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Questões resolvidas

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Puerpério- Atividade profa Regina Ribeiro 
Questão 1. O puerpério, ou período pós-parto, é a fase em que o corpo da mãe passa por processos de recuperação 
após o nascimento do bebê. Ele é geralmente dividido em fases principais para entender a recuperação do corpo e dos 
órgãos reprodutivos maternos. Como ocorre a divisão do puerpério sob o ponto de vista fisiológico? 
a. Imediato, precoce e tardio 
b. Imediato, tardio e remoto 
c. Precoce, remoto e final 
d. Inicial, médio e final 
e. Único e gradual 
Questão 2. Logo após o parto, o útero da mulher passa por intensas contrações, um processo essencial para a 
recuperação do corpo. Essas contrações são fundamentais e esse mecanismo é conhecido como "globo de segurança". 
Qual é a principal função das contrações uterinas no puerpério imediato? 
a. Aumentar o fluxo sanguíneo para a placenta 
b. Estimular a lactação e a produção de ocitocina 
c. Auxiliar na eliminação de lóquios 
d. Evitar hemorragias ao promover a hemostasia do local da placenta 
e. Facilitar o retorno da menstruação 
Questão 3. O retorno da menstruação no período pós-parto varia de acordo com a amamentação. Em relação à volta 
da menstruação após o parto, qual alternativa está correta? 
a. Nas mulheres que amamentam, a menstruação volta por volta do 45º dia. 
b. Em todas as mulheres, a menstruação só volta após 3 meses do parto. 
c. Em mulheres que não amamentam, a menstruação retorna por volta do 45º dia. 
d. A menstruação não é precedida pela ovulação em nenhum caso. 
e. A lactação não influencia o retorno da menstruação. 
Questão 4. Os lóquios resultam do processo de involução uterina. Os lóquios passam por várias fases de mudanças em 
sua característica. O que são os lóquios e qual é sua função durante o puerpério? 
a. Resultante da eliminação de células do útero e sangue para regeneração uterina 
b. Um tipo de secreção composta por hormônios que ajudam na lactação 
c. Um resíduo formado pelo descolamento da placenta para desativação uterina 
d. Um tipo de contração uterina que ajuda na recuperação da musculatura 
e. Uma secreção produzida pelas glândulas mamárias para nutrir o recém-nato 
Questão 5. No período pós-parto, o sistema endócrino da mulher passa por mudanças significativas, especialmente nos 
níveis hormonais. Ao final da gestação, os níveis de estrogênio, progesterona e prolactina estão elevados. No sistema 
endócrino pós-parto, o que ocorre com os níveis de estrogênio, progesterona e prolactina após a saída da 
placenta? 
a) Permanecem elevados, inibindo o FSH e o L, enquanto a prolactina permanece baixa para estimular a ovulação. 
b) Estrogênio e progesterona diminuem rapidamente, enquanto a prolactina permanece elevada para estimular a 
lactação. 
c) Todos os hormônios caem a níveis indetectáveis, incluindo a prolactina 
d) A prolactina cai e o estrogênio e a progesterona se mantêm altos. 
e) Todos os hormônios aumentam ainda mais após a saída da placenta. 
Questão 6. No sistema urinário, algumas mudanças comuns ocorrem após o parto. Durante o parto vaginal, 
especialmente em partos longos ou com intervenções, é comum algum grau de trauma vesical, que pode afetar o 
esvaziamento completo da bexiga. Sobre as alterações no sistema urinário após o parto, é correto afirmar que: 
a) Os ureteres e pelves renais não retornam ao estado pré-gravídico. 
b) O sistema urinário pós-parto apresenta risco reduzido de retenção urinária. 
c) Dilatações dos ureteres e pelves renais geralmente se normalizam em até oito semanas. 
d) Traumas vesicais são incomuns, especialmente em partos vaginais. 
e) Não ocorrem alterações no sistema urinário após o parto. 
Questão 7. No sistema cardiovascular, o parto e o período puerperal inicial trazem mudanças importantes. Durante a 
gravidez, ocorre uma retenção significativa de líquido, o que eleva o volume sanguíneo e a carga de trabalho do coração. 
