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ANDRÉ LUIZ COSTA LIMA DE ABREU
PSICOPATOLOGIA FORENSE
PSIQUIATRIA FORENSE
SEXOLOGIA FORENSE
São Gonçalo - RJ
1º Semestre, 2018
ANDRÉ LUIZ COSTA LIMA DE ABREU
PSICOPATOLOGIA FORENSE
PSIQUIATRIA FORENSE
SEXOLOGIA FORENSE
Trabalho apresentado como requisito para avaliação da Disciplina de Medicina Legal e Psicopatologia Forense do curso de Direito da Faculdade Paraíso - FAP - 10º período
Professora Mestra Anna Carolina
São Gonçalo - RJ
1º Semestre, 2018
SUMÁRIO
1	RESUMO	4
1.1	Psicopatologia Forense - Psiquiatria Forense	4
2	SEXOLOGIA FORENSE	10
2.1	Aberrações Sexuais são classificadas em²:	12
2.2	Lei nº 11.106/2005	13
3	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	15
	
RESUMO
Psicopatologia Forense - Psiquiatria Forense
	Psicopatologia é o estudo das doenças ou transtornos mentais que simbolizam um conjunto de sintomas que causam sofrimentos psíquicos incapacitando a produtividade de atividades produtivas. Trata-se dos estados julgados da loucura, ou seja, auxilia o paciente no momento de perturbação e para especificar o contraste psicológico foram estabelecidos os critérios nos diagnósticos baseados nas alterações mentais patológicas, são classificadas: 
	Ocorre, “CASO MIA PJ CL” onde o psicólogo ou psiquiatra encontra a necessidade de auxiliar o exame do Estado Mental (EEM), são eles[footnoteRef:2]: [2: Https://www.passeidireto.com/arquivo/21460106/exame-psiquico;
Http://www.editorarealize.com.br/revistas/cieh/trabalhos/trabalho_ev040_md2_sa5_id1262_23072015214202.pdf.] 
	Consciência;
	Atenção;
	Senso percepção;
	Orientação;
Memórias;
Inteligências;
Afeto;
Pensamento;
Juízo crítico;
Conduta;
Linguagem.
	
As classificações das doenças mentais podem ser enquadradas nestes cinco grupos que compõem o universo do psiquiatra.
Grupo 1 
- Oligrofrenia ou Retardo Mental;
	- Subornalidade Mental;
	- Deficiência Mental.
	Grupo 2
	Demência
	Grupo 3
	Psicose
	Grupo 4
	Neurose
	Grupo 5
	Transtornos de Personalidade[footnoteRef:3] [3: Http://www.psiconlinews.com/2016/01/os-16-transtornos-mentais-mais-comuns.htm;] 
Grupo 1, são pessoas que não possuíram o desenvolvimento pleno, impedindo que a personalidade desenvolva. O paciente não consegue o conhecimento básico na educação formal, escolar, leitura, escritas faltando o mecanismo para que possa adquirir a plenitude na sua personalidade.
Grupo 2, é a afinidade da oligofrenia onde as pessoas inseriram-se na sociedade com suas profissões, casamentos e possui filhos. Em alguns momentos de sua vida ocorre uma decadência iniciando uma perda avançada de toda a capacidade que a pessoa adquiriu quando formam sua personalidade.
Grupo 3, é o momento de confusão mental onde a pessoa perde a noção da realidade, não é julgada uma psicopatologia apenas tornando-se um momento em que a pessoa perdeu o contato com a realidade podendo ter alucinações, visões, perdendo a noção do que está fazendo ou realmente perde a noção do que acontece ao seu redor. Seus efeitos colaterais mais comuns são insônia ou perda da capacidade motora.
Grupo 4, criado pelo médico francês Willian Cullem em 1769 referindo-se a doenças nervosas que geravam distúrbios na personalidade[footnoteRef:4]. Para Freud é um distúrbio específico pela proibição de suas vontades e desejos que foram aprisionadas onde o ego é incapaz de aceitar as vontades reprimidas. [4: Http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-47142010000100009&script=sci_abstract&tlng=es. ] 
A Neurose é conhecida como desequilíbrio temporário caracterizado no afastamento da realidade. O neurótico reconhece, entende, percebe o real, nega ou busca outro mecanismo de defesa para se afastar da realidade evitando sofrimento.
