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FP101 – TEORIAS DA APRENDIZAGEM E BASES METODOLÓGICAS NA FORMAÇÃO
TRABALHO CONV. ORDINÁRIA
Trabalho
Nome e sobrenome do estudante: Débora Beltoso Cruz
Nathalia Granado Martins
Osvaldo de Oliveira Junior
Roger de Oliveira
Usuários: BRFPMME4465321
BRFPMME4948405
BRFPMME4915801
BRFPMME4923257
NOME COMPLETO DO (A) PROFESSOR (A): KATHILÇA SOUZA
Grupo: 2022-06
Data: 26/11/2022
Formação continuada: O professor e a inserção da tecnologia em sua pratica diária
1
Índice
1 Os objetivos da ação formativa. 3
2 O modelo de formação do professorado. 4
3 Os tipos de modalidades formativas. 6
4 Os conteúdos da formação. 7
5 A duração da ação da formativa. 7
6 Bibliografía 9
2
1 Os objetivos da ação formativa.
Definição: Formação é um termo amplo que se refere tanto à formação
complementar o quanto à formação acadêmica avançada. Iremos definir a formação
básica de docentes como o processo obrigatório para que esse profissional esteja
habilitado a desenvolver habilidades específicas. Como o nome sugere, formação
docente descreve a busca constante por aprimoramento profissional e intelectual. Ela
acontecerá através de uma série de ferramentas/metodologias de forma presencial, a
distância e/ou híbrida. Congressos, coachings, cursos de reciclagem,
especializações, palestras, mecanismos de avaliação, como exames e trabalhos, são
exemplos tradicionais de formação docente.
Objetivo: A formação docente tem como objetivo assegurar a atuação de
profissionais mais preparados e capacitados dentro do ambiente acadêmico. Dessa
forma, ela garante uma educação de qualidade para os seus alunos e,
consequentemente, a comunidade na qual a universidade está inserida. Oferecer a
formação docente adequada é também uma maneira de reconhecer e valorizar essa
profissão, melhorando a motivação e garantindo o engajamento do corpo docente na
comunidade acadêmica. Sistematizando e resumindo, alguns dos principais objetivos
na formação docente são:
● Implementar metodologias de ensino inovadoras e atualizadas;
● Direcionar para a realidade dos conhecimentos construídos;
● Aprimorar processos de avaliações de aprendizagem;
● Adoção e desenvolvimento de novas tecnologias em sala de aula;
● Desenvolvimento de novas competências;
● Aperfeiçoamento de habilidades pedagógicas.
Responsabilidades:
1. Reitoria – Esgravatar por novas formações acadêmicas, sendo responsável pela
gestão e fiscalização financeira das formações;
2. Coordenação acadêmica – Gerenciar o corpo docente, estruturando ações de
capacitação/treinamento, motivação e supervisão/controle;
3. Coordenação administrativa - Orientar a organização e manutenção dos arquivos
correntes das formações acadêmicas;
4. Docentes - Executar corretamente as formações acadêmicas
3
https://fia.com.br/blog/ensino-a-distancia/
https://fia.com.br/blog/ensino-a-distancia/
2 O modelo de formação do professorado.
O modelo de formação do professorado se destina em três modelos que são modelo
Conteudista, modelo Transição e modelo de Resistência.
Modelo Conteudista é um termo utlizado para se referir a uma tradião de ensino que
prioriza a transmissão de conteúdos por parte do professor, enquanto a metodologia de
ensino e aprendizagem e o aluno são deixados em segundo plano. Esse modelo
predomina em grande parte das escolas do Brasil e em todas a história educacional do
país e se assemelha ao modelo bancario de educação descrito por Paulo Freire.
O modelo de educação conteudista se tornou alvo de muitas críticas, sendo considerado
ultrapassado e acrítico por muitos pesquisadores da Educação; no entanto, continua
predominando no sistema educacional brasileiro. Nesse modelo, a figura central é o
professor, que é visto como um transmissor de cultura. O sistema de avaliação procura
aferir a quantidade de informação absorvida pelo aluno e, especialmente nos últimos
anos da educação básica, o ensino conteudista dá preferência à preparação do aluno
para ingresso ao nível de ensino subsequente, com maior ênfase na aprendizagem
mecânica (e baseada na repetição) e memorização do que em abordagens centradas na
aprendizagem e no desenvolvimento cognitivo dos estudantes.
O modelo de transição traz uma compreensão deste modelo que é fundamental
compreender o processo que o antecedeu, com o cenário de abertura política no país,
após o Golpe Militar de 1964. Este histórico é detalhado nos trabalhos de Brzezinski
(1996) e Coimbra (2007), e os momentos mais importantes estão sintetizados nesta
seção.
De 1973 até 1976, foi encaminhado ao Conselho Federal de Educação um conjunto de
indicações definindo os princípios, as normas, as diretrizes e os procedimentos para
nortear a formação dos profissionais da educação no país.
Em 1977, o Ministério da Educação nomeou Comissões de Especialistas da Área de
Educação com a finalidade de envolver as universidades no debate da formação de
professores/as no Brasil. Foram realizados encontros, seminários e pesquisas com a
finalidade de diagnosticar as condições da formação do/a professor/a no Brasil.