Após o parto, esse excesso de líquido é eliminado gradualmente. Já a resistência vascular, reduzida ao longo da 
gestação, começa a retornar aos valores normais após 48 horas do parto. Quais são as principais alterações 
observadas no sistema cardiovascular após o parto? 
a) Ocorre aumento progressivo da hipervolemia. 
b) Não há alterações significativas no sistema cardiovascular após o parto. 
c) A resistência vascular aumenta imediatamente após o parto. 
d) A frequência e o débito cardíaco permanecem elevados por até 48 horas, normalizando ao 10º dia. 
e) A hipervolemia persiste por mais de um mês após o parto. 
 
Questão 8. O período de internação hospitalar logo após o parto é fundamental para a saúde da mãe e do bebê. Esse 
período permite a observação dos primeiros sinais de complicações, como febre, sangramento vaginal excessivo, dor 
nas pernas ou dor de cabeça, que podem indicar problemas pós-parto. Durante essas primeiras horas, os profissionais 
de saúde também incentivam a amamentação precoce e o contato pele a pele entre mãe e filho, promovendo um vínculo 
inicial saudável. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, é recomendado que 
a mãe e o bebê permaneçam no hospital por um período que permita a realização dos primeiros cuidados e a orientação 
materna sobre sinais de alerta. Qual é a orientação padrão para a permanência hospitalar de puérperas e recém-
nascidos após o parto, segundo a OMS e o Ministério da Saúde? 
a) Pelo menos 48 horas. 
b) Pelo menos 24 horas. 
c) Até que a puérpera apresente febre e ausência de complicações. 
d) Ao menos 12 horas. 
e) 72 horas. 
Questão 9. A retenção urinária no pós-parto é uma condição relativamente comum, especialmente após partos vaginais. 
Alguns fatores podem levar a uma disfunção temporária da bexiga, resultando em dificuldades para urinar e, em casos 
graves, sobredistensão vesical, que pode ser acompanhada de dor e desconforto. Quais são fatores de risco 
associados à retenção urinária no pós-parto? 
a. Uso de ocitocina e duração do trabalho de parto superior a 10 horas 
b. Idade avançada e realização de cesariana 
c. Pouco suporte familiar e baixo peso ao nascer 
d. Episiotomia e ausência de analgesia peridural 
e. Peso normal ao nascer e trabalho de parto com duração inferior a 10 horas 
Questão 10. O "baby blues" é uma condição emocional que afeta mulheres no pós-parto, caracterizada por sintomas de 
labilidade emocional, choro fácil, irritabilidade e ansiedade. A orientação adequada sobre esses sintomas é essencial 
para as mães. A condição não é considerada uma forma de transtorno psiquiátrico grave, mas sim uma fase normal após 
o parto. No entanto, é importante que a mãe seja bem informada sobre os sinais de depressão pós-parto, que podem 
ser mais intensos e prolongados. Em relação ao "blues" pós-parto, é correto afirmar que: 
a. Afeta cerca de 50% das mães e dura meses 
b. Afeta aproximadamente 80% das mães e é uma condição temporária 
c. Afeta 30% das mães e necessita de tratamento psiquiátrico imediato 
d. Afeta 10% das mães e é sempre acompanhada por ideação suicida 
e. É um transtorno irreversível e de longa duração 
 
 
 
 
Violência obstétrica- Atividade Profa Regina Ribeiro 
Questão 1. A Organização Mundial da Saúde (OMS) utiliza um termo para descrever atos de violência cometidos, sejam heterossexuais ou 
homoafetivas. Esse termo é mais específico e frequentemente empregado no contexto internacional para abordar a violência interpessoal. 
Qual é o termo utilizado pela OMS para descrever a violência cometida por parceiros íntimos? 
a. Violência doméstica 
b. Violência conjugal 
c. Intimate Partner Violence (VPI) 
d. Abuso conjugal 
e. Violência interpessoal 
Questão 2. A violência pelo parceiro íntimo (VPI) pode se manifestar de três formas principais. Cada uma dessas manifestações pode ter 
graves consequências para as vítimas. Quais são as formas de manifestação da violência pelo parceiro íntimo (VPI)? 
a. Econômica, cultural e social 
b. Física, psicológica e sexualc. Doméstica, laboral e comunitária 
d. Educacional, relacional e emocional 
e. Física, econômica e verbal 
Questão 3. De acordo com uma revisão sistemática realizada em 2013, abrangendo 141 estudos em 81 países, mulheres com 15 anos ou 
mais relataram ter vivenciado violência física pelo parceiro íntimo ao longo da vida. Essa estimativa destaca a magnitude global do problema e 
sua relevância como questão de saúde pública e direitos humanos. Qual é a prevalência média de VPI do tipo físico entre mulheres com 
15 anos ou mais, segundo uma revisão de 2013? 
