Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Prof° Rodrigo Feliciano
Sobre o Curso
O que é CPA 10 e pra quem se destina?
Certificado Profissional Anbima série - 10
Esta certificação destina-se aos profissionais que atuam ou desejam
atuar na distribuição de produtos de investimentos em instituições
financeiras ou plataformas de atendimento. Além da certificação fazer
parte de uma autorregulação das instituições financeiras promovida
pela Anbima (órgão que estudaremos ao decorrer do curso), também
atesta os conhecimentos dos profissionais sobre o Mercado Financeiro.
Trata-se de uma avaliação objetivo sobre conceitos gerais e temas
específicas de mercado, a prova contém 50 questões, as quais o
candidato precisará obter uma pontuação mínima de 70% para ser
aprovado, ou seja, acertar no mínimo 35 questões de um total de 50. O
exame será realizado através de um computador e o resultado em
percentual já é disponibilizado logo após o término da prova.
A “banca” examinadora da prova é a própria Anbima, a avaliação é
agendada pelo site do órgão, onde você poderá escolher data e local
específico para a realização do exame, mediante própria agenda da
Anbima. No site, terá os horários e locais disponíveis para que você
escolha onde deseja realizar o exame conforme sua disponibilidade e
comOdidade.
Não há pré-requisitos para realização do exame, a duração da prova é
de 2 horas, resultando numa média de 2,4 minutos para a resolução de
cada questão. São questões de múltipla escolha da letra A à letra D. Mas
não se assuste, com o nosso curso preparatório você tem a garantia da
aprovação. Usaremos uma metodologia clara e didática (sem enrolação)
por que queremos ver o quanto antes VOCÊ CERTIFICADO.
Formado em Administração e Gestão Financeira
pela (UNIPÊ), com Pós-graduação em Gestão
Bancária e Analista de Mercado Fundamentalista.
Possui especialização em Educação a distância
(SENAC).
Atuou no mercado financeiro em instituições
bancárias como Banco do Brasil, Sicredi e Ttaú.
Possui experiências nas áreas comerciais e de
investimentos.
Professor de concursos públicos, certificações
financeiras e palestrante nas universidades com
projetos que incentivam a disseminação da
educação financeira continuada, disponibiliza aos
alunos conhecimentos sobre o mercado profissões,
carreiras e oportunidades.
O Professor
RODRIGO FELICIANO
Redes Sociais
Instagram: @vocecertificado
Facebook: @vocecertificado
Youtube: você Certificado
Linkedin: Você Certificado
1º Módulo: Sistema Financeiro Nacional
(5% a 10% do exame) de 3 a 5 questões.
2º Módulo: Ética, Regulação, Lavagem de dinheiro e API
(15% a 10% do exame) de 8 a 10 questões
3º Módulo: Economia e Finanças
(5% a 10% do exame) de 3 a 5 questões
4º Módulo: Princípios de Investimento
(10% a 20% do exame) de 5 a 10 questões
5º Módulo: Fundos de Investimentos
(20% a 30% do exame) de 10 a 15 questões.
6º Módulo: Instrumento de renda, fixa e variável
(15% a 25% do exame) de 8 a 12 questões
7º Módulo: Previdência Complementar
(5% a 10% do exame) de 3 a 5 questões
O Conteúdo
Conhecimento específico e
 gerais para a realização do exame:
Vamos passear sobre o sistema 
financeiro brasileiro?
3,2,1 e ... seguindo nosso
 cronograma rumo à aprovação!
2°Módulo
COMPLIANCE LEGAL, ÉTICA E ANÁLISE DO 
PERFIL DO INVESTIDOR 
ÉTICA, REGULAÇÃO, ANÁLISE DO PERFIL
DO INVESTIDOR E LAVAGEM DE DINHEIRO
A Anbima, órgão que conhecemos no capítulo anterior, trata basicamente da
autorregulação do mercado de crédito e do mercado de capitais. E no que
diz respeito à procedimentos éticos, e melhores práticas a coisa não é
diferente. Em setembro de 2021, foi dado início a vigência de um novo código
de ética da Anbima, visando a melhoria dos processos e procedimentos
relacionados à ética das instituições e dos profissionais do mercado que
aderem ao selo Anbima. As observâncias das normas do código são
obrigatórias para os participantes, instituições e profissionais. 
Sobre princípios gerais de conduta, diz o 6º artigo do código:
As Instituições Participantes devem observar e seguir os seguintes princípios
éticos e de conduta: 
I.exercer suas atividades com boa-fé, probidade, transparência,
responsabilidade e lealdade; 
II. adotar condutas social e politicamente responsáveis;
III. pautar suas atividades visando ao aprimoramento e à valorização dos
mercados financeiros e de capitais;
IV. orientar suas atividades visando ao interesse dos investidores e clientes; 
V. Cumprir todas as suas obrigações, devendo empregar, no exercício de suas 
atividades, o cuidado que toda pessoa prudente e diligente costuma dispensar
à administração de seus próprios negócios, respondendo por quaisquer
infrações ou irregularidades que venham a ser cometidas; 
VI. nortear suas atividades pelos princípios da liberdade de iniciativa e da livre 
concorrência, repudiando a adoção de práticas caracterizadoras de
concorrência desleal e/ou de condições não equitativas, respeitando os
princípios de livre negociação; 
VII. cumprir as regras e princípios contidos neste no estatuto social da
ANBIMA, neste Código de Ética, nos Códigos ANBIMA e na Regulamentação
em vigor; 
VIII. identificar, administrar e mitigar eventuais conflitos de interesse nas
respectivas esferas da sua atuação profissional; 
IX. abster-se de práticas que possam ferir a Relação Fiduciária mantida com os 
investidores; e
X. manter sigilo sobre informações confidenciais que lhe sejam confiadas,
inclusive aquelas recebidas da Associação.
2º Módulo
06
Como podemos observar, é de extrema importância para os participantes
estarem em conformidade com o que é estabelecido no novo código. Todos os
códigos da Anbima objetivam as melhores práticas para o mercado. É
importante salientar que os códigos não sobrepõem à lei, ou seja, se
alguma lei entra em conflito com o código, a lei prevalecerá para os
procedimentos, costumo chamar os códigos de complementos da lei, assim
não esquecemos que a lei sempre fala mais alto. Para nossa certificação são
exigidos os três seguintes códigos: Distribuição de produtos de Investimentos,
certificação continuada e administração de recursos de terceiros – passaremos
pelo último no módulo que tratará sobre fundos de investimentos.
Importante! Eu aconselho você dar uma lida rápida nos códigos no site da
Anbima, pois, a partir do ano de 2021 a cobrança nas questões referente a
esse tema tem sido recorrente. Mas não se preocupe, se não conseguir lê-los,
irei abordar aqui os pontos principais mais cobrados na prova, e lembre-se,
ética é muito questão de bom senso, posição profissional fidedigna, são
questões de fácil assimilação. 
Código de Distribuição de Produtos de Investimentos – Anbima
O código estabelece princípios e regras para as atividades relacionadas à
distribuição de produtos de investimento. Entre os seus objetivos, estão elevar
a transparência no relacionamento com os investidores, a padronização
dos procedimentos e garantir a qualificação das instituições e de seus
profissionais. Vejamos alguns itens estabelecidos pelo código:
I. A manutenção dos mais elevados padrões éticos e a consagração da
institucionalização de práticas equitativas no mercado financeiro e de capitais;
II. A concorrência leal;
III. A padronização de seus procedimentos;
IV. O estímulo ao adequado funcionamento da Distribuição de Produtos de
Investimento; 
V. A transparência no relacionamento com os investidores, de acordo com o
canal utilizado e as 
características dos investimentos; e
VI. A qualificação das instituições e de seus profissionais envolvidos na
Distribuição de Produtos de Investimento.
2º Módulo
07
 “Suitability”
Adequação do produto ao perfil do investidor
Segundo o Art. 48 do código, as Instituições Participantes não podem
recomendar Produtos de Investimento, realizar operações ou prestar
serviços sem que verifiquem sua adequação ao perfil do investidor. Devem
implementar e manter, em documento escrito ou em meio digital, regras e
procedimentos que possibilitem verificar a adequação dos Produtos de
Investimento ao perfil dos investidores. Veja alguns itensa serem cumpridos:
I. Coletar informações: descrição detalhada do mecanismo de coleta das
informações junto ao investidor para definição de perfil. 
II. Classificação do perfil: descrição detalhada dos critérios utilizados para a
classificação de perfil do investidor, devendo ser observadas as características
de classificação para cada perfil, conforme regras e procedimentos Anbima de
Suitability.
III. Comunicação com o investidor: descrição detalhada dos meios, forma e
periodicidade de comunicação utilizada entre a Instituição Participante e o
investidor para: 
a. Divulgação do seu perfil de risco após coleta das informações.
b. Divulgação referente ao desenquadramento identificado entre o perfil do
investidor e seus investimentos, a ser efetuada sempre que verificado o
desenquadramento.
