÍCIAS A 
DESENVOLVEREM ANSIEDADE 
E AUTOCOBRANÇA
Todo indivíduo está sujeito a desenvolver ansiedade 
e autocobrança no início do ano. Contudo, existem 
pessoas mais predispostas, conforme detalha Sirlene 
Ferreira, como aquelas que procrastinam, que criam 
muitas fantasias, que são perfeccionistas demais e que 
são muito exigentes consigo e com os outros. 
Além disso, Ronan Mairesse comenta que os indivíduos 
que estão enfrentando grandes mudanças e/ou que 
apresentam alguma psicopatologia, como traumas, 
também integram o grupo de risco. 
VENCENDO A AUTOCOBRANÇA 
E A ANSIEDADE
Para vencer a autocobrança e a ansiedade, alguns 
passos simples precisam ser dados. A psicóloga clínica 
Sirlene Ferreira cita que a autogentileza e o respeito 
pelos próprios limites são os primeiros deles. 
Outra etapa desse processo é o autoconhecimento da 
própria individualidade. Isso porque se autoconhecer 
é essencial para saber como agir quando não atender 
às expectativas internas e externas. “Nosso modo de 
ser é moldado pela nossa família, amigos e sociedade 
em geral, mas não podemos nos esquecer da nossa 
bioquímica e da maneira como as nossas crenças, 
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sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre o mundo 
externo, foram criadas”, esclarece Ronan Mairesse. 
PSICOTERAPIA COMO 
UMA GRANDE ALIADA
Caso os passos citados não tragam resultados efetivos 
ou a pessoa sinta que precise de um auxílio extra, a 
psicoterapia pode se tornar uma grande aliada na luta 
contra a autocobrança e a ansiedade. “É importante 
ter alguém com quem conversar e nos ouvir sem 
julgamento”, enfatiza Ronan Mairesse.
Ainda nesse contexto, o tratamento psicológico “é 
indicado quando a pessoa deseja ter um interlocutor 
que auxilie no processo de autoconhecimento e que a 
ajude a entender como fazer as transições que precisa 
e/ou busca”, acrescenta Blenda Oliveira.
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MANEIRAS DE EVITAR A 
AUTOCOBRANÇA E A ANSIEDADE
Ainda mais importante do que tratar a ansiedade e a 
autocobrança do início do ano é descobrir maneiras 
de evitá-las. Para Blenda Oliveira, um modo eficaz é a 
análise equilibrada. “É importante que a pessoa faça 
uma avaliação do que ela quer e, principalmente, do 
que ela pode alcançar”, exemplifica.
A psicanalista e doutora em Psicologia também 
comenta que é fundamental diminuir as expectativas, 
não se comparar aos outros e lembrar que as mudanças 
profundas são dadas com passos pequenos.
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CONFIRA A RELAÇÃO 
ENTRE DÉFICIT DE 
ATENÇÃO E ANSIEDADE 
EM ADULTOS
Neuropsicóloga alerta 
que a ansiedade pode ser 
confundida com TDAH
Por Mayra Barreto Cinel
Quando falamos de déficit de atenção, é comum as 
pessoas relacionarem com o Transtorno do Déficit de 
Atenção (TDAH). Mas, apesar da associação, pouco se 
fala que o déficit de atenção em adultos possui outras 
causas e que, raramente, está relacionado ao TDAH.
“Isso porque o TDAH é um transtorno do desen-
volvimento do cérebro da criançaem que ocorrem 
defeitos na regulação da atenção e geralmente 
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trata-se de um quadro que evolui satisfatoriamente com o 
envelhecimento e, em parte dos casos, desaparece na vida 
adulta”, explica a neuropsicóloga Tammy Marchiori, com 
formação em Neurociência pela Harvard e especialização 
em Terapia Cognitiva pelo Beck Institute.
CAUSAS DO DÉFICIT DE 
ATENÇÃO EM ADULTOS
Segundo Tammy Marchiori, no adulto, geralmente, 
o déficit de atenção é causado por outras condições, 
como ansiedade ou estresse, que podem piorar com os 
tratamentos medicamentosos convencionais para TDAH. 