a. 10% 
b. 20% 
c. 30% 
d. 40% 
e. 50% 
Questão 4. A violência pelo parceiro íntimo (VPI) durante a gestação pode causar graves consequências para o feto e em casos extremos, a 
morte fetal. Esses efeitos são decorrentes do estresse físico e emocional vivido pela mulher durante esse período crítico. Qual é uma das 
principais consequências para o feto em casos de VPI durante a gestação? 
a. Crescimento fetal restrito 
b. Inversão no desenvolvimento cognitivo 
c. Redução do risco de desnutrição 
d. Aumento no tempo de internação. 
e. Várias doenças neonatais 
Questão 6. O modelo ecológico da OMS identifica fatores de risco para a violência pelo parceiro íntimo (VPI) em diferentes níveis. No nível 
social, desiguais de gênero são um importante fator de risco. Essas normas muitas vezes ensinam os homens a agirem de forma violenta, 
perpetuando a violência. Outros fatores incluem pobreza, desemprego e baixa coesão social. Qual fator social é apontado como promotor 
da violência pelo parceiro íntimo no modelo ecológico da OMS? 
a. Igualdade econômica e de gênero 
b. Elevada coesão social 
c. Normas culturais que incentivam a aceitação da violência 
d. Alto índice de escolaridade comunitária 
e. Esporádica exposição à violência comunitária 
Questão 7. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que os profissionais de saúde desempenham um papel crucial no 
rastreamento da violência pelo parceiro íntimo (VPI), especialmente no contexto do pré-natal. A detecção precoce e o reforço de medidas 
preventivas são essenciais para mitigar os impactos dessa violência, que pode causar ou agravar condições clínicas já existentes. Qual é o 
papel dos profissionais de saúde em relação ao rastreamento de violência pelo parceiro íntimo (VPI)? 
a. Realizar intervenções mínimas em casos de violência. 
b. Diagnosticar clinicamente a VPI durante o pré-natal. 
c. Substituir o uso de instrumentos validados por consultas informais. 
d. Realizar atendimento apenas no momento do parto. 
e. Identificar sinais de vulnerabilidade e agir preventivamente. 
Questão 8. A pesquisa "Nascer no Brasil", que analisou cerca de 24 mil mulheres, revelou que elas sofreram violência física, verbal ou 
psicológica durante o parto. Além disso, se sentiram desrespeitadas em algum momento do processo de nascimento. Os dados destacam a 
importância de revisar práticas assistenciais e implementar medidas que garantam o respeito e a dignidade das mulheres durante o cuidado 
materno. Qual foi a prevalência de violência física, verbal ou psicológica relatada na pesquisa "Nascer no Brasil"? 
a. 2,3% 
b. 5,9% 
c. 11,1% 
d. 29% 
e. 44% 
Questão 9. A OMS propõe medidas para prevenir a violência obstétrica, componente central da assistência materna. Essas medidas incluem o 
desenvolvimento de programas que garantam a qualidade no atendimento. Qual das medidas abaixo é uma recomendação da OMS para 
prevenir a violência obstétrica? 
a. Reduzir a presença de acompanhantes. 
b. Focar em intervenções emergenciais. 
c. Priorizar práticas da medicina intervencionista. 
d. Desenvolver programas que promovam cuidados respeitosos. 
e. Aumentar o uso de intervenções no parto. 
Questão 10. O cuidado materno respeitoso é fundamental para garantir uma experiência positiva durante o parto. Ele inclui práticas baseadas 
em evidências científicas e o envolvimento da parturiente no processo de decisão. Promover esse tipo de cuidado não apenas previne maus-
tratos, mas também é uma questão de direitos humanos, conforme apontado pela OMS. O que caracteriza o cuidado materno respeitoso? 
a. Comunicação efetiva e respeito às escolhas das mulheres. 
b. Restrições à autonomia da parturiente para evitar complicações. 
c. Autonomia médica durante o parto. 
d. Intervenções padronizadas no parto. 
e. Submissão da gestante às práticas estabelecidas. 
