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Teoria da Contabilidade: princípios contábeis, contas contábeis (tipos e classificação)
A teoria da contabilidade visa a apresentar os princípios contábeis que devem ser cumpridos pelo profissional de contabilidade, assim como as contas contábeis que ele utiliza para realizar os registros diários das entidades, fazendo uso das contas contábeis e obedecendo à sua natureza.
Princípios contábeis
De acordo com Luz (2015), o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) atualizou e definiu a Resolução n.º 750/1993, que trata sobre os princípios de contabilidade. A partir da atualização, os princípios de contabilidade podem ser consultados pela Resolução n.º 1.282/2010, que ocorreu em virtude da convergência com as normas internacionais de contabilidade.
É preciso compreender que, diante das constantes atualizações da área contábil, a Resolução n.º 1.282/2010 foi revogada a partir de 1.º de janeiro de 2017, conforme a Norma Brasileira de Contabilidade conhecida como NBC TG Estrutura Conceitual, de acordo com a publicação ocorrida no Diário Oficial da União (DOU) em 4 de outubro de 2016.
Conforme o CFC (2019), os princípios contábeis estão apresentados por meio do Código de Ética Internacional para Profissionais da Contabilidade da IFAC (International Federation of Accountants, traduzido para Federação Internacional de Contadores).
Os princípios de contabilidade tratados no contexto podem ser visualizados na figura 1, a seguir:
Princípios de contabilidade
A NBC PG 100 (R1) apresenta cinco princípios fundamentais de ética que devem ser seguidos pelos profissionais da contabilidade (CFC, 2019):
Integridade
O princípio da integridade aborda características que o profissional deve ter, como a franqueza e a honestidade em todas as relações, tanto profissionais quanto comerciais.
De acordo com o CFC (2019), o princípio da integridade apresenta:
111.1A1 Integridade implica negociação justa e veracidade. R111.2 O profissional da contabilidade não deve, de forma consciente, estar associado com relatórios, declarações, comunicações ou outras informações nos quais ele acredita que as informações: (a) contenham declaração significativamente falsa ou enganosa; (b) contenham declarações ou informações fornecidas de maneira leviana; ou (c) omitam ou ocultem informações necessárias em casos em que essa omissão ou ocultação seria enganosa.
Objetividade
Abrange o ato de o profissional ser neutro no que se refere à contabilidade nos registros dos fatos que atingem a gestão patrimonial. Cabe ao profissional de contabilidade adotar o método mais propício, buscando dessa forma descrever um evento contábil. O objetivo dessa convenção é excluir ou limitar áreas de abundante liberalismo quanto à escolha de métodos, especialmente no que tange valores.
Competência profissional e devido zelo
Corresponde à garantia do conhecimento e da habilidade que o profissional deve ter para atuar na sua área. Tal princípio define que o profissional deve atuar respeitando as normas técnicas designadas a ele.
O CFC (2019) afirma que deve existir a manutenção da competência do profissional:
113.1A2 A manutenção da competência profissional requer a consciência contínua e o entendimento dos desenvolvimentos técnicos, profissionais e comerciais pertinentes. O desenvolvimento profissional contínuo permite que o profissional da contabilidade desenvolva e mantenha as habilidades para apresentar desempenho competente no ambiente profissional. 113.1A3 A diligência abrange a responsabilidade de agir de acordo com os requisitos de designação de forma cuidadosa, exaustiva e tempestiva. R113.2 Ao cumprir com o princípio da competência profissional e devido zelo, o profissional da contabilidade deve tomar as providências razoáveis para assegurar que os que estão trabalhando na qualidade de profissional sob sua autoridade tenham o treinamento e a supervisão adequados. R113.3 Quando apropriado, o profissional da contabilidade deve informar os clientes, a organização empregadora ou os outros usuários dos seus serviços ou atividades profissionais sobre as limitações inerentes aos serviços ou às atividades.