“Os ansiosos podem apresentar desatenção devido ao 
fato de o cérebro estar intensamente preocupado e 
hipervigilante. É como um alarme interno tocando o 
tempo todo, dificultando assim que a pessoa relaxe e se 
concentre em outras atividades”, diz a especialista.
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SINTOMAS DA ANSIEDADE SÃO 
CONFUNDIDOS COM TDAH
Os sintomas da ansiedade podem ser confundidos com 
os sintomas do TDAH. No entanto, a ansiedade tem o 
seu próprio conjunto de sinais e, inclusive, pode fazer 
parte da predicação do TDAH. Entre os sintomas da 
ansiedade, a neuropsicóloga destaca:
• Alto grau de insegurança;
• Medo;
• Preocupação;
• Alto grau de alerta;
• Aumento de adrenalina e taquicardia;
• Suor excessivo;
• Tremor;
• Mal-estar no abdômen.
CUIDADO COM O 
AUTODIAGNÓSTICO
A especialista alerta sobre o cuidado ao buscar escalas 
autoaplicáveis na internet, em que a própria pessoa 
identifica os sintomas e procura uma sugestão de 
diagnóstico. “Isso porque pode não ser TDAH e, muito 
provavelmente, se tratará de outras condições que 
também cursam com desatenção. Os tratamentos 
mais comuns para TDAH são com medicamentos 
estimulantes do sistema nervoso central e que podem 
piorar a agitação e a ansiedade”, finaliza a profissional.
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6 RISCOS DE CORTAR O 
CARBOIDRATO DA DIETA
Essa atitude pode afetar a saúde 
física, emocional e neurológica
Por Redação EdiCase 
Uma alimentação equilibrada é essencial para a 
manutenção da saúde, e um dos macronutrientes 
mais importantes presentes na nossa dieta são os 
carboidratos. No entanto, muitas pessoas têm aderido 
à prática de cortar completamente o consumo deles 
em busca de uma perda rápida de peso.
Mas será que essa atitude é benéfica à saúde? A seguir, 
vamos discutir os riscos de cortar o carboidrato da dieta 
e entender por que é importante manter esse nutriente 
essencial em nossa alimentação diária.
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1. FALTA DE ENERGIA
Os alimentos fontes de carboidratos fornecem energia 
ao corpo. Ao cortá-los, o organismo pode enfrentar 
dificuldades em manter os níveis adequados para as 
atividades diárias.
“Esses alimentos são considerados como uma espécie de 
combustível para o organismo. Quando são queimados 
no nosso organismo por um processo metabólico, 
eles se transformam em água e gás carbônico e, com 
isso, liberam energia”, explica a nutricionista Natália 
Colombo.
2. DEFICIÊNCIA DE FIBRA
Muitos carboidratos, como grãos integrais, são ricos 
em fibras. A restrição desses alimentos pode levar a 
problemas digestivos e à constipação, uma vez que a 
fibra é essencial para a saúde intestinal.
“As fibras presentes nos alimentos ajudam a manter o 
corpo em equilíbrio, absorvem excessos e ajudam a 
eliminar as toxinas. Além disso, previnem a constipação 
e doenças relacionadas ao intestino, ajudam na perda 
de peso e na prevenção de doenças cardiovasculares”, 
explica a nutricionista Fernanda Sobral.
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3. PERDA DE MASSA MUSCULAR 
Os carboidratos desempenham um papel na 
preservação da massa muscular. Sua restrição pode 
resultar em uma diminuição da massa magra, o que é 
indesejável para muitas pessoas, principalmente para 
quem pratica atividade física.
“Ele [o carboidrato] é responsável por fornecer 
glicogênio muscular ao organismo, um combustível 
essencial para que haja energia durante todo o exercício, 
favorecendo a manutenção ou construção de massa 
magra e queima de gordura corporal”, explica Maristela 
Bassi Strufaldi, nutricionista e mestre em Ciências, com 
ênfase em Endocrinologia Clínica.