Grupo 5, anteriormente chamado de Personalidade Psicopática (PP) que ocorrem em pessoas na formação fora dos padrões que a sociedade exige. É um padrão persistente de comportamento muito diferente do que se espera pela pessoa com transtorno na cultura em que ele (ela) está inserido.
Esse padrão diferenciado de comportamento expressa em diversas áreas da percepção, sentimentos, relacionamentos e controles dos impulsos. O padrão de comportamento pode ser persistente, inflexível, pode causar sofrimento e conseqüências para a pessoa irreparáveis. 
A 5ª Edição da Disfunção Cerebral Mínima (DCM) define dez tipos de Transtornos de Personalidades reunidas em três grupos:
Grupo A – Parecem esquisitos ou excêntricos.
- Paranóide;
- Esquizóide;
- Esquizotípico.
Grupo B – são considerados os emotivos e dramáticos. 
- Antissocial;
- Bordeline;
- Histriônico;
- Narcisista.
Grupo C – apresentam anciosidade ou medos. 
- Evitativo;
- Dependente;
- Obsessivo.
O Artigo 59 do Código Penal anuncia as circunstâncias que serão consideradas pelo Juiz considerando o tipo de pena que será aplicada, privativa de liberdade ou multa na sentença de um determinado crime.
Torna-se importante no cálculo para o juiz encontrar a pena base (1ª fase), serve para fixar e determinar o regime inicial do comprometimento da pena (fechado, aberto ou semiaberto) e para decidir a substituição da pena, ou seja, privativa de liberdade ou penas alternativas.
De acordo com a Lei nº 2.848 de 07 de dezembro de 1940 no Artigo 59 do Código Penal alega que o Magistrado deveria entender a pena mínina definindo o crime como qualificado ou privilegiado. Saber o antecedente, reincidência na aplicação da pena que serão divididas em três fases: 
- Circunstâncias Judiciais;
- Agravantes e Atenuantes;
- Majorantes.
Algumas Circunstâncias Judiciais são subjetivas, estão ligados aos agentes, doutrinas com a individualização da pena. Na psicologia jurídica, é a especialidade recém reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia, conforme Resolução nº 1.400 assinada em 22 de dezembro de 2000, entrelaçando o Direito nas questões teóricas e práticas.
Resume-se na função dos discernimentos psicológicos aos assuntos na saúde mental e aos assuntos sócios jurídicos dos crimes. Dedica-se nas situações que se apresentam nos tribunais, envolvendo as leis, o termo forense que leva a idéia de Fórum e Tribunal.
O objetivo não é especificamente todo o comportamento, atua nos casos necessários a unificação do Direito e psicologia. Corroboram na programação e cumprimento de políticas de cidadania, direitos humanos e prevenção da violência.
Na psicologia Judiciária temos o Artigo 342, 354, 400, 419 do Código do Processual Civil e o Artigo 185/230 do Código do Processo Penal. No falso testemunho ou falsa perícia consta o Artigo 342 do Código Processual e nos delitos tipificados estão os Artigos 339, 340, 341, 343 e 344 do Código Penal.
Na Lei Estadual nº 11.819 de 05 de janeiro de 2005 do Estado de São Paulo relatou a implantação de aparelhos de videoconferência para interrogatórios e na realização de audiências on line para réus que se encontram afastados dos fóruns na ciência de suas penas executadas pelos juízes.
Em relação da acareação ou confrontação consiste em colocar dois ou mais pessoas, ou seja, inseri pessoas que já tenham prestado depoimentos de cada um apontando as divergências pedindo o esclarecimento sobre as divergências preocupando-se com a veracidade da declaração.