Confidencialidade
Manter total sigilo sobre todas as informações adquiridas em sua relação profissional com seus clientes, jamais comentando, portanto, sobre informações das empresas nas quais atua, especialmente quando essas informações possam prejudicar seus clientes.
Comportamento profissional e devido zelo
O profissional que atuar deve ter conhecimento e cumprir a legislação, evitando assim comportamentos que possam prejudicar a classe contábil, ou seja, toda a categoria de modo geral.
Os princípios contábeis têm o importante papel de orientar os profissionais quanto ao registro e à mensuração de fatos que serão identificados pela contabilidade.
Anterior à NBC PG 100 (R1), outros princípios contábeis já eram conhecidos e são aceitos na atualidade. É possível afirmar que eles servem como guia para situações ocorridas na entidade, para que sejam viabilizados a interpretação, o registro e a transmissão das informações aos usuários técnica e confiavelmente.
Conforme Iudícibus (2021), os princípios contábeis são os seguintes:
Princípio da entidade
O princípio define que o patrimônio dos sócios não pode ser confundido com o da entidade. Esse princípio identifica o patrimônio como objeto na contabilidade.
Princípio da continuidade
O princípio defende que a entidade não tem uma data-limite para operar, ou seja, ele entende que seu processo será contínuo com prazo indefinido. Por meio desse princípio, compreende-se que não são o foco os valores de saída (venda ou prestação de serviço), mas sim os valores relacionados ao custo de aquisição, isto é, os valores relacionados à entrada ou a compras.
Princípio da realização
É compreendido por meio do princípio de que a receita é identificada no período em que ela ocorre. O processo de realização é entendido quando ocorre a troca de bens ou serviços a terceiros por moeda, ou seja, pela receita recebida em dinheiro “[...] de direitos a receber (receita a prazo) ou de outro elemento do ativo (permuta)” (IUDÍCIBUS, 2021, p. 212).
Princípio do custo como base de valor
Também é conhecido como princípio do custo histórico, e representa diversos conceitos referentes a custo existentes e corresponde ao custo original. Pode-se afirmar que o princípio determina que os componentes patrimoniais precisam ser registrados mediante o seu valor original.
Os elementos patrimoniais podem sofrer alterações oriundas das seguintes situações:
· Custo corrente – Refere-se a valores aplicados visando a obtenção de ativos ou a liquidação de passivos no término de encerramento das demonstrações contábeis. Os ativos são identificados mediante valores em caixa que necessitariam ser quitados, caso fossem obtidos conforme data do balanço. Já os passivos, são identificados conforme os valores em caixa, ou seja, os valores precisos para saldar a operação de acordo com a data do balanço.
· Valor realizável – Refere-se aos valores que seriam auferidos pela entidade caso ela alienasse os ativos e liquidasse os passivos. Conforme Iudícibus (2021, p. 214):
Ativos: são reconhecidos pelos valores em caixa que poderiam ser obtidos pela sua venda em forma ordenada.
Passivos: são reconhecidos pelos valores de liquidação, ou seja, pelos valores de caixa não descontados, que serão pagos para liquidar as obrigações no curso normal das operações da entidade.
· Valor presente – Refere-se ao fluxo de caixa de um período futuro que foi adquirido por meio da alienação de ativos ou ainda de passivos, descontados no valor presente em que foram liquidados.
· Valor justo – Ocorre quando valores de ativos podem ser trocados, assim como passivos podem ser liquidados em uma operação sem que ocorra algum benefício.
· Atualização monetária – Corresponde a impactos relativos ao poder aquisitivo da moeda nacional, que precisariam ser identificados nos registros contábeis.
Princípio da confrontação das despesas com as receitas
Por meio desse princípio, é possível afirmar que as despesassão conferidas de acordo com o período das receitas, ou seja, conforme o período em que ocorreram e, não quando foram liquidadas em dinheiro.
