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A Fisioterapia nos transtornos do Espetro Autista tem grande importância para contribuir na menor dependência e na qualidade de vida já que no TEA podem existir déficits e alterações funcionais importantes, dentro do nível em que se encontra; leve, moderado e grave. O tratamento fisioterapêutico traz consequências positivas para o convívio social por meio de técnicas de concentração, treino de habilidades motoras, equilíbrio e coordenação diminuindo os movimentos atípicos que podem ser prejudiciais para a pessoa com TEA.
A avaliação fisioterapêutica é essencial para identificar e coletar informações importantes a serem tratadas, através da avalição cria-se uma conduta de tratamento, traçando a forma de intervenção. O tratamento fisioterapêutico pode ser inserido de forma precoce acompanhando o desenvolvimento de suas fases com o objetivo de averiguar e entender as suas habilidades e dificuldades de forma individual.
A Fisioterapia possui métodos terapêuticos que auxiliam no desenvolvimento e tratamento em pacientes com TEA, entre elas são; a equoterapia que proporciona melhoria no equilíbrio e na marcha, alinhamento postural e maior força muscular, resultando no desenvolvendo e integração social.
A hidroterapia para o tratamento de pessoas com TEA, proporciona a redução no quadro álgico e aumenta a qualidade de vida para o paciente. Oferecendo estímulos sensoriais, ajudando na diminuição do estresse e melhorando a relação do paciente com o ambiente em que ele está inserido.
Os exercícios de fortalecimento muscular e alongamentos, são essenciais para melhorar os tônus musculares e promover o aprimoramento do controle motor e contribuir para um melhor desenvolvimento no TEA.
FERNANDES, C. R.; SOUZA, W. A. A. A. de; CAMARGO, A. P. R. Influência da fisioterapia no acompanhamento de crianças portadoras do TEA (transtorno do espectro autista). Revista Hígia, v. 5, n. 1, p. 52-68, 2020.
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