4. EFEITOS MENTAIS 
E EMOCIONAIS
Quando o carboidrato é retirado da dieta, a pessoa pode 
se sentir fraca, desanimada e sem energia para realizar 
as atividades do dia a dia. “Além disso, o carboidrato é 
fundamental para a produção da serotonina, que é o 
neurotransmissor responsável pela sensação de bem- 
-estar. Sem esse macronutriente, a pessoa pode ter 
crises de ansiedade, compulsão alimentar e sintomas 
depressivos”, alerta Natália Colombo.
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5. DESBALANÇO NUTRICIONAL
Eliminar grupos alimentares, como os carboidratos, 
pode resultar em desequilíbrio de nutrientes essenciais, 
afetando assim a saúde a longo prazo. “As pessoas 
precisam aprender e entender que nenhum alimento 
engorda, desde que consumido com moderação, 
na quantidade e da maneira certa”, ressalta Natália 
Colombo.
6. MÁ PERFORMANCE COGNITIVA
O cérebro depende de glicose para funcionar 
adequadamente. Restringir carboidratos pode afetar 
a cognição, o raciocínio e o foco, resultando em uma 
performance cognitiva inferior.
Ademais, conforme explica a nutricionista Fernanda 
Alves Dias, os açúcares e carboidratos mantêm o corpo 
ativo, pois fazem o papel de abastecer com energia 
nossas células. O cérebro, por exemplo, recebe apenas 
glicose (açúcar) como alimento. Por isso, é preciso 
manter a boa reposição deste nutriente, que seria em 
média de 55% a 60% da nossa base alimentar diária.
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ALIMENTOS PARA 
AUMENTAR OS 
NÍVEIS DE VITAMINA 
D NO ORGANISMO
Esse tipo de vitamina ajuda a 
regular o sistema imunológico 
e contribui para a saúde mental 
e o bem-estar emocional
Por Redação EdiCase
Essencial para a saúde óssea, a vitamina D desempenha 
um papel importante na absorção do cálcio, sendo 
crucial na prevenção de doenças como raquitismo em 
crianças e osteoporose em idosos. Quando presente 
em níveis adequados, ela também regula o sistema 
imunológico e contribui para a saúde mental e o bem-
estar emocional.
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“A vitamina D melhora a capacidade do corpo em 
combater infecções, auxilia na absorção de cálcio, 
fósforo e minerais importantes para a saúde óssea, 
previne distúrbios do humor, como depressão e 
ansiedade, assim como doenças crônicas – entre elas, 
cardiovasculares, diabetes tipo 2 e certos tipos de 
câncer”, explica a Dra. Jackeline Barbosa, vice-presidente 
da área médico-científica da Herbarium, indústria 
farmacêutica líder e referência em fitoterápicos no 
Brasil.
A seguir, veja 10 alimentos para aumentar os níveis de 
vitamina D no organismo!
1. FÍGADO BOVINO
O fígado bovino é uma boa fonte de vitamina D, mas 
é importante consumi-lo com moderação, devido ao 
seu teor de colesterol.
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2. MANTEIGA
Além de cálcio, nutriente essencial para a saúde dos 
ossos, a manteiga fornece vitamina D, A e E.
3. SOJA
A soja é extremamente rica em minerais. Além disso, 
é considerada um alimento funcional, pois traz muitos 
benefícios à saúde por ser rica em vitamina A, complexo 
B, C, D, E, ácidos graxos poli-insaturados, como ômega 
3 e 6, e minerais, como ferro, enxofre, magnésio, cobre, 
fósforo, potássio e manganês”, lista Sandra da Silva 
Maria, nutricionista funcional.
4. SALMÃO
O salmão é um peixe conhecido por ser uma excelente 
fonte de ômega 3. Ademais, ele é rico em proteínas de 
alta qualidade e contém outros nutrientes essenciais, 
como a vitamina D.
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5. GEMA DE OVO
A gema de ovoé uma fonte de vitaminas lipossolúveis 
(solúveis em lipídeos), como as vitaminas A, D, E e 
K. Além disso, contém minerais como ferro, zinco e 
selênio. Ela fornece proteínas de alta qualidade, é muito 
benéfica para a saúde ocular, auxilia na absorção de 
cálcio, contribui para a saúde da pele e do cabelo e tem 
um papel importante no bem-estar cerebral.