A atuação dos educadores neste período, 1983, com o apoio dos Comitês (Nacional e
Estaduais), da ANDE, CEDES, SBPC, ANPED e participação de estudantes foi de
fundamental importância na medida em que foram lançadas as bases para que se
iniciasse a construção de uma proposta alternativa para a formação do educador no
4
Brasil. É preciso acrescentar ainda que, neste momento (e mesmo antes e depois dele),
outras entidades científicas se preocuparam com a formação dos profissionais da
educação, se pronunciaram e se pronunciam contra a forma centralizada das decisões do
Conselho Federal da Educação e outros organismos governamentais, buscando
alternativas para a referida questão (Anfope, 1998, p. 7).
Ao longo desse período, a defesa histórica da Anfope foi se consolidando no
aprimoramento da concepção de docência, entendida como trabalho pedagógico e
caracterizada como a base para o curso de formação dos profissionais da educação.
Pautados nessa concepção, sete princípios ainda norteiam as teses anfopeanas na
construção de uma base comum nacional para os cursos de formação dos profissionais
da educação: uma sólida formação teórica e interdisciplinar; a unidade entre
teoria/prática; a gestão democrática; o compromisso social; o trabalho coletivo e
interdisciplinar; a incorporação da concepção de formação continuada; e, por fim, um
processo de avaliação permanente (Coimbra, 2007).
O modelo de Resistência é considerado que A Resolução de 2015 reitera o perfil de
formação de professores/as no Brasil, implementado em 2002, e acrescenta outras
ideias, incorporadas às demandas anfopeanas e a história do debate sobre formação no
Brasil, quais sejam: amplia a carga horária total do curso, estabelece relação entre
formação inicial e continuada; articula teoria e prática de forma mais clara; inclui a
valorização e a profissionalização do magistério como componente de seu texto.
Vale ressaltar, antes de apresentar as questões mais objetivas, alguns dos princípios
expressos em tal Resolução para a formação de professores/as:
I - a formação docente para todas as etapas e modalidades da educação básica
como compromisso público de Estado, buscando assegurar o direito das crianças, jovens
e adultos à educação de qualidade, construída em bases científicas e técnicas sólidas em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica;
II - a formação dos profissionais do magistério (formadores e estudantes) como
compromisso com projeto social, político e ético que contribua para a consolidação de
uma nação soberana, democrática, justa, inclusiva e que promova a emancipação dos
indivíduos e grupos sociais, atenta ao reconhecimento e à valorização da diversidade e,
portanto, contrária a toda forma de discriminação;
[...]
5
III- a articulação entre a teoria e a prática no processo de formação docente, fundada no
domínio dos conhecimentos científicos e didáticos, contemplandoa indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão;
[...]
Estes princípios, dispostos/estabelecidos pela Resolução CNE/CP n° 2/15, respondem
por que denominamos este como modelo de resistência; são expressos, de forma clara e
precisa, qual a função e para qual sociedade estamos retratando a formação de
professores/as. Quando diz sobre o compromisso de Estado em assegurar o direito à
educação básica aos brasileiros/as; quando afirma o compromisso com projeto social,
político e ético para uma nação soberana, democrática, justa, inclusiva; quando anuncia
ser contrária a qualquer forma de discriminação; quando implica esta formação na busca
para a redução das desigualdades sociais, apresenta, em linhas gerais, uma concepção
progressista de educação e de formação. Incorpora, neste sentido, as pesquisas, os
movimentos sociais organizados da área, as produções científicas e a defesa da
formação e da profissão de professor/a no Brasil ao longo de muitas décadas.
Transforma a ação, implica-se no movimento definido no início deste trabalho.
3 Os tipos de modalidades formativas.
Nas ultimas décadas o modelo de formação sofreu alterações e novas modalidades
formativas foram inseridas na formação de profissionais da educação. A modalidade mais
usual era a presencial, com os tempos modernos e a grande demanda digital novas
modalidades se mostraram necessárias para a formação de profissionais de nível
superior. Os tipos de modalidades formativas:
Presencial: Com local físico, professores e alunos dentro da sala de aula, nesta
modalidade a presença do aluno é essencial e diária. As duvidas são tiradas na hora,
porem não há flexibilidade de horários e datas.
Semipresencial: Diferente do presencial esta modalidade conta com aulas à distância
mesclando com encontros presenciais, sendo esta bem mais flexível compactuando com
os tempos modernos onde o tempo fica escasso.
EAD (Ensino a distância): Realizado totalmente on-line esta modalidade tem sido a
mais procurada nos tempos atuais por conta da demanda de tempo e horários mais
flexíveis de estudo. O aluno precisa ter sua própria infraestrutura com computador e
acesso a internet.
Todas estas modalidades são utilizadas para a formação inicial de profissionais da
educação, muitas vezes a formação a distancia não é tão valorizada quanto a presencial.
Sendo uma modalidade muito acessada por uma camada da sociedade atual que não
dispõe de tempo para aulas presenciais.