Para que sejam analisados os pressupostos temos que investigar os depoimentos se ocorrer a divergência incidindo sobre os fatos ou as circunstâncias relevantes para o processo. 
A Confissão consta no Artigo 197 /200 em relação as perguntas ao ofendido[footnoteRef:5]. È um elemento de prova, podendo tornar-se condenação, ou seja, hoje não possui valor absoluto e os requisitos intrínsecos da confissão para que seja julgado válido. [5: Http://www.academia.edu/35043947/Manual_de_Direito_Penal_Parte_Especial_Volume_%C3%9Anico_2017_Rog%C3%A9rio_Sanches_Cunha;] 
A Probabilidade na confissão tem que ser exatamente dotadas de probabilidades da ocorrência do fato conforme foi admitido do acusado, ou seja, o que o réu relatou tem que ser exatamente provavelmente o acontecido.
Em relação à Credibilidade, consta a confidência tenha veracidade movida pelaintenção do confidente em dizer a verdade.
A Persistência quando são relatadas várias confissões que não condizem com os anteriores acabam exterminando a confissão. As características da Confissão dividem-se em [footnoteRef:6]: [6: Https://jus.com.br/artigos/2517/confissao-no-processo-civil.] 
A Confissão deve ser pessoal, ou seja, ninguém pode confessar por outro (mandatário) onde a Confissão Simples que o indiciado ou acusado admite a autoria do crime em se apresentar qualquer tese que exclua o delito. 
Pode ser qualificada quando o agente acrescenta em sua confissão teses que exclui a culpabilidade, exemplo: “Eu matei foi por legítima defesa”.
 Deve ser expressa e logo reduzida a termo judicial, perante o Juiz ou magistrado e extrajudicial realizada fora do processo no inquérito policial. 
Outra característica importante na Confissão é livre e espontânea, ou seja, sem erro ou coação e dividem-se em explícita quando o confidente admite expressamente ser o autor do delito e implícita admitindo, exemplo: “Quando ressarci os danos às vítimas”.
	A saúde mental deve estar plena e a confissão de acordo com o Artigo 5º da Constituição relata o que o réu tem que obedecer. Se o réu negar a acusação em parte ou no todo poderá apresentar provas e esclarecimentos.
SEXOLOGIA FORENSE
	A Sexologia Forense ou Sexologia Médico-Legal visa esclarecer situações de ordem sexual que interessam ao meio jurídico. Os peritos médicos legais estudam os cromossomos mulher XX e o homem XY, para identificar o sexo genético da pessoa estudam também o sexo endócrino, órgãos reprodutivos masculinos, femininos e os resultados criminosos que dela pode advir como estupro, aborto e infanticídio.
	Estuda desajustes do sexo original, faz com que uma pessoa se comporte como se fosse do sexo oposto. A partir do ato sexual consentido podemos também dar origem a duas condutas criminosas onde resultou gravidez. Podemos ter a prática do infanticídio no Artigo 126, 127 e 128 do Código Processual.
	O estupro e o atentado violento ao pudor são julgados como dois crimes contra os costumes, ou seja, representam a moralidade sexual. A privação da liberdade sexual pode ser de dois tipos mediante violência e graves ameaças estão incluídas dentro de dois crimes, estupro e o atentado violento ao pudor são crimes paralelos a posse sexual, o atentado ao pudor são considerados atos libidinosos mediante fraude.
	O atentado violento ao pudor e estupro tem a mesma pena do seis a dez anos de reclusão, são considerados crimes hediondos e recebem o tratamento mais rigoroso nas leis de Crimes Repulsivos.
	A diferença do Estupro na Lei nº 12.015/09 do Artigo 213 do Código Penal é um crime que possui os seguintes fatos, constranger mediante violência ou grave ameaça a mulher na conjunção carnal. 
	O Crime de Atentado Violento ao Pudor consta no Artigo 213 pela Lei 12.015/09 do Código Penal, na pena anterior era de dois a sete anos de reclusão. Acrescentado pela nova Lei nº 8.606/90 e revogado pela Lei nº 9.281/96 estabelecendo pena de reclusão de três a nove anos se a ofendida fosse menor de quatorze anos.