Na prática, as instituições aplicam um questionário como um check-up
financeiro dos investimentos, chamado termo API. Sendo documento
preenchido à mão, ou via sistema, em consentimento com o cliente. O API é
justamente a análise do perfil do investidor, para definir se ele tem perfil
conservador - que não está disposto a correr risco -, moderado - perfil
intermediário - ou arrojado - disposto a correr alto risco por expectativas de
retornos maiores. As perguntas servem para enquadramento do cliente em
um dos perfis citados acima, assim você profissional pode disponibilizar os
produtos de investimentos que mais se adequam ao perfil do seu cliente.
Lembre-se que é obrigatório antes de qualquer apresentação de portifólio de
produtos a aplicação do API. 
2º Módulo
08
O que mais costuma aparecer no exame sobre o código de Distribuição de
produtos de Investimentos é que:
Para definição do objetivo de investimento do cliente, as instituições
participantes devem considerar, no mínimo, as seguintes informações:
o período em que será mantido o investimento.
as preferências declaradas quanto à assunção de riscos.
as finalidades do investimento.
Para definição da situação financeira do cliente, as instituições participantes
devem considerar, no mínimo, as seguintes informações:
o valor das receitas regulares declaradas.
o valor e os ativos que compõem seu patrimônio.
a necessidade futura de recursos declarada.
Para definição do conhecimento do cliente, as instituições participantes
devem considerar, no mínimo, as seguintes informações:
os tipos de produtos de investimento, serviços e operações com os
quais o cliente tem familiaridade.
II. a natureza, o volume e a frequência das operações já realizadas pelo
cliente, bem como o período em que tais operações foram realizadas.
III. a formação acadêmica e a experiência profissional do cliente, salvo
quando se tratar de pessoa jurídica
As Instituições Participantes estão dispensadas de observar o disposto
neste Código na Distribuição de Produtos de investimento para:
a. União, Estados, Municípios e Distrito Federal
b. Pessoa jurídica dos segmentos classificados como middle e corporate,
segundo critérios estabelecidos pela própria Instituição Participante
c. Caderneta de poupança
O serviço de PRIVATE, para fins deste Código, compreende:
A Distribuição de Produtos de Investimento para os investidores que tenham
capacidade financeira de, no mínimo, 3 milhões de reais, individual ou
coletivamente.
2º Módulo
09
2º Módulo
10
Ética na venda
A chamada "venda casada" 
ocorre quando o vendedor de um produto ou serviço condiciona a aquisição
a uma outra compra não desejada ou planejada pelo consumidor.
Considerada prática abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor, a venda
casada tem sua vedação expressa no artigo 39, I do CDC: "Art. 39....No caso de
observância da prática de venda casada praticada por instituições financeiras,
o consumidor possui seus direitos de reivindicação.
Embora seja uma prática que acontece no dia dia do mercado, a venda
casada é uma prática vedada. Tanto pelo BACEN como pelo Código de
Defesa do Consumidor. 
Vamos à prática: Um gerente de uma agência bancária condiciona a emissão
de um cheque especial à compra de um título de capitalização, ou seja, afirma
que se o cliente fizer uma capitalização, ele libera um limite de cheque
especial na conta corrente do cliente. Venda casada! 
É importante ressaltar que a venda casada não se caracteriza por vantagens
oferecidas a clientes em nome do relacionamento que possui com a
instituição, como bonificação, isenção ou até prêmios. 
“ Venda Cruzada ” 
É uma estratégia de vendas que consiste em sugerir produtos
complementares a partir de uma primeira compra. NÃO É CRIME. Podemos
usar o fato de os bancos oferecerem a seus clientes isenção de tarifas quando
o investidor possuir um determinado volume financeiro aplicado com aquela
instituição. Por exemplo, se seu cliente comprou uma passagem aérea, ofereça
para ele um hotel. Assim, você busca aumentar o ticket e aproveitar melhor o
público e a oferta.
Normas e padrões éticos
Informações privilegiadas: toda e qualquer informação relevante fora do
domínio público.
Insider trader: usa a informação privilegiada a seu favor.
Front runner: utiliza ordens de cliente para o seu próprio benefício, realizando
antes para si próprio do que para o cliente.
Confidencialidade: profissional deve manter restrita informações de cliente, a
menos que a Lei exija divulgação.
Conflitos de Interesse: caso tenha algum conflito é preciso falar para o cliente
(exemplo: esposa é presidente da Petrobras e cliente quer comprar ações da
empresa)
2º Módulo
11
CRIMES CONTRA O MERCADO DE CAPITAIS
Realizar operações simuladas ou executar outras manobras fraudulentas
destinadas a elevar, manter ou baixar a cotação, o preço ou o volume
negociado de um valor mobiliário, com o fim de obter vantagem indevida ou
lucro, para si ou para outros, ou causar danos a terceiros: 
Pena
Reclusão de 1 a 8 anos + Multa de até 3x o montante da vantagem ilícita
obtida em decorrência do crime
Os ilícitos de mercado.
✓ Condições artificiais de demanda, oferta ou preços de valores mobiliários:
Aquelas criadas em decorrência de negociações pelas quais seus participantes
ou intermediários, por ação ou omissão dolosa provocarem, direta ou
indiretamente, alterações no fluxo de ordens de compra ou venda de valores
mobiliários;
✓ Manipulação de preços:
A utilização de qualquer processo ou artifício destinado, direta ou
indiretamente, a elevar, manter ou baixar a cotação de um valor mobiliário,
induzindo terceiros à sua compra e venda;
✓ Operação fraudulenta:
Aquela em que se utilize ardil ou artifício destinado a induzir ou manter
terceiros em erro, com a finalidade de se obter vantagem ilícita de natureza
patrimonial para as partes na operação, para o intermediário ou para terceiros
2º Módulo
12
 ✓ Prática não equitativa:
Aquela de que resulte, direta ou indiretamente, efetiva ou potencialmente, um
tratamento para qualquer das partes, em negociações com valores mobiliários,
que a coloque em uma indevida posição de desequilíbrio ou desigualdade em
face dos demais participantes da operação.
Spoofing
Spoofing é a prática que envolve manipular o preço do mercado através de
ordens de compra e venda. Ou seja, cria-se uma liquidez artificial entre oferta e
demanda para lucrar com o preço do ativo gerado através dessa falsa liquidez.
Normalmente feita uma ordem grande em vez de várias.
Layering
Parecida com a anterior, possui o mesmo objetivo de manipulação, porém é
feita em várias camadas, ou seja, ao invés de uma ordem, são feitas várias, sem
intenção de concretizá-las para atrair novos compradores /vendedores.
Churning
É a prática de negociação excessiva de ativos pelo gestor com o objetivo
primordial de auferir as taxas de corretagem em detrimento dos melhores
interesses do investidor. Se caracteriza quando agentes autônomos ou
administradores de carteiras de investimentos que realizam um grande
número de operações financeiras em objetivo próprio, em detrimento do
cliente.
Money Pass
Realização de operações na Bolsa para ocultar transferências de recursos. A
prática de Money Pass pode servirpara sonegação fiscal: Transferindo recursos
deliberadamente, sem o recolhimento dos tributos incidentes (tributos sobre
doação), por exemplo.
Manipulação de Benchmark
Após os graves questionamentos envolvendo a LIBOR, o Reino Unido adotou,
de forma inédita, padrões para a regulação de benchmarks financeiros,
abrindo precedente para o tratamento da questão em outras jurisdições.
Além da definição de princípios genéricos referentes à produção de
benchmarks – que englobam os mais diversos índices, taxas etc. –, o
documento traz princípios voltados para os agentes envolvidos com essa
atividade, contemplando os tipos:
2º Módulo
13
1 - Fornecedores de informação/formadores de preços (submitters), referindo-
se ao estabelecimento de uma política mitigadora de eventuais conflitos de
interesse e a uma estrutura de governança;
2 - Agentes de cálculo, voltando-se à transparência e manutenção de registros;
3 - Divulgadores do benchmark (publishers), com foco igualmente dedicado à
transparência;
4 - Usuários, cujas provisões estão relacionadas à promoção de uma avaliação
contínua acerca da adequação do benchmark a seus fins e das
responsabilidades dos demais agentes.
USO DE INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA
Insider Trading
Utilizar informação relevante de que tenha conhecimento, ainda não
divulgada ao mercado, que seja capaz de propiciar, para si ou para outros,
vantagem indevida, mediante negociação, em nome próprio ou de terceiros,
de valores mobiliários.
Primário: Quando o crime financeiro é cometido por um indivíduo que possui
acesso natural direto à informação privilegiada
Secundário: Acontece quando o crime é cometido por alguém que recebe a
informação 
confidencial de um agente primário.
Pena: Reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa de até 3 (três) vezes o
montante da vantagem ilícita obtida em decorrência do crime.
Front Running
Front running tem seu significado voltado ao mercado de capitais definido
como o ato de correr na frente, se antecipar a um fato, com o intuito de auferir
lucro.