“Nos ovos, podemos encontrar todos os aminoácidos 
essenciais de que o nosso organismo necessita para 
desempenhar as funções vitais, tais como imunidade, 
transporte de nutrientes, fabricação de hormônios 
e produção de tecidos. As vitaminas e os minerais 
presentes também têm funções de regulação e 
equilíbrio no organismo”, destaca a nutricionista 
Simone Abreu.
6. COGUMELOS
Cogumelos como o champignon, shitake, shimeji, 
funghi e portobello possuem uma quantidade 
significativa de vitamina D. Em apenas 100 gramas de 
cogumelos, você pode obter cerca de 400 unidades 
internacionais (UI) de vitamina D.
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7. ÓLEO DE FÍGADO DE BACALHAU
O óleo de fígado de bacalhau é um suplemento 
alimentar rico em vitamina D, sendo uma opção para 
aqueles que buscam aumentar os níveis dessa vitamina.
8. SARDINHA
Além do ômega 3, a sardinha também fornece cálcio, 
vitamina D e B12. Ela pode ser consumida em conserva 
ou grelhada e é uma ótima escolha para refeições 
rápidas e saudáveis.
9. QUEIJOS
Assim como outros derivados do leite, os queijos 
também são ótimas fontes de vitamina D. Os tipos de 
queijo que mais possuem essa vitamina são o cheddar, 
o suíço e o ricota.
10. LEITE FORTIFICADO
Algumas marcas de leite fortificam seus produtos com 
vitamina D, tornando-o uma fonte acessível dessa 
vitamina.
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10 DICAS PARA UM 
ESTILO DE VIDA MAIS 
SAUDÁVEL
Veja como algumas atitudes 
simples podem contribuir para 
a saúde do corpo e da mente
Por Redação EdiCase
Ao contrário do que muitos pensam, o conceito de 
saúde não significa apenas a ausência de doenças ou 
enfermidades. Na verdade, de acordo com informações 
da Organização Mundial da Saúde (OMS), “saúde é um 
estado de completo bem-estar físico, mental e social”. 
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Ou seja, o conceito de saúde está relacionado a um 
estilo de vida saudável. Afinal, nossos hábitos diários 
possuem um grande impacto no organismo. Por isso, é 
interessante notar que essa nova definição acompanha 
uma tendência recente da área médica que propõe 
uma maneira diferente de se enxergar o paciente: a 
Medicina do Estilo de Vida.
Por isso, a seguir, confira como alguns hábitos de vida 
ajudam na prevenção e no tratamento de doenças!
1. CONTROLE O ESTRESSE
O estresse e a ansiedade podem causar uma série de 
danos ao organismo. Por isso, é fundamental investir 
em medidas para gerenciar essas situações e manter a 
saúde física e mental. “Quando seu corpo está sob altos 
níveis de estresse por longos períodos, essas reações 
físicas, se não forem controladas, podem prejudicar sua 
saúde”, diz a Dra. Caroline Reigada, médica nefrologista 
e especialista em Medicina Intensiva. 
Segundo a especialista, o ar livre pode ajudar a 
combater os efeitos do estresse. “Quando você 
passa algum tempo ao ar livre, dá ao seu cérebro um 
descanso do fluxo constante de dados e estímulos 
que ele recebe ao longo do dia. Isso permite que ele 
reinicie sua capacidade de foco, para que você se sinta 
mais criativo e mais capaz de resolver os problemas”, 
explica a médica. 
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Em casa, procure um tempo para descansar dos 
estímulos alheios, parando por um momento, 
desconectando-se do mundo online e tomando um 
tempo para respirar. Uma ótima estratégia é praticar 
meditação. “Além disso, no trabalho, a cada 60 ou 
90 minutos, pare 15 minutos para respirar, tomar um 
café ou simplesmente fechar os olhos. O tempo de 
descanso é extremamente importante para o manejo 
de estresse”, afirma a Dra. Aline Lamaita, membro da 
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.