6
Estas modalidades podem e devem ser usadas em formações continuadas aos
profissionais da educação possibilitando além do conhecimento para atualização de suas
praticas o contato com as novas tecnologias e métodos de ensino.
4 Os conteúdos da formação.
Como sabemos a ação formativa tem como finalidade aprimorar e / ou atualizar os
conhecimentos dos professores alinhando a compreensão do homem por além de sua
aprendizagem e assumir que o mesmo tem de ser um aprendiz que decide ser caminho e
que nele se envolve. Nesta proposta de conteúdo iremos trabalhar a abordagem sobre as
teorias de aprendizagem e a necessidade da tecnologia que é a premissa para o
processo de aprendizado contemporâneo, a importância e sua finalidade no processo de
ensino e da aprendizagem, o estudo sobre a teoria de aprendizagem conectivista. Os
tipos de aprendizagem adaptados ao contexto das teorias da aprendizagem e evolução
tecnológica e seu papel na educação.
Entendemos por teoria da educação, toda e qualquer reflexão que inclua uma análise
dos problemas e das mudanças. A maior parte das vezes, vêm acompanhadas de
reflexões sobre as finalidades da educação, a noção de aprendizagem, os papéis
dos docentes, o lugar do estudante, o alcance dos conteúdos e a pertinência
sociocultural da educação BERTRAND (2001, P.9).
Concluindo a proposta dos conteúdos da formação iremos trabalhar sobre a planificação
e o processo de ensino-aprendizagem. O conceito e objeto da didática e aplicação
prática. E por fim, a formação dos professores e apresentando os mitos da tecnocracia,
visão das matérias química/física, demais áreas da ciência e o determinismo tecnológico.
Com os principais modelos de formação docente
5 A duração da ação da formativa.
A período e organização da proposta de cada encontro devem ser estabelecidas
juntamente com os professores participantes, como exemplo, podemos realizar se
possível cerca de dez encontros, com periodicidade quinzenal e duração de quatro horas
cada ou seis encontros com a mesma periodicidade.
● Encontro 1
Apresentação dos integrantes do grupo. Capacitação dos docentes nas suas respectivas
matérias: porque, para que e o que ensinamos?
● Encontro 2
Abordagem sobre as teorias da aprendizagem discussão teórica e identificação e
análise, levantamento e discussão de possibilidades e limites de aplicação em sala.
● Encontro 3
7
Fundamentação e projeção/ planificação sobre da teoria de aprendizagem escolhida a
ser trabalhada.
● Encontro 4
Discussão teórica a partir de um texto sobre construção coletiva de uma proposta de
melhoria contínua no processo de aprendizagem com enfoque nos alunos. Definição de
registro de observação.
● Encontro 5
Reuniões de reflexão e replanejamento durante a execução da proposta. Avaliação da
ação formativa.
6 Bibliografía
8
↑ «Ensino Tradicional». Folha de S.Paulo. 7 de agosto de 1997. Consultado em 24 de novembro
de 2022.
BERTRAND, Y. Teorias Contemporâneas da Educação. 2ª ed. Horizontes Pedagógicos,
Consultado em 25 de novembro de 2022.
↑ Duarte, Sérgio Martins (2 de maio de 2018). Os impactos do modelo tradicional de ensino na
transposição didática e no fracasso escolar (Tese). Consultado em 24 de novembro de 2022.
↑ Fortunato, Ivan (30 de junho de 2016). «AINDA É PRECISO TER CUIDADO:
ESCOLA?!». InterSciencePlace. 11 (2). ISSN 1679-9844. Consultado em 23 de novembro de
2022.
KENSKI, V. M. A urgência de propostas inovadoras para a formação de professorespara todos
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2015, pp. 423-441. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Paraná, Brasil. Consultado em 25
de novembro de 2022
↑ Mendes, A. A. P.; Maiotti, A. de S.; Grisotto, A.; Araújo, A. S.; Rocha, C. dos S.; et al. (20 de maio
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↑ Silva, Rosa Maria Segalla; Amauro, Nicéa Quintino; Souza, Paulo Vitor Teodoro; Filho, Guimes
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brasileira». Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação. 12 (1): 294–312. ISSN 1982-5587.
Consultado em 25 de novembro de 2022.
9
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino_conteudista#cite_ref-4
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj070808.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino_conteudista#cite_ref-Duarte2018_1-0
http://hdl.handle.net/10284/6624
http://hdl.handle.net/10284/6624
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino_conteudista#cite_ref-3
http://revista.srvroot.com/isp/index.php/isp/article/view/515
http://revista.srvroot.com/isp/index.php/isp/article/view/515
https://pt.wikipedia.org/wiki/International_Standard_Serial_Number
https://www.worldcat.org/issn/1679-9844
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino_conteudista#cite_ref-2
https://pt.wikipedia.org/wiki/International_Standard_Book_Number
https://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Fontes_de_livros/9786587204017
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino_conteudista#cite_ref-5
https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=6202782
https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=6202782
https://pt.wikipedia.org/wiki/International_Standard_Serial_Number
https://www.worldcat.org/issn/1982-5587

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