Consiste em prática ilegal e realizada, geralmente, por um corretor ou
intermediário financeiro. 
Essa operação financeira é realizada por um operador que, ao tomar
conhecimento de uma grande operação que será realizada por um cliente e
que seja capaz de alterar o valor do ativo, se antecipa e registra uma ordem em
seu nome antes de registrar a ordem para o cliente.
Pena: Reclusão, de 1 (um) a 8 (oito) anos, e multa de até 3 (três) vezes o
montante da vantagem ilícita obtida em decorrência do crime.
Exercer, ainda que a título gratuito, no mercado de valores mobiliários, a
atividade de administrador de carteira, de assessor de investimento, de auditor
independente, de analista de valores mobiliários, de agente fiduciário ou
qualquer outro cargo, profissão, atividade ou função, sem estar, para esse fim,
autorizado ou registrado na autoridade administrativa competente, quando
exigido por lei ou regulamento.
Pena:
✓ Detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.
Omissão Imprópria
O que acontece quando pessoas em posições de responsabilidade deixam de
agir para evitar a ocorrência de crimes.
✓ Exemplo
Se um agente possuir uma obrigação ou um dever de evitar a ocultação ou
dissimulação de valores oriundos de infrações penais e, ao perceber a
ocorrência do crime, não impede ou interrompe o resultado, lesionando o bem
jurídico tutelado –estará aberta a possibilidade de imputação do crime de
lavagem de dinheiro por omissão imprópria.
Exercício Irregular de Cargo, Profissão, Atividade ou Função
O código tem como objetivo estabelecer princípios e regras para elevação 
e capacitação técnica dos profissionais das Instituições Participantes que
desempenham as Atividades Elegíveis.
Vejamos os principais padrões de conduta a serem seguidos pelos
profissionais certificados. 
1. Manter elevados padrões éticos na condução de todas as atividades;
2. Conhecer e observar todas as normas, leis e regulamentos, inclusive as
normas de regulação e melhores práticas da ANBIMA;
3. Assegurar a observância de práticas negociais equitativas;
4. Recusar a intermediação de investimentos ilícitos;
5. Não contribuir para a veiculação ou circulação de notícias ou de informações
inverídicas;
2º Módulo
14
Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para o
Programa de Certificação Continuada
6. Manter sigilo a respeito de informações confidenciais a que tenha acesso em
razão de sua atividade profissional
7. Não participar de atividades independentes que conflitem com seu
empregador;
8. Informar seu empregador sobre a propriedade de quaisquer valores
mobiliários ou outros investimentos que possam influenciar ou ser
influenciados por sua atividade profissional;
9. Informar seu empregador sobre quaisquer valores ou benefícios adicionais
que receba;
10. Não manifestar opinião que possa prejudicar a imagem do seu
empregador;
11. Evitar pronunciamentos a respeito de investimentos sob a responsabilidade
de outras instituições. Manter independência e objetividade no
aconselhamento de investimentos;
12. Distinguir fatos de opiniões pessoais, com relação aos investimentos
aconselhados;
13. Agir com ética e transparência quando houver situação de conflito de
interesse 
14. Informar ao cliente sobre a possibilidade de recebimento de remuneração
ou benefício pela instituição participante em razão da indicação de
investimentos;
15. Orientar o cliente sobre o investimento que pretende realizar, evitando
práticas capazes de induzi-lo ao erro.
2º Módulo
15
Certificações ANBIMA destinadas à distribuição de produtos
de investimento
A CPA-10 é destinada aos profissionais que atuam na distribuição de produtos
de investimento em agências bancárias ou plataformas de atendimento.
A CPA-20 é destinada aos profissionais que atuam na distribuição de produtos
de investimento para clientes dos segmentos varejo alta renda, private,
corporate e investidores institucionais em agências bancárias ou em
plataformas de atendimento. Ao obter a CPA-20, o profissional pode,
automaticamente, exercer as atividades abrangidas pela CPA-10.
A CEA (Certificação ANBIMA de Especialistas em Investimento) é uma
certificação que habilita profissionais do mercado financeiro a atuarem como
especialistas em investimentos. Eles podem recomendar produtos de
investimentos para clientes em diversos segmentos, além de assessorar
gerentes de contas.
Prevenção e Combate à lavagem de dinheiro e ao
financiamento ao terrorismo (PLD/FT)
A prevenção e combate à lavagem de dinheiro faz parte de um esforço
internacional, trata-se de um conjunto de procedimentos e mecanismos
que o poder público, juntamente com as instituições financeiras, adotou para
tentar evitar o crime de lavagem de dinheiro, isto é, a inserção ilegal de
bens e valores na economia de cada país.
O conceito legal de lavagem de dinheiro é ocultar ou dissimular a natureza,
origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens,
direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração
penal. 
Mas vamos exemplificar em uma situação prática:
Imagine um determinado político que deseja receber uma certa quantia em
propina. Certamente que, se ele quiser usufruir destes valores, precisará
declará-los. Caso contrário, como poderia alguém ter, por exemplo, um imóvel
que não corresponda a sua realidade financeira? Sendo assim, este digníssimo
representante do povo abre uma loja e declara, em certo mês, que realizou
vendas absurdas, passando o dinheiro pelo sistema financeiro. Pronto, o
dinheiro foi “lavado”. Ademais, a expressão lavagem de dinheiro é
justamente dessa ideia de pegar um dinheiro sujo e atribuir a ele um
aspecto de “limpo”.
Vale ressaltar que incorre na mesma pena quem, para ocultar ou dissimular a
utilização de bens, direitos ou valores provenientes de infração penal:
I – Os converte em ativos lícitos;
II – Os adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda,
tem em depósito, movimenta ou transfere;
III – importa ou exporta bens com valores não correspondentesaos
verdadeiros.
Incorre, ainda, na mesma pena quem: 
I – Utiliza, na atividade econômica ou financeira, bens, direitos ou valores
provenientes de infração penal;
II – Participa de grupo, associação ou escritório tendo conhecimento de
que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes
previstos nesta Lei.
2º Módulo
16
Ou seja, por mais que alguém não esteja cometendo diretamente o crime ou
se beneficiando do mesmo, o simples fato do saber, ou trabalhar para uma
empresa cuja lavagem de dinheiro esteja lastreada em seu cotidiano, faz com
a pena também se aplique a este empregado. Aliás, se ele sabe dessas
operações e mantém-se inerte, implica que essa pessoa concorda com a ideia.
2º Módulo
17
A pena para o crime de lavagem de dinheiro é reclusão de 3 (três) a 10 (dez)
anos, e multa.
Aumento e redução da Pena:
A pena será aumentada de um a dois terços 2/3, se os crimes de lavagem de
dinheiro forem cometidos de forma reiterada ou por intermédio de
organização criminosa. Poderá ser reduzida de um a dois terços 2/3, e ser
cumprida em regime aberto ou semiaberto, facultando-se ao juiz deixar de
aplicá-la ou substituí-la, a qualquer tempo, por pena restritiva de direitos, se o
autor, coautor ou participante colaborar espontaneamente com as
autoridades, prestando esclarecimentos que conduzam à apuração das
infrações penais, à identificação dos autores, coautores e participantes, ou à
localização dos bens, direitos ou valores objeto do crime. (Delação premiada)
A multa pecuniária será variável não superior: 
a) ao dobro do valor da operação; 
b) ao dobro do lucro real obtido ou que presumivelmente seria obtido pela
realização da operação; 
c) ao valor de R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais).
Fases da lavagem de dinheiro
Em sua forma mais recorrente a lavagem de dinheiro envolve três etapas
independentes, que muitas vezes ocorrem de forma sequencial ou simultânea:
colocação, ocultação e integração, sobre as quais falaremos no detalhe agora
Colocação: a primeira etapa do processo é a inserção do dinheiro no sistema
econômico. A colocação se efetua por meio de depósitos, compra de
instrumentos negociáveis ou compra de bens. Para dificultar a identificação da
procedência do dinheiro, os criminosos aplicam técnicas sofisticadas, tais
como o fracionamento dos valores em quantias menores e a utilização de
estabelecimentos comerciais que usualmente trabalham com dinheiro em 
espécie.
Ocultação: a segunda etapa do processo consiste em dificultar o
rastreamento contábil dos recursos ilícitos. O objetivo é quebrar a cadeia de
evidências que conecta o dinheiro à sua origem ilícita. Os criminosos buscam
movimentá-lo de forma eletrônica, transferindo os ativos para contas
anônimas, preferencialmente em países amparados por fortes leis de sigilo
bancário.
Integração: na última etapa, os ativos são incorporados formalmente ao
sistema econômico. As organizações criminosas buscam investir em
empreendimentos que facilitem suas atividades, podendo tais sociedades
prestarem serviços entre si. Uma vez formada a cadeia, torna-se cada vez mais
fácil legitimar o dinheiro ilegal.