Princípio do denominador comum monetário
Nesse princípio, a contabilidade está focada em perceber e registrar circunstâncias e transações sujeitas à avaliação monetária. Tal princípio não impossibilita que a contabilidade apure balanços e demonstrações atualizados para efeito de análise de resultados, assim como para objetivos fiscais e societários (IUDICIBUS, 2021).
Contas contábeis, classificações e tipos
De acordo com Ribeiro (2019), as contas apresentadas no plano de contas da entidade compõem informações sobre os registros dela. A principal função do plano de contas é organizar e direcionar as contas nas quais os registros serão realizados. O plano de contas pode variar de uma entidade para a outra, visando assim a atender às suas necessidades (PINTO; VASQUEZ, 2019).
A conta é denominada dessa forma por se tratar de um termo técnico aplicado aos componentes patrimoniais, ou seja, os bens, os direitos, as obrigações e o patrimônio líquido. As contas contemplam também os elementos de resultado que consideram receitas e despesas.
É por meio das contas que a contabilidade pode desempenhar sua função, registrando e controlando a movimentação patrimonial. A conta pode ser compreendida como, por exemplo, “[...] uma ficha ou folha de papel em que o profissional da contabilidade anota os dados correspondentes à movimentação de entradas e saídas de valores [...]” (RIBEIRO, 2019, p. 85).
Ribeiro (2019) afirma que as contas estão classificadas em dois grupos: contas patrimoniais e contas de resultado.
As contas patrimoniais, como já mencionado, referem-se aos bens, aos direitos, às obrigações e ao patrimônio líquido, e são demonstradas mediante balanço patrimonial.
Muller (2018) afirma que o balanço patrimonial corresponde a uma demonstração sucinta dos elementos que compõem o patrimônio da entidade. No balanço patrimonial, as contas estão classificadas de acordo com a sua natureza, permitindo assim a compreensão e a análise referente à situação financeira da entidade.
Ainda segundo Muller (2018), o ativo pode ser definido de distintas formas, mas é conhecido por representar um conjunto de bens e direitos. Por meio dos ativos, as entidades visam a gerar resultado futuro, originando um retorno maior do que aquele que foi investido inicialmente.
Com relação às contas, a contabilidade compreende uma divisão para elas em quatro grupos:
1.º grupo: contas patrimoniais ativas
O primeiro grupo trata das contas patrimoniais ativas, que são destinadas às movimentações sobre entrada e saída de dinheiro. Por exemplo, é possível lançar na conta do caixa o valor recebido relativo ao pagamento de um cliente.
Observe um exemplo da descrição do recebimento do valor pago pelo cliente que comprou a prazo:
2.º grupo: contas patrimoniais passivas
O segundo grupo trata das contas patrimoniais passivas, nas quais estão registradas as obrigações da entidade. A entidade tinha o valor de R$ 22.680,00 referente a salários a pagar. O pagamento foi realizado por meio da conta “Banco conta Movimento”.
Observe o exemplo da descrição da quitação dos salários a pagar:
3.º grupo: contas de resultado despesa
O terceiro grupo trata das contas de resultado, nas quais estão registradas as despesas que a entidade teve, como, por exemplo, salários, impostos, juros passivos, entre outros. Suponha que a entidade deixou de pagar um fornecedor na data do vencimento. A dívida era de R$ 1.560,00 e os juros pelo atraso de R$ 97,00. O pagamento foi realizado pela conta “Banco conta Movimento” no valor de R$ 1.657,00.
Observe o exemplo da descrição do pagamento, com atraso, do fornecedor.
4.º grupo: contas de resultado despesa
O quarto grupo se refere às contas de resultado, nas quais são registradas as receitas, por exemplo, o recebimento de uma duplicata a receber no valor R$ 3.000,00 via caixa, com juros ativos decorrentes do atraso no período, ou seja, o valor de R$ 112,00.