 
Planejamento familiar- Atividade Profa Regina Ribeiro 
Questão 1. O Método da Amenorreia Lactacional- LAM é eficaz. Estudos mostram que a eficácia do LAM chega a 98% tornando-o uma opção 
viável e segura para nutrizes. Qual é a principal característica do LAM? 
a. Pode ser usado com qualquer tipo de alimentação do bebê. 
b. Baseia-se na amamentação exclusiva e na amenorreia da mãe. 
c. Depende do uso de preservativos durante o aleitamento. 
d. É eficaz apenas até o terceiro mês após o parto. 
e. Requer uso combinado de métodos hormonais e barreiras. 
Questão 2. Durante o período de amamentação exclusivo nos primeiros 6 meses após o parto, métodos contraceptivos que contenham 
estrogênio, não são recomendados. O estrogênio pode reduzir a quantidade e a qualidade do leite materno, comprometendo a nutrição do recém-
nascido. Métodos alternativos são preferíveis, pois não interferem na lactação. Qual dos seguintes métodos é contraindicado para lactantes 
nos primeiros seis meses após o parto? 
a. Preservativos masculinos e femininos. 
b. Dispositivo intrauterino (DIU). 
c. Pílulas somente com progestógenos. 
d. Anticoncepcionais orais combinados. 
e. Método da Amenorreia Lactacional (LAM). 
Questão 3. O intervalo intergestacional ideal recomendado permite a recuperação completa do organismo materno, reduzindo riscos de 
complicações em gestações subsequentes, como partos prematuros, baixo peso ao nascer e problemas de saúde para a mãe e o bebê. A 
contracepção eficaz no puerpério é essencial para garantir esse intervalo. Qual é o intervalo intergestacional ideal para reduzir complicações 
maternas e fetais? 
a. 3 a 5 anos. 
b. 1 a 5 anos. 
c. 5 a 7 anos. 
d. 6 meses a 1 ano. 
e. Qualquer intervalo 
Questão 4. Os métodos de barreira são uma opção viável de contracepção no pós-parto imediato, especialmente para lactantes, com uma taxa 
de falha de 3 a 7%. Ele não interfere na lactação e oferece proteção adicional contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), sendo uma 
escolha segura e acessível para muitos casais. Qual dos seguintes métodos é considerado um método de barreira? 
a. Minipílulas de progestógenos. 
b. Acetato de medroxiprogesterona injetável. 
c. Dispositivo intrauterino (DIU). 
d. Preservativo masculino. 
e. Contraceptivos hormonais combinados. 
Questão 5. O uso prolongado de anticoncepcionais injetáveis à base de progestógeno devem receber suplementação de cálcio como forma 
preventiva de complicações futuras. Por que é importante suplementar cálcio em mulheres que utilizam injetáveis de progestógeno a 
longo prazo? 
a. Para prevenir aumento de peso causado pelo hormônio. 
b. Para minimizar a redução da massa óssea. 
c. Para compensar a perda de cálcio pelo leite materno. 
d. Para aumentar a eficácia do método contraceptivo. 
e. Para melhorar a qualidade do leite materno. 
Questão 6. Os endoceptivos Mirena® e Kyleena® são dispositivos intrauterinos hormonais que liberam levonorgestrel, usados como método 
contraceptivo de longa duração. Ambos apresentam formato em T e são altamente eficazes, mas a escolha entre eles deve considerar 
características individuais e orientação médica. Qual é a principal diferença entre os endoceptivos Mirena® e Kyleena®? 
a. Duração do uso 
b. Formato do dispositivo 
c. Tipo de hormônio liberado 
d. Interferência na lactação 
e. Quantidade de levonorgestrel liberada 
Questão 7. Os DIUs hormonais com levonorgestrel atuam de forma combinada para garantir sua alta eficácia contraceptiva. O conjunto de ações 
desse métodoexplica a baixa taxa de falhas desse método. Qual é o principal mecanismo de ação dos DIUs hormonais com levonorgestrel? 
a. Inibição da ovulação e da menstruação 
b. Bloqueio da maturação e expulsão folicular 
c. Redução do fluxo menstrual e de células miometriais 
d. Alteração do muco cervical e antiproliferativa no endométrio 
e. Inibição dos hormônios reprodutivos 
Questão 8. O Implanon® é um implante hormonal subdérmico composto de etonogestrel. Sua principal ação contraceptiva se deve a garantia 
de liberação contínua do hormônio. Além disso, atua no espessamento do muco cervical e no endométrio, reforçando sua eficácia, que é 
comparável a métodos como os DIUs hormonais. Esse método pode ser utilizado durante a amamentação, sem impacto na qualidade ou 
quantidade do leite. O que é correto afirmar sobre o implante contraceptivo Implanon®? 
a. Sua duração máxima é de 5 anos. 
b. Ele age principalmente pela inibição da ovulação. 
c. É indicado apenas para não lactantes. 
d. Deve ser inserido no útero. 
e. Possui eficácia menor que o DIU hormonal. 