Vamos ver a seguir, exemplos na prática dessas fases: 
Na fase 1, colocação, o indivíduo pode ir diretamente ao caixa do banco
depositar os valores, ou antes de ir ao banco, já com o dinheiro do crime,
comprar uma propriedade rural com dinheiro sujo, assim como, ir em uma
casa de câmbio e fazer remessa (depósitos) dos recursos ilícitos para uma
conta no exterior. 
Na fase 2, ocultação (estratificação), o indivíduo, envia recursos provenientes
de crimes para paraísos fiscais. Países que tem carga tributária muito baixa e
leis de sigilo bancário. Faz transferências de frações de valores para várias
contas fantasmas ou pessoas aleatórias envolvidas, dificultando o
rastreamento do dinheiro, também podem fazer troca de notas oriundas de
um crime por moeda estrangeira.
Na fase 3, integração, após o dinheiro ter passado pelo sistema e
aparentemente estar “limpo”, acontecem comprar de hotéis, restaurantes,
negócios, com dinheiro oriundo de contas no exterior sem procedências.
Compra de bens com doações originárias de contas “fantasmas”, empresas de
“fachada” etc.
No Brasil, o combate ao crime de lavagem de dinheiro é fiscalizado pelo
Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o COAF. Vamos estudar
sobre ele. 
2º Módulo
18
COAF – CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES
FINANCEIRAS UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA
BRASILEIRA
A unidade de inteligência brasileira (Conselho de Controle de Atividades
Financeiras, COAF) — tem natureza administrativa. Está vinculado ao
Ministério da Fazenda e caberá ao Ministro nomear os conselheiros. Não se
trata de órgão de investigação ou julgamento, nem de entidade com
capacidade de promover medidas cautelares como quebras de sigilo ou
bloqueio de bens. O Coaf é um órgão de inteligência, com atribuição estrita
de receber, armazenar e sistematizar informações sobre operações
suspeitas, elaborar relatórios sobre tais dados e enviá-los aos órgãos de
investigação (polícia e Ministério Público), nos limites definidos em lei.
A lei de lavagem de dinheiro elenca, em seu artigo 9º, as pessoas físicas ou
jurídicas que têm a obrigação de comunicar ao Coaf atos suspeitos de
lavagem de dinheiro praticados em seu setor. Trata-se de uma gama
heterogênea de atividades, que vai daquelas estritamente reguladas por órgão
específico, como bancos, custo diantes, emissores e distribuidores de
valores mobiliários, empresas de seguro, capitalização ou previdência
privada até outras sem órgão regulador próprio, como o comércio de joias,
metais preciosos, pedras, objetos de arte e antiguidades.
Justamente por receber informações de pessoas físicas e jurídicas de tantos e
diferentes setores, o Coaf deve ser um órgão eclético, composto por
representantes de diversos órgãos públicos, e não deve estar subordinado
a uma autarquia específica. Seguem os Órgãos:
ABIN
Banco Central
Comissão de Valores Mobiliários
Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União
Departamento da Polícia Federal
Ministério da Justiça e Segurança Pública
Ministério da Economia 
Ministério das Relações Exteriores
Procuradoria Geral da Fazenda Nacional
Secretaria da Receita Federal
Superintendência de Seguros Privados
2º Módulo
19
https://www.politize.com.br/oficial-de-inteligencia-o-que-faz/
https://www.politize.com.br/banco-central/
https://www.politize.com.br/policia-federal-qual-importancia/
https://www.politize.com.br/receita-federal-o-que-faz/
Compete ao COAF, em todo o território nacional, sem prejuízo das atribuições
estabelecidas na legislação em vigor:
I. Produzir e gerir informações de inteligência financeira para a prevenção e
o combate à lavagem de dinheiro;
II. Promover a interlocução institucional com órgãos e entidades nacionais,
estrangeiros e internacionais que tenham conexão com suas atividades.
2º Módulo
20
O COAF e a produção de inteligência financeira
A produção de inteligência financeira consiste em realizar a análise das
informações recebidas e, se forem identificados fundados indícios de
lavagem de dinheiro, de financiamento do terrorismo ou outros ilícitos,
produzir Relatórios de Inteligência Financeira (RIF). Os RIF são
encaminhados às autoridades competentes que podem, a seu critério, abrir
procedimento de investigação sobre os indícios relatados. O Coaf também
fiscaliza a comercialização de Joias, pedras e metais preciosos; Fomento
comercial (factoring); Bens de luxo ou alto valor; entre outros setores que
não tem regulador próprio. O papel do Coaf como supervisor é regulamentar,
monitorar, fiscalizar e aplicar sanções em face de pessoas que atuam nesses
setores obrigados. O objetivo é exigir a implementação de procedimentos e
controles para que essas pessoas não sejam utilizadas para fins ilícitos por seus
clientes. 
Comunicação das operações ao COAF
As instituições deverão comunicar ao Coaf, abstendo-se de dar ciência de
tal ato a qualquer pessoa, inclusive àquela à qual serefira à informação, até
o prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas, após a suspeita da infração
penal. A comunicação é feita através do SISCOAF – Sistema de Controle de
Atividades Financeira.
As instituições também devem comunicar ao Coaf:
I – As operações de depósito em espécie ou saque em espécie ou
transferências no valor igual ou superior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais);
II – A solicitação de provisionamento de saques em espécie de valor igual
ou superior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).
III – operações em espécie ou serviços prestados cujo valor seja igual ou
superior a R$2.000,00 dentro de 1 mês e que, considerando as partes
envolvidas, os valores, as formas de realização, os instrumentos utilizados
ou a falta de fundamento econômico ou legal possam configurar a
existência de indícios dos crimes previstos na Lei.
2º Módulo
21
Conselho de Segurança das Nações Unidas
A lei 13.810/19 dispõe sobre o cumprimento de sanções impostas por resoluções
do CSNU, incluída a indisponibilidade de ativos de pessoas naturais e jurídicas
e de entidades, e a designação nacional de pessoas investigadas ou acusadas
ao terrorismo, de seu financiamento ou de atos a eles correlacionados. -
Comunicar imediatamente a indisponibilidade de ativos e as tentativas de
sua transferência ao: BACEN Ministério da justiça e segurança pública e
COAF.
Importante: Primeiro indisponibiliza, depois comunica.
Relatório de efetividade
A Circular BC 3978/20 prevê que as instituições elaborem um relatório
específico que avalie a efetividade do cumprimento da política, regras e
procedimentos. A norma prevê também a obrigação de elaborar um
documento referente a avaliação interna de risco, devendo este documento
ser aprovado pelo diretor de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento
do terrorismo e encaminhado ao comitê de auditoria, quando houver, e ao
conselho de administração ou diretoria, conforme aplicável.
Recomenda-se às Instituições incluírem na política indicadores de efetividade
que permitam estabelecer estatísticas e que possibilitem comprovar que
foram efetivos e que conseguiram mitigar os riscos de lavagem de dinheiro e
financiamento do terrorismo. Esses indicadores de efetividade são
considerados pelos reguladores como de extrema importância no que se
refere às normas de PLD-FT e sua implementação e manutenção.
Registro de transação em espécie
Toda transação financeira liquidada em espécie acima de R$2.000,00 deve
ser registrada em controle interno com CPF do portador.
22
Avaliação de risco
A principal mudança na forma de combater à lavagem de dinheiro está no
formato como eram classificadas e denunciadas as atividades suspeitas.
Até final de 2019 a legislação especifica adotava procedimentos protocolar a
serem observado pelas instituições financeiras e demais agentes que deveriam
combater esse tipo de crime. 
Com a nova legislação, vigente a partir de 2020, sugere que a classificação
dos clientes e atividades devem se dar em função da característica de
avaliação de risco, devendo a instituição regulada classificar:
Clientes 
Produtos e Serviços 
Canais Utilizados 
Funcionários
Sócios e Terceiros
A classificação de Risco não se resume mais apenas a clientes. Inclusive,
aplica-se aos próprios produtos e serviços oferecidos por cada instituição.
Todos devem ser classificados conforme os seus riscos.
Identificação e Registro de Operações
A identificação dos participantes e operações financeiras das instituições
devem ser devidamente guardadas e registradas para consulta posterior por
parte do regulador. Manter à disposição do BACEN num prazo mínimo de 10
(dez) anos a contar do primeiro dia do ano seguinte ao encerramento da
conta ou do término da operação.
Operações duvidosas que indiciaram suspeita de lavagem de dinheiro
devem manter à disposição do BACEN num prazo mínimo de 10 (dez) anos
contatos a partir do fim da relação contratual.
Guarde bem esses prazos, após ler o PDF, aconselho que faça um resumo
prestando atenção em tudo que está em negrito, estou usando essa
metodologia para servir como grifo nos pontos principais, fique atento(a)!
2º Módulo
23
Controles Internos: Resolução CMN 2.554/98, Artigo 1º
Determina às instituições financeiras e demais instituições autorizadas a
funcionar pelo Banco Central do Brasil a implantação e a implementação de
controles internos voltados para as atividades por elas desenvolvidas, seus
sistemas de informações financeiras, operacionais e gerenciais e o
cumprimento às normas legais e regulamentares a elas aplicáveis.