Observe o exemplo da descrição da duplicata, com atraso, a receber:
O ativo, de acordo com Muller (2018), representa o elemento mais relevante da entidade, já que ele define a estrutura e o potencial dessa entidade, ou seja, é esse potencial evidenciado que vai atender à demanda do mercado e beneficiar-se das possibilidades.
O ativo é composto de ativos monetários; não monetários; de realização e de uso.
Ativos monetários
São conhecidos por serem preferencialmente realizados em moeda, como, por exemplo, mediante caixa, duplicatas a receber de clientes, entre outros.
Ativos não monetários
Correspondem aos bens e direitos que serão realizados de outro modo, ou seja, não em moeda. Nessa situação, aplicam-se os estoques, a despesa do exercício seguinte, que são pagos antecipadamente, entre outros.
Ativos de realização
Correspondem a bens e direitos que visam a gerar caixa. Nesse exemplo, é possível citar o recebimento da duplicata de um cliente, ou seja, nessa situação ocorre a realização desse direito.
Ativos de uso
Referem-se a benefícios econômicos que têm por característica o seu consumo, o que não ocorre em um momento único, mas sim se estende ao longo do tempo.
O ativo está dividido em ativo circulante e ativo não circulante:
· Ativo circulante: esse grupo contempla as disponibilidades e os direitos realizáveis no exercício social seguinte aos das suas aplicações de recursos.
As disponibilidades representam os valores que a entidade tem na conta do caixa, nos bancos e nas aplicações financeiras. O ativo circulante tem por característica o curto prazo, ou seja, ele tem uma liquidez mais rápida, o que ocorre dentro de um período máximo de 12 meses. No mesmo grupo estão os direitos realizáveis durante o exercício social vigente ou subsequente a ele; os estoques da entidade designados à comercialização ou insumos armazenados para a produção; os seguros pagos antecipadamente por representarem um direito mediante acordo de apólice.
· Ativo não circulante: representa os elementos que serão convertidos em moeda a longo prazo, ou seja, um período superior a 12 meses. Esse grupo contempla elementos patrimoniais que dificilmente serão convertidos em moeda, já que tais elementos não são designados à venda, mas sim usados para a transformação do insumo em mercadoria, a fim de obter renda para a entidade. Conforme Tessari (2013, p. 66), “são geralmente destinados à geração e manutenção das atividades operacionais da empresa”. Dentro desse contexto, considera-se que a entidade não tem o intuito de se desfazer dos seus bens e direitos.
O ativo não circulante contempla os investimentos, que compreendem aplicações realizadas e que não contêm ligação direta com a entidade, sendo investimentos permanentes, como, por exemplo, a detenção de ações ou quotas. O imobilizado também é um subgrupo que dispõe dos bens que estão designados à atividade principal da entidade.
Veja o que fica definido sobre o imobilizado, segundo Tessari (2013, p. 66):
b) Imobilizado – no imobilizado são classificados os bens destinados à manutenção da atividade principal da empresa, ou seja, os bens que auxiliam a empresa na geração e manutenção de sua atividade operacional. São exemplos: os terrenos para uso; as máquinas; os equipamentos; os veículos; os móveis e utensílios; os prédios em uso etc.
No ativo não circulante está localizado também o subgrupo denominado intangível, que passou a existir a partir da Lei n.º 11.638/2007, substituindo o antigo diferido. Nesse subgrupo, estão alocados bens não corpóreos e de valor econômico, que são usados para gerar resultados futuros.
O passivo está dividido em passivo circulante, passivo não circulante e patrimônio líquido.
O grupo passivo possui duas divisões que estão dispostas conforme o grau de exigibilidade. A divisão é denominada de passivo circulante e passivo não circulante. Observe essa divisão a seguir:
· Passivo circulante – Tem na sua composição as obrigações da empresa que foram assumidas com terceiros e que precisam sersaldadas dentro do período de 12 meses. Como exemplos de contas apresentadas nesse grupo estão as contas a pagar, os fornecedores, os salários a pagar, entre outras.
