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ANTÔNIA MYKAELE CORDEIRO BRANDÃO
FATORES DE RISCO E PRINCIPAIS ALTERAÇÕES CITOPATOLÓGICAS
DO CÂNCER BUCAL: UMA REVISÃO DE LITERATURA
01
02
03
04
05
INTRODUÇÃO
MATERIAL E MÉTODOS
RESULTADOS E DISCUSSÃO
CONCLUSÃO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
SOBRE O ESTUDO
SUMÁRIO
COMPONENTES:
Alana Pergentino de Oliveira 
Beatriz Brito de Oliveira 
Ellen Maria Andrade Silva
Guilherme Mamede Silva de Lima
Léa Vitória Puget Eulálio Costa Ribeiro 
Liah Miranda Martins da Silva 
Lília Raquel Silva de Oliveira 
Maria Amanda Vieira Andrada
Maria Clara Alves dos Santos 
Raissa da Rocha Félix 
Sávia Arabelly dos Santos Monteiro 
O câncer de boca é o sexto tipo de tumor mais comum
no mundo, com cerca de 40 mil casos anuais nos EUA.
Cerca de 94% dos tumores malignos orais são
carcinomas de células escamosas orais (CCEO), uma
neoplasia agressiva que afeta principalmente homens
de 50 a 80 anos, embora a incidência entre mulheres
esteja aumentando devido à maior exposição a agentes
cancerígenos.
INTRODUÇÃO
Além disso, utiliza-se a técnica de
citopatologia que analisa células de
lesões suspeitas. Esse método não é
invasivo, é de baixo custo e bem
aceito pelos pacientes. Permitindo
também o uso de técnicas
avançadas, como biologia molecular,
aumentando a precisão diagnóstica. 
O estudo busca revisar os fatores de
risco, os efeitos do tabagismo, consumo
do álcool na mucosa bucal, como
também as principais alterações
citopatológicas associadas ao câncer
bucal.
OBJETIVO
Foi realizada uma revisão bibliográfica sistemática sobre as
alterações citopatológicas da mucosa bucal exposta a
carcinógenos, abordando a epidemiologia do câncer bucal,
fatores de risco e os impactos do etilismo e tabagismo.
A pesquisa utilizou as bases MEDLINE e LILACS, com artigos
publicados entre 1986 e 2006, priorizando revisões e ensaios
clínicos, usando palavras-chave como Oral Cancer, Oral
Cytopathology, Alcoholism e Smoking.
MATERIAIS E MÉTODOS 
discussão
Resultados e 
CÂNCER BUCAL
FATORES DE RISCO DO CÂNCER BUCAL
TABAGISMO E O CÂNCER BUCAL
FATORES DE RISCO DO CÂNCER BUCAL
TABAGISMO E O CÂNCER BUCAL
ETILISMO E O CÂNCER BUCAL
ASSOCIAÇÃO ETILISMO/TABAGISMO E O CÂNCER BUCAL
CITOPATOLOGIA DO CÂNCER BUCAL
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES CITOPATOLÓGICAS DO CÂNCER
BUCAL
CÂNCER BUCAL 
É RESPONSÁVEL POR MAIS DE 12% DAS
MORTES NO MUNDO, COM 7 MILHÕES DE
ÓBITOS ANUAIS.
A MAIOR EXPOSIÇÃO A FATORES CANCERÍGENOS E
O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO AUMENTA A
INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS E
NEOPLASIAS.
 O Brasil ocupa o 3º lugar mundial em
incidência de câncer de boca.
Mais comum em homens com mais de 40
anos.
 As lesões podem ser: 
ULCERADAS NODULARES VEGETANTES
Tabaco;
Álcool;
Infecções virais oncogênicas;
Candida sp., sífilis; 
Exposição a fenóis; 
Desnutrição, deficiência de ferro e vitamina A,
além de predisposição genética. 
A língua e o assoalho da boca são os locais
mais comuns de desenvolvimento.
OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO:
Fatores de risco para o aparecimento do
câncer bucal podem ser herdados ou
adquiridos, dentre eles podem ser citados:
Câncer bucal é mais prevalente em homens.
Estudos revelam que o álcool e o fumo são
fatores etiológicos potenciais para o
surgimento do câncer de boca mesmo em
indivíduos com idade inferior a 45 anos.