Os controles internos, independentemente do porte da instituição, devem ser
efetivos e consistentes com a natureza, complexidade e risco das operações
por ela realizadas.
São de responsabilidade da diretoria da instituição:
I – A implantação e a implementação de uma estrutura de controles
internos efetiva mediante a definição de atividades de controle para todos os
níveis de negócios da instituição;
II – O estabelecimento dos objetivos e procedimentos pertinentes aos
mesmos.
III – A verificação sistemática da adoção e do cumprimento dos
procedimentos definido sem função do disposto no inciso II.
Segregação de Atividades e Política de Segurança da
Informação
A Segregação de atividades deve ser realizada de forma a evitar possíveis
conflitos de interesses (Barreira de Informação) e definição de
responsabilidades.
Os controles internos, cujas disposições devem ser acessíveis a todos os
funcionários da instituição, devem prever em especial:
1. a definição de responsabilidades dentro da instituição;
2. a segregação das atividades atribuídas aos integrantes da instituição de
forma a que seja evitado o conflito de interesses, bem como meios de
minimizar e monitorar adequadamente áreas identificadas como de potencial
conflito da espécie;
3. a existência de canais de comunicação que assegurem aos funcionários,
segundo o correspondente nível de atuação, o acesso a confiáveis, tempestivas
e compreensíveis informações consideradas relevantes para suas tarefas e
responsabilidades;
4. a contínua avaliação dos diversos riscos associados às atividades da
instituição;
5. a existência de testes periódicos de segurança para os sistemas de
informações, em especial para os mantidos em meio eletrônico. Os controles
internos devem ser periodicamente revisados e atualizados, de forma que
sejam a eles incorporadas medidas relacionadas a novos riscos ou
anteriormente não abordados. A atividade de auditoria interna deve fazer
parte do sistema de controles internos.
Ufa! É um módulo com muitas informações preciosas decisivas para sua
prova, agora vamos treinar com as questões para fixar todo o conteúdo
abordado na nossa mente. 
2º Módulo
24
Conheça seu Cliente – Formulário KYC
Segundo o Art. 46. do código, as Instituições Participantes devem, no seu
processo de Conheça seu Cliente (KYC), buscar conhecer seus investidores
no início do relacionamento e durante o processo cadastral, identificando a
necessidade de visitas pessoais em suas residências, seus locais de trabalho e
em suas instalações comerciais. 
O objetivo é implementar e manter, em documento escrito ou em meio digital,
regras e procedimentos que descrevam o processo de Conheça seu Cliente
adotado pela instituição. Indicando o sistema e ferramentas utilizadas para
realizar o controle das informações, dados e movimentações dos
investidores, sempre com procedimento de atualização cadastral, nos
termos da Regulação em vigor, para identificar a pessoa natural caracterizada
como beneficiário final e o veto de relacionamentos em razão dos riscos
envolvidos. 
Importante! O KYC também é de extrema importância para o combate à
lavagem de dinheiro assunto logo adiante nesse 2° módulo; 
Detalhe interessante: A atualização cadastral dos investidores é obrigatória
em períodos não superiores a 24 meses”.
2º Módulo
25
Conheça seus funcionários – Parceiros e prestadores de serviços
Ainda no processo de prevenção, as instituições financeiras devem classificar
as atividades exercidas porseus funcionários, parceiros e prestadores de
serviços terceirizados nas categorias de risco definidas na avaliação interna de
risco. 
O KYE, ou Know Your Employee pode ser traduzido como “conheça seu
colaborador”. Esta prática de boa conduta é uma das mais importantes, as
empresas devem adotar no processo de seleção e gestão de seus funcionários.
Evitando assim, vazamento de informações confidenciais, dentre outras
condutas antiéticas.
O KYP, ou Know Your Partner, o “conheça seu parceiro” tem como princípio
averiguar os âmbitos fiscais, jurídico, ambiental e econômico de seus parceiros.
Inclusive, essa verificação deve ser utilizada como base para tomar decisões
frente a novas negociações. 
Com a difusão do uso das redes sociais, não tem mais como empresas não
serem envolvidas nos escândalos de seus parceiros. Portanto, é essencial que
antes de firmar uma parceria, se pesquise históricos e se avalie os possíveis
riscos de fazer algum tipo de negociação.
Os procedimentos do conheça seu parceiro e conheça seu funcionário
devem ser formalizados em documento específico aprovado pela diretoria
da instituição. Este documento deve ser mantido atualizado. 
No caso de prestadores de serviços não supervisionados pelo BACEN e CVM:
Obter informações sobre terceiro que permitam compreender a natureza de
sua atividade e sua reputação. Verificar se o terceiro foi objeto de investigação
de PLD/FT Conhecer os controles adotados pelos terceiros relativos a PLD/FT
Dar ciência do contrato ao diretor.
ASG – ambientais, sociais e de governança corporativa
ESG – enviromental, social and governance
A - (Aspectos ambientais) – analisa a relação das empresas na utilização os
recursos naturais e os impactos causados em seu processo produtivo
S - (Aspectos sociais) – analisa a preocupação da empresa na relação das pessoas
e da sociedade 
G - (Aspectos de governança corporativa) – representa as estratégias de gestão
das empresas através de práticas de transparência, ética e integridade na
administração da organização.
Vantagens de Praticas ASG:
Melhoria na imagem e reputação
Fidelização de clientes que valorizam produtos sustentáveis
Redução de ricos socioambientais
Oportunidade de acessar novos nichos e desenvolver novos produtos
Redução de Interferências legais
Possibilidade de emitir titulos verdes (green bonds)
Mais algumas vantagens de praticas ASG:
Redução de custos operacionais e ganhos de produtividade
Acesso a linhas de credito verde
Diversidade social
Melhores índices de satisfação de colaboradores
Maior transparência
Mais segurança para o investidor
Conceitos de ASG
Conceitos de Investimentos ASG:
As práticas ASG, proporcionam ao mercado ativos que avaliam possíveis
impactos ambientais e sociais e geram mais transparência nas informações aos
investidores.
Os agentes reguladores adotam medidas de identificação e incentivo aos
investidores que buscam investimentos e estejam de acordo com os aspectos
ASG. Para os investidores, avaliar se as corporações seguem ações ASG incentiva
as empresas a se tornarem mais preparadas e eficientes.
2º Módulo
26
Princípios ambientais (A)
Práticas para reduzir o impacto da produção no meio ambiente
Projetos para diminuir o desperdício
Iniciativa para redução do uso de recursos naturais
Redução na emissão de poluentes, como o CO2
Boas práticas na geração e descarte de plásticos
Gerenciamento eficiente e descarte do lixo
Adoção de medidas para preservação ambiental
Princípios sociais (S)
Aprimoramento no relacionamento com pessoas e sociedade
Aderência aos direitos humanos e trabalhistas
Valorização da saúde e segurança no meio ambiente de trabalho
 Apoio à diversidade e inclusão no meio empresarial
Preocupação com a experiência do consumidor em todas as fases
Posicionamento em causas sociais
Atenção à privacidade e segurança de dados
Princípios de Governança (G)
Adoção de políticas e práticas direcionadas para o controle da companhia
Políticas anticorrupção e lavagem de dinheiro
Composição e diversidade do conselho de administração e diretoria
Política de remuneração dos diretores
Tratamento justo de sócios e demais partes interessadas (stakeholders)
Valores que tratam da postura moral e ética nos negócios
Adesão aos princípios para o investimento responsável (PRI)
Relacionamento com os acionistas e com a imprensa
Valorização da gestão transparente om equidade, Prestação de contas e
responsabilidade corporativa
Não envolvimento da empresa e diretores em fraudes, denuncias, escândalos,
condenações e similares
Laboração e execução de uma boa política de compliance.
Investimentos ASG podem ser chamados de:
Investimento responsável
Investimento sustentável
Investimento de impacto social
Investimento ético
Títulos Verdes (green bons)
· Investimentos de infraestrutura
Princípios de ASG:
2º Módulo
27
Riscos ASG
RISCOS AMBIENTAIS
Desastres ecológicos
Esgotamento ou contaminação dos recursos naturais
Penalidade dos órgãos ambientais
Indenizações às pessoas afetadas pela atividade econômica da empresa
Parada de produção
Agravamento das mudanças climáticas
RISCOS SOCIAIS
Processos trabalhistas
Ações coletivas
Responsabilidade Criminal
Vazamento de dados privados
Perda de reputação junto à sociedade
Perda de credibilidade com cliente e consumidores
Diminuição da produtividade entre os colaboradores
RISCOS DE GOVERNANÇA COOPORATIVA:
Conflitos de interesses
Corrupção de lavagem de dinheiro
Auditorias ineficazes
Remunerações desiguais
Sabotagem e espionagem industrial
Falsificação de dados
Falta de comunicação
Perda de Confiança e reputação
INDICES DE SUSTENTABILIDADE
Indice de sustentabilidade empresarial B3 (ISE B3): Criado para ajudar
investidores na seleção de ativos e incentivar empresas a adotarem práticas de
sustentabilidade, eficiência econômica, justiça social e de governança
corporativa. A composição da certeira elege ativos dentre as 200 companhias
mais negociadas da B3, analisando aspetos: econômico-financeiro, geral,
ambiental, governança corporativa social, mudança do clima e natureza do
produto.