2. ALIMENTE-SE CORRETAMENTE
A adoção de uma alimentação balanceada rica em 
frutas, verduras e legumes é fundamental para a 
manutenção da saúde. Ademais, evite o consumo 
excessivo de gorduras ruins, frituras, sal e açúcar. 
Mas tenha certeza também de comer o que lhe dá 
prazer. Se você não gostar do que come, dificilmente 
vai conseguir aderir a mudanças de hábitos. Existem 
muitas opções saborosas e saudáveis disponíveis.
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3. PRATIQUE EXERCÍCIOS
É comprovado que exercícios físicos podem prevenir 
uma infinidade de doenças e até reverter casos de 
diabetes tipo 2, hipertensão e depressão. “O ideal, então, 
é realizar semanalmente 150 minutos de exercícios 
físicos de intensidade moderada. Mas qualquer 
atividade já pode trazer benefícios, como aumentar o 
número de passos por dia e subir escadas”, ressalta a 
cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance.
4. PARE DE FUMAR
Conforme explica a Dra. Beatriz Lassance, além de 80% 
dos cânceres de pulmão ocorrerem em fumantes, o 
tabagismo também está associado a uma série de 
outros problemas, incluindo o envelhecimento precoce 
da pele. Por isso, o ideal é deixar o cigarro de lado. Por 
sua vez, a Dra. Caroline Reigada alerta que, cada vez que 
você inala a fumaça do cigarro, sua frequência cardíaca 
e sua pressão arterial aumentam temporariamente. 
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5. DURMA BEM
O ideal é dormir entre 7 e 8 horas de forma consistente. 
Fugir desses valores é colocar a saúde em risco. 
“Temos evidências extensas de que dormir 5 horas 
ou menos aumenta consistentemente o risco de 
condições adversas à saúde, como o surgimento de 
doenças cardiovasculares. Além disso, esse período 
é indispensável para a reparação do organismo e é 
importante para o bom funcionamento do sistema 
imunológico”, ressalta a Dra. Aline Lamaita. 
Contudo, se após dormir 7 ou 8 horas, os sintomas de 
cansaço e sonolência persistirem, a qualidade do sono 
pode estar sendo ruim. “Então, uma dica para melhorar 
é evitar equipamentos eletrônicos uma hora antes de 
dormir, pois a luz azul emitida por eles interfere na 
qualidade do sono”, alerta a Dra. Beatriz Lassance.
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6. SOCIALIZE COM 
OUTRAS PESSOAS
Existe uma extensa literatura médica comprovando 
que relações interpessoais possuem grande influência 
sobre a saúde do paciente. “Ou seja, mantenha por 
perto as pessoas de que você gosta, mesmo que seja 
pela internet”, afirma a Dra. Aline Lamaita. Uma rica rede 
social ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, combate 
a depressão e aumenta a estimulação intelectual. 
Além disso, as pessoas não são a única fonte de 
relacionamentos. A companhia de animais provou ser 
igualmente boa para a saúde. “Animais de estimação 
fazem as pessoas se sentirem bem, mas o mais 
importante: seu animal favorito pode torná-lo saudável 
e ajudá-lo a permanecer assim. Eles [os pets] podem 
nos acalmar, aumentar nossa imunidade, melhorar 
nossa saúde cardíaca, nos manter em movimento e 
melhorar nossa vida social”, diz a médica.
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7. MANTENHA-SE HIDRATADO
A água é um elemento essencial para a saúde humana, 
sendo fundamental para manter o corpo funcionando 
corretamente. A falta dela pode levar à desidratação, o 
que causa fadiga, tontura, dor de cabeça e, até mesmo, 
problemas mais graves, como insuficiência renal.
8. PRIORIZE O AUTOCUIDADO
A correria do dia a dia muitas vezes nos leva a 
negligenciar nossas próprias necessidades. No entanto, 
ao fazer do autocuidado uma prioridade, você está 
investindo em si. Isso não apenas beneficia sua saúde 
física, mas também fortalece sua resiliência emocional 
e sua capacidade de enfrentar os desafios da vida com 
uma mentalidade positiva. 
Além disso, ao dedicar tempo a si,você também 
demonstrará amor-próprio, que não apenas melhora 
sua relação consigo mesmo, mas também influencia 
positivamente seus relacionamentos com os outros. 