	O Infanticídio ocorre na condição extra-uterina durante ou logo após o parto e o Aborto consta no Artigo 124 na Pena de Detenção de um a três anos.
	O Aborto Provocado por Terceiros no Artigo 125 do Código Penal, alega ser realizado sem o consentimento da gestante, a pena é de três a dez anos. Se a gestante não é maior de 14 anos, alienada, apresentando problemas mentais ou se o comprometimento é obtido mediante fraude, ou seja, a gestante foi enganada para cometer o ato, acompanhada de grave ameaça ou violência.
	Artigo 126 do Código do Processo Penal, havendo consentimento da gestante a pena pode variar de um a quatro anos.
	Artigo 127 do Código Penal aumenta 1/3 da pena para a gestante dos dois artigos anteriores sofre a lesão corporal grave e falecimento.
	Artigo 128 do Código Penal ocorre o aborto permitido pela nossa legislação, exemplo, a gestante faz algum exame e o resultado alega se ela der a luz ao bebe irá falecer e neste caso é permitida a prática do aborto.
	Caso a mulher seja estuprada e engravidou, a gestante pode realizar o aborto, pois é considerado um caso atípico. Se for incapaz terá que haver o consentimento do seu representante legal.
	O Aborto Pretedoloso ocorre o dolo mais culpa consta no Artigo 129 do Código Penal e a pena de reclusão de dois a oito anos. A Teoria Munista, menciona que todos aqueles que colaboram para um crime incide nas penas em que foram cometidas, consta no crime de Infanticídio. 
	O Aborto Anencefálico foi julgado pelo ajuizamento da Ação de Arguição de descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 54, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) foram proferidos 06 votos alegando não ser crime e um voto julgado crime.
	O feto anencefálico possui morte cerebral é um natimorto cerebral não possui vida. Sem vida jamais pode alegar o crime de aborto o fato é formalmente insólito.
	 O anencéfalo é um embrião que se forma sem a caixa craniana e sem o cérebro, ou quando possui algo no cérebro e torna-se completamente desorganizado e não possui as funções básicas que todos possuem. Quando nascem, alguns falecem horas depois ou sobrevivem por um determinado tempo, cerca de 100% (cem por cento) dos nascimentos falecem.
	As Perverssões Sexuais ou Parafilias chamadas anteriormente são atitudes sexuais diferentes do que a sociedade tem habitualmente nas atividades sexuais. São praticadas por uma pequena porcentagem de pessoas e de acordo com essas estatísticas na prática com freqüências maiores os números de vítimas aumentam a cada dia e as mais comuns são de casos relatados de pedofilia.
	As parafilias ou Perverssões mais utilizadas são classificadas em[footnoteRef:7]: [7: Https://www.abcdasaude.com.br/psiquiatria/perversoes-sexuais-ou-parafilias;
 Http://slideplayer.com.br/slide/5626315/;
 Http://draleki.blogspot.com/2012/05/perversoes-sexuais-ou-parafilias-alguns.html.] 
	Exibicionismo – mostra seus genitais a uma pessoa estranha;
	Feitichismo – preferência sexual da pessoa está voltada para objetos;
	Feitichismo Transvéstico – utiliza roupas femininas por homens heterossexuais para se excitarem;
	Froteurismo – precisa tocar e esfregar seu pênis em outra pessoa;
	Pedofilia – atividade sexual com crianças menores de 13 anos de idade (caso de incesto);
	Masoquismo e Sadismo Sexual – tem necessidade de ser submetida a sofrimento físico ou emocional;	
	Voyeurismo – observam-se pessoas que não suspeitam estarem sendo observados, quando ela está tirando a roupa.