2º Módulo
28
Indice Carbono eficiente B3 (ICO2 B3): Criado em 2010 com o objetivo de
incentivar as discussões climáticas no brasil e o comprometimento e a
transparência nas emissões, visando a preparação para uma economia de baixo
carbono no futuro. Para compor a carteira do índice, a B3 convida empresas do
IBRX 100 (as 100 empresas mais negociadas da bolsa) que atenda aos critérios do
índice.
Indice de ações com governança corporativa diferenciada B3 (IGC B3): Trata-
se de indicador de desempenho médio das cotações dos ativos de empresas
listadas no Novo Mercado ou nos níveis 1 ou 2 da B3.
Indice de ações com Tag Along diferenciado B3 (ITAG B3): Indicador que
mede o desempenho das empresas que oferecem melhores condições aos
acionistas minoritários, no caso de alienação de controle da empresa.
Indice de governança corporativa trade B3 (IGCT B3): Criado como forma de
elaborar uma carteira com ativos de empresas reconhecidas por terem boa
governança corporativa, considera também, os ativos dentro do IGCB3, que
possuem maior liquidez.
Índice de governança corporativa Novo Mercado B3 (IGCNM B3): Indicador de
desempenho médio, das cotações dos ativos de empresas que apresentem bons
níveis de governança corporativa listadas no Novo Mercado da B3.
Índice Brasil ESG: Trata-se de uma carteira criada com o objetivo de avaliar
performance de empresas que cumpra os critérios de sustentabilidade
determinados pelas pontuações ESG da S&PDJI (Dow Jones - dos Estados
Unidos).O índice exclui ações com base na sua participação em certas atividades
comerciais, no seu desempenho em comparação com o pacto global da ONU e
empresas sem pontuação ESG da S&PDJI.
2º Módulo
29
Questões para fixação do conteúdo
1. Um gerente que pede ao cliente para investir R$ 9 mil em uma aplicação
como condição para liberar um financiamento de R$ 30 mil praticou uma:
a) Operação fraudulenta.
b) Venda casada.
c) Venda combinada
d) Venda promocional
2. O Código de Autorregulamentaçãoda ANBIMA tem por uma de suas
finalidades:
a) Promover práticas que não são equitativas entre as instituições financeiras.
b) Promover a concordância leal entre os participantes do mercado financeiro.
c) Promover medidas que venham a oferecer resultados financeiros para as
empresas que seguem esse Código.
d) Definir as regras de negociação de ações na Bolsa de Valores.
3. O Código de Autorregulação para a certificação continuada tem como
objetivo:
a) Promover os profissionais que se destacam no exame de certificação
continuada.
b) Promover a ética e a capacitação técnica entre os profissionais que
trabalham na oferta de crédito.
c) Promover a ética e a capacitação técnica entre os profissionais que
trabalham na oferta de produtos de investimento.
d) Criar um ranking com os profissionais que superam as metas de vendas
estabelecidas pela instituição financeira onde trabalham.
4. A Anbima instituiu o Código de Autorregulação dos Fundos de
Investimento e:
a) Complementou a legislação em vigor.
b) Substituiu a legislação em vigor.
c) Possibilitou à instituição administradora de recursos optar por qual
legislação quer seguir (CVM ou Anbima).
d) Visou, exclusivamente, informar as mudanças que ocorrem no mercado de
fundos
2º Módulo
30
5. Para adequar corretamente os produtos às necessidades do cliente
torna-se necessário efetuar um processo de avaliação que defina o tipo de
cliente, esta prática adotada pelas instituições financeiras associadas da
ANBIMA, recebem o nome de:
a) API – Análise de Perfil do Investidor.
b) AFRI – Análise do Fator de Risco do Investidor.
c) EPI – Enquadramento do Perfil do Investidor.
d) CMA – Conservador, Moderadoe Arrojado.
6. Segundo o código de auto regulação da Associação Nacional dos Bancos
de Investimento, o profissional que atua na vendade produtos de
investimento deve:
a) Agir com ética e diligência na hora de orientar o cliente sobre produtos de
investimento, como se o dinheiro fosse seu.
b) Limitar-se a apresentar apenas os riscos decorrentes das aplicações
financeiras que o cliente deseja fazer
c) Oferecer produtos de investimento para o cliente sempre com o objetivo de
bater a meta de vendas.
d) Oferecer os produtos com o menor risco de crédito existente para toda a sua
carteira de clientes, evitando assim assumir maiores riscos.
7. Conforme o código Anbima, para uma adequação do produto de
investimento ao perfil do cliente é necessário se definir a situação
financeira desse cliente, considerando, no mínimo as seguintes
informações:
I. Valor das receitas regulares
II. Valor dos ativos que compõem o patrimônio
III. Necessidade futura dos recursos
Está (ão) correto(s):
a) I e II
b) Somente I
c) Somente II
d) I, II e III
2º Módulo
31
8. Conforme a instrução CVM 539/13 com relação à adequação do produto de
investimento ao perfil do cliente, a instituição financeira deve verificar se:
I. O produto, serviço ou operação é adequado aos objetivos de
investimento do cliente;
II. A situação financeira do cliente é compatível com o produto, serviço ou
operação; 
III. O cliente possui conhecimento necessário para compreender os riscos
relacionados ao produto, serviço ou operação. Está(ão) correta(s):
a) Todas as alternativas
b) I e II, somente
c) I e III, somente
d) II e III, somente
9. O API deve ser renovado em até:
a) 10 meses
b) 12 meses
c) 36 meses
d) 24 meses
10. Conforme o código Anbima, para definição do OBJETIVO de
investimento do investidor, deve ser considerado:
I. Período que será mantido o investimento
II. Preferências de assunção de riscos
III. Finalidade do Investimento 
Está (ão) correto(s):
a) I e II
b) Somente I
c) Somente II
d) I, II e III
2º Módulo
32
11. A utilização do Selo Anbima:
a) É para utilização das instituições que fazem parte da Anbima e também
aquelas que aderirem ao código, mesmo não fazendo parte da Anbima
b) É obrigatório para todas as instituições do mercado financeiro
c) É uma garantia de que o investimento não possui nenhum risco
d) É uma forma de dar menos segurança para o investidor
12. São atividades que não estão sujeitas as atividades de “Conheça Seu
Cliente”. (Know Your Client):
a) Distribuição de Valores Mobiliários
b) Comercialização de Joias e metais preciosos
c) Aplicações Financeiras
d) Análise e classificação de risco de uma empresa por meio de uma agência
de risco
13. Um cliente, com o API atualizado, deseja fazer uma aplicação em um
produto diferente do seu perfil verificado no API. Nesse caso:
a) A aplicação pode ser feita desde que o
cliente assine um termo de ciência de investimento diferente do seu perfil
b) A aplicação não pode ser feita
c) A aplicação só pode ser feita com a atualização do API do cliente
d) A aplicação pode ser feitas em nenhuma ação adicional, pois o recurso é do
cliente
14. Para indicar um determinado produto de investimento a um cliente,
você:
a) Deve verificar o seu API e indicar um produto de acordo com o objetivo
desse cliente
b) Deve indicar aquele produto que está determinado como o principal do
mês, independente de cada cliente
c) Não precisa verificar o API, pois essa é uma responsabilidade do cliente antes
de investir
d) Deve indicar um produto único para todos os clientes.
2º Módulo
33
15. Segundo o Código de Distribuição de Produtos da ANBIMA, trata-se de
uma obrigação das instituições participantes e que aderirem ao código:
a) Garantir a rentabilidade dos produtos que são distribuídos, quando forem de
Renda Fixa
b) Garantir que as informações dos produtos passaram por auditoria, realizada
pelo próprio distribuidor
c) Informar eventuais conflitos de interesses da atividade de distribuição
d) Realizar a Marcação a Mercado desses ativos
16. Código de Distribuição de Produtos da ANBIMA, tem como objetivo
estabelecer regras e princípios para a atividade de distribuição de produtos
de investimentos. De acordo com esse código, na elaboração de materiais
de publicidade, as informações devem ser:
a) Claras e não devem induzir o investidor ao erro
b) Técnicas e elaboradas, tentando ser o mais complexo possível, já que o
objetivo é informar ao mercado e não ao investidor
c) Claras e devem constar junto da promessa de rentabilidade dos titulos
d) Projetadas a partir de cenários construídos sem dados técnicos
17. Conforme o Código de Distribuição de Produtos da ANBIMA, para se
verificar a situação financeira de um cliente, a instituição deve considerar
as seguintes informações, exceto:
a) Valor e Ativos que compõem o patrimônio
b) Conhecimento sobre os produtos
c) Valor e tipo de renda
d) Necessidade futurados recursos que compõem o patrimônio do cliente
18. Quanto ao perfil de risco de um determinado investidor:
a) Uma vez definido ele nunca muda.
b) Ele pode mudar momentaneamente, ou no decorrer do tempo.
c) Ele sempre muda, já que as pessoas e o mercados e modificam com o passar
do tempo.
d) O gerente que precisa determinar o perfil de risco do cliente.