Afinal, quando se está equilibrado e em paz, é possível 
oferecer o melhor aos que nos cercam.
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9. SEJA CADA VEZ MAIS 
ORGANIZADO
Ao manter os ambientes organizados e planejar 
as atividades de forma eficiente, ocorre a redução 
do estresse e da ansiedade associados à desordem 
e à sensação de falta de controle. Ainda, a gestão 
organizada do tempo ajuda a evitar a sobrecarga, 
permitindo um equilíbrio entre as responsabilidades 
e o autocuidado. À medida que a pessoa se sente mais 
no controle de seu ambiente e rotina, a capacidade 
de tomar decisões conscientes em relação à saúde 
aumenta.
10. CULTIVE HOBBIES
Ao dedicar tempo a atividades que trazem alegria e 
satisfação, as pessoas encontram uma saída para o 
estresse e as pressões do cotidiano. Focar nos hobbies 
permite uma pausa revigorante das responsabilidades 
diárias, proporcionando momentos de relaxamento e 
rejuvenescimento mental.
Além disso, a busca ativa por interesses pessoais estimula 
a criatividade, constrói habilidades e promove um senso 
de realização, todos os quais têm impactos positivos na 
saúde emocional. Ao equilibrar o tempo dedicado aos 
hobbies com outras obrigações, é cultivado um senso 
de harmonia e bem-estar, melhorando a qualidade de 
vida de maneira significativa.
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NEUROYOGA: 
CONHEÇA A TÉCNICA 
MULTIDISCIPLINAR 
DE CUIDADOS 
COM A SAÚDE
Método oferece novo aporte 
para melhorar o bem-estar 
e o equilíbrio emocional
Por Ravi Kaiut
Com origem há mais de 5 mil anos, o yoga é uma 
disciplina espiritual que se define como uma atividade 
que visa à evolução do homem. Para isso, a técnica 
utiliza posturas, práticas respiratórias controladas e 
meditação, trabalhando assim o corpo e a mente 
de forma interligada — tudo isso ajuda a controlar a 
ansiedade, dores no corpo e estresse.
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Por esse motivo, mesmo após tantos anos de seu 
surgimento, o método continua sendo popular entre 
as pessoas, o que resulta em novos estudos para 
compreender os seus efeitos, bem como proporcionar 
à prática um viés mais científico, que serve de base 
para novas técnicas, como o neuroyoga.
O QUE É O NEUROYOGA?
O neuroyoga é uma abordagem inovadora que combina 
elementos do yoga tradicional, como asanas (postura 
confortável), pranayama (exercício de respiração), 
meditação e concentração.
Com os avanços científicos na compreensão do cérebro 
e do sistema nervoso, a prática visa aprimorar a saúde 
mental, cognição, controle emocional e a resposta ao 
estresse. Ao integrar esses princípios, a técnica oferece 
uma abordagem poderosa para melhorar o bem-estar, 
promovendo o equilíbrio entre mente e corpo.
PRÁTICA CIENTÍFICA 
COMPROVADA
O neuroyoga foi desenvolvido e é trabalhado há 
cerca de dois anos pela Kaiut Yoga, instituto brasileiro 
responsável por desenvolver o método que leva o 
mesmo nome e é pioneiro nacional na utilização de 
princípios da neurociência com o yoga. A técnica é 
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assinada pelo pós-PhD em neurociências Dr. Fabiano 
de Abreu Agrela e comprovada cientificamente em 
estudo publicado na revista científica “Contribuciones 
a las ciencias sociales”.
Conforme explica Ravi Kaiut, professor de yoga, 
naturopata e mestrando em neurociências, a associação 
entre o yoga e a neurociências permite potencializar 
os seus resultados. “Quando você entende melhor os 
efeitos das técnicas do yoga no cérebro, você pode 
direcionar as abordagens utilizadas e ter melhores 
resultados não só na saúde física, mas também na 
mental, o que gera uma melhora na saúde geral e 
mais qualidade de vida aos pacientes, como podemos 
atestar tanto cientificamente quanto pela experiência 
diária”, finaliza o especialista.
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