Questão 9. Embora o DIU de cobre seja um método contraceptivo eficaz e amplamente utilizado, ele apresenta contraindicações absolutas. A 
avaliação criteriosa por um profissional de saúde é essencial antes da inserção. Quais são as contraindicações absolutas para o uso do DIU 
de cobre? 
a. Menstruação irregular e histórico de alergia ao cobre 
b. Lactação e desejo de gravidez no futuro próximo 
c. Hemorragia durante a menstruação e cólicas intensas 
d. Doença inflamatória pélvica e suspeita de gravidez 
e. Histórico de cesáreas e aborto espontâneo 
Questão 10. A inserção de DIUs no período pós-parto pode ocorrer de forma precoce, oferecendo contracepção imediata e segura, sem interferir 
na lactação. A inserção pós-placentária, realizada até 10 minutos após a dequitação, tem como vantagem a conveniência e a certeza de que a 
mulher não está grávida. Contudo, essa prática está associada a uma maior taxa de expulsão em comparação à inserção tardia, que ocorre após 
6 semanas do parto. É importante considerar cada caso e as preferências da paciente. Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre a 
inserção de DIUs no pós-parto? 
a. A inserção pós-placentária está associada a maiores taxas de expulsão. 
b. O DIU de cobre não pode ser inserido antes de 6 semanas após o parto normal. 
c. Apenas o DIU hormonal pode ser inserido no pós-parto imediato. 
d. A taxa de expulsão é menor quando o DIU é inserido até 48 horas após o parto. 
e. A inserção no pós-parto imediato interfere na lactação. 
 
Pré- eclâmpsia e Eclâmpsia- Atividade Profa Regina Ribeiro 
Questão 1. A toxemia gravídica, também chamada de pré-eclâmpsia, é uma complicação multissistêmica. Seus principais sinais incluem 
hipertensão arterial e proteinúria. Em casos graves, pode evoluir para eclâmpsia, caracterizada por convulsões. Além disso, a pré-eclâmpsia é 
dinâmica e progressiva, podendo apresentar complicações graves como a síndrome HELLP e edema pulmonar. A toxemia gravídica é uma 
doença que ocorre geralmente: 
a. Na primeira metade da gestação, com início antes de 20 semanas. 
b. Na segunda metade da gestação, com hipertensão e proteinúria. 
c. Apenas no puerpério, manifestando-se logo após o parto. 
d. Em mulheres com histórico de diabetes gestacional. 
e. Em gestantes sem fatores de risco prévio. 
Questão 2. A eclâmpsia é uma complicação grave da pré-eclâmpsia. Embora rara em países desenvolvidos, a eclâmpsia ainda é uma 
preocupação significativa em países em desenvolvimento, onde sua incidência varia de 0,5 a 1,5% das gestações. A eclâmpsia é caracterizada 
principalmente por: 
a. Edema pulmonar com dispneia progressiva. 
b. Redução abrupta da pressão arterial antes do parto. 
c. Hemorragias intensas no período pós-parto imediato. 
d. Convulsões tônico-clônicas em gestantes com pré-eclâmpsia. 
e. Hipotensão arterial grave e insuficiência renal aguda. 
Questão 3. A pré-eclâmpsia aumenta significativamente os riscos para a saúde da mãe e do bebê. Esse risco é particularmente alto para aquelas 
que tiveram parto antes de 34 semanas. Estudos indicam que a pré-eclâmpsia pode ser um marcador de predisposição a doenças crônicas 
futuras. Entre as complicações associadas à pré-eclâmpsia, destaca-se: 
a. Aumento do risco de hipertensão e doenças cardiovasculares. 
b. Redução de gestações subsequentes com o mesmo parceiro. 
c. Diminuição da possibilidade de tromboses em artérias uterinas. 
d. Predomínio de complicações em gestações múltiplas. 
e. Redução do risco de mortalidade perinatal em casos graves. 