2º Módulo
34
19. Analise as informações abaixo:
I – Os serviços e produtos devem estar adequados aos objetivos de
investimento do cliente.
II – A situação financeira do cliente deve ser compativel com os serviços,
produtos e operação.
III – O cliente deve ter conhecimento para compreender os riscos inerentes
aos serviços, produtos ou operação.
De acordo com a instrução da CVM em relação à adequação de produtos
de investimentos ao perfil do investidor, está correto o que se afirma em:
a) I e III apenas.
b) I, II e III.
c) I e II apenas.
d) II e III apenas.
20. Ordem em que as fases de um processo de lavagem de dinheiro
completo acontecem é:
a) Integração, ocultação e colocação.
b) Colocação, ocultação e integração.
c) Ocultação, colocação e integração.
d) Colocação, integração e ocultação.
21. Com relação à Lavagem de Dinheiro:
a) Incorre na mesma pena quem, para ocultar ou dissimular a utilização de
bens, os converte em ativos lícitos.
b) Incorre em pena menor quem, para ocultar ou dissimular a utilização de
bens, os converte em ativos lícitos.
c) O procedimento de KYC não auxilia naprevenção de Lavagem de Dinheiro
d) Uma das formas de se evitara lavagem de dinheiro é utilizando o princípio
da Barreira de Informação.
22. Com relação ao crime de Lavagem de Dinheiro, que tipo de pena pode
ser imposta a quem praticar:
a) Reclusão de até 3 anos mais multa
b) Reclusão de até 10 anos, somente
c) Reclusão de até 10 anos mais multa
d) Reclusão de até 3 anos, somente
2º Módulo
35
23. Segundo o Princípio Conheça o Seu Cliente da Lei de Lavagem do
Dinheiro, a instituição financeira deve manter em seus registros as
movimentações do cliente por no mínimo
a) 10 anos a contar da data da abertura da conta ou do início das operações do
cliente.
b) 10 anos a contar do 1º dia do ano seguinte ao encerramento da conta ou fim
da operação.
c) 2 anos a contar da data da abertura da conta ou do início das operações do
cliente.
d) 2 anos a contar do 1º dia do ano seguinte ao encerramento da conta ou fim
da operação.
24. Uma instituição financeira percebe uma movimentação suspeita de
lavagem de dinheiro. Nesse caso, deve avisar para:
a) Polícia Federal
b) BACEN
c) COAF
d) Ministério Público
25. Valor de movimentação em espécie ou cartão pré-pago que deve ser
avisado ao COAF:
a) R$ 100 mil
b) R$ 50 mil
c) R$ 10 mil
d) R$ 300 mil
26. Estão obrigados a manter mecanismos e controles internos de
combate e prevenção a lavagem de dinheiro, segundo a Lei sobre esse
tema:
a) Pessoa Física ou Jurídica que comercialize joias, imóveis e bens de luxo.
b) Apenas os Bancos e as Instituições Financeiras
c) Somente as corretoras de câmbio
d) Todo o Investidor Qualificado e Profissional
27. Em uma condenação por lavagem de dinheiro, se houver colaboração
espontânea com a investigação, a pena pode:
a) Ser reduzida em até 2/3
b) Ser reduzida em até 1/3
c) Ser aumentada em até 2/3
d) Ser reduzida em até 3 anos
2º Módulo
36
28. Valor máximo da multa aplicada pelo COAF para os casos de não
cumprimento da legislação de combate à lavagem de dinheiro:
a) R$ 2 milhões
b) R$ 200 milhões
c) R$ 10 milhões
d) R$ 20 milhões
29. Você é gerente de um cliente e o mesmo possui movimentações
suspeitas de lavagem de dinheiro. Nesse caso:
a) Você deve avisar ao COAF, porém antes solicitar autorização do cliente
conforme o princípio da confidencialidade
b) Você deve avisar ao COAF e somente depois avisar o cliente.
c) Você deve avisar ao COAF, sem avisar ao cliente.
d) Você deve avisar ao BACEN, sem avisar ao cliente
30. Você é gerente e possui em sua carteira um determinado clientecom
renda declarada de R$ 5 mil. Esse cliente recebe uma transferência no
valor de R$ 500 mil em sua conta corrente. Nesse caso, essa operação:
a) Deve ser tratada como lavagem de dinheiro
b) Deve ser verificada a origem do recurso juntamente com o cliente e levantar
mais informações
c) Deve ser informada ao COAF, pois é um valor acima de R$ 50 mil
d) Não precisa ser verificada, pois está dentro da compatibilidade de renda do
cliente
31. Um indivíduo praticou o crime de lavagem de dinheiro através de
organização criminosa. Nesse caso, esse indivíduo terá a sua pena:
a) Aumentada em até 2/3
b) Reduzida em até 2/3
c) Aumentada em até 1/3
d) Aumentada em até 3 anos
32. Um determinado cliente deposita em um banco recursos oriundos de
lavagem de dinheiro. Essa prática refere-se à qual etapa do crime de
lavagem de dinheiro:
a) Ocultação
b) Integração
c) Colocação
d) Internacionalização
2º Módulo
37
33. São operações que devem ser avisadas ao COAF, exceto:
a) Pagamento de boleto no valor de R$ 70 mil em espécie em nome do
correntista
b) Saque no valor de R$ 15 mil em espécie e se tratando de uma operação
suspeita
c) Recebimento de transferência em conta no valor de R$ 120 mil, oriundo do
exterior
d) Depósitos em espécie durante vários dias seguidos no valor de R$ 1.999
 34. Não constitui finalidade do conselho de controle de atividades
financeiras (Coaf):
a) Regulação das atividades de mediação e distribuição
b) Identificação de ocorrências suspeitas de atividades ilícitas
c) Aplicação de penas administrativas
Coordenação de mecanismos de combate de bens, direitos e valores
35. Com o objetivo de prevenira ocorrência do crime de lavagem de
dinheiro, as instituições financeiras e seus funcionários deverão:
a) Comunicar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o COAF, sem
dar ciência ao cliente, caso observe operações com indícios de Lavagem de
Dinheiro
b) Informar as autoridades competentes as operações financeiras que rendam
alto lucro a seus clientes
c) Identificar ao Banco Central todos os sócios das Pessoas jurídicas
estrangeiras que participarem de transações com seus clientes.
d) Segregar em seus registros as operações bancárias que envolvam clientes
com patrimônio superiora 10.000.000,00
36. É correto falar sobre a Lavagem de Dinheiro:
a) Só está sujeito a lei de crime da lavagem de dinheiro aquele que
comprovadamente usufruiu dos bens provenientes da lavagem que fez
b) Quem utiliza o dinheiro proveniente de Lavagem de Dinheiro está sujeito à
mesma penalidade de quem cometeu o crime
c) Quem utiliza na atividade econômica dinheiro que sabe ser proveniente de
lavagem de dinheiro está sujeito a uma penalidade menor do que quem lava o
dinheiro
d) A empresa que faz uma série de operações que caracterizam indícios de
busca por facilidades fiscais responde pelo crime de lavagem do dinheiro
2º Módulo
38
37. Em relação à lavagem de dinheiro, uma das formas de prevenção é:
I. Efetuar o cadastro do cliente;
II. Controlar e monitorar as movimentações por dez anos;
III. Manter os registros das movimentações por dez anos
Está correto o que se afirma em:
a) II e III, apenas
b) I e II, apenas
c) I, II e III
d) I e III, apenas
38. É uma transação que pode ser considerada indício de Lavagem de
Dinheiro:
a) Transferências entre empresas do mesmo grupo
b) Com valores superiores a R$ 10 milhões
c) Transferências entre empresas de consultoria
d) Operações sem a identificação do beneficiário final
39. A fase da "colocação" do crime de lavagem de dinheiro caracteriza-se por:
a) Ser a última fase do processo.
b) Dificultar o rastreamento da origem dos recursos.
c) Fazer o dinheiro passar pelo caixa ou balcão dos bancos.
d) Trazer o dinheiro de volta à economia com aparência de origem lícita.
40. É correto falar sobre a lavagem de dinheiro que
a) O crime de lavagem é inafiançável e permite liberdade provisória.
b) Aquele que dissimula o dinheiro proveniente de atividade ilícita pode ser
punido desde que seja comprovado de que ele se utilizou efetivamente do
dinheiro.
c) A ocultação e dissimulação de valores por si só já tem origem punitiva
d) O Banco tem como política fazer cadastro e acompanhamento das
movimentações do cliente, embora essa política não esteja presente na lei.