· Passivo não circulante – Passou a ser denominado assim a partir da Lei n.º 11.638/2007, substituindo o antigo passivo exigível a longo prazo. Tem como característica obrigações vencíveis acima de 12 meses.
Patrimônio líquido
Contempla todo o lucro resultante da atividade operacional da entidade e os recursos aplicados pelos sócios (TESSARI, 2013).
A figura 2 a seguir demonstra a estrutura do balanço patrimonial, identificando o lado do ativo e do passivo.
O ativo contempla os bens e direitos da entidade, e é composto pelos subgrupos ativo circulante e ativo não circulante. O ativo não circulante é composto de:
· Realizável a longo prazo
· Investimentos
· Imobilizado e intangível
O passivo comporta o passivo circulante e o passivo não circulante, sendo que esse contempla o exigível a longo prazo. Na sequência e do lado direito da figura 2, é possível observar o patrimônio líquido da entidade que também é evidenciado abaixo do passivo.
Estrutura do balanço patrimonial
O quadro 1 a seguir evidencia a natureza das contas de resultado, ou seja, das despesas e das receitas. É possível visualizar, por meio deste quadro, que a natureza das contas de despesas é devedora e das contas de receitas é credora.
CONTAS DE RESULTADO
Contas de resultado
De acordo com Ribeiro (2019), as contas de resultado estão divididas em contas de despesas e receitas. As contas de resultado não são demonstradas pelo balanço patrimonial, mas é por meio delas que é possível evidenciar, ao término de cada exercício social, se a movimentação da entidade no período resultou em lucro ou prejuízo. A apresentação das contas e dos saldos das despesas e das receitas pode ser visualizada por meio da demonstração do resultado do exercício (DRE).
Despesas
São oriundas do consumo de bens ou uso de serviços. As despesas poderão ocorrer sempre que houver consumo de materiais de expediente, como, por exemplo, folhas, grampos, canetas, entre outros, assim como o consumo de materiais de limpeza, a fim de manter o ambiente higienizado. Se a entidade fizer uso de serviços de terceiros, a despesa também ocorrerá, pois poderá envolver serviços de advogados, manutenções etc.
As despesas são apresentadas por alguns destes exemplos:
· Água
· Despesas bancárias
· Energia elétrica
· Impostos
· Salários
· Juros passivos
Receitas
São decorrentes da venda ou prestação de serviços que a entidade teve no período. A receita também pode ser decorrente de investimentos, considerando que, quando a entidade realiza aplicação de recursos, ela obtém juros decorrentes dos depósitos bancários ou de títulos emitidos por meio de terceiros. As receitas são decorrentes de operações da entidade e podem ser demonstradas pelos seguintes exemplos, entre outros:
· Receita de serviços
· Receita de aluguel
· Receita de vendas
· Receitas financeiras
A receita reflete no aumento do patrimônio líquido. Segundo Muller (2018, p. 68), “[...] receitas são acréscimos nos Ativos ou decréscimos nos Passivos, resultantes dos diversos tipos de operações da empresa e que podem alterar o Patrimônio Líquido”.
As contas apresentadas no plano de contas são usadas pelas entidades a fim de organizar e controlar suas movimentações por períodos distintos. Cada conta tem sua natureza, que deve ser obedecida ao realizar registros. As contas contêm classificações e são apresentadas pelos demonstrativos contábeis, balanço patrimonial e demonstração do resultado do exercício. Ativo não circulante demonstra a sua composição, que contempla subgrupos denominados de: realizável a longo prazo; investimentos; imobilizado e intangível.
Vale ressaltar que, para a aplicabilidade dos registros, é obrigatório obedecer aos princípios contábeis.
Você aprenderá um pouco mais sobre o plano de contas no conhecimento que trata sobre esse assunto, no qual estudará o conceito, a legislação e a elaboração desse plano.
Continue seus estudos para adquirir conhecimentos importantes para o dia a dia de um técnico em contabilidade.
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