Aberrações Sexuais são classificadas em²:
	Transexualismo – buscam mudar o sexo nos aspectos morfológicos;
	Troca Interconjugal – troca de casais;
	Triolismo – ato sexual entre parceiros;
	Sadismo – o gozo acontece com o sofrimento do parceiro (a);
	Masoquismo – o prazer acontece mediante a dor, sofrimento e humilhação do parceiro;
	Sadomasoquismo – prazer sexual é alcançado na produção de dor no próprio parceiro (a);
	Zoofilia – concúbito com animais;
Topo-inverso – coito pelas diferentes partes do corpo;
Vampirismo – prazer em sugar o sangue do parceiro (a);
Flagelação – adjacente ao sadomasoquismo, pleno prazer no ato sexual quando ocorrem chineladas e chicotadas;
Sodomia – sexo anal, entre homens ou homem e mulher. 
Lei nº 11.106/2005
A Lei nº 11.106/2005 representa a inquietude do Congresso Nacional em ajustar o Sistema Penal e suas modificações nos artigos do Código Penal são[footnoteRef:8]: [8: Https://www.informanet.com.br/comdiv0104.html;] 
Lei nº 11.106/2005 - Artigos 148, §1º
Foram incluídas as figuras do cônjuge e do companheiro, que aqui não apareciam antes da entrada em vigor desta lei que esta sendo analisado[footnoteRef:9]. [9: Https://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/lei-111062005-uma-an%C3%A1lise-cr%C3%ADtica-frente-%C3%A0s-altera%C3%A7%C3%B5es-ao-c%C3%B3digo-penal-brasileiro;] 
Lei nº 11.106/2005 - Artigos 215 e 216
A expressão mulher honesta é um juízo de valor,que de acordo com os ditames morais da época da redação do Código restringia a proteção a determinadas mulheres em relação aos crimes de posse sexual mediante fraude e atentado violento ao pudor mediante fraude[footnoteRef:10]. [10: Https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/2857/Lei-11106-2005-Novas-modificacoes-ao-Codigo-Penal-Brasileiro-IV-Dispositivos-revogados.] 
Lei nº 11.106/2005 - Artigo 226 - Inciso III
 	“A pena é aumentada:
I – Quarta parte, se o crime é cometido com o concurso de 2 (duas) ou mais pessoas;
II – Metade, se o agente é ascendente, padrasto ou madrasta, tio, irmão, cônjuge, companheiro, tutor, curador, preceptor ou empregador da vítima ou por qualquer outro título tem autoridade sobre ela“ [footnoteRef:11]. [11: Https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/2857/Lei-11106-2005-Novas-modificacoes-ao- Codigo-Penal-Brasileiro-IV-Dispositivos-revogados;
Https://jus.com.br/duvidas/239919/qual-a-pena-para-estupr;
Https://www.conjur.com.br/2018-abr-10/aumento-especial-pena-depende-descricao-conduta-denuncia.] 
Lei nº 11.106/2005 - Artigo 227, §1º 
Sofreu a substituição da figura do marido pelas do cônjuge e do companheiro o que levou a uma alteração diferente em relação à ocorrida nos artigos outros dois dispositivos citados[footnoteRef:12]. [12: Https://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/lei-111062005-uma-an%C3%A1lise-cr%C3%ADtica-frente-%C3%A0s-altera%C3%A7%C3%B5es-ao-c%C3%B3digo-penal-brasileiro;] 
 	Lei nº 11.106/2005 - Artigo 231 - § 3o 
Anotada no Artigo 5º da Lei 11.106/2005, deve-se à seguinte mudança: a pena de multa que antes era condicionada ao “fim de lucro” agora é obrigatoriamente cumulativa e está expressa nos § 1º e 2º do mesmo artigo[footnoteRef:13]. [13: Https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/2857/Lei-11106-2005-Novas-modificacoes-ao-Codigo-Penal-Brasileiro-IV-Dispositivos-revogados.] 
		
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CUNHA, Rogério Sanches. Manual de Direito Penal Parte Especial. Revista Atualizada e Ampliada. Volume Único. Edição 9ª. 2017; 
MELGAÇO, André Reis. Confissão no Processo Civil. 2000. Disponível em: . Acesso em 31 de maio de 2018.
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