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ISOMERIA Disciplina: Química Profa. Dra. Mariana Bizari Machado de Campos Isômeros são dois ou mais compostos diferentes que apresentam a mesma fórmula molecular, porém com diferença nas suas propriedades. ISOMERIA – DEFINIÇÃO ISOMERIA IGUAL PARTE 3 ISOMERIA – TIPOS 4 ISOMERIA PLANA (CONSTITUCIONAL) É o tipo de isomeria na qual a diferença entre os isômeros pode ser explicada observando-se apenas as fórmulas estruturais planas, ou seja, mesma fórmula molecular porém formulas estruturais diferentes. ISOMERIA PLANA CADEIA POSIÇÃO FUNÇÃO METAMERIA 5 ISOMERIA PLANA DE CADEIA Isômeros pertencentes ao mesmo grupo funcional porém com diferentes tipos de cadeia. Cadeia normal Cadeia ramificada Cadeia aberta e insaturada Cadeia fechada e saturada 6 ISOMERIA PLANA DE POSIÇÃO Isômeros pertencentes à mesma função química, possuem a mesma cadeia carbônica, mas diferem pela posição de uma ramificação ou insaturação. 7 ISOMERIA PLANA DE FUNÇÃO Isômeros com grupos funcionais (funções) diferentes 8 ISOMERIA PLANA DE FUNÇÃO 9 ISOMERIA PLANA DE FUNÇÃO -TAUTOMERIA Caso particular de isomeria de função em que os dois isômeros ficam em equilíbrio dinâmico. 10 ISOMERIA PLANA - METAMERIA Também chamada de isomeria de compensação, é aquela em que os isômeros diferem pela posição de um heteroátomo na cadeia. 11 ISOMERIA – TIPOS 12 ISOMERIA ESPACIAL - ESTERIOISOMERIA Ocorre quando as diferenças entre os isômeros só podem ser explicadas pelas fórmulas espaciais (GEOMETRIA). As fórmulas estruturais planas são as mesmas. ISOMERIA ESPACIAL GEOMÉTRICA ÓPTICA 13 ISOMERIA GEOMÉTRICA (CIS-TRANS) Os compostos têm a mesma fórmula estrutural plana, mas há que se considerar átomos ligantes espacialmente. Podem ocorrer em: 1- Cadeias abertas com insaturação 2- Cadeias fechadas 14 ISOMERIA GEOMÉTRICA (CIS-TRANS) 1- Cadeias abertas com insaturação 15 ISOMERIA GEOMÉTRICA (CIS-TRANS) 2- Cadeias fechadas 16 ISOMERIA GEOMÉTRICA (CIS-TRANS) 17 ISOMERIA GEOMÉTRICA (CIS-TRANS) 18 ISOMERIA ÓPTICA Todos os isômeros possuem propriedades físicas diferentes, tais como PF, PE e densidade, mas os isômeros ópticos não possuem esta diferença, ou seja, as propriedades físicas dos isômeros ópticos são as mesmas. Porém eles podem ser diferenciados frente a uma luz polarizada. A luz, ao passar pela amostra, é desviada para direita ou para a esquerda. 19 ISOMERIA ÓPTICA Não é possível superpor a mão direita sobre a esquerda. Elas são diferentes, ou melhor, assimétricas. EXISTEM DOIS ÁCIDOS LÁTICOS? 20 ISOMERIA ÓPTICA EXISTEM DOIS ÁCIDOS LÁTICOS? SIM, UMA DELAS DESVIARÁ A LUZ POLARIZADA PARA A DIREITA E A OUTRA PARA A ESQUERDA Direita= dextrógira (+) Esquerda= levógira (-). A mistura de ambos (50% cada) não desvia a luz e é chamada de mistura racêmica. Par de enantiômeros ISOMERIA ÓPTICA ❑ Para reconhecer a isomeria óptica é necessário verificar a presença de carbono QUIRAL (ASSIMÉTRICO). ❑ Carbono assimétrico é um átomo de carbono saturado (hibridação sp3), que apresenta quatro grupo de ligantes diferentes ligados a ele. Com essa estrutura, a molécula não apresenta nenhum plano de simetria e sua imagem especular terá estrutura não coincidente. C* Talidomida usada para enjôos na gravidez. ISOMERIA ÓPTICA - IMPORTÂNCIA 225 http://escuela.med.puc.cl/paginas/Cursos/tercero/patologia/fotos223-232/225.jpg ISOMERIA ÓPTICA ESTERIOISÔMEROS ENANTIÔMEROS (Carbono Quiral) Diaesterioisômeros (cis-trans) Esses isômeros não são a imagem especular um do outro Esses isômeros são a imagem especular um do outro, mas não são sobreponíveis. Possui 1 C* 2n = 21 = 2 isômeros ativos 2n-1 = 21-1 = 20 = 1 isômero inativo 1dextrógiro 1 levógiro Total 3 isômeros n = número de C* diferentes ISOMERIA ÓPTICA- Número de isômeros EXEMPLO: Determine o número de isômeros ópticos possíveis nesta substância e o número total de isômeros. 2n = 22 = 4 isômeros ativos 2n-1 = 22-1 = 21 = 2 isômero inativos Total= 6 isômeros ISOMERIA ÓPTICA- Número de isômeros ISOMERIA - EXERCÍCIOS 01) 02) ISOMERIA - EXERCÍCIOS 03) ISOMERIA - EXERCÍCIOS BIBLIOGRAFIA BÁSICA: [1] SOLOMONS, G.; FRYHLE, C. Química Orgânica. 8 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2005. [2] VOLLHARDT, K. P. C.; SCHORE, N. E., QuímicaOrgânica - Estrutura e Função.4 ed., Porto Alegre: Bookman Editora: 2004. [3] Morrison, R. Química orgânica. 16 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011. 29 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25: EXEMPLO: Determine o número de isômeros ópticos possíveis nesta substância e o número total de isômeros. Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29