Questão 4. A prevalência de pré-eclâmpsia varia globalmente. No Brasil, dados da Maternidade Escola da UFRJ entre 2011 e 2012 mostram 
que aproximadamente 7% das gestantes foram afetadas. Em países desenvolvidos, o aumento de fatores como obesidade e hipertensão 
contribuiu para a elevação dos casos, atingindo até 10% das gestações nos Estados Unidos. Sobre a incidência de pré-eclâmpsia no Brasil, 
é correto afirmar: 
a. Afeta aproximadamente 3% das gestantes em todo o território nacional. 
b. É mais prevalente em países desenvolvidos, como os Estados Unidos. 
c. Representa cerca de 7% das gestantes em instituições. 
d. Apresenta menor prevalência em mulheres com hipertensão crônica. 
e. Está completamente erradicada em regiões com acesso a cuidados pré-natais. 
Questão 5. Nos últimos anos, a incidência de pré-eclâmpsia aumentou em países desenvolvidos, devido a fatores como hipertensão, diabetes, 
obesidade, gestações múltiplas e idade materna avançada. Esses elementos são conhecidos por aumentar o risco de complicações gestacionais, 
destacando a importância do acompanhamento pré-natal adequado e da identificação precoce de fatores de risco. Quais fatores contribuem 
para o aumento da incidência de pré-eclâmpsia em países desenvolvidos? 
a. Aumento do número de gestações múltiplas e diabetes gestacional. 
b. Predomínio de hábitos alimentares inadequados. 
c. Ausência de exames regulares para detecção de proteinúria. 
d. Uso excessivo de medicamentos anti-hipertensivos no pré-natal. 
e. Elevação da obesidade, hipertensão e idade materna avançada. 
Questão 6. A pré-eclâmpsia (PE) é uma condição hipertensiva específica da gravidez caracterizada por múltiplas alterações fisiopatológicas. A 
PE envolve vasoespasmo e disfunção endotelial, levando a complicações renais, cerebrais e placentárias. Essas alterações resultam em edema, 
isquemia e redução da circulação uteroplacentária, impactando negativamente o feto e a mãe. Sobre a fisiopatologia da pré-eclâmpsia (PE), 
assinale a alternativa correta: 
a. A diminuição da filtração glomerular na PE é similar aos valores observados em gestações normais. 
b. A endoteliose capilar glomerular é uma lesão característica da toxemia e está associada à proteinúria. 
c. A hipertensão na PE é causada pelo aumento da produção de óxido nítrico (NO) e prostaciclina (PGI2). 
d. O edema cerebral na PE decorre exclusivamente de isquemia induzida por vasospasmo. 
e. Na pré-eclâmpsia, a circulação uteroplacentária é aumentada em até 40%. 
Questão 7. A prevenção da pré-eclâmpsia é um dos grandes desafios na assistência obstétrica. Evidências indicam que um tratamento 
medicamentoso, pode reduzir o risco em mulheres com fatores predisponentes, como histórico familiar, obesidade, diabetes ou hipertensão 
crônica. Além disso, a suplementação de cálcio é recomendada em populações com baixa ingestão deste nutriente, mas não substitui a profilaxia 
em casos de alto risco. Tais medidas são baseadas na fisiopatologia da PE, que inclui disfunção placentária precoce e inflamação sistêmica. Na 
prevenção da pré-eclâmpsia, qual é a recomendação baseada em evidências para gestantes com fatores de risco elevados? 
a. Administração de ácido acetilsalicílico em baixa dose, antes de 16 semanas. 
b. Uso de cálcio na dose de 500 mg/dia até o terceiro trimestre. 
c. Exercícios físicosvigorosos por pelo menos 210 minutos por semana. 
d. Suplementação de vitamina D em doses superiores a 1.000 UI/dia. 
e. Restrição de sódio na dieta como medida primária de prevenção. 
Questão 8. Na pré-eclâmpsia, a disfunção endotelial desempenha um papel central na fisiopatologia. Sobre as alterações vasculares e 
sanguíneas na pré-eclâmpsia, assinale a alternativa correta: 
a. A disfunção endotelial contribui para a vasodilatação. 
b. O desenvolvimento de trombocitopenia

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