TABAGISMO E O CÂNCER BUCAL
O Tabagismo é uma das principais
causas de câncer bucal;
Cigarros sem filtro, como cachimbo,
charuto e tabaco de mascar causam
mais danos do que os cigarros com
filtro - deixam resíduos na cavidade
bucal;
Produção de radicais livres e oxidação
dos tecidos.
tabagismo
aumenta o risco
em 7-10 vezes.
intensidade e
duração do consumo
de cigarros.
associação com
etilismo (consumo de
álcool).
exposição a substâncias
tóxicas do tabaco (4.700
substâncias, das quais 60
são carcinogênicas).
Principais fatores para
câncer bucal.
Efeito sinérgico entre
álcool e tabaco.
Álcool facilita entrada
de carcinógenos e
causa danos ao DNA.
RISCOS CONSEQUÊNCIAS PREVENÇÃO
ETILISMO E TABAGISMO:
IMPACTOS NO RISCO DE CÂNCER BUCAL
Câncer bucal (carcinoma
epidermoide). 
Lesões celulares que podem
evoluir para alterações
genéticas malignas.
Risco aumentado por danos
sistêmicos, como
comprometimento hepático.
Reduzir ou evitar o
consumo de álcool.
Deixar de fumar.
Manter dieta equilibrada
com antioxidantes.
Realizar exames regulares
para detecção precoce
de lesões suspeitas.
A citopatologia, em seu início, foi utilizada no diagnóstico de
lesões uterinas. Após algumas adaptações, a citopatologia
passou a ser aplicada ao estudo das células esfoliadas da
cavidade bucal.
CITOPATOLOGIA DO
CÂNCER BUCAL
Para a coleta em citopatologia bucal, os
instrumentos devem ser de fácil utilização, não
devem causar desconforto e deve-se coletar um
número significativo de células epiteliais.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
CITOPATOLÓGICAS DO CÂNCER BUCAL
Degenerativas: Degenerativas: 
aumento celular, alterações nucleares
como picnose, cariorrexe e cariólise.
aumento celular, alterações nucleares
como picnose, cariorrexe e cariólise.
Inflamatórias:Inflamatórias:
hipertrofia nuclear e multinucleação.hipertrofia nuclear e multinucleação.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
CITOPATOLÓGICAS DO CÂNCER BUCAL
Reparadoras:Reparadoras:
núcleos hipertróficos.núcleos hipertróficos.
Neoplásicas:Neoplásicas:
irregularidades. irregularidades. 
ALTERAÇÕES CELULARES MAIS IMPORTANTES: 
anisocitose, vacuolização, propriedade
alterada dos corantes, inclusão
citoplasmática e polimorfismo.
ALTERAÇÕES NUCLEARES:
hipercromatismo, hipo ou policromia,
irregularidades da membrana, multinucleação,
figuras mitóticas aberrantes e alterações
degenerativas.
CONSIDERAÇÕES
FINAIS 
O ARTIGO ABORDA DE FORMA CLARA OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO
ASSOCIADOS AO CÂNCER BUCAL, COMO O USO DE TABACO, ÁLCOOL E INFECÇÃO
POR HPV, ALÉM DE DESTACAR AS ALTERAÇÕES CITOPATOLÓGICAS QUE CONTRIBUEM
PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE DA DOENÇA.
• DEVIDO AO ALTO NÚMERO DE TABAGISTAS E ETILISTAS NA POPULAÇÃO BRASILEIRA,
O CÂNCER BUCAL É UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA.
• A MAIORIA DOS INDIVÍDUOS COM CÂNCER BUCAL SÓ PROCURA TRATAMENTO EM
ESTÁGIOS AVANÇADOS, O QUE COMPROMETE A CURA DESTA PATOLOGIA.
DE MODO GERAL, O ARTIGO É UMA CONTRIBUIÇÃO VALIOSA PARA A
CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER BUCAL, DESTACANDO A NECESSIDADE DE
AÇÕES CONJUNTAS ENTRE PROFISSIONAIS DA SAÚDE E A SOCIEDADE PARA REDUZIR A
INCIDÊNCIA DA DOENÇA.
OBRIGADA!