2º Módulo
39
41. A implantação e implementação de uma estrutura efetiva de controles
internos, mediante a definição de atividades de controle para todos os
níveis de negócios da instituição financeira, são de responsabilidade:
a) Do Banco Central do Brasil.
b) Do Conselho Fiscal da Instituição Financeira.
c) Da Diretoria da Instituição Financeira.
d) Dos gerentes financeiros da Instituição Financeira.
42. Os controles internos, cujas disposições devem ser acessíveis a todos os
funcionários da instituição de forma a assegurar que sejam conhecidas a
respectiva função no processo e as responsabilidades atribuídas aos
diversos níveis da organização, devem prever: 
a) A existência de testes periódicos de segurança para os sistemas de
informações, em especial para os mantidos em meio eletrônico.
b) Promoção dos funcionários mais competentes para ocupar cargos
importantes nos setores de controladoria.
c) A inexistência de canais de comunicação que assegurem aos funcionários,
segundo o correspondente nível de atuação, o acesso a confiáveis, tempestivas
e compreensíveis informações consideradas relevantes para suas tarefas e
responsabilidades.
d) A avaliação anual dos diversos riscos associados às atividades da instituição.
43. Um determinado clientefaz depósitos em vários bancos de valores
diversos. Você como gerente desse cliente em uma conversa informal,
tenta coletar maiores informações sobre o assunto, porém o cliente
sempre foge do assunto e parece incomodado com o mesmo. Essa situação
em lavagem de dinheiro seria qual das etapas:
a) Colocação.
b) Ocultação.
c) Integração.
d) Sonegação Fiscal
2º Módulo
40
44. Um cliente com renda mensal declarada de R$ 1.000,00 recebe em sua
conta corrente um depósito de R$ 50.000,00. Neste caso, a instituição
financeira deverá:
a) Reportar o nome do cliente para o Banco Central somente após avisá-lo
sobre essa ação.
b) Devolver o depósito e reportar o nome do cliente para o Banco Central.
c) Levantar mais informações sobre o cliente e a origem do dinheiro.
d) Reportar o nome do cliente imediatamente para a CVM
45. Insider trader é o:
a) Analista de títulos e valores mobiliários que disponibiliza ao público
informações que obteve em razão de sua atividade profissional, já divulgadas
ao mercado.
b) Diretor de companhia aberta que é titular de ações e debêntures de
emissão da própria companhia.
c) Operador de corretora que, sem tomar risco, aproveita-se da diferença de
preço do mesmo ativo em dois mercados diversos para fazer uma operação
de arbitragem.
d) Profissional que negocia valores mobiliários de companhia sobre a qual
teve acesso à informação material não divulgada ao mercado.
46. O funcionário A da corretora de títulos e valores mobiliários XXX, em
virtude de sua relação profissional com os administradores da empresa Y,
toma conhecimento de que a empresa Y, cujas ações são negociadas na
B3, irá incorpora-se a empresa W. Tal fato ainda não foi divulgado ao
mercado, mas com o funcionário A tem certeza de que a referida
incorporação produzirá um aumento das cotações das ações da empresa Y,
passa a aconselhar seus clientes a comprar tais ações. Neste caso o
funcionário A:
a) Poderia ter aconselhado seus clientes somente após ampla divulgação da
incorporação referida ao mercado.
b) Deveria ter requerido autorização da empresa Y antes de aconselhar seus
clientes.
c) Deveria ter publicado o fato relevante da empresa Y.
d) Violou o direito de preferência dos demais acionistas da empresa Y.
2º Módulo
41
47. No relacionamento com o cliente, quando da recomendação de
determinada modalidade de investimento, o profissional deve:
a) Priorizar suas metas e, em seguida, os objetivos de investimento de cada
cliente.
b) Considerar e observar a situação individual de cada cliente e suas
necessidades.
c) Evitar, por ética, investigar a tolerância do investidor ao risco.
d) Aconselhar os investimentos baseando-se indistintamente em fatos,
opiniões pessoais ou de mercado.
48. Não é necessário aplicar o API nos casos de aplicações em:
a) Fundos de Ações.
b) Fundos Multimercado.
c) Fundos de Renda Fixa.
d) Fundos de Renda Fixa Simples.
49. Um operador da bolsa de valores é funcionário de uma corretora de
valores e recebe uma ordem de compra de um determinado cliente.
Porém, antes de repassar essa ordem de compra, prioriza as ordens de
compra da sua própria corretora, em detrimento das ordens do cliente.
Essa prática é conhecida como:
a) Value At Risk
b) Insider Trading
c) Front Desk
d) Front Running
2º Módulo
42
50. Você trabalha no mercado financeiro e recebe a informação que uma
empresa do setor aéreo irá adquirir uma concorrente. Essa informação
ainda não foi publicada ao mercado. Nesse caso, você:
a) Não pode negociar os ativos da companhia nem para sua carteira nem para
seus clientes, com base nessa informação.
b) Não pode negociar os ativos da companhia para a sua carteira, mas pode
indicar para seus clientes.
c) Pode negociar os ativos da companhia, porém somente para a sua carteira
d) Pode negociar os ativos da companhia para sua carteira ou para os clientes
2º Módulo
43
51. O termo ASG (ou ESG, em inglês) se popularizou nos últimos anos e
refere-se a empresas que possuem boas práticas:
a) Ambientais, Social e Governança
b) Social e Governança e Lucro
c) Ambiental, Social e novos funcionários
d) Crescimento sustentável e inclusão de grupos minoritários apenas
52. O ramo de atividade da empresa “fumaça S/A” está inserido num
segmento onde a poluição do ar com CO2 (Gás Carbônico) É necessário.
Para ir a encontro das boas práticas de ASG, esta empresa deveria:
a) Parar de produzir CO2
b) Realizar a compensação
c) Mudar de ramo de atividade
d) Investir na recuperação de mares poluídos
53. Um dos parâmetros de boas práticas de ESG é o cuidado com os direitos
humanos de todos os participantes do negócio. Para que uma empresa
zele para relação de direitos humanos, ela deve:
a) Garantir que seus funcionários sejam respeitados e tenham os direitos
humanos preservados, apenas
b) Garantir que seus funcionários, funcionários de fornecedores e todas as
pessoas envolvidas da cadeia tenham preservados seus direitos enquanto
cidadão
c) Evitar que haja força de trabalho em condições análogas à escravidão em
suas lojas, apenas
d) Oferecer licença maternidade de 6 meses
54. Uma das premissas do ASG é a governança mais transparente. Para
cumprir essa premissa as empresas devem, entre outras coisas:
a) Ter conselhos independentes, ter diversidade na composição do conselho
b) Ter programas para inclusão de pessoas que fazem parte da comunidade
LGBTQIA+
c) Ter relação trabalhista dentro da legalidade e com incentivos à sua força de
trabalho
d) Promover o treinamento adequado de sua força de trabalho
55. A premissa “Social” do conceito de ASG é focado em:
a) Despoluição dos oceanos
b) Política de inclusãoe diversidade
c) Investimento em energias renováveis
d) Diversidade da composição do conselho de administração
56. O foco em eficiência energética é uma visão de sustentabilidade de
longo prazo das empresa se está associado às práticas de ASG. Em qual
área do ASG e eficiência energética se enquadram?
a) Ambiental
b) Social
c) Governança
d) Todas as alternativas estão corretas
2º Módulo
44
57. Assuma que o presidente do banco chamado “BOX” foi acusado de
práticas de assédio moral e assédio sexual. Essa acusação tem forte peso
para o risco de imagem da instituição e, além disso, fere um dos princípios
do ESG. O princípio ferido com essas práticas é:
a) Direitos humanos e políticas de relações de trabalhos portanto, a área social
b) Direitos humanos e políticas de relações de trabalho, portanto, a área de
Governança
c) Treinamento da força de trabalho e direitos humanos, portanto, a área de
Governança
d) Ética e transparência, portanto, a área de Governança
58. O banco “Pedra Azul” reforçou em seu comitê de diretoria a necessidade
de treinar a força de trabalho para reforçar a segurança dos dados os
clientes, clientes e parceiros para garantir que a instituição cumpra todos os
requisitos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Essa prática de
garantir a privacidade e a segurança de dados de seus clientes, funcionários
e parceiros está alinhado com ASG. Essa prática se encaixa em:
a) Social
b) Ambiental
c) Governança
d) LGPD
59. Dentro do tema ESG, Políticas Éticas de uma determinada organização
está relacionada diretamente ao conceito de:
a) Social
b) Sustentabilidade
c) Governança
d) Ambiental
60. Determinada Companhia, faz a terceirização da sua produção, a empresa
controlada possui várias denúncias de trabalhos análogos a escravidão,
diante desta situação qual conceito a empresa está deixando de aderir
dentro das práticas ESG. 
a) Segurança Pública
b) Sustentabilidade
c) Social
d) Ambiental
2º Módulo
45

Mais conteúdos dessa disciplina